DESVIADOS
🗺️ Labirinto 📖 Contos 💌 Classificados 🎬 Vídeos 🚨 Safe mode

ℹ️ Regras do Site 📄 Termos de Serviço 🔒 Política de Privacidade 🍪 Política de Cookies

VANDO - OURINHOS - 3 HISTÓRIAS

📅 Publicado em: 31/12/2004 22:00

👤 Autor: maira

VANDO – OURINHOS - 3 HISTÓRIAS By: Maira Este não é bem um conto, mas sim um relato de como tudo começou para entenderem melhor a minha história e de minhas amigas, que serão contadas no seu devido tempo,os nomes mencionados aqui serão todos FICTÍCIOS, meu nome é Rita, sou formada em odonto pela UNIMAR em Marília cidade do interior paulista, e como segundo curso fiz Adm. de Empresas em Ourinhos, cidade também do interior paulista, onde sempre morei. Hoje estou com 40 anos e meu marido Renato com 52, sou casada e tenho duas filhas uma de 11 anos e a outra de 8 anos. Pôr ser de formação evangélica me casei virgem com meu segundo namorado, quando tinha 26 anos , com quem vivo muito bem. A história começa logo após meu casamento, meu marido já era um empresário bem sucedido no ramo da construção, muito vivido, teve muitas namoradas, e , decorrente destes fatos do seu passado, sentia que não o correspondia como ele merecia, ele não me cobrava nada, a vezes tentava sexo anal e eu tinha medo, nem tentava. A pedido dele fazia desajeitadamente strip. Sexo oral só depois de seis meses de casada, mas parava antes dele atingir o orgasmo, tinha vergonha e medo dele me achar vulgar. Queria me soltar, mas não sabia por onde começar. Se isto não bastasse ele adora comida caseira, tinha uma senhora que vinha em casa só para cozinhar, nem cozinhar eu sabia, ou seja, ele casou comigo só por amor, não tinha nada mais para oferecer a ele, mas sentia que o casamento estava esfriando. Um dia confidenciei a Solange uma amiga de infância e de igreja, sobre minhas dificuldade com Renato, a resposta veio na ponta da língua, arrume um amante, fiquei sem saber o que falar, por ser ela também casada ( e muito bem casada), esperava tudo dela menos esta resposta, não fazia parte da nossa formação familiar e religiosa. Um silencio pesado surgiu entre nós, mas passada a tensão ela voltou a falar no assunto. Confidenciou-me que também tinha os mesmos medos antes do casamento, e nunca havia me falado porque achou que eu não a compreenderia ( e ainda não estava entendendo nada), contou-me que uns meses antes do casamento e da formatura, conheceu um calouro na faculdade, Vando, assim gostava de ser chamado, mesmo sabendo ser noiva ele foi atraz dela e acabaram ficando algumas vezes, segundo ela , ela colocou as regras e respeitou todas, principamente a do silêncio, mas este é um assunto para o futuro. Conversamos a tarde toda fui convencida que era uma opção arriscada, mas que valia a pena. Pior do que estava não ficaria. Como ela o conhecia bem traçamos um plano, que começamos pagando um funcionário da empresa que ele trabalhava para que me ligasse, caso ele saisse para comprar alguma coisa para a empresa. Também aproveitei a oportunidade para vê-lo de longe, não era um gato, mais ou menos 1.75, uns 75 kg, algumas sardas, mas pude notar o quanto era simpático. Passou uma semana cheia de espectativa, até que o telefone tocou, a sorte estava do meu lado. A informação era que ele iria fazer compras em um mercado próximo de casa, saí correndo da piscina, mal sequei o cabelo, vesti um tubinho comprado para ocasião (dica da Solange), peguei o carro e fiquei uma esquina antes esperando por ele, o coração não cabia dentro do meu peito, suava, a garganta secou, mas iria adiante, era a única coisa em que eu me agarrava para segurar o casamento, trair o meu marido para o bem dele. Acho que simplesmente poderia termarcado um encontro mas não sabia se gostaria do jeito dele e qual seria minha reação. Vi que ele encostou no estacionamento do mercado, encostei ao seu lado, quando passou por mim pedi que me ajudasse com o cinto de segurança, emperrava sempre, me soltou e falou que a calcinha não estava combinando com o vestido, então me dei conta que meu vestido havia subido um pouco e ainda estava com a parte de baixo do biquini, corei e não consegui falar nada. Liguei para Solange e contei o acontecido e que iria desistir, ela riu da situação e disse para entrar no mercado e fazer compras para ver no que dava. Estava na secão de bebidas quando ele se aproximou de mim, e me perguntou o que eu iria comemorar ou se estava procurando algum vinho para um jantar especial, respondi que não havia nada para comemorar, que não sabia preparar um jantar especial, e que era casada. Ele pensou um pouco e disse que gostaria de conhecer meu marido e que me ajudaria a preparar um jantar. Meus pés sairam do chão. Só consegui dizer sim, eu pago pra ver. Com o consentimento do meu marido três dias depois ele foi em minha casa para me ajudar, já havia conseguido com a minha sogra a lista dos pratos que ele gostava quando solteiro, eu estava usando um mini vestido de seda só para o Vando , eu raramente usava calça comprida e minha saia mais curta era na altura do joelho, ele chegou olhou nos meu olhos e me