O poder do mingau. Como meu tio e meu pai me iniciaram como mulher trans. [Completo]
Desde pequena eu me identificava e me via como mulher/menina, tive uma infância bem difícil, hoje com 28 anos lembro de tudo e como me desenvolvi enquanto mulher. Sou loira, alta, bonita, seios lindos. Uma mulher que todo homem queria ter e ainda com um plus a mais, SAFADA!
Mas voltando sobre a minha iniciação, quando eu pequena + de 7, eu era depressiva, chorava muito e sempre ficava deslocada. Eu ficava sempre deitada imaginando por que me tratavam como menino se eu era uma menina.
Eu perdi minha mãe ainda criança e meu tio, minha tia e meu pai cuidavam de mim.
Meu tio (irmão do meu pai) quando não estava viajando, pois ele era caminhoneiro me cuidava na minha casa, quando ele não estava eu ia pra casa da minha tia. Meu tio sempre me pegava no colo, fazia carinho. Cuidava muito bem de mim. Sempre fui muito mimada.
Eu chorava muito, era muito triste. E quando me perguntavam, porque eu dizia que era porque eu queria ser menina e sempre falei isso. Muitas vezes eu falava no ouvido do meu tio "Tio eu quero ser menina".
Eu sempre sentia ele duro, eu adorava ficar deitada em cima dele, brincar, mas era sempre de roupa. Nunca me questionei o que era aquilo duro que ficava roçando em mim.
Até que um dia nessa minha depressão ele perguntou novamente e eu respondi o mesmo de sempre. "Tio eu quero ser menina!"
Eu senti ele me apertar de pau duro e falar "Pra você ser menina, você precisa beber um mingau de uma mamadeira especial, a do tio." E de fato eu sempre adorei mamadeira comum, eu até hoje às vezes ainda tenho uma pra me fazer lembrar. Mas quando ele apontou pro pau dele eu fiquei bem confusa. Aquilo não era uma mamadeira igual as que eu tomava. Ele tava duro recém tinha saído do banho, sentado de perna aberta abriu a toalha e pediu pra colocar a boca no bico da mamadeira, eu deitei a cabeça, fiquei chupando, não demorou nada ele soltou o mingau tão precioso que me faria menina. Eu não engoli tudo ficou escorrendo um pouco e lembro muito bem de ele me olhando e passando a toalha em mim. Me enchendo de carinho.
E foi assim durante alguns meses, ele ficava um mês fora, um mês em casa e quando ele ficava comigo eu mudava completamente, era feliz, alegre. Bem diferente da criança depressiva que era antes do mingau. Mas eu entendia que apenas a mamadeira do meu tio era a que me faria ser menina, então eu nunca falei isso com o meu pai, até por que me tio tinha combinado que isso era segredo nosso e que se eu contasse o mingau não faria efeito.
Até que um dia começa uma nova etapa da minha transição, meu tio tinha ido me cuidar como de costume, às vezes ele chegava depois do meu pai sair, outras antes. Eu estava dormindo, meu pai ido trabalhar, meu tio chega mais tarde depois de meu pai, vai pro meu quarto me acorda colocando a mamadeira na minha boca, eu acordei já feliz que iria ganhar mingau, mas meu pai tinha esquecido uma ferramenta, ele era encanador. Voltou uma hora depois e flagrou meu tio me dando mamadeira no quarto.
A gente não ouviu ele entrar e ele entrou quieto, meu tio de costas e eu de joelhos esperando meu mingau e meu pai abre a porta xingando e gritando. Na hora eu que vi ele batendo no meu tio, entrei em pânico e comecei a chorar, pedindo para eles parar e ele jogou meu tio pra fora de casa. Meu pai me abraçou, me colocou no colo e falei que eu tava pegando mingau pra virar menina, eu sentia meu pai de pau duro. Ele apenas me abraçou e disse que ia me proteger. Após adulta meu pai me revelou que tinha ficado espiando e que ficou com muito tesão de me ver com o pau do meu tio na boca.
