EPISÓDIO 02 - DESCOBRINDO MEU MANO
Tenho 40 anos bem vividos e resolvi abrir minha vida contando algumas experiências vividas no afã do prazer e da descoberta. Casei-me cedo, tinha 18 anos quando conheci Roberto um dos administradores da rede de lojas do meu pai. Roberto me maravilhou desde o primeiro momento, era um jovem cheio de vida, sonhador que queria vencer na vida por meios próprios e batalhou muito antes de chegar ao posto de Gerente Sênior da matriz. Casamo-nos no dia 19 de maio de 1984, um sábado cheio de sol.
Parecia que a vida havia me dado um presente sem igual, tudo era maravilhoso, um verdadeiro sonho que durou pouco, apenas nove meses desde aquele sábado maravilhoso. Roberto estava voltando da reunião anual de gerentes no dia 24 de fevereiro de 1985 quando um caminhão carregado de madeiras bateu de frente com a veraneio da firma matando o motorista e dois dos cinco passageiros; entre eles o meu Roberto. Fiquei arrasada, amava de verdade aquele moreno de olhos esverdeados e entrei em depressão.
Não era para menos. Com apenas 21 anos era uma viúva arrasada, meu mudo ruíra. Meus pais tentaram me levar de volta para casa, mas sentia que se deixasse nosso pequeno apartamento estaria varrendo Roberto em definitivo de minha vida. Meu lugar era ali e era ali onde eu havia passado alguns dos melhores momentos de minha vida.
Pelo menos passe uns dias conosco! papai sugeriu Depois você volta...
Não aceitei, queria ficar no lugar onde as lembranças eram mais vivas, onde eu e meu marido havíamos traçado planos para nosso futuro.
Promete que liga quando precisar? mamãe entendia o que eu sentia, sempre foi assim, sabia antes de todos o que povoava minha mente.
Chorei muito quando os dois saíram e me deixaram só, mas eu precisava daquela solidão para poder reencontrar meu rumo, refazer os planos e caminhar com meus próprios pés.
Os primeiros nove dias foram arrasadores, a todo instante escutava a porta abrir e me levantava ansiosa imaginando que Roberto entraria sorrindo, contando piadas, dizendo que aquilo tinha sido um sonho absurdo. Mas ele não entrava e eu voltava a cair naquele sofrimento que infernizava minha vida até que, em uma noite, mamãe ligou perguntando sobre como eu estava levando a vida. Chorei muito e ela sentiu que, se não fizesse alguma coisa, eu poderia entrar em parafuso e enlouquecer.
No dia seguinte ela chegou cedo no apartamento e se escandalizou com a sujeira e bagunça generalizada. Desde aquele dia fatídico não mais havia sequer varrido o lixo e a cozinha mais parecia um monturo de quentinha jogadas por todo espaço, minhas roupas jogadas pela casa toda e poeira tomando conta dos móveis.
Assim não vai dar, minha filha! sentou-se na cama onde eu me jogara Você tem que dar a volta, sacudir a poeira e viver!
Não adiantou nada dizer da minha dor, do quanto Roberto me fazia falta.
Vamos passar uns dias conosco... Olha! levantou e recolheu as roupas jogadas pelo quarto A gente faz o seguinte! Trago a Neuza para dar um jeito nessa bagunça e depois você volta...
Novamente não aceitei sair de casa, mas deixei que ela trouxesse a Neuza e prometi que ligaria toda noite falando de como eu estava.
O Nelson conseguiu transferir o curso, chega por esses dias! Nelson é meu irmão que morava em João Pessoa onde estudava engenharia Quem sabe se ele não te anima?
Meu irmão é um ano mais velho que eu e sempre fomos bastante ligados. Desde 83 morava na Paraíba e vinha passar sempre as férias conosco, mas não pode vir para o enterro, coordenava uma turma de universitários encarregados em desenvolver uma engenhoca que permitisse melhor aproveitamento da energia solar e estava no México estudando um tipo de células voltaicas utilizadas no deserto. Só quando retornou ao Brasil é que soube do acidente.
Ele te ligou? lembrei que o telefone tocara durante o dia todo e que eu não atendera porque não identificara o numero no bina.
Disse que não, só atendia telefones de casa.
Ele falou que tentou ligar várias vezes e que você nunca atendia... Ele pensa que o telefone está com defeito...
