Parte 4: Pai e filho - ainda tinha segredo
Eu estava no quintal, regando as plantas, quando um gemido abafado cortou o ar.
"Ah… porra…"
A voz era profunda, rouca. Guilherme.
E então, outro som:
"Pai… assim…"
Paulo.
Meu pau latejou instantaneamente. Eles estavam juntos.
Me aproximei silenciosamente do muro baixo, o coração batendo forte. Pelo vão da janela do quarto de Paulo, eu via tudo:
Guilherme, musculoso e suado, enfiando no filho por trás com movimentos brutos.
Paulo, de quatro na cama, o rosto enterrado no travesseiro, mas os olhos arregalados de prazer.
A mão de Guilherme enroscada no cabelo do filho, puxando como se ele fosse um brinquedo.
Era a coisa mais pecaminosa que eu já tinha visto.
Foi quando Guilherme olhou para a janela.
Nossos olhos se encontraram.
Ele não parou.
Pelo contrário.
Sorriu.
E então ergueu a mão, me chamando para entrar.
Minhas pernas pareciam de geléia, mas eu não resisti. Subi a escada externa da casa deles, a porta do quarto já estava entreaberta.
Dentro, o ar estava pesado com o cheiro de sexo.
Guilherme ainda estava metendo em Paulo, mas agora me encarando com olhos de predador.
— "Tá demorando, hein?" ele rosnou, aumentando o ritmo. Paulo gemeu alto, os dedos se agarrando no lençol.
— "Você… quer participar ou só vai ficar aí olhando?" Paulo perguntou, o rosto virado para mim, os lábios inchados de tanto morder.
Eu não precisava de mais convite.
Em três passos, estava na cama, puxando Paulo pelos cabelos e enfiando meu pau na boca dele.
— "Isso, chupa ele direito," Guilherme ordenou, as mãos segurando as nádegas do filho enquanto fodia com força.
Paulo engasgou, mas não reclamou, os olhos lacrimejando de prazer.
— "Caralho, vocês dois juntos…" ele gemeu, a voz embargada.
Guilherme riu, puxando Paulo para trás e beijando meu pescoço por cima do ombro do filho.
— "Agora você sabe o segredo da família," ele murmurou, a respiração quente no meu ouvido.
E então, sem aviso, ele me virou e cuspiu na minha mão, esfregando no meu cu.
— "Quer sentir como é o garoto por dentro?"
Meu corpo tremeu.
Paulo já estava se arrastando para baixo, lambendo os lábios.
— "Deixa eu ver você gemer agora," ele provocou, apertando minha cabeça contra o colchão.
E assim foi.
Guilherme me comendo por trás.
Paulo me engolindo pela frente.
E eu, no meio, perdido no melhor tipo de pecado.
Quando gozamos, foi quase ao mesmo tempo.
Guilherme jorrou dentro de mim, grunhindo como um animal.
Paulo engoliu tudo, os olhos brilhando de satisfação.
E eu jurei que tinha visto o céu.
Guilherme se deitou ao meu lado, o suor escorrendo pelo peito.
— "A partir de agora…" ele disse, apertando meu queixo, "a gente divide."
Paulo sorriu, deitando sobre meu torso.
— "Toda semana."
E eu?
Eu só consegui rir.
Parecia que a Baixada Santista tinha ficado ainda mais quente.
"Ah… porra…"
A voz era profunda, rouca. Guilherme.
E então, outro som:
"Pai… assim…"
Paulo.
Meu pau latejou instantaneamente. Eles estavam juntos.
Me aproximei silenciosamente do muro baixo, o coração batendo forte. Pelo vão da janela do quarto de Paulo, eu via tudo:
Guilherme, musculoso e suado, enfiando no filho por trás com movimentos brutos.
Paulo, de quatro na cama, o rosto enterrado no travesseiro, mas os olhos arregalados de prazer.
A mão de Guilherme enroscada no cabelo do filho, puxando como se ele fosse um brinquedo.
Era a coisa mais pecaminosa que eu já tinha visto.
Foi quando Guilherme olhou para a janela.
Nossos olhos se encontraram.
Ele não parou.
Pelo contrário.
Sorriu.
E então ergueu a mão, me chamando para entrar.
Minhas pernas pareciam de geléia, mas eu não resisti. Subi a escada externa da casa deles, a porta do quarto já estava entreaberta.
Dentro, o ar estava pesado com o cheiro de sexo.
Guilherme ainda estava metendo em Paulo, mas agora me encarando com olhos de predador.
— "Tá demorando, hein?" ele rosnou, aumentando o ritmo. Paulo gemeu alto, os dedos se agarrando no lençol.
— "Você… quer participar ou só vai ficar aí olhando?" Paulo perguntou, o rosto virado para mim, os lábios inchados de tanto morder.
Eu não precisava de mais convite.
Em três passos, estava na cama, puxando Paulo pelos cabelos e enfiando meu pau na boca dele.
— "Isso, chupa ele direito," Guilherme ordenou, as mãos segurando as nádegas do filho enquanto fodia com força.
Paulo engasgou, mas não reclamou, os olhos lacrimejando de prazer.
— "Caralho, vocês dois juntos…" ele gemeu, a voz embargada.
Guilherme riu, puxando Paulo para trás e beijando meu pescoço por cima do ombro do filho.
— "Agora você sabe o segredo da família," ele murmurou, a respiração quente no meu ouvido.
E então, sem aviso, ele me virou e cuspiu na minha mão, esfregando no meu cu.
— "Quer sentir como é o garoto por dentro?"
Meu corpo tremeu.
Paulo já estava se arrastando para baixo, lambendo os lábios.
— "Deixa eu ver você gemer agora," ele provocou, apertando minha cabeça contra o colchão.
E assim foi.
Guilherme me comendo por trás.
Paulo me engolindo pela frente.
E eu, no meio, perdido no melhor tipo de pecado.
Quando gozamos, foi quase ao mesmo tempo.
Guilherme jorrou dentro de mim, grunhindo como um animal.
Paulo engoliu tudo, os olhos brilhando de satisfação.
E eu jurei que tinha visto o céu.
Guilherme se deitou ao meu lado, o suor escorrendo pelo peito.
— "A partir de agora…" ele disse, apertando meu queixo, "a gente divide."
Paulo sorriu, deitando sobre meu torso.
— "Toda semana."
E eu?
Eu só consegui rir.
Parecia que a Baixada Santista tinha ficado ainda mais quente.
Nenhuma reação ainda.
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