Depois disso o nome do meu tio ou tocar nesse assunto era proibido. Eu comecei a ficar triste de novo, parei de comer, chorava, não ia pra escola. E eu sempre pedia a mamadeira com mingau que era o que ia me fazer ser menina. Meu pai não sabia mais o que fazer, eu estava sem vida até que meu ele disse: se você quer mingau da mamadeira eu te dou o meu que também faz você virar menina, foi aí que eu me enchi de esperança de novo! Meu pai ficou de pé na cozinha, abaixou o short e estava ali a mamadeira bem dura já pronta para mamar, bem parecida com a do meu tio, só que um pouco maior. Eu já sabia como pegar meu mingau e comecei a chupar. Lembro do meu pai falando apavorado se perguntando o que ele tava fazendo, gemendo com a minha boca na cabeça do pau dele. Eu engoli aquele mingau com tanta vontade, mas tanta que meu pai gritou quando soltou tudo na minha boca. Ele tremia e me olhava, parecia não acreditar que aquilo estava acontecendo. E eu muito feliz sorria bebendo o mingau que me faria ser menina. Então eu tinha mamadeira de manhã e a noite, comecei a dormir com meu pai e várias vezes dormia com a mamadeira dele na boca. Foi então que meu pai começou a me tratar como uma princesa.
Esse mingau me fez me ver completamente diferente, cada vez eu me olhava e me via mais menina. Eu era muito feliz! O tempo passou, eu depois de muito mingau eu comecei a olhar que as meninas tinham seios e eu queria também. Teve um dia que chorei tanto, mas tanto que eu não conseguia abrir os olhos por que eu queria peitinhos. Eu era muito birrenta, mimada e impaciente, aquela criança que esperneava! Então meu pai disse que pra meu peito crescer eu tinha que ganhar uma sementinha, ele sabia que sempre que falava algo que me fizesse acreditar eu parava de chorar. Eu parei de chorar, sorri e “Quero” e então ele falou que eu precisava me preparar, me levou pro banho e começou a me explicar. Começou a me ensaboar e passar a mão na minha bundinha pequena, começou a colocar o dedinho dizendo ter que limpar bem ali, eu dei um pulo nessa primeira tocada, mas ele foi passando e colocando os dedos foi um banho bem demorado e ele passando muito o pau em mim e abrindo meu cuzinho com os dedos lembro dele contando "Quando o papai coloca o mingau nesse buraquinho ele se transforma em uma semente e te ajuda a crescer seu peitinho." Ele então me secou e me levou no colo até a cama, eu de bruços, bem devagar, abriu as minhas pernas e falou: papai vai preparar o seu buraquinho pra receber sementinha. Estava com aquele cheirinho de xampu de bebe, bumbum pra cima e ele coloca a língua chupando o meu cuzinho. No começo eu ri, mas depois ficou gostoso, e até fiquei durinha sentindo aquilo. Eu tremia com a língua dele e até gemia. E eu pedi. "Pai põe a sementinha!" e pela primeira vez ele falou algo que me fez muito feliz, ele disse. "Filha, eu vou pôr a sementinha em você, o pai te ama!" Ele nunca tinha me chamado de filha e aquilo me deixou tão alegre que fiquei mais empolgada ainda.
Tinha um óleo pos banho ele passou no meu cuzinho. Eu comecei a sentir a cabecinha entrando doeu um pouco e apertei o cuzinho e disse que tava doendo. Ele parou e eu ouvia a respiração ofegante. Ele passou mais óleo e disse pra não apertar, me fez uma massagem nos ombros e começou a colocar o pau em mim, foi uma sensação incrível e entrou tudo. Ele não bombou, ele só ficou parado ali dentro de mim. Me abraçava, me dava beijos e me enchia de carinho. Ele explicou que pra soltar a sementinha ele iria fazer um vai e vem e então ele começou a realmente a socar, tirava e olhava a minha bundinha abertinha, meteu muito gostoso até que ele me avisou que tava vindo a sementinha e gozou tudo dentro de mim. Me abraçava gemendo e gritando de tesão e eu feliz com a sementinha que me daria seios.
Meu tio e meu pai são partes importantes da minha transição e essa situação me deu muito conforto pra continuar acreditando que eu seria uma mulher.