beijou, me beijou longamente no começo com muito desejo, e foi se acalmando e o beijo foi ficando mais terno, mais carinhoso, eu já não aguentava o meu peso sobre as pernas, estava com medo do poderia vir a seguir, como queria que a Solange estivesse ali para me proteger, então ele me falou - sei aonde isso vai dar, mas hoje é o dia do Renato, vamos cozinhar para ele. Fui até o banheiro para chorar, me odiei quando notei o quanto estava lubrificada, acho que devo teratingido o orgasmo só ao ser beijada, mas minha vagina estava pegando fogo pedindo para ser penetrada. Fui até a cozinha, encontro-o de avental me aguardando para me orientar, fui eu que fiz o jantar, o cardápio foi simples mas o especial é que pela primeira vez eu preparei a refeição para o meu marido, arrumada a mesa ele se despediu com outro longo beijo e foi embora minutos antes da chegada do Renato. ao olhar para meu marido tive a impressão que estava estampado em meu rosto minha culpa, mas ao contrário me beijou e disse que estava linda de avental, fomos para a mesa, nunca tinha visto comer tanto comecei a entender a felicidade de ser dona de casa ( embora a auditoria da empresa é de minha responsabilidade que ocupa-me dois a três dias por semana), o prazer que é cozinhar para a pessoa amada , em seguida limpou a mesa tirou meu vestido de seda e disse que sempre sonhou em me ver com vestido um como aquele, enquanto tirava começou a morder minha nuca, a acariciar meus seios com com mais violencia, estava diante de um animal, sedento de sexo, bem diferente das nossas transas cotidianas, fizemos amor ali mesmo por horas seguidas, em posições que eu imaginava ser impossíveis, gozamos como nunca, nem na lua de mel foi tão bom. No outro dia antes de irmos para o escritório fizemos amor com a energia de adolecentes. Liguei para Solange a tarde e contei tudo, perguntei se o Vando iria me procurar, ela respondeu que não, porque o conhecia bem e ele sabia que tinha me fisgado. Os dias se passaram e eu já me acostumava com a idéia de não vê-lo mais, até que meu marido perguntou por ele, que gostaria que eu aprendesse mais receitas, eu disse que ligaria outro dia, liguei dez minutos depois trancada no banheiro. No outro dia ele veio e o Renato o aguardava para conversar, acertaram os pratos que deveria me ensinar, meu marido ficou impressionado embora cerca de vinte anos mais novo, tinha dominio de muitos assuntos, tão impressionado que ofereceu emprego, que educadamente foi recusado. Começamos na semana seguinte, enquanto preparava a refeição contei como andava meu casamento e prometeu me ajudar a esquentar a relação, não entendia como alguém com tão pouca idade poderia me salvar, mas sabia que depois que ele apareceu tinha tido as noites mais quentes de minha vida com meu marido. No sábado seguinte o Renato completaria 40 anos e decidimos preparar uma festa para ele. Durante a semana compramos umas revistas, e escolhemos o estilo adequado para a festa,e compramos o que faltava, inclusive para decoração, uma festa só para o Renato no sábado e outra para os amigos e família no domingo Cheqou o sábado! O Vando me beijou mais um daqueles que só ele sabia como dar, e foi descendo com sua boca demorou em meu umbigo, desceu até as coxas, eu já não me controlava mais, tentava forçar sua boca para minha vagina e ele enrolava, curtia cada centímetro do meu corpo, até que afastou a calcinha de lado e tocou de leve com a língua meu clítoris, me explodi num orgasmo convulsivo, espremia sua cabeça entre minhas coxas de forma desiquilibrada, como nunca havia agido antes, ele mal começou a me chupar e gozei de novo, eu implorava alto para que me penetrasse, que me deixasse ver, que me deixasse tocar, que deixasse chupar o seu pênis e ele me disse que ainda não era hora, e brincando disse que era hora de começar a me preparar para meu marido. Limpou todo o meu gozo com a calcinha, e sugeriu que mandasse para o Renato via moto-boy junto com um bilhete declarando meu amor por ele, achei loucura, mas foi feito. Em seguida mandou-me depilar totalmente minha virilha, as vezes eu raspava as laterais para poder usar biquini mas nunca pensei em tirar tudo, mas esta altura eu já não conseguia dizer não para ele. Comprei um desses cremes para depilação e ele me depilou, lavou e re-lavou, o creme tinha um cheiro esquisito, mas me sentia uma princesa, o tesão pelo Vando neste momento estava sendo trocado pela ansiedade de ver o aniversariante, saí da banheira ( do banheiro) , tenho uma hidro no quarto, o Vando me secou, passou hidratante pelo meu corpo, e me levou para a cama e me proibiu de sair de lá e não me deixou vestir nada, de repente comecei a sentir medo, temer pelas nossas vidas, o telefone tocou, quase tive um ataque do coração, mas era alguém da empresa nos avisando que o expediente estava encerrando. O Vando ainda tinha mais surpresa na manga, disse que seria o garçom da festa, achei que ele tinha pirado, pedi que fosse embora, a brincadeira estava indo longe demais, mas não teve jeito, acabou ficando, foi até seu carro e vestiu rapidamente