Fui Leitado por um Pedreiro Safado nas Obras de uma Igreja
Este é menos um conto e mais um relato absolutamente verídico, sem vídeos desta vez.
Eu estava caçando rola no antigo VivaLocal, que era um site muito bom de classificados. Aliás, o meu site Desviados começou porque eu fiquei sem o VivaLocal. Enfim, eu estava com um anúncio buscando ser puta de macho que me use sem dó e sem camisinha.
Um cara entrou em contato comigo. Pedreiro. Casado. Estava trabalhando na obra de construção de um anexo dentro do templo de uma igreja presbiteriana. Disse que estava muito afim de me enrabar, mas não podia sair de lá.
Fui até o local. Ele estava sozinho. Não era dia de culto. Ele fechou a porta, passou cadeado no portão e entrou comigo.
Fomos indo pro meio das dependências da igreja. O templo em si ainda estava lá, intacto, com os bancos, o altar, as imagens. A obra era bem ao lado conectada ao templo. Ele me deixou ali no meio da obra e foi fazer alguma coisa lá nos fundos. Voltou logo. Confesso que quis pedir pra ele me enrabar na frente do altar, logo ali ao lado, mas não falei, porque fiquei com medo dele desistir. Deixei o local com ele.
Daí entramos numa das salas em construção. Chão de terra, cimento caído, as paredes ainda subindo, o cheiro de pó e madeira. Ele me mandou tirar a roupa e já me abaixou de joelho naquele cascalho no chão. Comecei a chupar ele, e ele segurando minha cabeça, metendo na minha garganta, me deu um beijo na boca e continuou socando na minha boca. Ajoelhado no cascalho, com o saco dele batendo no meu queixo, eu sentia o gosto de suor e pica de quem trabalhou o dia todo, e o cheiro de obra. Ele olhava pra baixo e ria, do jeito que um macho ri quando vê o viado de joelhos.
Em seguida ele me colocou de pé e encurvado, encostado num andaime. Usou o cuspe da minha chupada e um pouco de cuspe dele, e já começou a me penetrar sem camisinha. Aquele homem casado, dentro das dependências de uma igreja. Eu senti o pau dele entrando penetrando ardido, abrindo. Não doeu como das outras vezes, mas foi forte. Ele meteu rola forte e sem dó, as vezes parava me abraçava e metia a lingua na minha orelha. O som do corpo dele batendo no meu enchia a sala, misturado com o barulho da rua, dos carros passando, e do silêncio da igreja logo ao lado, com os simbolos e tudo. Era estranho. O lugar pregava contra homossexualidade, contra o "adultério". E ali dentro, na obra, um homem casado e um viado puta estavam fazendo outra. Ele meteu até encher meu cu de porra. Jorrou fundo, segurou meu quadril, e ficou ali um segundo, ofegante.
Daí me soltou. O pau dele escapou, já meio mole do meu cu, com um fio de porra. Depois mandou eu me abaixar. Ajoelhei de novo no cascalho e chupei ele pra deixar o pau dele limpinho. O gosto era de porra misturado com o gosto do meu próprio cu. Ele ficou olhando, e eu lambi tudo, como puta.
Quando terminou, eu mesmo nem me limpei. Me vesti rápido, com o cu ainda escorrendo, nem gozei, mas me sentindo orgulhoso de levar pica de um casado dentro de uma igreja evangelica ou sei lá. Ele então me acompanhou até a saída. Abriu o cadeado, olhou a rua, e me mandou sair. Não falou nada. Só fechou o portão de novo.
Na semana seguinte ele me chamou pra ir de novo, mas não pude. Depois me mudei de cidade e não nos falamos mais.
Tenho videos meus e outros contos no link no meu perfil
Eu estava caçando rola no antigo VivaLocal, que era um site muito bom de classificados. Aliás, o meu site Desviados começou porque eu fiquei sem o VivaLocal. Enfim, eu estava com um anúncio buscando ser puta de macho que me use sem dó e sem camisinha.
Um cara entrou em contato comigo. Pedreiro. Casado. Estava trabalhando na obra de construção de um anexo dentro do templo de uma igreja presbiteriana. Disse que estava muito afim de me enrabar, mas não podia sair de lá.
Fui até o local. Ele estava sozinho. Não era dia de culto. Ele fechou a porta, passou cadeado no portão e entrou comigo.
Fomos indo pro meio das dependências da igreja. O templo em si ainda estava lá, intacto, com os bancos, o altar, as imagens. A obra era bem ao lado conectada ao templo. Ele me deixou ali no meio da obra e foi fazer alguma coisa lá nos fundos. Voltou logo. Confesso que quis pedir pra ele me enrabar na frente do altar, logo ali ao lado, mas não falei, porque fiquei com medo dele desistir. Deixei o local com ele.
Daí entramos numa das salas em construção. Chão de terra, cimento caído, as paredes ainda subindo, o cheiro de pó e madeira. Ele me mandou tirar a roupa e já me abaixou de joelho naquele cascalho no chão. Comecei a chupar ele, e ele segurando minha cabeça, metendo na minha garganta, me deu um beijo na boca e continuou socando na minha boca. Ajoelhado no cascalho, com o saco dele batendo no meu queixo, eu sentia o gosto de suor e pica de quem trabalhou o dia todo, e o cheiro de obra. Ele olhava pra baixo e ria, do jeito que um macho ri quando vê o viado de joelhos.
Em seguida ele me colocou de pé e encurvado, encostado num andaime. Usou o cuspe da minha chupada e um pouco de cuspe dele, e já começou a me penetrar sem camisinha. Aquele homem casado, dentro das dependências de uma igreja. Eu senti o pau dele entrando penetrando ardido, abrindo. Não doeu como das outras vezes, mas foi forte. Ele meteu rola forte e sem dó, as vezes parava me abraçava e metia a lingua na minha orelha. O som do corpo dele batendo no meu enchia a sala, misturado com o barulho da rua, dos carros passando, e do silêncio da igreja logo ao lado, com os simbolos e tudo. Era estranho. O lugar pregava contra homossexualidade, contra o "adultério". E ali dentro, na obra, um homem casado e um viado puta estavam fazendo outra. Ele meteu até encher meu cu de porra. Jorrou fundo, segurou meu quadril, e ficou ali um segundo, ofegante.
Daí me soltou. O pau dele escapou, já meio mole do meu cu, com um fio de porra. Depois mandou eu me abaixar. Ajoelhei de novo no cascalho e chupei ele pra deixar o pau dele limpinho. O gosto era de porra misturado com o gosto do meu próprio cu. Ele ficou olhando, e eu lambi tudo, como puta.
Quando terminou, eu mesmo nem me limpei. Me vesti rápido, com o cu ainda escorrendo, nem gozei, mas me sentindo orgulhoso de levar pica de um casado dentro de uma igreja evangelica ou sei lá. Ele então me acompanhou até a saída. Abriu o cadeado, olhou a rua, e me mandou sair. Não falou nada. Só fechou o portão de novo.
Na semana seguinte ele me chamou pra ir de novo, mas não pude. Depois me mudei de cidade e não nos falamos mais.
Tenho videos meus e outros contos no link no meu perfil
Пока никакой реакции.
0
curtidas
15 мнения