Metendo galha no marido frouxo
Meu nome é Gilda, tenho 56 anos, sou coroa bem conservada, me considero bonita, sou morena de cabelos longos castanhos, tenho pernas grossas, bunda grande, e um par de peitos que parecem dois melões, ainda chamo atenção de muitos homens modéstia parte.
Meu marido se chama Sidnei, 62 anos, motorista de ônibus, passa praticamente o dia todo fora trabalhando e a noite só quer ver televisão e dormir. Na folga só quer ficar no bar perto de casa enchendo a cara e quando chega em casa dorme roncando igual um porco.
Tem uma casinha nos fundos da nossa casa que alugamos pra um casal recém casados, eles são bem jovens, vinte poucos anos, Aninha e Edu, ela é enfermeira e tira plantão em dois hospitais, quase não para em casa, ele trabalha de noite em um posto de gasolina.
Tudo começou quando Edu estava de férias, passava os dias em casa sozinho, gostava de ficar na varanda ouvindo música e bebendo cervejinha, eu reparava os olhares safados dele quando eu varria o quintal ou colocava roupa no varal, peguei várias vezes ele olhando minhas coxas e minha bunda, gosto muito de usar shorts curtos ou vestidos bem soltos e curtinhos também, de vez enquanto a gente conversava e ele tentava disfarçar mas não conseguia tirar os olhos dos meus peitos rs...
Tava na cara que aquele rapaz de alguma forma me desejava, talvez porque a esposa não parasse em casa e eles quase não faziam sexo sei lá, jovens querem sexo o tempo todo, e eu queria também fazia tempo, tava meses sem trepar e minha cabeça começou imaginar um monte de bobagens, e eu me masturbava no banho com o chuveirinho na buceta pensando nele e gozava de dar tremedeira.
Então um dia eu pensei quer saber ? Vou dar pra ele se ele me quiser, meu marido não me come mais mesmo, eu tô louca por uma boa rola, ele tá aqui pertinho cheio de fogo pra queimar, doido pra comer a coroa aqui, que se dane.
Botei um vestido bem curtinho e soltinho sem nada por baixo depois de um belo banho, me perfumei, passei creme no corpo, e convidei o Edu pra uma cerveja aqui em casa, comprei até uns petiscos, era um sábado, meu marido trabalhando, só chegaria de noite e Aninha só voltaria do plantão no dia seguinte.
Convite aceito e lá estávamos nós dois frente a frente bebendo e conversando sobre vários assuntos.
Eu provocava cruzando as pernas pra um lado e depois pro outro, os olhos dele quase penetravam no meio das minhas coxas, ele já tava nervoso, já dava pra ver o volume que se formava na bermuda dele.
O clima foi esquentando a medida que a cerveja fazia efeito.
A conversa descambou pra sacanagem, a gente já falava abertamente sobre nossas intimidades e o papo só esquentando.
Falei pra ele que não trepava a meses, ele ficou pasmo e perguntou porque, falei que meu marido era frouxo e eu tava querendo um macho de verdade pra me satisfazer, Edu não perdeu tempo e me tascou um beijo de língua, fazia tanto tempo que eu não beijava que minha vontade era de engolir a boca dele.
Minha buceta já tava melada de tesão, ele já tinha notado que eu tava sem calcinha e foi enfiando um dedo e depois dois, começou chupar meus peitos e me masturbar, gozei gostoso naquela sacanagem.
Ele me sentou no sofá de pernas abertas e caiu de boca sugando todo meu gozo, chupou e sugou minha buceta e meu grelo como nunca outro macho tinha feito antes, nem o frouxo do meu marido, tive outro gozo delicioso.
Como retribuição mamei aquele caralho lindo e delicioso feito uma puta, lambi, mordi e cuspi, esfregava na cara e nos peitos e chupava até as bolas, que delícia aquele caralho, minha buceta piscava sedenta, fui por cima e sentei até enterrar tudo.
Fodi muito e me acabei naquele caralho gostoso, rebolava e sentava gostoso, gemia e chorava de tanto prazer e tesão, gozei pela terceira vez, nunca tinha gozado mais de uma vez na vida.
