Minha sobrinha safadinha
Tenho uma sobrinha muito safadinha, e desde que a conheci ela sempre foi muito saída.
Aninha sempre foi grande para a sua idade, e quando a conheci aos 09 anos ela tinha corpo de 11, com uma bundinha saliente e peitinhos nascendo formando duas bolinhas que marcavam a roupa.
Devido ao seu comportamento, meus cunhados ficavam de olho nela para não sair pra rua fazendo besteira, e eu ouvia tudo na maior naturalidade, e com o passar do tempo Aninha ficou cada vez mais próxima a mim, e por ser o mais novo tio eu era o centro das atenções dos sobrinhos.
lembro um final de semana na casa de uma cunhada, onde fizemos churrasco que durou quase o dia com o povo bebendo, se divertindo enquanto as crianças brincavam na piscina. Como eu estava na vibe do bom moço, não bebi tanto quanto os demais e com isso sobrou pra mim no final da tarde ficar com as crianças na piscina.
Nesse dia Aninha usava um biquini amarelo que molhado marcava bem a sua bucetinha e estava um pouco pequeno pra ela e toda hora entrada no rego da bunda.
Fiquei com as crianças na piscina até que me pediram pra jogar cada um deles pra cima e cair na água, e começamos a brincadeira até que chegou a vez da minha sobrinha. Aninha me pediu que a erguesse de costas e com isso coloquei uma mão perto do pescoço e outra mão perto da bunda, e a joguei na agua. Quando foi pra repetir ela falou baixinho que eu apoiasse a mão na bunda dela para não cair, e assim eu fiz, e naquela hora, segurando minha sobrinha com o biquini socado na bunda, minha mão naquela bundinha novinha, meu pau quase explodiu de tesão, e logo joguei ela na agua novamente.
Logo os meninos saíram e ficamos somente eu e ela na agua enquanto o povo assistia TV e outros dormiam sem visão da piscina. Novamente ergui Aninha com a mão na bunda dela, e dessa vez fui mais ousado colocando a mão de forma que meu dedo ficasse perto da bucetinha dela, e ela claro sentiu e gostou. Joguei ela na água e quando fui erguer novamente ela me olha e diz “coloca mais o dedo”. Eu entendi na hora que ela queria sentir meu dedo na bucetinha dela, e atendi o pedido. Agora sem pudor ou medo, quando a ergui já encaixei a mão de forma que meus dedos tocavam e apertavam aquela bucetinha. Quase gozei só de tocar, e para ajudar ela começou a se mexer, esfregando a buceta na minha mão, e como não tinha muito tempo eu a joguei na agua novamente, e assim foi por mais algumas vezes.
Na ultima vez que a peguei, quando fui segurar ela passou a mão no meu pau tentando apertar, mas foi muito rápido. Rápido mais o suficiente para ela sentir que estava duro e me olhou com a cara mais safada que já vi. Aproveitei a oportunidade e nesse momento consegui enfiar meus dedos dentro do biquini dela e fiquei esfregando na bucetinha dela, toda quente e babada. Ao sentir a buceta dela toda meladinha não resisti e gozei dentro da sunga deixando ela cair na água, e precisei sair correndo da piscina para não acontecer de alguém chegar e me ver daquele jeito.
Ao sair do banheiro já arrumado, fui avisado que todos haviam ido embora e ficou pra mim a função de levar Aninha pra casa. Meu tormento estava recomeçando. Ao entrar no carro Aninha sentou no banco da frente e assim que comecei a andar ela colocou os pés no bando e abriu as pernas, e pude perceber ela alisando a bucetinha ali do meu lado, e logo vem a pergunta:
Aninha: tio, porque você colocou a mão dentro do meu biquini?
Eu: achei que você estava gostando de brincar assim?
Aninha: eu gostei, mas minha mãe sempre fala que ninguém pode colocar a mão na minha pepeca.
Eu: Aninha, tem que ser nosso segredo. Se você gosta do tio, não pode contar pra ninguém. Se seus pais souberem eles vão brigar muito comigo.
Aninha: pode deixar que eu não conto … eu gostei, senti uma coisinha gostosa quando você colocou o dedo.
Eu: eu sei, sua pepeca estava com babinha.
Aninha: ela fica assim sempre que eu brinco com ela, mas hoje só você brincou e ela ficou assim.
Eu: é assim mesmo. Ela gostou do meu dedo.
Aninha: tio, eu não vou falar para ninguém, mas eu quero que você brinque de novo com a minha pepeca pra ela ficar com babinha.
Eu: não sei como vamos fazer, mas vamos dar um jeito.
Alguns dias se passaram e eu evitava ficar sozinho com a Aninha por ela ser muito atirada, e pensando numa maneira de como iria aproveitar da situação novamente, e para isso o mundo conspirou a favor.