Fique realmente feliz com a volta do Nelsinho e chorei convulsivamente quando ele foi me visitar, no dia seguinte, com meus pais.
Sofri muito quando soube... falou abraçado a mim Tentei vir o mais rápido possível, não deu...
Ele queria deixar tudo e voar pra cá! papai falou sentado no sofá abraçado com mamãe Ainda bem que ele teve a sensatez de desistir, terminaria perdendo a bolsa...
Vim ficar contigo... sussurrou em meu ouvido O velho conseguiu minha transferência...
Tentei demove-lo da idéia de ficar morando em meu apartamento que fica muito longe da faculdade, a casa do papai era mais perto e...
Ele tem razão filha. mamãe interferiu Pelo menos até as coisas se ajustarem!
Foi assim que Nelsinho veio morar comigo e dou graças a Deus por ter aceito a sugestão. O que vou contar a partir de agora é um outro sonho maravilhoso que vivi a partir daquele dia.
* * * * * * * * * *
07/06/83 - terça-feira
Já fazia quase quatro meses desde a morte de Roberto, Nelson foi uma companhia super gostosa. No início tentei continuar naquela névoa de sofrimento, mas o mano não era de entregar os pontos com facilidade e passou a inventar mim maneiras para me distrair. Aos poucos fui me reacostumando à alegria contagiante do Nelson, às brincadeiras, piadas e, principalmente, às comidas que inventava.
Nelson é um homem muito bonito: loiro, olhos esverdeados, alto e com uma inteligência que deixa a gente estonteada.
Aos poucos fomos alterando até mesmo as posições dos móveis. Era para dar nova forma à casa, falou brincando.
Não sei o que seria de mim sem tua presença, Nelson falei percebendo que já não havia tanto vazio em minha vida Tua vinda melhorou meu astral!
Ele riu e me abraçou forte.
Minha garotinha não pode ficar sempre triste... senti o batucar de seu coração e uma estranha felicidade tomou conta de mim.
Conversamos muito sobre a vida e ele contou das experiências em João Pessoa e das aventuras no deserto mexicano.
Tu ias adorar aquela gente... estávamos sentado na varanda apertada do apartamento Apesar de eu não entender quase nada do que eles falavam... riu divertido das diabruras que ele e os amigos aprontaram por lá.
E aí? Pintou alguma mexicana em tua cama?
Não sei por que perguntei, mas ele continuou brincando e não percebeu minha agonia crescente.
Dei minhas pimbadas por lá! se ajeitou na cadeira de macarrão e virou-se para mim Juanita foi um achado e tanto!
Tinha certeza que meu garoto ia deixar alguma suspirando por lá!
Levantei entristecida.
Que foi? Falei alguma coisa errada? ele ficou sério e preocupado.
Não! Eu é que ando meio carente ultimamente...
Nelson ficou um tempo olhando para mim antes de também levantar-se e entrar para a sala.
Tu estais com saudades do Roberto, não é?
Nunca deixei de sentir sua falta...
Mas, e eu? me encarou.
Que tem?
Tenho se portado bem, não tenho?
Já te falei que és maravilhoso... Não sei que faria sem você!
No dia seguinte mamãe veio nos visitar. Nelson havia saído para a faculdade e so voltaria no final da tarde.
Como está a vida, minha filha! mamãe me abraçou Pelo que vejo já não é mais a bezerra desmamada que chora pelos cantos. rimos e fomos para a copa.
Graças a Deus que o Nelson veio... falei enquanto coava café novo Sem ele eu estaria pirada!
Conversamos animadas e ela contou das novidades do papai e das lojas.
Ele tem se portado bem? perguntou de repente e eu não entendi.
Quem, mãe?
Nelson! Quem mais poderia ser? ela tinha um sorriso maroto estampado no rosto Ainda não te atacou?
Fiquei chocada com o comentário.
Quem me atacou?
Mamãe balançou a cabeça divertida.
Ora, Ana Carolina! passou o braço em meu ombro e fomos para a sala Não me diga que não aconteceu nada?
O que teria que acontecer?
Nos sentamos nas almofadas espalhadas pelo chão. Mamãe também casou muito nova e me teve antes dos dezesseis, naquele ano ela estava com 42 e continuava muito bonita, nem parecia que tinha um casal de filhos com 22 e 21 anos e que já era viúva.