Se eu me inspirar eu conto em uma próxima como foi o retorno do meu tio pra minha casa, minha juventude e até os dias de hoje!
Mas voltando sobre a minha iniciação, quando eu pequena + de 7, eu era depressiva, chorava muito e sempre ficava deslocada. Eu ficava sempre deitada imaginando por que me tratavam como menino se eu era uma menina.
Eu perdi minha mãe ainda criança e meu tio, minha tia e meu pai cuidavam de mim.
Meu tio (irmão do meu pai) quando não estava viajando, pois ele era caminhoneiro me cuidava na minha casa, quando ele não estava eu ia pra casa da minha tia. Meu tio sempre me pegava no colo, fazia carinho. Cuidava muito bem de mim. Sempre fui muito mimada.
Eu chorava muito, era muito triste. E quando me perguntavam, porque eu dizia que era porque eu queria ser menina e sempre falei isso. Muitas vezes eu falava no ouvido do meu tio "Tio eu quero ser menina".
Eu sempre sentia ele duro, eu adorava ficar deitada em cima dele, brincar, mas era sempre de roupa. Nunca me questionei o que era aquilo duro que ficava roçando em mim.
Até que um dia nessa minha depressão ele perguntou novamente e eu respondi o mesmo de sempre. "Tio eu quero ser menina!"
Eu senti ele me apertar de pau duro e falar "Pra você ser menina, você precisa beber um mingau de uma mamadeira especial, a do tio." E de fato eu sempre adorei mamadeira comum, eu até hoje às vezes ainda tenho uma pra me fazer lembrar. Mas quando ele apontou pro pau dele eu fiquei bem confusa. Aquilo não era uma mamadeira igual as que eu tomava. Ele tava duro recém tinha saído do banho, sentado de perna aberta abriu a toalha e pediu pra colocar a boca no bico da mamadeira, eu deitei a cabeça, fiquei chupando, não demorou nada ele soltou o mingau tão precioso que me faria menina. Eu não engoli tudo ficou escorrendo um pouco e lembro muito bem de ele me olhando e passando a toalha em mim. Me enchendo de carinho.
E foi assim durante alguns meses, ele ficava um mês fora, um mês em casa e quando ele ficava comigo eu mudava completamente, era feliz, alegre. Bem diferente da criança depressiva que era antes do mingau. Mas eu entendia que apenas a mamadeira do meu tio era a que me faria ser menina, então eu nunca falei isso com o meu pai, até por que me tio tinha combinado que isso era segredo nosso e que se eu contasse o mingau não faria efeito.
Até que um dia começa uma nova etapa da minha transição, meu tio tinha ido me cuidar como de costume, às vezes ele chegava depois do meu pai sair, outras antes. Eu estava dormindo, meu pai ido trabalhar, meu tio chega mais tarde depois de meu pai, vai pro meu quarto me acorda colocando a mamadeira na minha boca, eu acordei já feliz que iria ganhar mingau, mas meu pai tinha esquecido uma ferramenta, ele era encanador. Voltou uma hora depois e flagrou meu tio me dando mamadeira no quarto.
A gente não ouviu ele entrar e ele entrou quieto, meu tio de costas e eu de joelhos esperando meu mingau e meu pai abre a porta xingando e gritando. Na hora eu que vi ele batendo no meu tio, entrei em pânico e comecei a chorar, pedindo para eles parar e ele jogou meu tio pra fora de casa. Meu pai me abraçou, me colocou no colo e falei que eu tava pegando mingau pra virar menina, eu sentia meu pai de pau duro. Ele apenas me abraçou e disse que ia me proteger. Após adulta meu pai me revelou que tinha ficado espiando e que ficou com muito tesão de me ver com o pau do meu tio na boca.
