Seduzi o pedreiro do apartamento ao lado
_Calma garoto...relaxa...
Ele passou mais saliva, e voltou a forçar.
_Não adianta...assim não vaaaaiiiiiiiiiii.
Entrou.
Antes do meio do ano, o Willian já estava um pouco distante, as matérias estavam ficando bem mais puxadas, e ele passou a ficar mais tempo no colégio. Depois das férias de julho, ele passou a fazer parte de um grupo de estudos. Willian estava no terceiro ano do ensino médio, e o pessoal começava a se preparar para os vestibulares. Isso acabou nos distanciando ainda mais.
Algumas tardes passaram a ficar longas sem o Willian. Meu pai combinou de "brincarmos" às segundas feiras. O Pedro e o Seu Jadir, não tinham a mesma frequência. Em alguns casos, a semana ficava bem longa.
Minha mãe adorava aqueles pepinos mais fininhos, e eu acabei dando uma nova finalidade para eles. Foi a alternativa que arranjei, para amenizar meu fogo.
Numa certa tarde, cheguei da escola, e vi que o apartamento ao lado do meu, estava em reforma.
Cheguei em casa, e como o Willian não estava no apartamento dele, peguei um pepino, e fui tomar banho.
Resolvi ficar pelado, após o descanso do almoço, eu ia continuar com o meu novo parceiro.
Assim que coloquei a comida no prato, a campainha tocou.
Achando que fosse o Seu Jadir, fiquei todo empolgado, peguei uma camiseta bem comprida que eu tinha, e fui atender.
Não era o Seu Jadir, era o pedreiro do apartamento ao lado.
_Seu pai ou sua mãe está em casa? Perguntou ele.
_Não...estou sozinho, o que o Sr precisa?
_Bom...tem como colocar essa garrafa d'água para gelar um pouco? Peguei aqui da torneira, está quente, e aqui tá tudo vazio...não tem geladeira...
_Tá moço...me dá aqui...
_Daqui a meia hora eu venho pegar...tá bom?
_Mas aí não vai estar muito gelada!
_Eu sei...mas não quero ficar dando trabalho!
Peguei a garrafa de plástico, que estava bem encardida, e não me aguentei. Lavei a garrafa, peguei água do filtro e coloquei para gelar.
Almocei, limpei tudo, e fiquei esperando o homem vir buscar a água, para voltar à minha brincadeirinha.
Ele ficou surpreso quando viu a garrafa limpinha.
_Eu coloquei umas pedras de gelo aí dentro, para a água ficar mais geladinha. Falei.
_Ai garoto....não era para dar trabalho...olha como você deixou a garrafa...tá novinha!
_Não deu trabalho não...o Sr tem copo aí?
_Não, eu bebo direto na garrafa...
_Que isso....vou pegar um copo...
_Não faz isso...por favor. Disse ele, segurando meu braço.
_Calma...é só um copo...depois o Sr me trás de volta.
Ele ficou sem graça, me soltou, e fui pegar o copo.
O homem voltou para o serviço, e eu entrei.
Tirei a camiseta, e fui para o banheiro, com meu brinquedinho.
Com o pepino japonês enfiado no rabo, me acabo na punheta. Fico acariciando minhas bandinhas com as mãos, e imaginando o meu pai, o Pedro, o Seu Jadir, ou até o Willian me tocando. Nessa parte, o meu pai era o melhor, pegava com força, e dava uns tapinhas deliciosos.
Em meio à viagem nos pensamentos, me veio à mente a mão do pedreiro, quando ele tocou meu braço, deu para sentir que era bem áspera. Na hora meu pinto ficou estourando de duro. Passei a imaginar suas mãos "lixando" minhas bandinhas, e seu pau entrando e saindo da minha bundinha. Senti umas contrações fortes, e meu corpo estremeceu todo. Muito suado, resolvi tomar um banho para baixar o fogo.
Já no sofá, não parava de pensar no pedreiro.
