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Um vizinho sacana

📅 Publicado em: 31/12/2004 22:00

👤 Autor: leatherman

📂 Categoria: Traição/Corno

Sou casado, 39 anos. Tenho uma tara louca por roupas de couro, vinil, látex. Sempre compro para minha esposa usar.
Ela sabe que me excita muito e me tesa vestindo estas roupas. O caso que vou narrar, aconteceu a 3 meses. Minha esposa resolveu passar uns dias na casa da irmã no interior de MG. Fiquei uma semana sozinho em casa. Adorava chegar em casa após o serviço, tomar um banho e vestir as roupas, lingeries de couro da minha esposa e ir para o computador. Me excitava muito conversar com outros homens vestindo roupas femininas de couro. Um dia cheguei em casa, muito exitado e escolhi uma roupa bem sexy. Queria me tranformar em uma putinha de couro antes de entrar no chat. Peguei uma calcinha de couro preta. Vesti e puxei ela bem para cima, enfiando no rego. Peguei um par de meias de vinil preta que vão até no meio das coxas. Coloquei um sapato de salto. E coloquei um vestido de couro preto bem justo e curto. Me olhei no espelho e estava igual uma putinha. Fiquei excitado. Minha bunda tinha ficado uma delícia. A calcinha fazendo uma marquinha no couro. Tirei um espelho grande que ficava no banheiro e levei para o quarto do computador. Fazia várias posições em frente ao espelho. E cada vez mais excitado. De repente o telefone tocou. Fui atender achando que era minha esposa.
Quando disse alô, ouvi uma voz masculina me chamando de viadinho sacana. Meu corpo todo tremeu. Fiquei com medo e desliguei o telefone. Apaguei a luz e olhei para a janela para ver se tinha alguém me olhando. Vi dois rapazes em uma das janelas. A sensação de ter sido pego em minhas fantasias secretas me apavorou. Em seguida o telefone tocou novamente. Fiquei pensando se atendia ou não. Mas como podia ser minha esposa atendi. A voz masculina falou em um tom mais nervoso. Disse que se eu desligasse o telefone, minha esposa saberia de tudo. Senti um frio percorrer meu corpo todo. Estava enrrascado. Perguntei a eles o que ele pretendiam com aquilo tudo. E ele rapidamente me disse que se eu não obedecesse a tudo que eles mandassem, minha esposa saberia que o marido dela era um viadinho. Falei para eles, que aquilo era só uma fantasia e que não era homo. Que nunca havia tido uma relação com outro homem. Piorou a situação. Ele começou a rir e disse que adorava virgens. Vi que eu não tinha saída.
Ele me mandou acender a luz e começar a dançar. Queria que eu rebolasse, levantasse o vestido e mostrasse a bunda. Obedeci. Virei a bunda para a janela e começei a rebolar. uma mão eu segurava o telefone e a outra eu passava na bunda. Subi o vestido e mostrei a ele minha bunda com a calcinha de couro enfiada no rego. E ele falava ao telefone.Isto minha puta, rebola, alisa sua bunda, puxa a calcinha entre outras coisas. De repente ele falou que seu amigo(percebi que era os dois rapazes que havia visto) estava querendo me ver de perto. Que queria me tocar e tirar minha virgindade. Disse a ele que se contentasse com a janela. Imediatamente ele me mandou calar a boca, me lembrou da minha esposa e me disse que iriam tocar o interfone e que era para eu abrir e deixar a porta do apartamento aberta. E que aquela noite eu iria ser de verdade uma putinha. Fiquei calado. Estava sentindo um misto de medo e tesão(no fundo era minha fantasia). Ele continuou a falar sacanagens no telefone. Disse a ele que toparia e perguntei se ele tinham alguma roupa de couro. Ele respondeu que não. E começou a falar que eu era uma putinha sacana. Eu estava exitado com a situação. Ele me perguntou se eu tinha mais roupas de couro e respondi que sim. Então ele me mandou deixar as roupas na entrada do apartamento e que era para eu ficar deitado na cama de barriga para baixo. Respondi que tudo bem. ele desligou o telefone. Fiquei pensando que eles não teriam coragem de ir, e ao mesmo tempo a imagem dos dois com roupas de couro me excitava. E eu putinha de dois machos. Peguei um short de couro, uma bermuda e deixei em cima da mesa. Fiquei sentado em uma cadeira esperando o interfone tocar. Estava tremendo e suando. o Interfone tocou, atendi. Ele disse para abrir. Destranquei a porta e fui para cama. Escutei a porta se abrir, sendo trancada. Meu coração estava disparado. O barulho dos dois trocando a roupa. O quarto estava escuro e via o vulto dos dois. Quando eles entraram no quarto acenderam a luz. Olhei para eles e meu coração bateu mais forte ainda. Eram dois jovens negros. As roupas tinham ficado justas nos dois. O cacete deles fazia um volume delicioso no couro. Um deles alisou minha bunda e falou para irmos para a sala. Levantei e fiquei entre os dois. Eles se apresentaram. Um se chamava Reinaldo e o outro Carlos. Carlos me pegou pelo braço e foi me puxando em direção