Quer dizer que vocês estão morando nesse apartamento há quase quatro meses e nunca rolou nada? parecia que ela não ia acreditar que éramos apenas irmãos e que Nelson jamais havia tentado nada Porra garota! Na tua idade eu já tinha avançado o sinal...
Que é isso mãe? estava realmente estarrecida com o que ela falou O Nelsinho é meu irmão?
Nem uns amassinhos, uns toques? ela estava rindo de mim É difícil de crer nisso, minha filha.
Sempre fomos assim, não temos essa tal barreira das gerações. Foi mamãe quem me deu as primeiras dicas sobre sexo e me aconselhou em todos os momentos de minha vida.
Você sabe que não tem essas frescuras conosco... acarinhou minha cabeça E que nunca escondi nada de você...
Sei disso, mãe! deitei em seu colo Mas juro que nunca fizemos nada de errado...
Mamãe se encostou à parede e ficamos um tempão caladas.
Tu não sentes tesão por ele? quebrou o silêncio.
Não como homem... A senhora sabe disso...
Mas... incentivou-me a continuar.
Ele é um gato, não é mesmo? sorri encabulada Deve ser um garanhão na cama!
Mas já pensou? Não pensou?
Tem noite que sinto vontade de dar uma boa trepada... Mas... Fico morta de vergonha e me sinto uma depravada só de pensar nessas coisas deitei de bruços apoiando o queixo nas mãos O que a senhora faria?
Foi a vez dela perder o rebolado e a gaguejar sem saber o que responder.
Sei não, filha! Nunca vivi uma situação com essa... levantou arrumando a saia vermelha Acho que deixava as coisas irem devagar...
A senhora já praticou incesto?
Mamãe parou estática, notei que a pergunta tinha tocado bem dentro dela, mas ela não tinha irmãos, só duas irmãs: tia Ana, mais velha e a tia Clara, a caçula.
Com quem?
Com o vovô, por exemplo? ela me encarou espantada, não esperava que eu mudasse o jogo.
Não! O papai sempre foi muito respeitador... Nunca sequer se aproximou de mim, ou das meninas... caminhou até a cozinha de onde voltou com uma garrafa de vinho e dois copos de pé Por que você perguntou isso?
Ora, mãe? Foi a senhora quem começou com esse papo de eu trepar com o Nelson...
Ela abriu a garrafa e encheu os dois copos. Voltou a sentar e ficamos bebericando o vinho branco.
Tive um arranha-rabo com o Neto... voltou a falar Quase deu a maior confusão quando a mamãe nos pegou uma noite riu divertida O coitado levou a maior surra da vida...
Mas ele não é padre? lembrei do padre Alberto Neto.
Pois é filha! Hoje ele é padre... Mas era uma perdição, principalmente quando nos reuníamos na quinta do tio João na Mata do Jipão... reabasteceu nossos copos Era o primo mais bonito e quase perdi o cabaço pra ele passou a mão entre as pernas e vi que ela estava acesa Depois disso a gente nunca mais se viu, até a ordenação em Caxias.
Continuamos conversando sobre sexo até perto das duas da tarde, quando nos lembramos que não havíamos almoçado. Mamãe ligou para o restaurante do bairro e pediu frango à passarinha. Comemos rindo das loucuras que ela contava.
E nunca teve nada com as tias? apimentei.
Só coisas de crianças, nada sério...
Ela olhou as horas e levantou de um pulo.
Puta merda! Tô atrasada... foi ao banheiro escovar os dentes e saiu apressada Cuidado para não pegar filho!... me abraçou rindo e saiu correndo.
Minha mãe sempre foi assim e acho que, por isso, viveu a vida do jeito mais saboroso, mas daí a atacar meu irmão era outra conversa. Apesar dos quase quatro meses sem ter um homem, ainda não estava preparada.
* * * * * * * * * *
Foi em um sábado que passei a vê-lo com mais acuidade.
Ele ficou dormindo um pouco mais, pois não ia ter aulas naquele dia. Quando finalmente acordou eu estava na cozinha dando uma arrumada nos armários e levei um susto.
Oi gata! estava encostado na parede rindo Acordou disposta hoje?