Meu corpo estava muito quente, minha cabeça perdeu o bom senso, já não raciocinava racionalmente, resolvi seguir o instinto do meu corpo, que pedia emoção.
Fiz um lanche com pão de forma, um suco de laranja, e, com o coração disparado, fui levar para o pedreiro. Toquei a campainha, e ele apareceu.
_Que isso? Me perguntou surpreso.
_É um lanche que eu fiz...o Sr está trabalhando sem parar, deve estar com fome...
Atônito, ele parecia não acreditar no que estava vendo e ouvindo.
_Não garoto...é...eu não estou assim...é...com fome...pôxa...mas nem tenho como fazer esta desfeita.
Ele pegou o lanche, o suco, e eu perguntei:
_Posso entrar para ver como está ficando?
_É...bem...é...tá...pode, mas é...é que eu ainda não fiz muita coisa, só tô tirando o piso e o revestimento...por enquanto.
Realmente estava uma bagunça, resolvi pular um montinho de entulho, só para que o homem percebesse que eu estava sem nada por baixo. Andei um pouco, e me virei de frente para ele. Percebi que o homem deu uma arrumadinha no pau por baixo da calça. Fui até a varandinha, aproveitei que tinha uma tela, e praticamente me debrucei sobre grade de proteção.
_Não garoto...não faz isso! Disse ele caminhando em minha direção.
_Porquê?
_Porquê é perigoso, eu não sei quando foi colocada essa tela...vai trocar tudo aqui...por favor desce...
O homem me agarrou por trás, e me trouxe de volta para a sala. No curto trajeto, percebi a sua respiração ofegante, e senti seu pinto duro colado na minha bundinha. Quando me colocou no chão, me fez deslizar lentamente pelo seu pau. A minha camiseta chegou a levantar. O seu volume, mesmo por dentro da calça, abriu meu reguinho durante a descida.
_Olha garoto...é...é melhor você ir agora...é...é... eu tenho que terminar umas coisas aqui...
_Eu estou te atrapalhando né?
_Não...é...não é isso...é que eu tenho que fazer meu serviço...é...entende?
_Entendo...tá bom...tô indo...
_Depois eu levo suas coisas tá bom?
_Tá...
Saí de lá chateado, achei que ele tivesse entendido.
Eram umas 17h quando a campainha de casa toca. Era o pedreiro.
Ele estava com os cabelos molhados, tinha trocado de roupa, e estava com uma bermuda justa no corpo, o volume do pau, que estava de lado, sob a bermuda, ficou nítido.
Foi impossível não admirar aquela belezura.
_Onde eu coloco? Perguntou ele.
Ainda admirando aquela silhueta, respondi sem pensar:
_O quê?
Olhei para o homem, que estampava um sorriso cínico no rosto, e me fazia sinal para o que estava em suas mãos. Só aí me dei conta que ele estava devolvendo o pratinho e os copos.
_Ah...me desculpe...dá aqui...
Assim que me deu as coisas, ele ficou alisando e apertando o pau, ainda sob a bermuda, e falou:
_Você curte?
Acho que a fisionomia estampada no meu rosto, foi a resposta.
_Quantos anos você tem garoto? Voltou a perguntar.
_Tenho 12.
_Minha Nossa...isso pode virar um problemão...
_Só se alguém falar alguma coisa...
Enquanto o homem me encarava, coloquei as coisas na mesa, me virei de costas para ele, levantei a camiseta, e enquanto caminhava até o sofá, falei:
_Vem....entra....
Vibrei quando ouvi o barulho da porta batendo.
_Ai garoto...só mais uma perguntinha...é...você já fez isso com adultos, ou só brincadeirinhas com os amiguinhos?
_As duas coisas moço...satisfeito?
Ele ainda parecia muito desconfiado e receoso, mas mesmo assim, veio até o sofá, e parou bem na minha frente.
Sentado, abri o zíper da bermuda, e uma rola grossa saltou. Já estava dura. Não perdi tempo, enfiei goela abaixo.
Gemendo bastante, e falando bobagens que eu nem me lembro mais, ele abre o botão da bermuda, e a deixa cair.
