Meu pai, meu cavalo
Meu nome é Matheus, tenho 22 anos, sou branco, alto, loiro, magro definido, 19 cm de pau e uma bunda sempre maior que o resto. Fui morar fora a trabalho e vim pra casa dos meus pais, numa fazenda, nas férias.
Algo que prendeu minha atenção logo que cheguei foi um cavalo branco recém chegado que ficava no pasto com uma égua igual a ele. Confesso que cavalos sempre me fascinaram pelo tamanho monumental de seus pênis. Fiquei os observando por muito tempo, na esperança de vê-lo de pau duro e satisfazer meus desejos.
Certo dia, finalmente, ouvi uns barulhos, fui ver e lá estava ele em toda sua glória. Fui correndo pela estrada a fim de observar de perto e bater uma punheta gostosa com aquele cacete majestoso balançando correndo atrás da égua. Fiquei tão vidrado naquilo que não percebi outra presença perto de mim: meu pai.
Meu pai é um homem de quarenta e poucos anos, forte pelo trabalho braçal, branco dos olhos azuis e sempre exibiu um volume considerável na cueca lá em casa. Apesar dos meus esforços, nunca vi seu pau duro, só algumas vezes meia bomba depois de fuder minha mãe ou mole enquanto mijava. Desta vez, porém, percebi que não era só eu que estava enlouquecido com a cena: logo que olhei para baixo, vi que também estava de pau duro.
— “Matheus, o que você tá fazendo?”
— “E-eu p-pai t-tava…”
— “Tá bom, já tô vendo. Não precisa esconder. Olha como eu tô também”
E nisso, meu pai colocou seu cacete grosso de uns 25 cm pra fora da calça, pulsando e babando como nunca tinha visto, e começou a punhetar. Meu sonho ali diante dos meus olhos. Fiquei, mais ainda, sem reação.
Naquele momento, a égua já tinha dado um fora no cavalo, e seu pau já estava retraído de novo. Mas nós tínhamos que aliviar o tesão de alguma forma:
— “Caralho filho, me desculpa, mas esse negócio me deixa louco. Aquela buceta gostosa da égua levando essa tora, isso é bom demais. Tô vendo que você também gosta”.
Bem, no fim das contas, meu pai ainda achava que eu tava interessado na égua, então nada de rola pra mim. Precisando de dar uma esfriada na cabeça e uma gozada bem inspirada, propus ao meu pai que sentássemos ali mesmo na estrada e batêssemos uma. Não tem muito movimento e, honestamente, seria um presente pra quem visse. Ele topou na hora, acho que o tesão já tava afetando o bom senso. Tirei minha roupa e pendurei na cerca, meu pau continuava duro igual pedra, agora nem tanto pelo cavalo, mas pelo mastro do meu pai. Era tudo que eu conseguia pensar. Enquanto punhetava, tentei não ficar olhando muito pra ele, mas era impossível. Não sei se ele percebeu alguma coisa. Gozamos juntos, nos limpamos como deu e subimos pra tomar um banho.
Como a casa só tinha um banheiro, minha mãe havia saído e não tinha mais nada a esconder, tomamos juntos. Tive que ficar virado pra parede na maior parte do tempo, porque meu pau já tava duro de novo. Meu pai acabou vendo, deu um tapa nele:
“Safado”
Só ri e continuei. Quando terminamos, combinamos que sempre que víssemos, era pra chamar o outro pra irmos lá brincar um pouco. E assim ficou por mais ou menos uma semana, até que meu pai começou a adestrá-los.
CONTINUA
Se alguém tiver alguma sugestão pra continuação ou quiser conversar sobre, me chama no twitter @whitehotrose
Algo que prendeu minha atenção logo que cheguei foi um cavalo branco recém chegado que ficava no pasto com uma égua igual a ele. Confesso que cavalos sempre me fascinaram pelo tamanho monumental de seus pênis. Fiquei os observando por muito tempo, na esperança de vê-lo de pau duro e satisfazer meus desejos.
Certo dia, finalmente, ouvi uns barulhos, fui ver e lá estava ele em toda sua glória. Fui correndo pela estrada a fim de observar de perto e bater uma punheta gostosa com aquele cacete majestoso balançando correndo atrás da égua. Fiquei tão vidrado naquilo que não percebi outra presença perto de mim: meu pai.
Meu pai é um homem de quarenta e poucos anos, forte pelo trabalho braçal, branco dos olhos azuis e sempre exibiu um volume considerável na cueca lá em casa. Apesar dos meus esforços, nunca vi seu pau duro, só algumas vezes meia bomba depois de fuder minha mãe ou mole enquanto mijava. Desta vez, porém, percebi que não era só eu que estava enlouquecido com a cena: logo que olhei para baixo, vi que também estava de pau duro.
— “Matheus, o que você tá fazendo?”
— “E-eu p-pai t-tava…”
— “Tá bom, já tô vendo. Não precisa esconder. Olha como eu tô também”
E nisso, meu pai colocou seu cacete grosso de uns 25 cm pra fora da calça, pulsando e babando como nunca tinha visto, e começou a punhetar. Meu sonho ali diante dos meus olhos. Fiquei, mais ainda, sem reação.
Naquele momento, a égua já tinha dado um fora no cavalo, e seu pau já estava retraído de novo. Mas nós tínhamos que aliviar o tesão de alguma forma:
— “Caralho filho, me desculpa, mas esse negócio me deixa louco. Aquela buceta gostosa da égua levando essa tora, isso é bom demais. Tô vendo que você também gosta”.
Bem, no fim das contas, meu pai ainda achava que eu tava interessado na égua, então nada de rola pra mim. Precisando de dar uma esfriada na cabeça e uma gozada bem inspirada, propus ao meu pai que sentássemos ali mesmo na estrada e batêssemos uma. Não tem muito movimento e, honestamente, seria um presente pra quem visse. Ele topou na hora, acho que o tesão já tava afetando o bom senso. Tirei minha roupa e pendurei na cerca, meu pau continuava duro igual pedra, agora nem tanto pelo cavalo, mas pelo mastro do meu pai. Era tudo que eu conseguia pensar. Enquanto punhetava, tentei não ficar olhando muito pra ele, mas era impossível. Não sei se ele percebeu alguma coisa. Gozamos juntos, nos limpamos como deu e subimos pra tomar um banho.
Como a casa só tinha um banheiro, minha mãe havia saído e não tinha mais nada a esconder, tomamos juntos. Tive que ficar virado pra parede na maior parte do tempo, porque meu pau já tava duro de novo. Meu pai acabou vendo, deu um tapa nele:
“Safado”
Só ri e continuei. Quando terminamos, combinamos que sempre que víssemos, era pra chamar o outro pra irmos lá brincar um pouco. E assim ficou por mais ou menos uma semana, até que meu pai começou a adestrá-los.
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