Bom dia! Belo adormecido... sorri de volta e continuei o que fazia Tomo teu café e vem me ajudar...
Nelson sentou à mesa para tomar o café, mas continuou olhando para cima. Pelo canto do olho notei que ele não tirava o olho de minhas pernas e, com toda certeza, de minha calcinha branca.
Você deveria ter vestido uma bermuda... falou meio sem graça quando percebeu que eu notara seu olhar.
Que tem? segurei no armário e virei para ele Estou te incomodando?
Ele abaixou a vista constrangido.
Não! Não me incomoda...
Tu ficou vermelho, bobinho! ri divertida com o constrangimento do mano Que tem olhar meu fundilho?
Nada! Nada... e continuou tomando o café quente.
Termina logo e vem me ajudar... Segura a escada?
Fiquei mais tempo que o necessário, só para sacanear com ele. Quando finalmente resolvi descer, quase me estrepo com uma queda e só não cai porque ele me aparou. Foi aí que senti, na minha bunda, o cacete duro. Ele percebeu que eu senti o roçar, e eu aproveitei para empurrar mais ainda só para ver o tamanho.
Ele largou minha cintura e saiu, quase correndo, em direção ao banheiro.
À tarde, depois do almoço, entrei no meu quarto para tirar uma soneca. Ainda podia sentir o cacete do meu irmão vibrando em minha bunda. Tomei um banho e me deitei só de calcinhas.
Aninha? escutei leves batidas na porta Tu estais deitada?
Me cobri com o lençol e falei que poderia entrar. Ele sentou na beirada da cama e começamos a conversar.
Como é? Já pintou algum namorado? perguntou depois de algum tempo.
Não! Não estou preocupada com isso... Basta-me te ter aqui! respondi e encarei para ver se ele teria alguma reação anormal.
Sabe mana! Acho que vou mudar para a casa do papai... Comigo aqui tu não tens liberdade para trazer namorado...
Que é isso Nelson! Pode ir esquecendo essa besteira... Já te falei que não tenho nenhum namorado... Tua presença é tudo o que mais quero nesse mundo!
É diferente Ana! olhou para mim Tu não sentes falta de um homem contigo?
Só quando vou dormir... ri baixinho E, durante o resto do tempo eu tenho um homem bonito, amável, carinhoso e gostoso comigo segurei sua mão e chupei a ponta do dedo polegar.
Tu não sente falta de sexo? ele falou de uma maneira tão natural e singela que me emocionou.
Isso meu irmãozinho também poderia me satisfazer... ele puxou a mão como se tivesse levado um choque.
Não estou te entendendo, Ana Carolina... Deixa de doidisse, menina!
Que é que tem? Por acaso tu não és homem e eu uma mulher? tirei a coberta e vi que ele voltou a se encher de tesão E já é hora da gente resolver isso de uma vez por todas...
Ele ficou parado emudecido olhando fixo para meus seios.
Que é isso, Ana? estremeceu e vi que seu cacete estava duro Tu és minha irmã!
Voltei a segurar sua mão e trouxe para meu seio. Estava gelada e tremia um pouco.
Minha xoxota ta melada... fechei os olhos sentindo o corpo percorrido por centelhas elétricas Sei que tu também me queres...
Ele ficou parado, não mexia um músculo sequer.
Me faz gozar Nelson! Me fode!
Sentei na cama e empurrei seu corpo para o colchão, ele deixou-se empurrar sem desgrudar o olhar de mim. Fiquei de joelhos e tirei a bermuda que ele vestia e o cacete imenso pulou livre, fiquei espantada com o tamanho e a grossura.
Porra mano! Que cacete enorme!
Fiquei de quatro e abaixei o rosto até tocar a ponta do nariz na glande, ele gemeu baixinho. Abri a coca e lambi toda a extensão percebendo que poucas mulheres teriam coragem de trepar com ele, era muito grande. Abocanhei e comecei a fazer um boquete bem de leve imaginando como seria receber aquele mastro em minha boceta.
Nelson ficou deitado e parado sem acreditar no que eu fazia. Minha boceta ardia de tanto tesão por meu irmão. Estava realizando uma tara antiga que nunca tinha tido coragem de por em prática.
Senti alguns espasmos vindo do corpo de Nelson, olhei para seu rosto e o vi riste de olhos cerrados, mordia o beiço.
