Adolescente levando pau de coroa
- O que é isso Paulo? Tá muito folgado emcostando a rola dura na minha bunda. Tá pensando o que?
- Pensando que vou te comer, pelo menos esse rabo delicioso. Com essa calça branca justinha delineando essa bundinha redonda e empinada...
- Eu tenho namorado, quase noivo viu?
- Tudo bem, não sou ciumento! E é mais gostoso ainda.
- O que?
- O teu namorado na sala ouvindo você chorar na minha rola lá no quarto.
- Com um pau desse quem é que não chora? - disse ela olhando para o volume na calça do homem.
- E como você sabe disso?
- Esqueceu que sou irmã confidente de sua esposinha? A coitada tão frágil passa o dia inteiro caminhando de pernas abertas ou então sentando de ladinho kkkkkkk.
- Mas é apaixonada por mim não é?
- Ah isto é! Ela é até boba por você. Não sei como pode...
- O que você não sabe?
- O que uma adolescente de 18 anos vê num homem como você quase quarentão?
- Rola. Pegada. Resistência. Carinho. Deixa de papo e vem cá deixa eu encaixar bem nesse partidinho da bunda. Hoje você não verá o namorado e se for vê-lo só pensará em mim. - Paulo falou já segurando a menina de treze anos de frente para a parede prendendo os pulsos acima da cabeça - psiuuuu quietinha eu vou te arrombar aqui e agora. Enfim você vai sentir o que tua amiga minha esposa sente.
- Me largaaaa. Eu vou gritar hein?
- Claro que você vai gritar, mas é no meu cacete.Tô louco pra te fazer chorar na minha vara! Olha aqui como está.
- você tá louco que eu vou dar prum pau desse! Vá comer tua mulher que já tá arrombada vai.
- Então, tá na hora de você ser arrombada também. - Paulo a arrasta pelos cabelos até o quarto dos fundos, chaveia a porta e despe a menina.
Andressa começa a chorar e a gritar se debatendo tentando escapar das mãos enormes do homem.
- Me deixa por favor você vai me mschucar, eu não vou aguentar tudo isso, pára por favor. Páraaaa seu filho da putaaaa. - ela é interrompida por um tapa que a põe tonta sobre a cama.
- Ora pra que tanta resistência? Você já sabe como será o final não sabe? Você irá gritar, espernear mas vai dar pra mim e ainda se apaixonar entendeu?
- Tá louco! Eu é que não vou dar prum jegue desses...
- Caladinha - Paulo surrava-lhe as faces com sua rola dura - sinta como é bom levar rolada!
- Páraaaa... Eu não queroooo. Chega.
- Abra essa boquinha vamos logo - ordenava ele - Nossa que boquinha mais linda! - Paulo força a entrada.
Andressa aperta os lábios, cerra os dentes. Paulo aperta seu nariz, na falta de ar ela abre a boca.
- Assim, agora beija a cabecinha dele, eu sei que você tá morrendo de curiosidade. Vamos logo putinha.
- Cabecinha... - Fala olhando assustada.
A menina então resignada agasalha o pau entre seus lábios que contraem na entrada e se mostram carnudos na saída. Devagar ela vai colocando o quanto pode e não é nem a terceira parte que lhe cabe.
- Vamos princesinha abra mais a boquinha.
- Hummhumm naooo dãã... - sufocava ela.
- Segure com as duas mãos e masturbe enquanto chupa, paizinho vai te dar leitinho todos os dias a partir de hoje.
- Humm nã Humm rum rum...
- Assim que você tem que se portar, obediente e submissa.
- Aximm qui voxê goss cof cof... tá bommmm cof cof - a menina tentava falar de boca cheia, engasgada.
- Tá ótimo, você tá aprendendo.
De repente ela tira da boca e diz "chega". Paulo lhe dá um forte tapa na cara.
- Eu não mandei parar.
- Aaaiiii... Você me machuca, cavalooo...
- Volta a mamar é uma ordem.
- E quem é você para me dar ordem?
Outro tapa é desferido avermelhando ainda mais o suave rosto da menina que, temerosa volta a chupar.
- Está bem! Desculpa! Não me bata mais por favor, eu faço o que você quiser.
- Agora você vai aprender a chupar minhas bolas e sem manha.
- Nossa mas o saco é muito grande, não cabe...
- Vai passando a linguinha devagar. Depois suga uma bola cada vez pra dentro da boca. Assimmm... Hoje você vai aprender tudo. Não quero ter que ensinar da próxima vez, entendeu?
Andressa só olhou pra cima concordando. Toca o celular dela. Ela olha pelo canto dos olhos e percebe que é o namorado e pára de lamber.
- Quem é? - pergunta Paulo.
- É meu namorado, o Flavinho.
- Atende, diz pra ele chegar e te esperar na sala que você já vai.
Ela chupava agora colocando as bolas na boca e soltando estalando os lábios. O irmão veio bater à porta avisando da chegada de seu namorado. Ela ergueu-se ligeiro. Paulo a segurou pelos cabelos dizendo que primeiro ela iria terminar com o que tinha começado. Ele fez com que ela ajoelhasse e meteu parte do cacete alcançando a garganta dela.
- Agora você vai ser alimentada. Bata punheta rápido com as duas mãos e chupe com o máximo que pode na boca.
A menina sufocando e babando chupava entre lágrimas. Paulo socava forte o máximo que ela aguentava a até gozar numa avalanche de porra na garganta de Andressa.
- Aahhhhhh! Assimmm... Toma tudoooo... Engole putinha! Toma todo o leitinho do papaizinho... Boa menina! Ahhhhh...
Andressa engasgou, tossiu e com olhos rasos d'água se levantou dizendo:
- Você quase me matou de falta de ar e ainda engolindo essa coisa grossa que não acabava mais...
- É vitamina pra você ficar mais forte e mais bonita!
- Mas você me bateu...
- Da próxima vez já sabe como eu quero.
- Não haverá próxima vez...
- Então continuará apanhando.
Paulo abraçou-a e lhe fez carinhos para parar com o chôro.
- E se eu obedecer você não me bate mais?
- Claro que não, pelo contrário você terá muito a ganhar comigo.
Paulo ao despedir-se ainda chupou seus pequenos seios. Desceu a mão entre as pernas da garota e percebeu o quanto ela estava molhada.
- Agora deixa eu ir se não ele vai desconfiar.
- Vá lá pro teu corninho! Amanhã venho te buscar pra te alimentar direito.
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