O pedreiro segurou minha cabeça, e ficou metendo na minha boca.
Comecei a acariciar suas bolonas, e de vez em quando descia minhas mãos, passando por suas coxas, ele se estremecia todo.
_Boquinha gostoso do caralho...ahhh...já tô quase gozando...ahhh...
O homem deu mais umas bombadas na minha boca, e tirou o pau.
_Ahh.. delícia...levanta e me mostra a bundinha de novo...quero ver bem de perto.
Me ajoelhei no sofá, e levantei a camiseta.
_Nossa...é linda...
Em seguida, suas mãos apertam minhas bandinhas, seu dedão entra no meu reguinho, e me faz estremecer. Tal qual eu imaginei, suas mãos ásperas me fazem delirar durante as carícias. O dedão, mais atrevido, toca meu buraquinho.
_Ahh...moço....ahhh...
Empolgado, ele enfiou o dedão no meu cuzinho. Deu um tempinho, e ficou socando o dedão.
O dedão sai do meu buraquinho, e as mãos do homem voltam a abrir meu reguinho. Recebo mais alguns apertões, e vou à loucura quando uma língua áspera passa a desfilar na minha bundinha, rapidamente passa pelo meu reguinho, e toca meu anel. Foi uma loucura, rebolei e joguei meu corpo para trás.
Depois de deixar meu cuzinho todo lambuzado, o pedreiro se levantou, passou mais cuspe na cabeça do pau, e encaixou.
Ele estava forçando, e não estava entrando.
_Ai moço...assim não vai entrar, tem que passar vaselina ou margarina, espera que eu vou pegar...
_Calma garoto...relaxa...
Ele passou mais saliva, e voltou a forçar.
_Não adianta...assim não vaaaaiiiiiiiiiii.
Entrou.
Enquanto me acostumava com o invasor, ele tirou de vez minha camiseta, depois, foi enfiando a rola bem devagarinho, até as bolas encostarem na minha bunda. Soltou um gemido, e ficou me acariciando, e me elogiando, com a rola toda enterrada.
Eu sentia um certo incômodo, e ardência.
Vagarosamente, ele foi tirando a rola, só deixando a cabeça enfiada. Passou mais saliva, e voltou a enfiar. Tudo bem devagar. Ele fez isso algumas vezes, e eu acabei relaxando de vez.
Mais um pouco de saliva, e a rola entrava e saía sem problemas. Percebendo isso, o homem foi aumentando a velocidade. Suas bolas passaram a fazer barulho quando batiam na minha bundinha. De vez em quando ele parava, dava uns tapas na minha bunda, e voltava a meter. Suas mãos, passavam por todos os lugares do meu corpo, meu pinto ficou duríssimo.
Passei a me acabar na punheta enquanto ele metia.
_Quero ver você gozando com meu pau enfiado ... vai garoto...continua. Dizia ele.
_Ahhh...ahhh...eu ainda não gozo moço....ahhh.
_Que pena...então vai...se acaba aí que eu me acabo aqui...ahhh...
Ele volta a meter bem forte, me agarra, e ao meu ouvido, ele fala:
_Vou gozar......
Gemendo como um animal, ele enche meu cú de porra.
Enquanto gozava, ele beijava meu pescoço. Depois de despejar toda a sua porra, ele fala:
_Caralho...não acreditei que você aguentasse rola....muito bom...se não fosse pelo horário, ia querer mais...mas está tarde...tenho que ir.
_Ai...é...meu pai também já está para chegar....
Quando falei isso, ele tirou o pau da minha bunda e deu dois tapinhas nela. Me virei rapidinho, e enfiei a rola dele na boca, queria deixá-la limpinha. O homem acabou ficando com o pau duro de novo.
_Pára...pára...ó como fiquei...boquinha gostosa.
Acabamos parando, ele se arrumou e saiu. Antes, disse que se chamava José e tinha 54 anos. Eu lhe disse o meu nome, e ele prometeu voltar no outro dia....e voltou...no final, foram vinte dias de alegria com ele...
