Levando o Filho do meu amigo ao banheiro 4
Enquanto Daniel ia ao depósito, Vitor e eu fomos para sala, mas dessa vez eu abri as cortinas e abri um pouco as janelas, sentei no sofá e quando Vitor ia sentar do meu lado, eu falei pra ele assistir na minha frente de pé, então ele se virou para assistir em pé no meio das minhas pernas, e eu com aquela maravilhosa visão da bundinha dele perto do meu cabeção, na hora meu pau cresceu de novo apontando para aquela bundinha, meu pau cresceu tanto que a cabeça se escondeu nas nádegas do garoto, ele já acostumado nem falou nada, mas eu estava com tanto tesão, que meu pau ficou todo babado nas nádegas dele, melei tanto aquela bundinha, que no reflexo do vidro da janela eu vi uma gota transparente pendurada saíndo da bundinha dele, ele mal percebia que era meu cabeção babando daquele cuzinho quente, eu babei tanto que ficou bem lubrificado, eu já vi a oportunidade de penetrar, fiquei imaginando: se aquele cuzinho é tão quente por fora, imagine como será lá dentro. Peguei na cintura dele e comecei a fazer vai e vem, e falei pra ele se ele podia me ajudar tirar leite com o cuzinho dele, ele ficou meio pensativo, enquanto ele fazia aquela carinha eu empurrava minha cabeça que acabou entrando com facilidade devido a lubrificação sem mesmo dar tempo dele responder, ele levou um susto e falou:
- aí tio da ardendo.
- calma! Eu já tirei, mas é assim mesmo da primeira vez, depois de fazer de vagar por algumas vezes essa sensação passa.
- mas parecia que tava me rasgando
- essa sensação é normal, você não está acostumado, logo você verá que é gostoso.
- tá bom então.
Forcei de novo e entrou, dei mais uma empurradinha mas percebi que estava seco lá dentro, tirei e quando coloquei de novo deu pra deslizar a metade, senti o cuzinho dele pulsando por estar sendo alargado com uma rola, fui fazendo os movimentos na cintura dele de vai e vem por alguns mins, Daniel aparece estacionando o carro, aquele cuzinho estava tão bom, que eu não queria tirar meu pau dali, era tão apertado que parecia que o cuzinho dele mordia meu pau. Falei pra ele disfarçar e continuar sem resmungar, se não eu não ia mais gostar dele. Ele aceitou e ficou lá parado de pé no meio das minhas pernas com meu pau atolado no cu. Daniel entra na sala e pergunta se está tudo bem, eu falo que sim e que estamos assistindo um pouco, ele comeca a conversar comigo e nem percebe seu filho estava com a rola no cu, ele começa falar do valor dos materiais, trânsito e eu só piscando a rola no cu do menino, então eu falo pra ele ir falar com os pedreiros que eu continuo cuidado do Vitor, assim que Daniel da as costas, meu pau jorra porra no cu do menino, eu fiquei todo trêmulo com aquelas sensações, esperei terminar de gozar e levei ele correndo para o banheiro tirar a porra, enquanto eu subia para o banheiro com ele no colo, minha rola seguia pingando gozo pela casa toda, cada degrau da escada era uma balançada e um gota branca. No banheiro ele falou que a barriga doeu um pouco quando eu coloquei o pipi nele, eu falei que vai passar assim como passou a ardência, e ele fala, nossa tio, eu caguei uma gosma branca, eu falei que era o leite que saiu lá, ele ficou triste falando que estava começando a gostar do leite e que queria na boca, eu falei pra ele que não ia faltar oportunidade.
A tarde vou chegando, já era 18h faltava uma hora para Laura chegar, logo me aprontei com meu shorts e falei que ia pra casa. Daniel pediu desculpas por não conseguir dar tanta atenção hoje, mas que era pra gente marcar a piscina para o final de semana. Aguardo ansioso...
- aí tio da ardendo.
- calma! Eu já tirei, mas é assim mesmo da primeira vez, depois de fazer de vagar por algumas vezes essa sensação passa.
- mas parecia que tava me rasgando
- essa sensação é normal, você não está acostumado, logo você verá que é gostoso.
- tá bom então.
Forcei de novo e entrou, dei mais uma empurradinha mas percebi que estava seco lá dentro, tirei e quando coloquei de novo deu pra deslizar a metade, senti o cuzinho dele pulsando por estar sendo alargado com uma rola, fui fazendo os movimentos na cintura dele de vai e vem por alguns mins, Daniel aparece estacionando o carro, aquele cuzinho estava tão bom, que eu não queria tirar meu pau dali, era tão apertado que parecia que o cuzinho dele mordia meu pau. Falei pra ele disfarçar e continuar sem resmungar, se não eu não ia mais gostar dele. Ele aceitou e ficou lá parado de pé no meio das minhas pernas com meu pau atolado no cu. Daniel entra na sala e pergunta se está tudo bem, eu falo que sim e que estamos assistindo um pouco, ele comeca a conversar comigo e nem percebe seu filho estava com a rola no cu, ele começa falar do valor dos materiais, trânsito e eu só piscando a rola no cu do menino, então eu falo pra ele ir falar com os pedreiros que eu continuo cuidado do Vitor, assim que Daniel da as costas, meu pau jorra porra no cu do menino, eu fiquei todo trêmulo com aquelas sensações, esperei terminar de gozar e levei ele correndo para o banheiro tirar a porra, enquanto eu subia para o banheiro com ele no colo, minha rola seguia pingando gozo pela casa toda, cada degrau da escada era uma balançada e um gota branca. No banheiro ele falou que a barriga doeu um pouco quando eu coloquei o pipi nele, eu falei que vai passar assim como passou a ardência, e ele fala, nossa tio, eu caguei uma gosma branca, eu falei que era o leite que saiu lá, ele ficou triste falando que estava começando a gostar do leite e que queria na boca, eu falei pra ele que não ia faltar oportunidade.
A tarde vou chegando, já era 18h faltava uma hora para Laura chegar, logo me aprontei com meu shorts e falei que ia pra casa. Daniel pediu desculpas por não conseguir dar tanta atenção hoje, mas que era pra gente marcar a piscina para o final de semana. Aguardo ansioso...
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