um terno, mas ficou descalço, por alguma razão não gostava de calçados. O Renato chegou por volta das 19hrs, levando sua secretária ( que foi a refeição do Vando) , teve que bater na porta, que foi agradavelmente atendido pelo `` criado`` - Boa noite Dr. Renato, permita-me cumprimenta-lo pelo seu aniversário, hoje estou aqui para servi-los, e deu um beijo no rosto do Renato que o deixou desconcetado na frente da convidada, e continuou, - sua esposa o esta aguardando no quarto. O Renato ao entrar no quarto não entendia o que estava acontecendo, (fiz tudo segundo a orientação do Vando) eu estava nua em cima da cama em posição de ioga com um quindim (doce favorido dele) na mão com uma velinha em cima e cantando parabéns em inglês baixinho, todos o arranjos do quarto estavam em tons de vinho, rosa e alguns tons de azul, antes tudo eram em tons claros, incenso nos cantos, apenas velas iluminavam o quarto, achei que novamente soltaria o animal que anda escondido dentro dele, mas errei, me beijou como a muito não me beijava, pediu para que tirasse a roupa dele, coisa que ele gostava de fazer, fiquei exitadíssima , peguei uns cremes e passei pelo corpo dele em especial na bunda parte do corpo dele intocada até então, que bunda linda, que coisa gostosa pude sentir ao vê-lo se contorcendo e suspirando, depois passei muito creme em suas costas o massageei usando minha bunda, depois virei-o com a barriga para cima e repeti o tratamento, eu não aguentando mais atingi o orgasmo de tanto me esfregar nele, levei a minha `` chana `` até a boca dele estava toda melada escorria de forma continua, só nessa hora ele percebeu que estava careca, me grudou de tal forma que era impossível sair dali, gozei novamente, e ele queria me enchugar com a língua mas não era possivel, Resolvi retribuir o prazer que sentia, botei-o de pé e comecei a chupa-lo desajeitadamente e disse que queria que gozasse em minha boca, mal falei e ele me segurou pelos cabelos e despejou na minha garganta, quase afoguei,, não esperava tanto e que fosse tão bom. Meu marido pelo tel sem fio pediu para o Vando subir e levar vinho, o vinho foi acompanhado, de frutas secas, castanhas e morangos ele entrou no quarto nem nos preocupamos em nos cubrimos, apenas ficamos agarradinhos enquanto eramos servidos, o Vando estava me fazendo descobrir que prazer o que o Renato sempre soube, entre quatro paredes não existem regras, é o lugar para ser apenas feliz, que mais a gente quer na vida ? Mas continuando assim que ele saiu começamos a trocar carinhos e o pênis ficou pronto novamente, o Renato me colocou de quatro e disse que queria me enrabar, disse que ainda não estava preparada, mas adoraria que ele chupasse meu cuzinho, chupou gostoso, aproveitando a posição penetrou na minha vagina com bastante força que doeu no fundo do útero, continuou a socar com força até gozar, eu ainda não tinha atingido o orgasmo e estava pedindo para ele me foder, esta foi a palavra usada, nunca abaixamos o nível nem em palavras, mas neste em que regras socias foram quebradas, em que permiti, alguém entrar na intimidade do meu quarto enquanto nús eu e meu marido, permiti ser chupada, depilada por alguém que não é meu marido, eu estava me sentindo uma vadia uma puta mas estava feliz, viajando nestes pensamentos não percebi a entrada do Vando em nosso quarto, o Renato parou quando ele disse – são 2hrs vou descansar um pouco, trouxe mais bebidas e tomei a liberdade de comprar umas pizzas, a hidro já esta preparada para o banho, e por ultimo peço desculpas por entrar assim em seu quarto, pois pelo barulho sabia o que estava acontecendo, mas este seria o melhor melhor momento para entregar meu presente para o meu novo casal de amigos. Ficamos sem fala, senti o pênis do Renato amolecer dentro de mim. Sem opção fomos para a hidro havia pétalas de flores, e perfume doce no ar ( o Vando soube bem investir o dinheiro confiado a ele, sempre tinha mais uma surpresa para tornar aquela noite agradável). Saímos , nos secamos um ao outro e fomos ver o nosso presente, mais surpresa, um par de algemas, chicote, máscara e um cordão com umas bolinhas que até hoje não sei o nome, quando convidei o Renato para experimentar os presentes ele me deu um sorriso bobo e disse – amor estou fazendo 40 anos e não 17, eu fiquei olhando enquanto ele adormecia. Saí nua do quarto para ir até a cozinha quando ouço a secretária se despedindo do Vando, ouvi ele marcando um novo encontro e dizendo que ela em matéria de sexo era o ``cão chupando manga`` e que iria trancar a casa e também iria embora, pois faltava poucas horas para começar o almoço. Imaginei que tinham transados ( e tinham mesmos ) e me deu um tesão novamente desci e o abracei por tráz, não sei se por efeito do álcool , gratidão ou inveja da secretária, arrastei-o até a cozinha, abaixei sua calça, a cueca estava no bolso e pedi para ele enfiar na minha bunda, senti seu pênis crescendo na minha mão era pouco maior que o do meu marido mas bem mais grosso o que me fez mudar de idéia, mas o cavalheiro já tinha aceitado o convite