Fui morar com a minha tia e virei putinha do meu tio aos 10
A minha mãe era mãe solteira, e nunca nos deixou faltar nada. Mas teve uma época em que moramos com a minha tia, pois a minha mãe e eu havíamos acabado de nos mudar para essa cidade e ela ainda estava sem emprego. A minha tia tinha mais um filho e tinha acabado de se casar com o Ivan.
Eu, a minha mãe nos apertávamos no quarto do meu primo. Bom, eu sempre tive o hábito de me esfregar nas coisas, sempre senti tesao e sempre me esfreguei… Não podia ver um travesseiro, um ursinho, aos 8 eu comecei a colocar a escova de dente na minha bucetinha e me esfregava no chão. Mas nunca tinha visto maldade em ninguém, eu só sentia tesao mesmo e sabia que era errado, para os outros. Mas para mim era prazeroso.
Notei que o Ivan me olhava muito.
Modéstia parte, eu sempre fui uma novinha gostosa. Sempre amei shortinho, tenho coxa grossa e bunda grande desde pequena.
Uma vez a minha tia e a minha mãe saíram e ele tinha acabado de chegar de viagem, ele pediu para eu pegar a toalha para ele e me abraçou. Disse que eu tava fazendo as coisas pra ele, igual a mulherzinha dele fazia, e me abraçou por trás. Eu tive medo e uma sensação gostosa.
Certo dia de madrugada, ouvi a minha tia gemendo na rola do Ivan e isso me deixou com o grelinho formigando. Eu não entendia, só ficava mexendo no meu grelinho até minhas pernas ficarem moles.
Notei que as olhadas do meu tio estavam aumentando. Eu não sei com o que ele trabalhava, só sei que ele vivia viajando.
Num dia ele chegou a tarde e eu tinha voltado da escola e tava dormindo ele chegou, abriu a porta do quarto e tirou a minha coberta me acordando. Viu que era eu e disse que queria se aliviar, que queria que eu fosse a putinha dele. Eu nem me mexi, meu coração acelerado. Não sei se era medo ou tesao… mas a minha bucetinha tava explodindo e fiquei quieta. Ele começou a enfiar o dedinho na minha buceta e a chupar meus peitinhos. Dizer que seria gostoso foder a minha bocetinha, que eu ia gostar de sentar na rola dele. Minha respiração ofegante e eu comecei a rebolar e ele pressionando meu grelinho e eu maluca.
Até que ele colocou aquela piroca pra fora e pediu pra eu colocar a língua e pensar que era um pirulito.
Eu chupei meio sem jeito, fui descendo e sinceramente amando chupar aquilo, sempre gostei de pagar boquete(descobri esse dia). Ele forçou a minha cabeça me fazendo babar no pau dele, até que ele disse que ia me dar leitinho. Não fazia idéia do que era mas em seguida senti aquele jato quente na boca. Senti nojinho, mas bebi tudinho!!
Ele disse que como eu fui uma boa aluna, ele ia me compensar. Meu tio tirou meu shortinho e abriu minha bucetinha e começou a chupar. Nunca vou esquecer a sensação daquela língua no meu grelinho, eu não queria mais nada… Ele enfiou o dedo na minha bucetinha e eu não gritei. Aí ele perguntou se alguém já tinha feito aquilo comigo e eu disse que não. Aí ele perguntou se ele podia ser o primeiro e disse que ia me fazer mulher. Eu fiquei quieta, com medo.
Ele em seguida levantou e meteu aquele pau na minha buceta e me rasgou, eu gritei muito e ele louco de tesão. Eu só sabia gemer de dor e prazer e ele beijava a minha boca me chamando de putinha, dizia que eu era muito gostosa e que eu rebolava muito gostoso. Até que ele começou a socar muito forte e eu não aguentava mais até que senti a porra dele na minha buceta e eu toda assadinha e ele metendo sem dó e chupando o meu peitinho. Mas aí, no mesmo momento ouvimos o carro entrando e ele saiu correndo do quarto e foi pra cozinha. Eu fiquei no quarto fingindo que estava dormindo com a bucetinha cheia de leitinho.
Hoje tenho 23 anos de idade, sou casada. A minha tia está com o Ivan até hoje. Mas se mudaram para outro estado e todo final de ano nos encontramos…
Nos próximos contos vou explicar como ficamos depois desse dia, espero que tenham gostado pois fiquei molhadinha relembrando.
Esse foi o meu primeiro conto na vida, então me desculpem por algo… nunca compartilhei isso assim com alguém e não troquei os nomes pois vocês não
me conhecem. Mas estou a disposição para conversar e aliviar o stress sem compromisso.
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