Ele passou mais saliva, e voltou a forçar.
_Não adianta...assim não vaaaaiiiiiiiiiii.
Entrou.
Antes do meio do ano, o Willian já estava um pouco distante, as matérias estavam ficando bem mais puxadas, e ele passou a ficar mais tempo no colégio. Depois das férias de julho, ele passou a fazer parte de um grupo de estudos. Willian estava no terceiro ano do ensino médio, e o pessoal começava a se preparar para os vestibulares. Isso acabou nos distanciando ainda mais.
Algumas tardes passaram a ficar longas sem o Willian. Meu pai combinou de "brincarmos" às segundas feiras. O Pedro e o Seu Jadir, não tinham a mesma frequência. Em alguns casos, a semana ficava bem longa.
Minha mãe adorava aqueles pepinos mais fininhos, e eu acabei dando uma nova finalidade para eles. Foi a alternativa que arranjei, para amenizar meu fogo.
Numa certa tarde, cheguei da escola, e vi que o apartamento ao lado do meu, estava em reforma.
Cheguei em casa, e como o Willian não estava no apartamento dele, peguei um pepino, e fui tomar banho.
Resolvi ficar pelado, após o descanso do almoço, eu ia continuar com o meu novo parceiro.
Assim que coloquei a comida no prato, a campainha tocou.
Achando que fosse o Seu Jadir, fiquei todo empolgado, peguei uma camiseta bem comprida que eu tinha, e fui atender.
Não era o Seu Jadir, era o pedreiro do apartamento ao lado.
_Seu pai ou sua mãe está em casa? Perguntou ele.
_Não...estou sozinho, o que o Sr precisa?
_Bom...tem como colocar essa garrafa d'água para gelar um pouco? Peguei aqui da torneira, está quente, e aqui tá tudo vazio...não tem geladeira...
_Tá moço...me dá aqui...
_Daqui a meia hora eu venho pegar...tá bom?
_Mas aí não vai estar muito gelada!
_Eu sei...mas não quero ficar dando trabalho!
Peguei a garrafa de plástico, que estava bem encardida, e não me aguentei. Lavei a garrafa, peguei água do filtro e coloquei para gelar.
Almocei, limpei tudo, e fiquei esperando o homem vir buscar a água, para voltar à minha brincadeirinha.
Ele ficou surpreso quando viu a garrafa limpinha.
_Eu coloquei umas pedras de gelo aí dentro, para a água ficar mais geladinha. Falei.
_Ai garoto....não era para dar trabalho...olha como você deixou a garrafa...tá novinha!
_Não deu trabalho não...o Sr tem copo aí?
_Não, eu bebo direto na garrafa...
_Que isso....vou pegar um copo...
_Não faz isso...por favor. Disse ele, segurando meu braço.
_Calma...é só um copo...depois o Sr me trás de volta.
Ele ficou sem graça, me soltou, e fui pegar o copo.
O homem voltou para o serviço, e eu entrei.
Tirei a camiseta, e fui para o banheiro, com meu brinquedinho.
Com o pepino japonês enfiado no rabo, me acabo na punheta. Fico acariciando minhas bandinhas com as mãos, e imaginando o meu pai, o Pedro, o Seu Jadir, ou até o Willian me tocando. Nessa parte, o meu pai era o melhor, pegava com força, e dava uns tapinhas deliciosos.
Em meio à viagem nos pensamentos, me veio à mente a mão do pedreiro, quando ele tocou meu braço, deu para sentir que era bem áspera. Na hora meu pinto ficou estourando de duro. Passei a imaginar suas mãos "lixando" minhas bandinhas, e seu pau entrando e saindo da minha bundinha. Senti umas contrações fortes, e meu corpo estremeceu todo. Muito suado, resolvi tomar um banho para baixar o fogo.
Já no sofá, não parava de pensar no pedreiro.
Meu corpo estava muito quente, minha cabeça perdeu o bom senso, já não raciocinava racionalmente, resolvi seguir o instinto do meu corpo, que pedia emoção.