Um dia de semana precisei ir na casa da cunhada a pedido da sogra, e por ser dia de semana só estavam na casa minha sobrinha e a empregada, e assim que cheguei empregada me pediu para entrar, e me minha sobrinha já correu me abraçar fazendo festa. Disfarcei minha alegria e logo Aninha ficou de costas para mim, encostada no meu corpo quando de repente ela começa a fazer movimentos suaves forçando a bunda no meu pau enquanto eu conversava com a empregada.
Ela ficava batendo a bunda de leve em mim até sentir que meu pau estava duro, e quando ele estava bem duro ela se chegou para trás forçando muito a bunda em mim, e para sair daquela situação pedi a empregada que pegasse os documentos que fui buscar, e assim que ela saiu eu corri para o banheiro gozar. Gozei sem colocar a mão no meu pau. Somente o contato da bundinha dela foi o suficiente.
Fiquei no banheiro tempo suficiente para gozar, me limpara e o pau baixar, e quando saí minha sobrinha tinha entrado no banho pois tinha aula logo mais, e o mais estranho foi quando estava indo embora a empregada me falou assim …”essa menina não tem jeito mesmo”. Fiz de desentendido e fui embora.
Passados mais alguns dias eu precisei passar na casa de uma cunhada por volta das 20:00 e para minha surpresa Aninha estava lá, e ficou muito feliz em me ver. Logo que eu entrei ela pegou o telefone e ligou para a mãe dela dizendo que não precisa ir busca-la porque eu a levaria embora pois era meu caminho, e claro a mãe dela aceitou.
Entramos no carro e logo ela começou a falar do dia na casa dela, que a pepeca tinha ficado com babinha, mas eu não tinha colocado a mão, e que também que ela queria ver meu pau e saber porque ele ficava duro daquele jeito. Nesse momento perdi o bom censo e parei numa parte escura da rua. Olhei pra Aninha e disse que mostrava meu pau pra ela mas queria passar a mão na bucetinha dela, e ela aceitou. Tirei meu pau pra fora da bermuda e mostrei pra ela. Enquanto ela olhava fixamente eu pedi pra ela abrir as pernas, ergui o vestido dela e puxei a calcinha pro lado …que delícia sentir aquela bucetinha novinha, toda babada na minha mão. Fiquei acariciando toda ela e pude sentir o grelinho dela durinho, e quando passava por ele ela dava gemidinhos. Eu queria fazer de tudo ali, mas não podia. Então falei pra ela que ia dar um jeito pra gente brincar bem gostoso, e ela claro, aceitou.
Mas isso somente na segunda parte.
Aninha sempre foi grande para a sua idade, e quando a conheci aos 09 anos ela tinha corpo de 11, com uma bundinha saliente e peitinhos nascendo formando duas bolinhas que marcavam a roupa.
Devido ao seu comportamento, meus cunhados ficavam de olho nela para não sair pra rua fazendo besteira, e eu ouvia tudo na maior naturalidade, e com o passar do tempo Aninha ficou cada vez mais próxima a mim, e por ser o mais novo tio eu era o centro das atenções dos sobrinhos.
lembro um final de semana na casa de uma cunhada, onde fizemos churrasco que durou quase o dia com o povo bebendo, se divertindo enquanto as crianças brincavam na piscina. Como eu estava na vibe do bom moço, não bebi tanto quanto os demais e com isso sobrou pra mim no final da tarde ficar com as crianças na piscina.
Nesse dia Aninha usava um biquini amarelo que molhado marcava bem a sua bucetinha e estava um pouco pequeno pra ela e toda hora entrada no rego da bunda.
Fiquei com as crianças na piscina até que me pediram pra jogar cada um deles pra cima e cair na água, e começamos a brincadeira até que chegou a vez da minha sobrinha. Aninha me pediu que a erguesse de costas e com isso coloquei uma mão perto do pescoço e outra mão perto da bunda, e a joguei na agua. Quando foi pra repetir ela falou baixinho que eu apoiasse a mão na bunda dela para não cair, e assim eu fiz, e naquela hora, segurando minha sobrinha com o biquini socado na bunda, minha mão naquela bundinha novinha, meu pau quase explodiu de tesão, e logo joguei ela na agua novamente.
Logo os meninos saíram e ficamos somente eu e ela na agua enquanto o povo assistia TV e outros dormiam sem visão da piscina. Novamente ergui Aninha com a mão na bunda dela, e dessa vez fui mais ousado colocando a mão de forma que meu dedo ficasse perto da bucetinha dela, e ela claro sentiu e gostou. Joguei ela na água e quando fui erguer novamente ela me olha e diz “coloca mais o dedo”. Eu entendi na hora que ela queria sentir meu dedo na bucetinha dela, e atendi o pedido. Agora sem pudor ou medo, quando a ergui já encaixei a mão de forma que meus dedos tocavam e apertavam aquela bucetinha. Quase gozei só de tocar, e para ajudar ela começou a se mexer, esfregando a buceta na minha mão, e como não tinha muito tempo eu a joguei na agua novamente, e assim foi por mais algumas vezes.