a sala. Tinha dois sofás. Reinaldo empurrou um deles e deixou um espaço pequeno entre eles. Carlos sentou no da direita e Reinaldo sentou no da esquerda. Carlos me mandou entrar no meio e ajoelhar. Obedeci. eles passavam a mão na minha bunda, nas minhas pernas. Beijavam meu pescoço, lambiam minha orelha. Não aguentei de tesão e começei a alisar os dois cacetes por cima do couro. Estava adorando aquilo. Carlos forçou minha cabeça em direção a seu cacete. Eu lambia o couro, sentia com a língua seu cacete duro. Reinaldo me levantou e minha bunda ficou a sua disposição. Carlos não aguentou e abriu a bermuda. Tirou seu cacete lá dentro. Era uma delícia. Lambi a cabeça, o membro e começei a enfiar ele todo na boca. Sentia a língua do Reinaldo lamber minha bunda, meu rego, meu cuzinho. as vezes ele forçava a língua para entrar. Estávamos na maior pegação quando o telefone tocou. Tomei um susto e tirei o cacete da boca. Falei para os dois que deveria ser minha esposa e que tinha que atender. Implorei para que não fizessem barulho para não me comprometer. Carlos deu um sorriso para Reinaldo e disse que tudo bem. Ao lado do sofá tinha uma mesa com um telefone. Atendi e realmente era minha esposa. eu estava em pé ao lado da mesa. Estava falando com minha esposa quando Reinaldo se ajoelha e começa a alisar e beijar minha bunda. Eu tentei sair e ele me segurou. fiquei nervoso com a situação. Fui relaxando e começei a rebolar na cara de Reinaldo. Carlos veio, subiu em cima de uma cadeira e ficava passando seu cacete na minha cara. Não sei como consegui conversar com ela. Mas me deixava louco aquela situação. Eu falava com ela, rebolava na cara de um , sentia o cacete de outro na cara, as vezes pegava e alisava ele. Quando despedi dela e desliguei não aguentei de tesão. Enfiei aquele cacete negro na boca e chupava com vontade. Reinaldo se deitou no chão e sentei em cima de sua cara. Sentia sua língua entrando no meu cuzinho e chupava e lambia com vontade o cacete do Carlos. Tirei o cacete do Reinaldo para fora do short de couro e começei a alisar ele. eu estava excitado demais. Rebolava mais na cara do reinaldo e batia uma punheta para ele. Carlos agora estava metendo em minha boca. Segurava minha cabeça e fazia o movimento de vai e vem. Reinaldo levantou meu corpo, saiu de baixo. fiquei de joelhos chupando carlos. Reinaldo voltou com duas camisinhas. Carlos abriu o pacote e me mandou colocar a camisinha nele. Quando a camisinha estava no lugar, Reinaldo sentou no chão e eu começei a chupa-lo. Carlos veio por trás e começou a enfiar seu cacete no meu cú. Estava difícil de entrar. Doia muito e eu contraia o cú. Carlos saiu e voltou com um creme de corpo da minha esposa. Falou que aquilo ia ajudar. Lambrecou meu cú com o creme. enfiava seus dedos e lubrificava tudo. Eu adorei a sensação. Carlos começou a enfiar seu cacete. ele deslizava para dentro. E eu continuei a chupar o cacete do reinaldo. Carlos enfiou tudo, eu rebolava em seu cacete e dava uma estocadas fortes. Quando estava quase gozando, tirou o cacete, tirou a camisinha e disse que queria gozar na minha cara. Reinaldo tomou o lugar de carlos e enfiou de uma vez. Seu cacete era mais fino e entrou facilmente. Reinaldo estava mais excitado. enfiava e tirava com força. Batia na minha bunda e falava sacanagens. Carlos batia punheta e de vez em quando enfiava o cacete na minha boca. Metia um pouco e tirava. Carlos começou a gozar e lambrecou minha cara. Ele segurava o cacete e espalhava porra no meu rosto todo. E reinaldo continuava a meter e a bater na minha bunda. Percebi quando Reinaldo não aguentou e gozou também. Ele batia e enfiava até o fundo. foi tirando seu cacete lentamente. Com todo cuidado tirou a camisinha. Paraceia que ele não gozava a muito tempo, de tanta porra que tinha lá dentro. Ele pegou a camisinha e começou a derramar a porra na minha cara. Eu sentia ela escorrer e passava a mão espalhando. Tinha a sensação que minha cara estava branquinha. Os dois ficaram deitados e fui ao banheiro. Começei a bater uma punheta lembrando de tudo e passando a mão na porra. Tirei o vestido e as meias.
Entrei no box , sentei no chão e continuei a bater uma punheta. Os dois entraram no banheiro e me vendo no chão batendo uma punheta, começaram a mijar em cima de mim. Eu batia a punheta mais gostosa da minha. A urina quente caia no meu rosto , no meu corpo, no meu cacete, molhou toda a calcinha. Não demorou muito gozei feito um louco.
Até hoje sou a putinha de couro dos dois. E ele mantem a palavra de nada contar a minha esposa, desde claro, que eu seja cada vez mais sacana e gostosa. Já fizemos em vários locais, mais isto fica para um próximo relato.
Se alguém tiver a fantasia de tranformar outro macho em uma verdadeira putinha de couro é só me escrever.
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