Me espantei com o primeiro jorro de porra batendo no fundo de minha boca, quase engasguei antes de engolir a primeira golfada. Parecia que não ia parar de esguichar, estava quase sem fôlego, já querendo desistir de engolir quando parou e ele segurou meus cabelos e me puxou para cima de seu corpo.
Tu és maluca Ana... Tu és maluca... murmurava sem parar ao meu ouvido.
Colei minha boca à dele e nos beijamos quase que com raiva, como dois animais sedentos por sexo.
Me fode Nelson... Mete esse cacete enorme em minha boceta... pedi sabendo que minha xoxota estava gotejando de tanto líquido, de tanto desejo incontido por meu irmão.
Ele levantou, tirou minha calcinha, separou minhas pernas trêmulas e posicionou a cabeça enorme na minha portinha sedenta.
Mete... Mete tudo... Quero sentir tua pica me rasgando...
Ele olhou para mim e deu uma estocada firme e senti que ele me abria em duas. Levantei minhas pernas e abri o máximo que pude a vagina que não sentia um cacete há muito tempo. Ele parou e olhou para entre minhas pernas e viu a cacete já ganhando meu interior, meu corpo tremia de tanto desejo, minhas carnes esquentaram e fechei os olhos sentindo um pouquinho de ardência nas beiradas escancaradas que abarcavam o membro ereto.
Ta doendo? perguntou baixinho quando viu que o cacete era muito grosso para minha xoxota.
Mete todo... Me fode, Nelson... Me fode...
Nelson deu mais algumas estocadas antes que eu sentisse nossas pélvis espremidas. Ele tinha metido tudo, ele estava todo dentro de mim e eu suspirei agoniada antevendo o que estaria porvir.
Cada estocada que dava parecia me elevar aos céus e ele estocava com carinho, com maestria de um amante que sabia tirar prazer da fêmea subjugada. Eu gemia baixinho não de dor, mas de prazer em ter novamente um macho metendo o caralho em minha xoxota.
Isso amado... Fode gostoso... Fode minha boceta...
Desde o primeiro toque nos grandes lábios comecei a gozar e parecia que não terminaria jamais. Era uma sensação que não senti nem mesmo quando meu amado Roberto me fodia. Era meu irmão metido em mim., era o cacete gostoso roçando minhas paredes internas elevando-me a um êxtase indescritível.
Ele também gemia e sussurrava baixinho todo o prazer que eu lhe dava. Parecia que estávamos fodendo a séculos, que aquela monstruosidade empalada roçava em uma fricção sem fim jamais chegaria ao fim. Minhas pernas escancaradas, apontando para o teto, já começavam a doer quando ele aliviou um pouco e tremeu de leve tentando sair de dentro de mim.
Ui! Ai! gemi Continua... Não pára!
Nelson estava lívido e percebi que ele iria sair quando cruzei as pernas sobre suas costas e pressionei meus calcanhares em seus rins no exato momento que ele explodiu dentro de mim e senti os esguichos tocando no mais profundo rincão de minha vagina sedenta.
Não! ele estava espantado, seu rosto era uma careta de susto Dentro não...
Mas não aliviei a pressão dos calcanhares e não deixei que ele saísse até que, desistindo, deixou-se cair pesadamente sobre mim e nos beijamos como dois amantes que chegaram ao clímax extremo e ficamos nos acariciando até que nossas respirações voltaram ao normal.
Não queria gozar dentro... Não queria gozar dentro... murmurou baixinho.
E eu não ia perder, por nada desse mundo, uma gozada como essa... ri e beijei a ponta de seu nariz Nunca fodi tão gostoso...
Porra, Ana Carolina! reclamou ainda assustado Não era para gozar dentro, sua doida!
Preocupa não... Estou tomando pílula... falei sorrindo e ele entendeu.
Ele levantou e foi para o banheiro e eu fique deitada sentindo o corpo leve e a mente desvanecida pelo prazer insano. Tinha fodido com o homem mais importante de minha vida, tinha realizado um sonho há muito acalentado e que só com a ajuda decisiva de minha mãe, tinha tido coragem de realizar. Passei a mão na xoxota ardida e senti o rio de porra escorrendo de dentro, melei o dedo e trouxe para a boca e senti o sabor de nossos líquidos misturados, o doce aroma de nossos sexos.