e não aceitou a recusa, me debruçou na mesa usou a lubrificação da minha vagina, enfiou um, depois outro dedo, massageou até começar a relachar, botou a cabeça e foi empurrando, comecei chorar e entre soluços e gemidos pedi para ele me comer como tinha comido a secretária do meu marido ele não pensou duas vezes e foi empurrando, senti meu anus queimar, mas eu queria mais, não demorou muito e gozei logo em seguida ele também aquilo pulsando dentro de mim comecei a rebolar queria repetir, mas ele saiu de dentro de mim e me mostrou o estrago, estava todo esfolado, havia marcas de sangue do meu ânus , então me dei conta que realmente havia perdido a noção de limite. Acordei com café da manhã na cama preparado pelo Renato, fizemos um acordo de que podiamos contar sobre a noite maravilhosa, mas não da presença do Vando em nosso quarto, começamos a nos preparar para o almoço em familia, voltei para minhas roupas comportadas, com uma dificuldade de sentar, mas com as lembranças da minha primeira grande aventura sexual com o Vando, só tive ele como amante mas me propiciou, grandes momentos de felicidades e apimentou e salvou meu casamento. O que me motivou fazer este relato é que no mês de março completei 40 anos, e como presente meu marido me algemou na cama, me amordaçou, colocou a tv na minha frente, colocou uma caixa com várias fitas de video e em silêncio foi colocando uma a uma de um total de 5 fitas. Eram fitas que continham imagens editadas do período que o Vando passou conosco, quando começou a passar a primeira, me esperneei, tentei gritar, mas ele não me dava atenção, quando vi-me transando com o Vando na cozinha, chorei desesperadamente, imaginei que ali iria terminar nosso casamento, ele nunca havia me perguntado o que acontecia entre nós, mas nunca imaginara que ele tivesse gravado tudo em fitas, nossa casa sempre teve diversas câmeras espalhadas por vários ambientes, que usavamos muito na época em que nossas filhas ficavam nas mãos de babás. Mas continuando, vi todas as fitas, cerca de 10hrs, sem sair da cama. Quando passou a última, retirou o vídeo, imaginei que o pior viria, mas ao contrário sentou-se ao lado da cama e falou que amava muito, que no momento que achou que eu tinha um amante passou a gravar para usar numa provavel separação, mas as imagens o exitavam e ele sempre queria ver mais, notou que a partir deste período eu me tornei mais feliz, tornei-me uma esposa completa, e ainda comentou que sente falta daquele menino que colocou nossas vidas num caminho diferente, para melhor. VANDO - EU FUI A PRIMEIRA DA TURMA o significado do nome Maira – é a combinação das iniciais do nosso segundo nome do meio, MA-I-RA, somos três amigas que se conhecem desde a infância, tivemos o mesmo amante em períodos separados, a Solange foi a primeira, eu Rita a Segunda e Nane foi a ultima do grupo do qual falaremos aqui, nunca nos separamos, descobrimos que apesar da confiança mútua, tinhamos muitos segredos, e , alguns deles serão revelados aqui. Hoje será Solange que contara sua aventura com o Vando Oi, de acordo com o nome inventado no conto 9439 me chamo Solange, meu texto é mais curto, mas igualmente importante pelo significado em minha vida do acontecimento, vale mencionar que como a Rita ele tambem foi meu único amante. Vivemos momentos felizes com uma pessoa especial, ele tinha porte físico normal, mais para magro em relação a altura, um carro de uns 10 anos, gostava de música cowtry. Vamos voltar ao passado. Casei-me com 23 anos no mesmo ano em que me formei em Adm de Empresas, namorei o Carlos desde 17 anos, era músico, o conheci em uma reunião de jovens, ele estava dando palestra, não conseguia tirar os olhos dele, no intervalo ele se apresentou, conversamos um pouco, trocamos telefone, e foi inevitável começamos o namoro com o consentimento dos meus pais, de acordo com as normas familiares e religiosas, decidimos permanecer virgens até o casamento, se esse fosse nosso destino, foi um namoro lindo, com muitos cortejos, flores, presentes, passeios a lugares simples, mas que na companhia dele o local parecia ter vindo de um conto de fadas. 06 anos se passaram tinhamos construido a nossa casa, comprado nossos móveis, o casamento também já estava marcado para o fim do ano, tudo na mais perfeita harmonia. Uma certa noite do mês de junho estava ouvindo um cover do Raul Seixas, enquanto aguardava o Carlos, em uma pizzaria ao lado de faculdade, não me lembo o nome do lugar, mas a fachada da frentre era em pedra tipo castelo. Nunca o tinha traído, nem em pensamento, sempre me achei mulher de um homem só, até o dia que alguém se aproximou por tráz e disse – se você não olhar para mim, te conto um segredo que vai mudar a sua vida – não virei – apoiou suas mãos em minha cintura, e continuou - sei que você é noiva, que se casará em breve, você não me conhece, mas gostaria de tocar a sua pele, poder te beijar, ser a primeira pessoa a ser vista por você quando abrir os olhos pela manhã, poder fazer parte de seus pensamentos, ter a certeza de que algum dia, por um dia fiz parte de