Edu sabia fazer uma mulher gozar, aquilo que era macho eu pensava, não o frouxo do meu marido.
Fiquei de quatro e mamei o caralho todo melado do meu gozo e depois Edu meteu tudo no meu cu, ele empurrou até só as bolas ficarem de fora, saiu até lágrimas dos meus olhos mas aquilo tava delicioso.
Edu segurava meus cabelos e me dava tapas na bunda enquanto socava o caralho no meu rabo.
Finalmente ele disse que ia gozar, tirei o caralho de dentro do rabo e pedi pra ele gozar na minha boca, engoli a porra quentinha até a última gota.
Fomos pro chuveiro e a sacanagem rolou solta no banheiro, não demorou o caralho já tava duro feito pedra novamente e Edu me fudeu de todas as formas possíveis.
Eu não me lembro de ter fodido tanto em um só dia em toda minha vida, e olha que comecei foder com 14 anos, eu dava muito pra um primo de 18 escondida da minha mãe e da minha tia rs..
No final pedi a Edu pra me comer na cama do corno, eu queria dar pra ele ali, pro corno deitar no lençol impregnado de sexo da esposa dele com um macho de verdade.
Edu gozou dentro da minha buceta, a porra escorreu pelas minhas coxas quando levantei.
Limpei com a toalha do corno e deixei lá pendurada no box pra ele se secar com a toalha esporrada quando tomasse banho.
Naquela noite eu dormi com o corno pensando na foda que eu tinha dado com o Edu.
Desse dia em diante Edu virou meu macho, me comia praticamente todos os dias quando Aninha não estava em casa.
Matei minha fome de sexo durante um ano e meio quando o casal se mudou, compraram uma casa pela caixa econômica e foram embora.
Ainda encontrei com Edu algumas vezes num motel mas aos poucos foi ficando mais difícil pois o corno do meu marido se aposentou e passou ficar em casa.
Resolvi não ver mais o rapaz que me fez tão feliz, quem sabe eu dou sorte de outro gostoso alugar a nossa casinha dos fundos, tá vazia mesmo, eu ia adorar ter outro inquilino comedor.
Meu marido se chama Sidnei, 62 anos, motorista de ônibus, passa praticamente o dia todo fora trabalhando e a noite só quer ver televisão e dormir. Na folga só quer ficar no bar perto de casa enchendo a cara e quando chega em casa dorme roncando igual um porco.
Tem uma casinha nos fundos da nossa casa que alugamos pra um casal recém casados, eles são bem jovens, vinte poucos anos, Aninha e Edu, ela é enfermeira e tira plantão em dois hospitais, quase não para em casa, ele trabalha de noite em um posto de gasolina.
Tudo começou quando Edu estava de férias, passava os dias em casa sozinho, gostava de ficar na varanda ouvindo música e bebendo cervejinha, eu reparava os olhares safados dele quando eu varria o quintal ou colocava roupa no varal, peguei várias vezes ele olhando minhas coxas e minha bunda, gosto muito de usar shorts curtos ou vestidos bem soltos e curtinhos também, de vez enquanto a gente conversava e ele tentava disfarçar mas não conseguia tirar os olhos dos meus peitos rs...
Tava na cara que aquele rapaz de alguma forma me desejava, talvez porque a esposa não parasse em casa e eles quase não faziam sexo sei lá, jovens querem sexo o tempo todo, e eu queria também fazia tempo, tava meses sem trepar e minha cabeça começou imaginar um monte de bobagens, e eu me masturbava no banho com o chuveirinho na buceta pensando nele e gozava de dar tremedeira.
Então um dia eu pensei quer saber ? Vou dar pra ele se ele me quiser, meu marido não me come mais mesmo, eu tô louca por uma boa rola, ele tá aqui pertinho cheio de fogo pra queimar, doido pra comer a coroa aqui, que se dane.
Botei um vestido bem curtinho e soltinho sem nada por baixo depois de um belo banho, me perfumei, passei creme no corpo, e convidei o Edu pra uma cerveja aqui em casa, comprei até uns petiscos, era um sábado, meu marido trabalhando, só chegaria de noite e Aninha só voltaria do plantão no dia seguinte.