Fiz um lanche com pão de forma, um suco de laranja, e, com o coração disparado, fui levar para o pedreiro. Toquei a campainha, e ele apareceu.
_Que isso? Me perguntou surpreso.
_É um lanche que eu fiz...o Sr está trabalhando sem parar, deve estar com fome...
Atônito, ele parecia não acreditar no que estava vendo e ouvindo.
_Não garoto...é...eu não estou assim...é...com fome...pôxa...mas nem tenho como fazer esta desfeita.
Ele pegou o lanche, o suco, e eu perguntei:
_Posso entrar para ver como está ficando?
_É...bem...é...tá...pode, mas é...é que eu ainda não fiz muita coisa, só tô tirando o piso e o revestimento...por enquanto.
Realmente estava uma bagunça, resolvi pular um montinho de entulho, só para que o homem percebesse que eu estava sem nada por baixo. Andei um pouco, e me virei de frente para ele. Percebi que o homem deu uma arrumadinha no pau por baixo da calça. Fui até a varandinha, aproveitei que tinha uma tela, e praticamente me debrucei sobre grade de proteção.
_Não garoto...não faz isso! Disse ele caminhando em minha direção.
_Porquê?
_Porquê é perigoso, eu não sei quando foi colocada essa tela...vai trocar tudo aqui...por favor desce...
O homem me agarrou por trás, e me trouxe de volta para a sala. No curto trajeto, percebi a sua respiração ofegante, e senti seu pinto duro colado na minha bundinha. Quando me colocou no chão, me fez deslizar lentamente pelo seu pau. A minha camiseta chegou a levantar. O seu volume, mesmo por dentro da calça, abriu meu reguinho durante a descida.
_Olha garoto...é...é melhor você ir agora...é...é... eu tenho que terminar umas coisas aqui...
_Eu estou te atrapalhando né?
_Não...é...não é isso...é que eu tenho que fazer meu serviço...é...entende?
_Entendo...tá bom...tô indo...
_Depois eu levo suas coisas tá bom?
_Tá...
Saí de lá chateado, achei que ele tivesse entendido.
Eram umas 17h quando a campainha de casa toca. Era o pedreiro.
Ele estava com os cabelos molhados, tinha trocado de roupa, e estava com uma bermuda justa no corpo, o volume do pau, que estava de lado, sob a bermuda, ficou nítido.
Foi impossível não admirar aquela belezura.
_Onde eu coloco? Perguntou ele.
Ainda admirando aquela silhueta, respondi sem pensar:
_O quê?
Olhei para o homem, que estampava um sorriso cínico no rosto, e me fazia sinal para o que estava em suas mãos. Só aí me dei conta que ele estava devolvendo o pratinho e os copos.
_Ah...me desculpe...dá aqui...
Assim que me deu as coisas, ele ficou alisando e apertando o pau, ainda sob a bermuda, e falou:
_Você curte?
Acho que a fisionomia estampada no meu rosto, foi a resposta.
_Quantos anos você tem garoto? Voltou a perguntar.
_Tenho 12.
_Minha Nossa...isso pode virar um problemão...
_Só se alguém falar alguma coisa...
Enquanto o homem me encarava, coloquei as coisas na mesa, me virei de costas para ele, levantei a camiseta, e enquanto caminhava até o sofá, falei:
_Vem....entra....
Vibrei quando ouvi o barulho da porta batendo.
_Ai garoto...só mais uma perguntinha...é...você já fez isso com adultos, ou só brincadeirinhas com os amiguinhos?
_As duas coisas moço...satisfeito?
Ele ainda parecia muito desconfiado e receoso, mas mesmo assim, veio até o sofá, e parou bem na minha frente.
Sentado, abri o zíper da bermuda, e uma rola grossa saltou. Já estava dura. Não perdi tempo, enfiei goela abaixo.
Gemendo bastante, e falando bobagens que eu nem me lembro mais, ele abre o botão da bermuda, e a deixa cair.