você (guardei com carinhos esta cantada), beijou o meu ombro e saiu devagar sem olhar para tráz. Já havia recebido diversas cantadas, mas esta me deixou sem ação, não sei se pelo jeito dele ou a forma com que falou, ou pela ousadia, mas alguma coisa mexeu em mim, nem para o Carlos consegui contar. Chegaram as férias, as vezes imaginava se aquela cantada realmente tinha acontecido. Ia direto na mesma lanchonete, no mesmo horário e nada. Ao retornar as aulas em julho já tinha passado a febre da cantada. O Carlos me convidou para comer pizza, e lá fomos nós, ao entrar na lanchonete aparece o moço do outro dia, cumprimentou o Carlos (ele tinha feito amizade) e se apresentou a mim dizendo se chamar Vando., conversa vai e conversa vem e o Carlos perguntou – fora a Faculdade quais são seu sonhos? – Realizar o sonho de uma pessoa que pensa muito em mim, ela não pode me pertencer, não posso oferecer amor a ela, somente carinho, compreensão e após meu silêncio que jamais será quebrado (ou alguma coisa parecida). Conversamos sobre muitos assuntos mas não me lembro de nenhum, só me lembrava das frases colocadas na hora certa, tudo o que falava eu sabia que era para mim Na semana seguinte o choveu muito, numa destas noites o Carlos faltou e o Vando se ofereceu para me levar embora, aceitei com medo do que viria, não veio nada, conheci o lado dele gentil, educado, diferente dos rapazes que conhecia até então. Se eu não tivesse certeza do meu amor pelo Carlos... e se ele fosse um pouco mais velho... Antes de descer do carro perguntei o que ele queria comigo ele me disse que queria que queria que eu abaixasse a guarda do corpo, mas não do coração, deixasse ele se aproximar mais... Nos despedimos, ele foi embora. 20 min depois o tel toca era o Vando – já senti a sua pele e já te beijei ( se referindo ao beijo no rosto na despedida) os sonhos estão se realizando e desligou o tel sem esperar resposta minha. Achava tudo divertido afinal ele era 4 anos mais novo, eu esta noiva, não fazia sentido levar a sério o comportamento dele, ao mesmo tempo, gostava do jeito atirado, me fazia sentir com 15 anos. O tempo foi passando, ele sempre próximo. Numa tarde de Domingo após churrasco com a minha turma que estava se formando na faculdade, o Vando se despediu da turma pois tinha outro compromisso e o Carlos pede para ele me dar uma carona, já que iria para o lado de casa. No caminho ele mudou o trajeto e fomos parar no motel ( colonial ), eu disse que não entraria, ele me disse que era para conhecer o ambiente e ver se aprovava como presente de lua-de-mel, fui...entrou no quarto ligou o vídeo, foi a primeira vez que assisti um filme pornô. Não tinha visto homem nú nem na tv, mas tinha a maior curiosidade – o Vando aproveitando o embalo perguntou se queria vê-lo nú – disse que sim desde que não me pedisse para tirar a roupa, nem se aproximasse de mim. Tirou a roupa, tomou uma ducha, o ficou um bom tempo na hidro, aquela visão me enloquecia de tesão, fui ao banheiro me masturbar, o orgasmo veio muito rápido, não gostava de masturbar , achava errado. Voltei para o quarto o Vando ainda estava na hidro assistindo filme, pedi para ele sair e secar-se para irmos embora, agora ele estava com o pênis duro, outra visão que me agradou e novamente me deixou lubrificada, deu vontade de pegar, mas me contive, ele notou como estava excitada, e propôs que eu me masturbasse olhando para ele achei a idéia nojenta, mas ele protegeu uma mesa com cobertor e pediu para sentar atraz dela, ele ficaria na cama, sentei e comecei a tocar minha vagina por cima da calça, logo abaixei-a e comecei a masturbar-me rapidamente quando ele também começou a se masturbar, gozamos quase ao mesmo tempo a uns 05 mts distância um do outro, voltei para casa feliz, pode parecer incrível – mas foi a experiência mais importante da minha vida até aquele dia. Fui enganada não me deu o presente. Passaram algumas semanas, meu casamento estava se aproximando, faltava menos de 01 mês. Peguei outra carona, novamente sem perguntar se eu queria o não me levou para o motel, permaneceu em silêncio até lá não era preciso falar nada o desejo brilhava em meus olhos. Me levou carregada até a cama, em silêncio, tirou meu salto, minha blusa, minha saia, sempre olhando nos meus olhos para ver se eu o reprovava, mas estava concordando com tudo, me colocou de pé , tirou meu sutiã, em seguida senti minha calcinha deslizando até os meus pés. Tentei retribuir tirando sua roupa, mas ele não permitiu, tirou apenas a camisa, logo foi beijando minha nuca, beijou as minhas costas, virou-me de frente para ele e tocou com a boca suavemente os meus seios, já estava arrepiada, foi subindo sua boca até encontrar a minha, foi um beijo cheio de calor, nosso primeiro beijo, junto com a sensação do meu peito colado ao dele me fazia estremecer, deitou-me e começou a beijar o meu corpo, quando chegou perto da vagina, tive que lembrá-lo que ali tinha dono que ainda não conhecia a propriedade, eu estava excitadíssima, em seguida pegou minha mão e me levou a banheiro, se aproximou por traz (ainda estava de calça) colocou minha mão sobre a calça molhada e pude sentir o volume, ensaboou os meus seios embaixo do chuveiro, perdi o que restava de vergonha e me masturbei ali mesmo, na frente dele,o gozo veio intenso e gostoso, virei para ele e começamos outro beijo, com a água caindo sobre nossos corpos. Me vestiu peça por peça , enquanto minha vontade era para pedir para que ele as tirasse, queria que aquele momento não acabasse. As semanas se passaram imaginava se iria conseguir me entregar para o Carlos da mesma forma, será que o Carlos vai perceber que eu quase fui de outro? – será que saberá me dar carinho?, estas e outras questões ocupavam meus pensamentos. Faltando 2 dias para o casamento o Vando me ligou, pediu para ficar bem sexy porque naquele dia ele me queria para ele, disse que era minha despedida de solteira Ao chegar no motel ele me tirou bruscamente do carro, me deu um beijo que machucou minha boca, arrancou a minha roupa, rasgou minha calcinha , eu não sbia que tinha um lado putinha, eu estava adorando aquele momento, tirou a propria camisa, e mandou abrir sua calça e seu pênis se atirou próximo ao meu rosto, sinto ele grudando em meus cabelos e levando minha boca na direção do seu pênis, tentei escapar, mas não tive escolha, quando tocou o fundo da minha boca tive vontade de vomitar, movimentando minha cabeça num vai e vem as vezes afastava e me obrigava a lamber as bolas, aliás me forçava no começo, pois a esta altura eu já fazia porque estava gostando da situação, continuei naquele vai e vem até que ele grudou meus cabelos com mais força e Gozou na minha boca, engasguei mas ele me obrigou a lamber tudo até o chão onde havia respingado um pouco de porra. Me colocou d e quatro com a bunda arrebitada e começou a chupar meu cuzinho , tentei sair, mas quanto mais tentava, mais ele metia sua boca, não sei porque queria resistir, estava sendo o melhor presente que uma solteira virgem poderia ganhar antes do casamento, sentia sua língua entrando na minha bunda até que gozei, rapidamente me colocou deitada de costas e começou a chupar minha vagina, tentei argumentar que ali era área reservada para o Carlos, mas ele não me ouvia (ainda bem), ora chupava, ora dava mordidinhas, quando sentia que o orgasmo se aproximava ele diminuia os movimentos me levando ao desespero, forçava a cabeça dele, mas ele sabia o que estava fazendo, de repente não deu mais pra segurar - gozei, gozei, gozei , tive orgasmos multiplos , gozei tanto que no final estava soluçando de prazer... .... adormeci nos dos braços do homem que começava a fazer parte da minha vida........ele foi a a primeira imagem que vi ao abrir os olhos...... os sonhos dele estavam realizados............casei............2 dias depois........a festa estava perfeita, mas o Vando não estava lá. Viajamos para o litoral lua-de-mel, ficamos numa casa de temporada, pertencente a um amigo da familia. A nossa lua-de-mel(da) foi a pior possível, na primeira noite, a tão esperada noite, vesti minha camisola comprada para esta ocasião, achei que a noite seria incrível, mas estava enganada. O Carlos me despiu e em seguida se despiu também , não resisti e acabei mentalmente fazendo comparações, vi que estava tendo prejuijo na minha aquisição, fomos para a cama o Carlos foi muito carinhoso como eu já esperava dele, deitou sobre meucorpo e foi entrando dentro de mim, achei que sentiria dor, mas encaixou direitinho, começou movimentar-se, e sem que eu esperasse gozou, queria chupá-lo, queria ser chupada, precisava novamente sentir porra descendo pela minha garganta, fiquei irritada, será que não o avisaram que mulher também goza, e dormiu em seguida, ainda bem, fui ao banheiro me masturbei, pensando no Vando, mas pensei para que só pensar... liguei para ele contei da bela lua-de-mel, pedi para ele me deixar excitada pelo telefone, ele topou com a condição de que eu reservasse para ele o cabaço de tráz-, fizemos um tele-sexo maravilhoso durante todos os dias da semana, não sei como ele se virava pois nos outros dias eu ligava até no serviço dele sempre que conseguia ficar sozinha, não via a hora de voltar para Ourinhos e ter a lua-de-mel que merecia. No terceiro dia após nossso retorno, o Carlos voltou ao trabalho , liguei para Rita no trabalho e ele me emprestou a casa com a desculpa que eu queria usar a piscina, marquei encontro lá com o Vando, ele chegou e não perdeu tempo com conversas, nem eu queria conversar, nos beijamos, estava sedenta por sexo, queria tirar o atrazo de anos aguardando para ser amada como ouvia as histórias de minhas amigas, abaixei e comecei a chupá-lo ali na beira da piscina, chupei, lambi, mordi, como se dependesse daquilo para viver, não demorou e ele gozou, deixei cair um pouco no chão, e olhei para cima, na hora sabia o que meu olhar estava pedindo, pegou-me pelos cabelos e forçou meu rosto contra o chão, para chupar até a ultima gota, como era bom ser maltradada por ele, me levou até a espreguiçadeira, e disse - agora quero meu pagamento pelo serviço por telefone. Eu disse a ele - vai receber