INICIAÇÃO
Sou muita curiosa e dêsde menininha muito ligada às coisas do sexo e isso, talvez, tenha feito aflorar, muito cedo o meu tesão. Como moro em uma fazenda, retirada da cidade, pude ver as transas dos cavalos e dos cães lá de casa mas o que eu queria, mesmo, era ver o cacete do meu irmão que, na epoca, tinha seus quinze anos e era um pouco mais velho que eu. Ficava sempre na espreita tentando ver, pela primeira vez o pau de um homem e um dia, enfim, eu estava passeando pelos estábulos e pude ver o maninho metendo, gostoso, em uma eguinha e quando êle tirou o pau, após gozar, eu, finalmente ví o que tanto queria. O pau ainda estava todo duro e era, imaginem, enorme. Eu fiquei com a minha bucetinha toda molhadinha de tesão e, naquela hora, me imaginei sendo penetrada, totalmente, pela pica do meu irmão e, antes que êle me visse, me retirei e voltei pra casa e pro meu quarto. Me toquei e senti minha calcinha toda melada e meu tesão me fez sentir um calor que subia da minha buceta e percorria todo o meu corpo. O pior é que, apesar dos dias passarem, o tesão não me deixava e eu, a cada dia que passava, me sentia cada vez mais atraida por meu irmão e por seu cacetão. Eramos quatro pessoas em casa incluindo meus pais e raramente eu podia ficar sozinho com o mano e tentar alguma coisa, embora eu desejasse fazer isso. Mas um dia meus pais fizeram uma viagem e nós dois ficamos na fazenda e eu, cheia de tesão e emoção, resolvi tentar a grande jogada. A noite chegou e, como de costume, nos reunimos na frente da TV onde passavamos longas horas e, nessa noite, eu comecei a botar o meu plano pra funcionar. Procurei me sentar em uma posição mais favoravel para que meu irmão pudesse ver, bem, as minhas pernas e, intencionalmente, eu as abri bem deixando que êle visse minha calcinha. Na primeira vez que êle olhou senti que disfarsou mas o tesão falou mais alto e, a seguir, notei que olhava fixamente e seu pau começou a ficar duro e fazer um volume, enorme, no seu pijama. Eu cada vez escancarava mais as pernas deixando êle ainda mais tesudo até que, querendo botar mais "lenha na fogueira", me levantei e fui, rapidamente, ao meu quarto e tirei a minha calcinha e voltei à sala e me sentei na mesma posição e notei que êle olhou imediatamente e viu toda a minha bucetinha e sentiu que eu estava mesma afim de fazer amor com êle. O tesão nosso era total e minha bucetinha escorria assim como a pica dêle que molhava o pijama, fazendo aquela mancha e, eu, não me aguentando mais, me levantei e disse pra êle: "vou me deitar - a porta do quarto vai ficar destrancada - e espero por você". Entrei no meu quarto louca de tesão, tirei toda a roupa que me restava, apaguei todas a luzes e na escuridão fiquei esperando que o mano chegasse. Depois de um longo tempo, que aumentou ainda mais o meu tesão, eu vi a luz do corredor se apagar e ouvi seu passos em direção ao meu quarto e quando a porta foi aberta. Êle parou ao lado da cama e, quando sua mão me tocou e sentiu que eu já estava completmente nua, chegou a tremer de tanta tesão. Agora aquela mão quente como fogo tocava em todo meu corpo e eu, atrevida, também toquei naquela pica tão desejada, ainda sob o pijama. Percorri, tremula, toda a sua extensão e me assustei, um pouco, com seu tamanho e grossura e fiquei, já, imaginando como poderia aquele cacetão entrar, como eu queria, todinho dentro da minha bucetinha virgem. Depois de muitos carinhos de ambos eu senti meu irmão tirar todo seu pijama e se deitar sobre o meu corpo e eu me ajeitei, abrindo bem as minhas pernas, e sua pica encostou em meu corpo e eu, mesma, segurei aquela "tora" e coloquei a cabeça entre os lábios da minha buceta e senti ela tocar bem na entradinha apertadinha. Meu irmão me beijou cheio de tesão e forçou o pau na minha rachinha e eu, ajudando, avancei meus quadris de encontro e a cabeça entrou, dilacerando meu cabacinho, e estocando loucamente e eu rebolando embaixo dêle e gemendo de prazer, senti aquela pica se enterrando toda em mim e cheia de orgulho e tesão senti seu saco batendo em minha bundinha confirmando que tinha entrado tudinho. Minha buceta se contraia com toda força em torno daquela pica grossa e comprida fazendo o meu irmão gemer de prazer e enquanto êle enfiava e tirava eu gozava loucamente pedindo pra êle meter mais e mais. Êle se segurava pra não gozar e com toda força arrancava cada vez mais gozo em mim e eu implorava pra êle não parar de meter. Em dado momento sua pica começou a ter contrações loucas e seu jatos quentes me enchiam com seu gozo e êle, cada vez mais louco de vontade, continuava metendo e tirando e seu pau ficava cada vez mais tesudo e minha bucetinha continuava se contraindo e me deixando ainda com mais vontade de meter. Acho que ficamos mais de uma hora transando sem tirar o pau de dentro e quando, finalmente, êle gozou e não aguentou mais e tirou a pica já meio mole a gente se virou um pra cada lado da cama e dormimos mais de oito horas seguidas. Acordei primeiro com a bucetinha toda inchada mas, já, cheia de tesão de novo. Comecei a tocar aquela pica mole com a minha mão e ela, pra minha satisfação, foi engrossando e ficando dura. Meu irmão acordou e eu, olhando nos seus olhos cheios de desejo, sentei eu suas coxas e botei a pica na entrada da minha rachinha e comecei a cavalgar aquele pau gostoso. Transamos até não aguentar mais, naquele dia e em todos os dias a partir daquela data, e até hoje estamos juntos na maior felicidade. Responderei a emails de outras mulheres, somente, que quizerem falar de experiencias iguais a minha.
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