Pensei levantar para também tomar banho, mas desisti. Queria continuar sentindo o corpo impregnado com o aroma e sabor de meu amante. Virei de bruços e adormeci...
* * * * *
Parecia que a vida havia me dado um presente sem igual, tudo era maravilhoso, um verdadeiro sonho que durou pouco, apenas nove meses desde aquele sábado maravilhoso. Roberto estava voltando da reunião anual de gerentes no dia 24 de fevereiro de 1985 quando um caminhão carregado de madeiras bateu de frente com a veraneio da firma matando o motorista e dois dos cinco passageiros; entre eles o meu Roberto. Fiquei arrasada, amava de verdade aquele moreno de olhos esverdeados e entrei em depressão.
Não era para menos. Com apenas 21 anos era uma viúva arrasada, meu mudo ruíra. Meus pais tentaram me levar de volta para casa, mas sentia que se deixasse nosso pequeno apartamento estaria varrendo Roberto em definitivo de minha vida. Meu lugar era ali e era ali onde eu havia passado alguns dos melhores momentos de minha vida.
Pelo menos passe uns dias conosco! papai sugeriu Depois você volta...
Não aceitei, queria ficar no lugar onde as lembranças eram mais vivas, onde eu e meu marido havíamos traçado planos para nosso futuro.
Promete que liga quando precisar? mamãe entendia o que eu sentia, sempre foi assim, sabia antes de todos o que povoava minha mente.
Chorei muito quando os dois saíram e me deixaram só, mas eu precisava daquela solidão para poder reencontrar meu rumo, refazer os planos e caminhar com meus próprios pés.
Os primeiros nove dias foram arrasadores, a todo instante escutava a porta abrir e me levantava ansiosa imaginando que Roberto entraria sorrindo, contando piadas, dizendo que aquilo tinha sido um sonho absurdo. Mas ele não entrava e eu voltava a cair naquele sofrimento que infernizava minha vida até que, em uma noite, mamãe ligou perguntando sobre como eu estava levando a vida. Chorei muito e ela sentiu que, se não fizesse alguma coisa, eu poderia entrar em parafuso e enlouquecer.
No dia seguinte ela chegou cedo no apartamento e se escandalizou com a sujeira e bagunça generalizada. Desde aquele dia fatídico não mais havia sequer varrido o lixo e a cozinha mais parecia um monturo de quentinha jogadas por todo espaço, minhas roupas jogadas pela casa toda e poeira tomando conta dos móveis.
Assim não vai dar, minha filha! sentou-se na cama onde eu me jogara Você tem que dar a volta, sacudir a poeira e viver!
Não adiantou nada dizer da minha dor, do quanto Roberto me fazia falta.
Vamos passar uns dias conosco... Olha! levantou e recolheu as roupas jogadas pelo quarto A gente faz o seguinte! Trago a Neuza para dar um jeito nessa bagunça e depois você volta...
Novamente não aceitei sair de casa, mas deixei que ela trouxesse a Neuza e prometi que ligaria toda noite falando de como eu estava.
O Nelson conseguiu transferir o curso, chega por esses dias! Nelson é meu irmão que morava em João Pessoa onde estudava engenharia Quem sabe se ele não te anima?
Meu irmão é um ano mais velho que eu e sempre fomos bastante ligados. Desde 83 morava na Paraíba e vinha passar sempre as férias conosco, mas não pode vir para o enterro, coordenava uma turma de universitários encarregados em desenvolver uma engenhoca que permitisse melhor aproveitamento da energia solar e estava no México estudando um tipo de células voltaicas utilizadas no deserto. Só quando retornou ao Brasil é que soube do acidente.
Ele te ligou? lembrei que o telefone tocara durante o dia todo e que eu não atendera porque não identificara o numero no bina.
Disse que não, só atendia telefones de casa.
Ele falou que tentou ligar várias vezes e que você nunca atendia... Ele pensa que o telefone está com defeito...
Fique realmente feliz com a volta do Nelsinho e chorei convulsivamente quando ele foi me visitar, no dia seguinte, com meus pais.
Sofri muito quando soube... falou abraçado a mim Tentei vir o mais rápido possível, não deu...