Depois disso o nome do meu tio ou tocar nesse assunto era proibido. Eu comecei a ficar triste de novo, parei de comer, chorava, não ia pra escola. E eu sempre pedia a mamadeira com mingau que era o que ia me fazer ser menina. Meu pai não sabia mais o que fazer, eu estava sem vida até que meu ele disse: se você quer mingau da mamadeira eu te dou o meu que também faz você virar menina, foi aí que eu me enchi de esperança de novo! Meu pai ficou de pé na cozinha, abaixou o short e estava ali a mamadeira bem dura já pronta para mamar, bem parecida com a do meu tio, só que um pouco maior. Eu já sabia como pegar meu mingau e comecei a chupar. Lembro do meu pai falando apavorado se perguntando o que ele tava fazendo, gemendo com a minha boca na cabeça do pau dele. Eu engoli aquele mingau com tanta vontade, mas tanta que meu pai gritou quando soltou tudo na minha boca. Ele tremia e me olhava, parecia não acreditar que aquilo estava acontecendo. E eu muito feliz sorria bebendo o mingau que me faria ser menina. Então eu tinha mamadeira de manhã e a noite, comecei a dormir com meu pai e várias vezes dormia com a mamadeira dele na boca. Foi então que meu pai começou a me tratar como uma princesa.
Esse mingau me fez me ver completamente diferente, cada vez eu me olhava e me via mais menina. Eu era muito feliz! O tempo passou, eu depois de muito mingau eu comecei a olhar que as meninas tinham seios e eu queria também. Teve um dia que chorei tanto, mas tanto que eu não conseguia abrir os olhos por que eu queria peitinhos. Eu era muito birrenta, mimada e impaciente, aquela criança que esperneava! Então meu pai disse que pra meu peito crescer eu tinha que ganhar uma sementinha, ele sabia que sempre que falava algo que me fizesse acreditar eu parava de chorar. Eu parei de chorar, sorri e “Quero” e então ele falou que eu precisava me preparar, me levou pro banho e começou a me explicar. Começou a me ensaboar e passar a mão na minha bundinha pequena, começou a colocar o dedinho dizendo ter que limpar bem ali, eu dei um pulo nessa primeira tocada, mas ele foi passando e colocando os dedos foi um banho bem demorado e ele passando muito o pau em mim e abrindo meu cuzinho com os dedos lembro dele contando "Quando o papai coloca o mingau nesse buraquinho ele se transforma em uma semente e te ajuda a crescer seu peitinho." Ele então me secou e me levou no colo até a cama, eu de bruços, bem devagar, abriu as minhas pernas e falou: papai vai preparar o seu buraquinho pra receber sementinha. Estava com aquele cheirinho de xampu de bebe, bumbum pra cima e ele coloca a língua chupando o meu cuzinho. No começo eu ri, mas depois ficou gostoso, e até fiquei durinha sentindo aquilo. Eu tremia com a língua dele e até gemia. E eu pedi. "Pai põe a sementinha!" e pela primeira vez ele falou algo que me fez muito feliz, ele disse. "Filha, eu vou pôr a sementinha em você, o pai te ama!" Ele nunca tinha me chamado de filha e aquilo me deixou tão alegre que fiquei mais empolgada ainda.
Tinha um óleo pos banho ele passou no meu cuzinho. Eu comecei a sentir a cabecinha entrando doeu um pouco e apertei o cuzinho e disse que tava doendo. Ele parou e eu ouvia a respiração ofegante. Ele passou mais óleo e disse pra não apertar, me fez uma massagem nos ombros e começou a colocar o pau em mim, foi uma sensação incrível e entrou tudo. Ele não bombou, ele só ficou parado ali dentro de mim. Me abraçava, me dava beijos e me enchia de carinho. Ele explicou que pra soltar a sementinha ele iria fazer um vai e vem e então ele começou a realmente a socar, tirava e olhava a minha bundinha abertinha, meteu muito gostoso até que ele me avisou que tava vindo a sementinha e gozou tudo dentro de mim. Me abraçava gemendo e gritando de tesão e eu feliz com a sementinha que me daria seios.
Meu tio e meu pai são partes importantes da minha transição e essa situação me deu muito conforto pra continuar acreditando que eu seria uma mulher.
Se eu me inspirar eu conto em uma próxima como foi o retorno do meu tio pra minha casa, minha juventude e até os dias de hoje!
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