Na ultima vez que a peguei, quando fui segurar ela passou a mão no meu pau tentando apertar, mas foi muito rápido. Rápido mais o suficiente para ela sentir que estava duro e me olhou com a cara mais safada que já vi. Aproveitei a oportunidade e nesse momento consegui enfiar meus dedos dentro do biquini dela e fiquei esfregando na bucetinha dela, toda quente e babada. Ao sentir a buceta dela toda meladinha não resisti e gozei dentro da sunga deixando ela cair na água, e precisei sair correndo da piscina para não acontecer de alguém chegar e me ver daquele jeito.
Ao sair do banheiro já arrumado, fui avisado que todos haviam ido embora e ficou pra mim a função de levar Aninha pra casa. Meu tormento estava recomeçando. Ao entrar no carro Aninha sentou no banco da frente e assim que comecei a andar ela colocou os pés no bando e abriu as pernas, e pude perceber ela alisando a bucetinha ali do meu lado, e logo vem a pergunta:
Aninha: tio, porque você colocou a mão dentro do meu biquini?
Eu: achei que você estava gostando de brincar assim?
Aninha: eu gostei, mas minha mãe sempre fala que ninguém pode colocar a mão na minha pepeca.
Eu: Aninha, tem que ser nosso segredo. Se você gosta do tio, não pode contar pra ninguém. Se seus pais souberem eles vão brigar muito comigo.
Aninha: pode deixar que eu não conto … eu gostei, senti uma coisinha gostosa quando você colocou o dedo.
Eu: eu sei, sua pepeca estava com babinha.
Aninha: ela fica assim sempre que eu brinco com ela, mas hoje só você brincou e ela ficou assim.
Eu: é assim mesmo. Ela gostou do meu dedo.
Aninha: tio, eu não vou falar para ninguém, mas eu quero que você brinque de novo com a minha pepeca pra ela ficar com babinha.
Eu: não sei como vamos fazer, mas vamos dar um jeito.
Alguns dias se passaram e eu evitava ficar sozinho com a Aninha por ela ser muito atirada, e pensando numa maneira de como iria aproveitar da situação novamente, e para isso o mundo conspirou a favor.
Um dia de semana precisei ir na casa da cunhada a pedido da sogra, e por ser dia de semana só estavam na casa minha sobrinha e a empregada, e assim que cheguei empregada me pediu para entrar, e me minha sobrinha já correu me abraçar fazendo festa. Disfarcei minha alegria e logo Aninha ficou de costas para mim, encostada no meu corpo quando de repente ela começa a fazer movimentos suaves forçando a bunda no meu pau enquanto eu conversava com a empregada.
Ela ficava batendo a bunda de leve em mim até sentir que meu pau estava duro, e quando ele estava bem duro ela se chegou para trás forçando muito a bunda em mim, e para sair daquela situação pedi a empregada que pegasse os documentos que fui buscar, e assim que ela saiu eu corri para o banheiro gozar. Gozei sem colocar a mão no meu pau. Somente o contato da bundinha dela foi o suficiente.
Fiquei no banheiro tempo suficiente para gozar, me limpara e o pau baixar, e quando saí minha sobrinha tinha entrado no banho pois tinha aula logo mais, e o mais estranho foi quando estava indo embora a empregada me falou assim …”essa menina não tem jeito mesmo”. Fiz de desentendido e fui embora.
Passados mais alguns dias eu precisei passar na casa de uma cunhada por volta das 20:00 e para minha surpresa Aninha estava lá, e ficou muito feliz em me ver. Logo que eu entrei ela pegou o telefone e ligou para a mãe dela dizendo que não precisa ir busca-la porque eu a levaria embora pois era meu caminho, e claro a mãe dela aceitou.
Entramos no carro e logo ela começou a falar do dia na casa dela, que a pepeca tinha ficado com babinha, mas eu não tinha colocado a mão, e que também que ela queria ver meu pau e saber porque ele ficava duro daquele jeito. Nesse momento perdi o bom censo e parei numa parte escura da rua. Olhei pra Aninha e disse que mostrava meu pau pra ela mas queria passar a mão na bucetinha dela, e ela aceitou. Tirei meu pau pra fora da bermuda e mostrei pra ela. Enquanto ela olhava fixamente eu pedi pra ela abrir as pernas, ergui o vestido dela e puxei a calcinha pro lado …que delícia sentir aquela bucetinha novinha, toda babada na minha mão. Fiquei acariciando toda ela e pude sentir o grelinho dela durinho, e quando passava por ele ela dava gemidinhos. Eu queria fazer de tudo ali, mas não podia. Então falei pra ela que ia dar um jeito pra gente brincar bem gostoso, e ela claro, aceitou.
Mas isso somente na segunda parte.
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