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Parte 4: Pai e filho - ainda tinha segredo

📅 Publicado em: 20/06/2025 15:22

👤 Autor: bruno-senna

🏷️ Tags: #Gay #Teen
Eu estava no quintal, regando as plantas, quando um gemido abafado cortou o ar.

"Ah… porra…"

A voz era profunda, rouca. Guilherme.

E então, outro som:

"Pai… assim…"

Paulo.

Meu pau latejou instantaneamente. Eles estavam juntos.

Me aproximei silenciosamente do muro baixo, o coração batendo forte. Pelo vão da janela do quarto de Paulo, eu via tudo:

Guilherme, musculoso e suado, enfiando no filho por trás com movimentos brutos.

Paulo, de quatro na cama, o rosto enterrado no travesseiro, mas os olhos arregalados de prazer.

A mão de Guilherme enroscada no cabelo do filho, puxando como se ele fosse um brinquedo.

Era a coisa mais pecaminosa que eu já tinha visto.

Foi quando Guilherme olhou para a janela.

Nossos olhos se encontraram.

Ele não parou.

Pelo contrário.

Sorriu.

E então ergueu a mão, me chamando para entrar.

Minhas pernas pareciam de geléia, mas eu não resisti. Subi a escada externa da casa deles, a porta do quarto já estava entreaberta.

Dentro, o ar estava pesado com o cheiro de sexo.

Guilherme ainda estava metendo em Paulo, mas agora me encarando com olhos de predador.

— "Tá demorando, hein?" ele rosnou, aumentando o ritmo. Paulo gemeu alto, os dedos se agarrando no lençol.

— "Você… quer participar ou só vai ficar aí olhando?" Paulo perguntou, o rosto virado para mim, os lábios inchados de tanto morder.

Eu não precisava de mais convite.

Em três passos, estava na cama, puxando Paulo pelos cabelos e enfiando meu pau na boca dele.

— "Isso, chupa ele direito," Guilherme ordenou, as mãos segurando as nádegas do filho enquanto fodia com força.

Paulo engasgou, mas não reclamou, os olhos lacrimejando de prazer.

— "Caralho, vocês dois juntos…" ele gemeu, a voz embargada.

Guilherme riu, puxando Paulo para trás e beijando meu pescoço por cima do ombro do filho.

— "Agora você sabe o segredo da família," ele murmurou, a respiração quente no meu ouvido.

E então, sem aviso, ele me virou e cuspiu na minha mão, esfregando no meu cu.

— "Quer sentir como é o garoto por dentro?"

Meu corpo tremeu.

Paulo já estava se arrastando para baixo, lambendo os lábios.

— "Deixa eu ver você gemer agora," ele provocou, apertando minha cabeça contra o colchão.

E assim foi.

Guilherme me comendo por trás.

Paulo me engolindo pela frente.

E eu, no meio, perdido no melhor tipo de pecado.

Quando gozamos, foi quase ao mesmo tempo.

Guilherme jorrou dentro de mim, grunhindo como um animal.

Paulo engoliu tudo, os olhos brilhando de satisfação.

E eu jurei que tinha visto o céu.

Guilherme se deitou ao meu lado, o suor escorrendo pelo peito.

— "A partir de agora…" ele disse, apertando meu queixo, "a gente divide."

Paulo sorriu, deitando sobre meu torso.

— "Toda semana."

E eu?

Eu só consegui rir.

Parecia que a Baixada Santista tinha ficado ainda mais quente.
Nenhuma reação ainda.

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