mas agora coma minha vagina até eu realmente me sentir inaugurada, me deu um forte tapa na bunda e ordenou que ficasse de quatro, fiquei, já fui sentindo o seu pênis entrando, me rasgando, socando com força, agora sim, estava sentindo que realmente não era mais virgem, que agora eu era mulher, e... gozei, meu primeiro gozo em uma relação depois do casamento, mas a festa só estava começando, me chupou, bebeu todo o meu suco que escorria da minha vagina, enquanto senti uma massagem gostosa no me ânus, depois um dedo, não precisava mais nada eu já estava descontraida, subiu com a língua e a introduziu no lugar do dedo, quando a língua saiu, imaginei que não daria para recuar, senti a cabeça do pênis forçando a entrada, deu medo, contrai a bunda, levei uns tapas fortes, e disse que bateria mais se não colaborasse, insistiu me fez ir me soltando, eu não sabia , mas gostava de levar uns tapas durante o sexo, mas o Vando já tinha notado esta fraqueza, colocou novamente o pênis na minha bunda e sem dificuldade nenhuma se acomodou dentro, comecei a rebolar, enquanto ele massageava minha vagina, o orgasmo veio, desta vez gritei, urrei, gemi, chegando a me esquecer que estavamos no quintal de uma casa de amigos, senti que o pênis ainda estava duro dentro de mim comecei a rebolar, mas começou arder e fomos tomar um banho de piscina, aproveitei para contar com detalhes a semana anterior, demos muitas risadas, comemos, bebemos e começamos tudo outra vez, desta vez com mais carinho, fizemos em várias posições ( o Carlos só conhecia papai e mamãe) foi uma tarde que valeu por uma vida, por uns três dias não deixei o Carlos me tocar, não queria interromper o prazer que meu corpo ainda sentia. Beijos.... RITA VANDO - COM CHUVA É MELHOR Oi, sou a Nane a última do trio, me casei 06 meses antes da Solange, de acordo com as palavras delas, sempre fui a biscatinha do trio, enquanto solteira tive vários namorados, vários casos inclusive com homens casados. Sou 02 anos mais nova que a Rita, hoje sou professora em uma escola de segundo grau, como já foi mencionado, amigas inseparáveis, só não colocamos nossa descrição física, porque Ourinhos é uma cidade, do interior paulista, com mais ou menos 100 mil Habitantes, e uma descrição poderia nos trair. Sou casada também, tenho um filho com 07 anos, meu marido sempre teve que viajar a trabalho, as vezes ficava até semana fora. Resolvemos contar nossas histórias por dois motivos, o primeiro foi a revelação do marido da Rita, e é claros assistimos as fitas (tem material para um best-seller) e o segundo é que o Vando dizia que se conseguissemos guardar um segredo por 10 anos, guardariamos para sempre, pois o conteúdo da informação já não teria mais valor, mas se enganou, conversando com minhas amigas lembramos da passada dele por nossa vidas com riqueza de detalhes. Como disse no começo tive vários homens, a maioria pensava no prazer e me proporcionaram muito, mas esqueciam que eu era mulher, que no dia seguinte gostaria de ouvir um bom dia nem que fosse por telefone, uma flor, uma demonstração de carinho para saber que aquela noite valeu a pena. Nessa parte o Vando era imbatível. Um dia fui na casa da Rita botar as fofocas em dia, chegando lá minha amiga não conseguia falar nada, só chorava, dizia que era problema dela, que não tinha nada para me dizer, fui até o barzinho da sala e peguei uma garrafa de Amarula, e levei para ela tomar, (nunca tinha eperimentado bebida alcoólica antes), virou dois copos, pronto já estava atordoada. Então começou a falar de um tal Vando, o moço que outro dia ela tinha me apresentado em sua casa em um churrasco (todo fim de semana tinha um ), disse-me que ele já foi amante da Solange (conto 9498)e dopois dela (conto 9439) (que amigas só agora é que fico sabendo)- contou como ele era carinhoso com ela, e que a passagem dele pela casa deu novo rumo na sua vida, agora tinha ido embora Argumentei que a primeira pulada de cerca é inesquecível, assim como o primeiro beijo, o primeiro carro, a primeira ida ao ginecologista, mas não havia argumentos, que a fizesse mudar de idéia. Me despertou a curiosidade para conhecê-lo melhor, afinal com a minha bagagem eu tiraria de letra, esperei meu marido viajar, e marquei um encontro dizendo que o assunto era nossa amiga. Ele compareceu, conversamos, trocamos telefone, telefonamos, nos encontramos, ele estava me levando embora, sem mais nem menos parou seu carro e disse me beija!!! era a intenção, mas não daquela forma, perguntei por quê beijá-lo, a resposta não podia ser mais sincera – na hora que você for descer do carro com certeza irá me beijar, aqui é mais discreto e me levou até sua boca – chegamos em casa o convidei para entrar, ele disse que entraria, mas não naquela noite, queria me conhecer antes, ai sim valeria a pena, me deu um beijo de despedida. Gostei do estilo, não agia como os outros. No encontro seguinte me produzi com tudo que tinha direito, imaginando desta vez ele não me escapa , fomos para Assis uma cidade a uma hora de carro daqui, me levou para uma denceteria ( Poräo ) não