O pedreiro segurou minha cabeça, e ficou metendo na minha boca.
Comecei a acariciar suas bolonas, e de vez em quando descia minhas mãos, passando por suas coxas, ele se estremecia todo.
_Boquinha gostoso do caralho...ahhh...já tô quase gozando...ahhh...
O homem deu mais umas bombadas na minha boca, e tirou o pau.
_Ahh.. delícia...levanta e me mostra a bundinha de novo...quero ver bem de perto.
Me ajoelhei no sofá, e levantei a camiseta.
_Nossa...é linda...
Em seguida, suas mãos apertam minhas bandinhas, seu dedão entra no meu reguinho, e me faz estremecer. Tal qual eu imaginei, suas mãos ásperas me fazem delirar durante as carícias. O dedão, mais atrevido, toca meu buraquinho.
_Ahh...moço....ahhh...
Empolgado, ele enfiou o dedão no meu cuzinho. Deu um tempinho, e ficou socando o dedão.
O dedão sai do meu buraquinho, e as mãos do homem voltam a abrir meu reguinho. Recebo mais alguns apertões, e vou à loucura quando uma língua áspera passa a desfilar na minha bundinha, rapidamente passa pelo meu reguinho, e toca meu anel. Foi uma loucura, rebolei e joguei meu corpo para trás.
Depois de deixar meu cuzinho todo lambuzado, o pedreiro se levantou, passou mais cuspe na cabeça do pau, e encaixou.
Ele estava forçando, e não estava entrando.
_Ai moço...assim não vai entrar, tem que passar vaselina ou margarina, espera que eu vou pegar...
_Calma garoto...relaxa...
Ele passou mais saliva, e voltou a forçar.
_Não adianta...assim não vaaaaiiiiiiiiiii.
Entrou.
Enquanto me acostumava com o invasor, ele tirou de vez minha camiseta, depois, foi enfiando a rola bem devagarinho, até as bolas encostarem na minha bunda. Soltou um gemido, e ficou me acariciando, e me elogiando, com a rola toda enterrada.
Eu sentia um certo incômodo, e ardência.
Vagarosamente, ele foi tirando a rola, só deixando a cabeça enfiada. Passou mais saliva, e voltou a enfiar. Tudo bem devagar. Ele fez isso algumas vezes, e eu acabei relaxando de vez.
Mais um pouco de saliva, e a rola entrava e saía sem problemas. Percebendo isso, o homem foi aumentando a velocidade. Suas bolas passaram a fazer barulho quando batiam na minha bundinha. De vez em quando ele parava, dava uns tapas na minha bunda, e voltava a meter. Suas mãos, passavam por todos os lugares do meu corpo, meu pinto ficou duríssimo.
Passei a me acabar na punheta enquanto ele metia.
_Quero ver você gozando com meu pau enfiado ... vai garoto...continua. Dizia ele.
_Ahhh...ahhh...eu ainda não gozo moço....ahhh.
_Que pena...então vai...se acaba aí que eu me acabo aqui...ahhh...
Ele volta a meter bem forte, me agarra, e ao meu ouvido, ele fala:
_Vou gozar......
Gemendo como um animal, ele enche meu cú de porra.
Enquanto gozava, ele beijava meu pescoço. Depois de despejar toda a sua porra, ele fala:
_Caralho...não acreditei que você aguentasse rola....muito bom...se não fosse pelo horário, ia querer mais...mas está tarde...tenho que ir.
_Ai...é...meu pai também já está para chegar....
Quando falei isso, ele tirou o pau da minha bunda e deu dois tapinhas nela. Me virei rapidinho, e enfiei a rola dele na boca, queria deixá-la limpinha. O homem acabou ficando com o pau duro de novo.
_Pára...pára...ó como fiquei...boquinha gostosa.
Acabamos parando, ele se arrumou e saiu. Antes, disse que se chamava José e tinha 54 anos. Eu lhe disse o meu nome, e ele prometeu voltar no outro dia....e voltou...no final, foram vinte dias de alegria com ele...
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