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Numa noite na barraca

📅 Publicado em: 31/12/2004 22:00

👤 Autor: insone

Certa vez alguns anos atrás convidei uma mulher com quem estava querendo transar para acampar no fim de semana. Já havia ficado com ela algumas vezes no passado após conhecê-la numa festa. Vou chamá-la de Joana, ela tinha por volta de 30 anos, magra, atlética, branquinha, bem peituda e com uma bundinha pequena mas deliciosamente durinha. Ao sair de Brasília, não houve nada na viagem, somente conversamos bastante, mas eu já tinha planos bem lascivos para ela. Chegamos à noite, montamos a barraca num camping dentro da cidade e saímos para comer um lanche. Como não tinha nada a fazer, acabamos voltando para o camping cedo. Dando início ao que planejara, convidei-a a tomar um vinho na barraca... ficamos bebendo, conversando e comecei um jogo de adivinhação. Quem perdia a cada rodada tomava meio copo de vinho. Lá pelas tantas, já na segunda garrafa, eu tinha bebido o dobro que ela e propus que ao invés de beber, quem perdesse teria que atender a um pedido do outro. Ela ficou meio desconfiada, mas acabou topando graças ao efeito inebriante do vinho. No início só teve pedido sem graça, até que eu pedi um beijo dela... Trocamos um beijo de língua molhado, encostando-nos um contra o outro. Nessa hora meu pau já deu sinal de vida e ela ficou bem “animada”, começando a fazer pedidos sacanas também... Pediu para que eu a abraçasse e beijasse seu pescoço. Na vez seguinte, fiz ela tirar a camisa que usava e, ante aqueles deliciosos seios fartos e brancos, já durinhos pelo frio e pelo desejo, mamei desesperadamente, tirando gemidos dela. A partir daí só rolou putaria, ela começou a chupar meu pau meio desajeitadamente, mas com muita volúpia: engolia ele inteiro, chegando até a garganta, me causando uma sensação gostosa e quente... Deitei-a sobre o colchonete e comecei a chupá-la inteira, subindo pelas coxas, passando pela vagina e chegando até os seios para depois começar uma sessão apenas no clitóris. Ela ficou alucinada, dava gritinhos e comprimia minha cabeça com as mãos. Chupei aquela bucetinha molhada por vários minutos extenuantes, até cansar. Me separei do seu sexo e falei para ficar pegando no meu pau enquanto pegava a camisinha... Colocado o preservativo, fui metendo na sua bucetinha com o cuidado que consegui ter na hora, o que nem era necessário, pois ela já estava totalmente relaxada e molhada. Comecei a meter fundo, indo e voltando com movimentos amplos, aumentando o ritmo progressivamente. Nesse momento tive que colocar a mão em sua boca pois a danada gritava de prazer, alertando todos nas outras barracas. Depois de mais de dez minutos ela gozou pela primeira vez, ficando com as pernas trêmulas e querendo parar. Apenas reduzi o ritmo e continuei a fodê-la por um bom tempo, até que ela chegou ao clímax pela segunda vez e se desvencilhou de mim, não agüentava mais. Eu não conseguia terminar de tão bêbado que estava, e nem me preocupei com isso, apenas apaguei abraçado a ela, sentindo tudo rodar. Acordei de madrugada com frio, ainda muito bêbado, e saí da barraca para urinar... acabei indo ao banheiro onde vomitei um pouco. Voltei para a barraca, ela dormia profundamente, estava nua quando puxei o cobertor. Ao ver seu corpo nu, aqueles seios lindos (sou louco por seios!) à minha mercê, fiquei novamente excitado... tentei acordá-la, mas ela apenas pronunciava palavras desconexas. Nesse momento uma idéia louca surgiu na minha cabeça: deitei sobre ela, cobrindo-nos com o cobertor e comecei a apalpar seus seios e a tentar acordá-la... Falei que queria transar novamente, que já tinha posto a camisinha. – Me fode, me come ! – ela dizia desnorteada. Penetrei naquela carne macia e quente, a primeira vez sem proteção, e como era bom!! Sentia duas vezes mais prazer! Ela, meio dormindo, meio acordada, gemia para que fizesse mais forte. Fiquei fodendo por um bom tempo e quando senti que finalmente chegava próximo do fim, tirei e comecei a me masturbar, me aproximando do seu rosto. Veio um jato forte de esperma, que atingiu sua boca, seu nariz, escorreu pelo rostinho até chegar ao pescoço. Caí para o lado ainda sentindo um clímax prolongado: sempre tive a fantasia de terminar daquele jeito. No momento do banho ela tão somente emitiu um resmungo. Antes de cair no sono, tive o cuidado de limpar seu rosto do jeito que consegui, além de abrir um preservativo e jogá-lo no chão da barraca para o caso dela se lembrar do que acontecera. No dia seguinte ela nem suspeitou de nada. O resto do fim de semana foi muito bom, com inúmeras trepadas se alternando com visitas a cachoeiras próximas. Mesmo no desconforto que é transar dentro de uma barraca, fodemos diversas vezes, em todas as posições possíveis. Ela adorava trepar sentada no meu pau, cavalgando loucamente. E eu sempre me lembrava daquele rostinho todo melado de porra nas horas em que transávamos e ela me falava várias vezes para não terminar em sua boca quando estava me chupando. Ainda tentei comer seu cuzinho no último dia, mas ela vetou logo no começo porque estava doendo muito. Voltamos para casa, minhas mãos insistentemente percorriam suas coxas e só de pensar em como faria para repetir aquela incrível gozada e comer aquela bundinha eu já ficava de pau duro de novo. Se você gostou deste conto/relato e tem taras a respeito de gozadas faciais, sexo oral até o fim e sexo anal, mande-me um e-mail para que possamos trocar experiências e outras histórias excitantes. Insone - e-mail: [email protected]
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