Convite aceito e lá estávamos nós dois frente a frente bebendo e conversando sobre vários assuntos.
Eu provocava cruzando as pernas pra um lado e depois pro outro, os olhos dele quase penetravam no meio das minhas coxas, ele já tava nervoso, já dava pra ver o volume que se formava na bermuda dele.
O clima foi esquentando a medida que a cerveja fazia efeito.
A conversa descambou pra sacanagem, a gente já falava abertamente sobre nossas intimidades e o papo só esquentando.
Falei pra ele que não trepava a meses, ele ficou pasmo e perguntou porque, falei que meu marido era frouxo e eu tava querendo um macho de verdade pra me satisfazer, Edu não perdeu tempo e me tascou um beijo de língua, fazia tanto tempo que eu não beijava que minha vontade era de engolir a boca dele.
Minha buceta já tava melada de tesão, ele já tinha notado que eu tava sem calcinha e foi enfiando um dedo e depois dois, começou chupar meus peitos e me masturbar, gozei gostoso naquela sacanagem.
Ele me sentou no sofá de pernas abertas e caiu de boca sugando todo meu gozo, chupou e sugou minha buceta e meu grelo como nunca outro macho tinha feito antes, nem o frouxo do meu marido, tive outro gozo delicioso.
Como retribuição mamei aquele caralho lindo e delicioso feito uma puta, lambi, mordi e cuspi, esfregava na cara e nos peitos e chupava até as bolas, que delícia aquele caralho, minha buceta piscava sedenta, fui por cima e sentei até enterrar tudo.
Fodi muito e me acabei naquele caralho gostoso, rebolava e sentava gostoso, gemia e chorava de tanto prazer e tesão, gozei pela terceira vez, nunca tinha gozado mais de uma vez na vida.
Edu sabia fazer uma mulher gozar, aquilo que era macho eu pensava, não o frouxo do meu marido.
Fiquei de quatro e mamei o caralho todo melado do meu gozo e depois Edu meteu tudo no meu cu, ele empurrou até só as bolas ficarem de fora, saiu até lágrimas dos meus olhos mas aquilo tava delicioso.
Edu segurava meus cabelos e me dava tapas na bunda enquanto socava o caralho no meu rabo.
Finalmente ele disse que ia gozar, tirei o caralho de dentro do rabo e pedi pra ele gozar na minha boca, engoli a porra quentinha até a última gota.
Fomos pro chuveiro e a sacanagem rolou solta no banheiro, não demorou o caralho já tava duro feito pedra novamente e Edu me fudeu de todas as formas possíveis.
Eu não me lembro de ter fodido tanto em um só dia em toda minha vida, e olha que comecei foder com 14 anos, eu dava muito pra um primo de 18 escondida da minha mãe e da minha tia rs..
No final pedi a Edu pra me comer na cama do corno, eu queria dar pra ele ali, pro corno deitar no lençol impregnado de sexo da esposa dele com um macho de verdade.
Edu gozou dentro da minha buceta, a porra escorreu pelas minhas coxas quando levantei.
Limpei com a toalha do corno e deixei lá pendurada no box pra ele se secar com a toalha esporrada quando tomasse banho.
Naquela noite eu dormi com o corno pensando na foda que eu tinha dado com o Edu.
Desse dia em diante Edu virou meu macho, me comia praticamente todos os dias quando Aninha não estava em casa.
Matei minha fome de sexo durante um ano e meio quando o casal se mudou, compraram uma casa pela caixa econômica e foram embora.
Ainda encontrei com Edu algumas vezes num motel mas aos poucos foi ficando mais difícil pois o corno do meu marido se aposentou e passou ficar em casa.
Resolvi não ver mais o rapaz que me fez tão feliz, quem sabe eu dou sorte de outro gostoso alugar a nossa casinha dos fundos, tá vazia mesmo, eu ia adorar ter outro inquilino comedor.
Nenhuma reação ainda.
0
curtidas
👁️ 0 visualizações