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Parte 2: O Filho e o Segredo no Quintal

📅 Publicado em: 20/06/2025 15:22

👤 Autor: bruno-senna

🏷️ Tags: #Gay #Teen
— "Você… você é amigo do meu pai, né?"

A voz era mais suave que a de Guilherme, mas tinha um tom curioso, quase provocante.

Me virei e lá estava Paulo, o filho dele. 16 anos, olhos escuros, cabelo bagunçado e um sorriso que sabia mais do que devia. Ele estava encostado no mesmo muro que o pai tinha pulado no dia anterior, só que agora seus dedos tamborilavam na alvenaria como se estivesse nervoso.

— "Amigo… dá pra chamar assim, sim", respondi, arqueando uma sobrancelha.

Ele riu baixo, os olhos descendo pelo meu corpo antes de voltar ao meu rosto.

— "Eu vi vocês ontem."

Direto ao ponto.

Meu coração acelerou, mas eu mantive a calma. Ele não parecia bravo. Parecia… interessado.

— "E o que você achou?" perguntei, fechando a distância entre nós.

Paulo mordeu o lábio, os olhos brilhando com uma mistura de vergonha e tesão.

— "Achei que… você mete bem."

Porra.

Ele olhou rapidamente para trás, certificando-se de que ninguém estava por perto, e então puxou a camisa para cima, mostrando a barriga lisa e um pouco de pelos dourados descendo pela cintura da bermuda.

— "Queria saber como é."

Eu sabia que isso era errado.

Mas o jeito que ele estava me encarando fez meu sangue ferver.

— "Seu pai não vai gostar", eu disse, mas já estava me aproximando.

— "Ele não precisa saber", Paulo respondeu, deslizando a mão por cima do volume na bermuda.

Não deu tempo de pensar. Peguei ele pelo braço e puxei para trás da mangueira, onde o mato alto e a sombra nos escondiam.

Paulo já estava com a respiração acelerada, os olhos vidrados no meu pau, que inchava dentro da minha bermuda.

— "Já fez isso antes?" perguntei, abrindo o zíper devagar.

Ele balançou a cabeça, mas não hesitou quando se ajoelhou na minha frente.

A primeira lambida foi desajeitada, mas quando ele enfiou minha cabeça na boca, eu soltei um grunhido.

— "Porra, Paulo… assim mesmo."

Ele pegou o ritmo rápido, as mãos apertando minhas coxas enquanto sugava como se quisesse me engolir. Era novo, mas tinha vontade.

Foi quando ouvimos a porta da cozinha bater.

Guilherme.

Paulo arregalou os olhos, mas não parou. Pelo contrário. Chupou com mais força, como se quisesse que o pai visse.

— "Paulo? Cadê você, moleque?"

Meu coração quase saiu pela boca, mas Paulo só sorriu com os lábios cheios de mim antes de se levantar rápido.

— "Já vou, pai!" gritou, a voz levemente rouca.

Depois, me olhou com olhos cheios de promessas e sussurrou:

— "A gente termina isso outro dia."

E então sumiu entre as plantas, deixando minha vara latejando no ar quente.
Nenhuma reação ainda.

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