Ele queria deixar tudo e voar pra cá! papai falou sentado no sofá abraçado com mamãe Ainda bem que ele teve a sensatez de desistir, terminaria perdendo a bolsa...
Vim ficar contigo... sussurrou em meu ouvido O velho conseguiu minha transferência...
Tentei demove-lo da idéia de ficar morando em meu apartamento que fica muito longe da faculdade, a casa do papai era mais perto e...
Ele tem razão filha. mamãe interferiu Pelo menos até as coisas se ajustarem!
Foi assim que Nelsinho veio morar comigo e dou graças a Deus por ter aceito a sugestão. O que vou contar a partir de agora é um outro sonho maravilhoso que vivi a partir daquele dia.
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07/06/83 - terça-feira
Já fazia quase quatro meses desde a morte de Roberto, Nelson foi uma companhia super gostosa. No início tentei continuar naquela névoa de sofrimento, mas o mano não era de entregar os pontos com facilidade e passou a inventar mim maneiras para me distrair. Aos poucos fui me reacostumando à alegria contagiante do Nelson, às brincadeiras, piadas e, principalmente, às comidas que inventava.
Nelson é um homem muito bonito: loiro, olhos esverdeados, alto e com uma inteligência que deixa a gente estonteada.
Aos poucos fomos alterando até mesmo as posições dos móveis. Era para dar nova forma à casa, falou brincando.
Não sei o que seria de mim sem tua presença, Nelson falei percebendo que já não havia tanto vazio em minha vida Tua vinda melhorou meu astral!
Ele riu e me abraçou forte.
Minha garotinha não pode ficar sempre triste... senti o batucar de seu coração e uma estranha felicidade tomou conta de mim.
Conversamos muito sobre a vida e ele contou das experiências em João Pessoa e das aventuras no deserto mexicano.
Tu ias adorar aquela gente... estávamos sentado na varanda apertada do apartamento Apesar de eu não entender quase nada do que eles falavam... riu divertido das diabruras que ele e os amigos aprontaram por lá.
E aí? Pintou alguma mexicana em tua cama?
Não sei por que perguntei, mas ele continuou brincando e não percebeu minha agonia crescente.
Dei minhas pimbadas por lá! se ajeitou na cadeira de macarrão e virou-se para mim Juanita foi um achado e tanto!
Tinha certeza que meu garoto ia deixar alguma suspirando por lá!
Levantei entristecida.
Que foi? Falei alguma coisa errada? ele ficou sério e preocupado.
Não! Eu é que ando meio carente ultimamente...
Nelson ficou um tempo olhando para mim antes de também levantar-se e entrar para a sala.
Tu estais com saudades do Roberto, não é?
Nunca deixei de sentir sua falta...
Mas, e eu? me encarou.
Que tem?
Tenho se portado bem, não tenho?
Já te falei que és maravilhoso... Não sei que faria sem você!
No dia seguinte mamãe veio nos visitar. Nelson havia saído para a faculdade e so voltaria no final da tarde.
Como está a vida, minha filha! mamãe me abraçou Pelo que vejo já não é mais a bezerra desmamada que chora pelos cantos. rimos e fomos para a copa.
Graças a Deus que o Nelson veio... falei enquanto coava café novo Sem ele eu estaria pirada!
Conversamos animadas e ela contou das novidades do papai e das lojas.
Ele tem se portado bem? perguntou de repente e eu não entendi.
Quem, mãe?
Nelson! Quem mais poderia ser? ela tinha um sorriso maroto estampado no rosto Ainda não te atacou?
Fiquei chocada com o comentário.
Quem me atacou?
Mamãe balançou a cabeça divertida.
Ora, Ana Carolina! passou o braço em meu ombro e fomos para a sala Não me diga que não aconteceu nada?
O que teria que acontecer?
Nos sentamos nas almofadas espalhadas pelo chão. Mamãe também casou muito nova e me teve antes dos dezesseis, naquele ano ela estava com 42 e continuava muito bonita, nem parecia que tinha um casal de filhos com 22 e 21 anos e que já era viúva.
Quer dizer que vocês estão morando nesse apartamento há quase quatro meses e nunca rolou nada? parecia que ela não ia acreditar que éramos apenas irmãos e que Nelson jamais havia tentado nada Porra garota! Na tua idade eu já tinha avançado o sinal...
