Gozando na boquinha da minha filha dentro do ônibus
/autor/fernando_scat/
Em um dia com muito tesão, fui buscar minha filha na escola de ônibus. Tava um dia quente, Jessica estava de uniforme bem gostosinha, a camisa coladinha no corpinho dela exibindo seus mamilinhos durinhos, um shortinhos de lycra sem calcinha fazendo a costura do shorts entrar na sua bucetinha e desenha-la perfeitamente no shorts. O ônibus não estava muito cheio, mas não tínhamos onde sentar. Fomo andando entre os passageiros até que avistamos um homem que olhava para Jessica com um olhar devorador. Paramos próximo a ele, Jessica na minha frente se segurando com uma mão em cada banco, e eu por trás segurando com uma mão nos pegadores acima.
O tarado não tirava os olhos da minha filha, então ela o cumprimenta com um oi tímido e um aceno de cabeça. Ele olha para mim, e eu apenas aceno com a cabeça. O ônibus vai andando, e conforme balançava eu fazia questão de esfregar minha pélvis pelo ombrinho da minha filha. Eu já estava de pau duro fazendo volume na calça. Jessica percebendo que o homem não parava de olha-la, se vira para trás e dá um beijo em meu pau por cima da calça. Escuto apenas um pequeno suspiro por parte do tarado.
O ônibus vai enchendo e ficando mais apertado, enquanto eu me segurava com uma mão, discretamente eu abria a braguilha da minha calça. Jessica safadinha se vira novamente dá um beijo no meu pau e olha para mim. Eu aceno positivamente com a cabeça, Jessica, percebendo que o homem não tirava os olhos dela, sorriu de forma travessa e, com movimentos lentos e calculados, começou a balançar o quadril de leve, como se estivesse apenas se ajustando ao balanço do ônibus. Aos poucos, ela foi se inclinando para frente, como se fosse se apoiar no banco à frente, mas, em vez disso, deixou o shortinho de lycra subir um pouco mais, revelando a curva suave da sua bucetinha marcada no tecido. O homem, sentado à frente, mal conseguia disfarçar a excitação, seus olhos fixos naquele movimento sutil.
Enquanto isso, eu, já com a braguilha aberta, sentia o calor do beijo que Jessica havia dado no meu pau por cima da calça. Ela, percebendo que o homem estava completamente hipnotizado, olhou para mim novamente, e eu acenei com a cabeça, autorizando-a a continuar. Jessica, então, fingiu se ajustar novamente, mas dessa vez, com um movimento rápido e discreto, puxou a barra do shortinho para o lado, revelando por um breve instante sua bucetinha rosada para o homem. Ele engoliu seco, tentando manter a compostura, mas seus olhos brilhavam de desejo.
Jessica, satisfeita com a reação dele, voltou a se apoiar no banco, como se nada tivesse acontecido. O ônibus continuou seu trajeto, e eu, com meu pau agora completamente exposto
O ônibus estava cada vez mais cheio, e as pessoas ao redor estavam distraídas, olhando para os celulares ou conversando entre si. Jessica, percebendo que o homem ainda a observava com um olhar faminto, decidiu agir. Ela se virou para mim e sussurrou: 'Papai, posso?' Eu acenei com a cabeça, confiando em sua astúcia.
Jessica, então, fingiu que estava com calor e começou a abanar-se com as mãos, como se estivesse se refrescando. Com movimentos suaves, ela se inclinou para frente, apoiando-se no banco à frente, onde o homem estava sentado. Enquanto isso, ela usou o corpo para bloquear a visão dos outros passageiros, criando uma barreira natural entre nós e o resto do ônibus.
Com um movimento rápido e discreto, ela puxou a barra do shortinho para o lado novamente, mas desta vez, ela se abaixou um pouco mais, como se fosse pegar algo no chão. Foi o suficiente para que o homem visse minha calça aberta e meu pau já duro, pronto para ela. Jessica, sem perder tempo, deu um beijo suave na cabeça, olhando diretamente para o homem, que mal conseguia disfarçar a excitação.
Ela então começou a chupar meu pau com movimentos lentos e precisos, sempre mantendo o corpo posicionado de forma que apenas o homem pudesse ver. Suas mãos seguravam firmemente o banco à frente, como se estivesse apenas se apoiando, enquanto seus lábios trabalhavam com uma habilidade surpreendente. O homem, completamente hipnotizado, não conseguia desviar o olhar, e eu, por minha vez, sentia uma mistura de prazer e adrenalina.
Jessica, percebendo que o homem estava completamente envolvido na cena, parou por um momento e olhou para ele com um sorriso travesso, como se dissesse: 'Isso é só para você.' Ela então voltou a chupar meu pau, mantendo o ritmo e a discrição, enquanto o ônibus continuava seu trajeto, e os outros passageiros permaneciam alheios ao que estava acontecendo.
Minha filha ia chupando conforme o ônibus se mexia, sua boquinha gostosa engolia todo meu membro, me levando à loucura. O som abafado da boca dela e o balanço do ônibus criavam uma sinfonia de prazer. O cara, sentado à frente, não conseguia desviar os olhos, sua mão se movendo freneticamente por cima da calça, enquanto observava meu pau entrando e saindo da boquinha de Jessica.
Eu sentia o calor da boca dela, a língua habilidosa envolvendo meu pau, e sabia que não aguentaria por muito mais tempo. 'Vou gozar, filha', sussurrei, e ela respondeu com um olhar safado, acelerando o ritmo. Quando finalmente explodi, jorrando na boquinha dela, Jessica esperou pacientemente, segurando cada jato com uma paciência que só ela tinha. Sua boquinha ficou cheia, e eu dei a última jatada, que escorreu pelo canto de seus lábios e caiu em sua camisa, manchando o uniforme escolar.
Jessica olhou para o cara, abriu a boquinha e mostrou-a cheia de porra, como se estivesse orgulhosa de seu 'prêmio'. Depois, fechou os lábios e engoliu devagar, fazendo um 'hummm' de satisfação. O homem, completamente hipnotizado, mal conseguia acreditar no que via. Sua calça estava marcada por uma grande mancha, e ele parecia tanto envergonhado quanto excitado.
Jessica deu um sorriso travesso e acenou para ele, como se dissesse: 'Você gostou, né?'. Eu também acenei, com um sorriso de cumplicidade, e descemos na próxima parada, deixando o homem ali, ainda tentando processar o que havia acontecido. Jessica segurou minha mão enquanto caminhávamos, e eu senti uma mistura de orgulho e tesão, sabendo que aquela memória ficaria gravada na mente daquele homem para sempre.
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