sei porque se ele não dançava nada e eu acabei me embebedando, acordei quando estava sendo carregada para dentro de casa, pedi para ele passar o resto da noite comigo, precisei da ajuda dele para tomar banho, o mundo girava, mas ao contrário dos outros contos, o Vando se recusou a ir para cama comigo justamente por Ter bebido, ele me disse uma vez que o hálito de alcool acabava com o tesão dele mas adorava este aroma em festas, não sei que horas ele foi embora, mas ao acordar encontrei ao lado da cama uma rosa, provavelmente colhida sem a permissão do meu vizinho. Estava começando ficar confusa a brincadeira, eu só queria dar para ele, mas estava sendo conquistada aos poucos,. Já estava sentindo falta da mão dele segurando a minha, dos lábios dele nos meus.... num sabado chuvoso começo da noite nos encontramos na lanchonete de um grande mercado C M - me aproximei dele e logo estava falando demais, tinha esquecido minha posição social, estado civil, não via mais niguém a minha volta, só tinha olhos para ele. Ele saiu na frente de carro, eu fui logo atráz com o meu, só saimos do estacionamento e no encontramos uma casa em construção do outro lado da avenida,mas em frente ao mercado, onde hoje é uma transportadora, saiu do carro dele e entrou na construção, a chuva continuava a cair forte, ele não voltou, resolvi ir atráz, assim que entrei ele me abraçou, me beijou, senti os bicos dos meus seios ficarem entumecidos até o ponto de doer, tanto que era o tesão, nossas roupas fugiram de nossos corpos, estavamos nús, eu que sempre frequentei os melhores motéis de São Paulo, estava ali querendo ser amada, no meio da lama, imaginei que pelo ambiente seria uma rapidinha, mas ele seguiu todo um ritual , beijando meu pescoço, o toque era suave, não precisava me preocupar com possíveis marcas, desceu meu corpo roçando com a língua, demorou no meu umbigo, estava ficando na ponta dos pés, empurrei sua cabeça para minha vagina, colocou uma de minhas pernas sobre um monte de tijolos e veio por baixo com a língua me chupava como se estivesse me beijando, me deixou num extase, quase gosando por alguns instantes, mas quando veio.... durante um minuto ou mais eu gozei, sentia minha vagina se contraindo, não conseguia parar, sentia minha vagina escorrendo, minhas pernas estavam trêmulas. Puxei-o para cima, lambi sua boca , meu gosto na boca dele era afrodisiaco, queria mais dele, como não dava mais para ficar ali ele correu nú para o carro dele abriu a outra porta, fiz o mesmo que ele também nua, nossas roupas estavam molhadas e sujas de lama, atravessamos a cidade despidos, sempre quis fazer outra vez , mas não tive coragem, entramos em casa e direto para o telefone pedi para Rita pegar o carro que não estava longe da casa dela e fui para o banheiro enquanto tirava a lama dos nossos corpos o tesão falou mais alto outra vez, começamos as caricias ali no chuveiro, mas fomos para a sala, deitou no chão e pediu para eu sentar na boca dele, começou a trabalhar com a lingua,, passando também pelo meu ânus, despertou um tesão novo, me estremecia toda vez que ele fazia essa passada, nunca permiti que tocassem ali, me incomodava, mas desta vez estava gostoso, tão gostoso que o orgasmo não tardou, o Vando ficou com o rosto todo melado, lambi novamente o seu rosto, que sob a luz do abajour parecia de uma criança feliz, alias ele sempre foi feliz – meio Polyana – deitei-me no sofá, e ele sobre o meu corpo, introduziu seu pênis lentamente para sentir cada milimetro da vagina (papai e mamãe ) eu apenas gemia , sussurava bobeiras, apertava sua bunda, enquanto ela sugava meus seios, beijava meu pescoço (adorava quando fazia) e foi aumentado o movimento dos quadris até que gozei novamente, abracei-o forte, logo ele teria que ir embora e naquela noite eu não queria ficar sozinha. Percebi então que ele não tinha gozado ainda, apesar de exausta, puxei seu pênis para minha boca, ele tirou e disse que só eu tinha o direito de sentir prazer e ele a obrigação de me dar esse prazer – fiquei encantada com esta frase, meus parceiros anteriores por melhores que fossem no fundo sempre estavam pensando neles próprios. Eu pensei `` onde estava este menino a 05 anos a atráz. Pegou no banheiro uma toalhina, me limpou, foi até a cozinha preparou suco e lanche e conversamos agarradinhos até a madrugada, pra que mais sexo, estava recebendo o carinho que também me fazia falta, estava cansada de homens, sempre com pressa depois que gozavam, ele me pediu para não leva-lo a sério, era uma aventura em minha vida, logo eu teria que pedir para ele partir em busca da felicidade plena e não só de momentos felizes.....demorou mas sei que achou....mas enquanto não encontrou fez muitas mulheres casadas feliz no meio de sua jornada..... Beijos......Nane.......... Nos mandem e-mail dizendo o que acharam das nossas histórias, se gostaram por favor...votem....BEIJOS COM MUITO CARINHO....RITA (MA), NANE (IR), SOLANGE (A)
Nenhuma reação ainda.

📖 Você também pode gostar

Comentários

Nenhum comentário ainda. Seja o primeiro!

Entre para comentar.