Que é isso mãe? estava realmente estarrecida com o que ela falou O Nelsinho é meu irmão?
Nem uns amassinhos, uns toques? ela estava rindo de mim É difícil de crer nisso, minha filha.
Sempre fomos assim, não temos essa tal barreira das gerações. Foi mamãe quem me deu as primeiras dicas sobre sexo e me aconselhou em todos os momentos de minha vida.
Você sabe que não tem essas frescuras conosco... acarinhou minha cabeça E que nunca escondi nada de você...
Sei disso, mãe! deitei em seu colo Mas juro que nunca fizemos nada de errado...
Mamãe se encostou à parede e ficamos um tempão caladas.
Tu não sentes tesão por ele? quebrou o silêncio.
Não como homem... A senhora sabe disso...
Mas... incentivou-me a continuar.
Ele é um gato, não é mesmo? sorri encabulada Deve ser um garanhão na cama!
Mas já pensou? Não pensou?
Tem noite que sinto vontade de dar uma boa trepada... Mas... Fico morta de vergonha e me sinto uma depravada só de pensar nessas coisas deitei de bruços apoiando o queixo nas mãos O que a senhora faria?
Foi a vez dela perder o rebolado e a gaguejar sem saber o que responder.
Sei não, filha! Nunca vivi uma situação com essa... levantou arrumando a saia vermelha Acho que deixava as coisas irem devagar...
A senhora já praticou incesto?
Mamãe parou estática, notei que a pergunta tinha tocado bem dentro dela, mas ela não tinha irmãos, só duas irmãs: tia Ana, mais velha e a tia Clara, a caçula.
Com quem?
Com o vovô, por exemplo? ela me encarou espantada, não esperava que eu mudasse o jogo.
Não! O papai sempre foi muito respeitador... Nunca sequer se aproximou de mim, ou das meninas... caminhou até a cozinha de onde voltou com uma garrafa de vinho e dois copos de pé Por que você perguntou isso?
Ora, mãe? Foi a senhora quem começou com esse papo de eu trepar com o Nelson...
Ela abriu a garrafa e encheu os dois copos. Voltou a sentar e ficamos bebericando o vinho branco.
Tive um arranha-rabo com o Neto... voltou a falar Quase deu a maior confusão quando a mamãe nos pegou uma noite riu divertida O coitado levou a maior surra da vida...
Mas ele não é padre? lembrei do padre Alberto Neto.
Pois é filha! Hoje ele é padre... Mas era uma perdição, principalmente quando nos reuníamos na quinta do tio João na Mata do Jipão... reabasteceu nossos copos Era o primo mais bonito e quase perdi o cabaço pra ele passou a mão entre as pernas e vi que ela estava acesa Depois disso a gente nunca mais se viu, até a ordenação em Caxias.
Continuamos conversando sobre sexo até perto das duas da tarde, quando nos lembramos que não havíamos almoçado. Mamãe ligou para o restaurante do bairro e pediu frango à passarinha. Comemos rindo das loucuras que ela contava.
E nunca teve nada com as tias? apimentei.
Só coisas de crianças, nada sério...
Ela olhou as horas e levantou de um pulo.
Puta merda! Tô atrasada... foi ao banheiro escovar os dentes e saiu apressada Cuidado para não pegar filho!... me abraçou rindo e saiu correndo.
Minha mãe sempre foi assim e acho que, por isso, viveu a vida do jeito mais saboroso, mas daí a atacar meu irmão era outra conversa. Apesar dos quase quatro meses sem ter um homem, ainda não estava preparada.
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Foi em um sábado que passei a vê-lo com mais acuidade.
Ele ficou dormindo um pouco mais, pois não ia ter aulas naquele dia. Quando finalmente acordou eu estava na cozinha dando uma arrumada nos armários e levei um susto.
Oi gata! estava encostado na parede rindo Acordou disposta hoje?
Bom dia! Belo adormecido... sorri de volta e continuei o que fazia Tomo teu café e vem me ajudar...
Nelson sentou à mesa para tomar o café, mas continuou olhando para cima. Pelo canto do olho notei que ele não tirava o olho de minhas pernas e, com toda certeza, de minha calcinha branca.
Você deveria ter vestido uma bermuda... falou meio sem graça quando percebeu que eu notara seu olhar.
Que tem? segurei no armário e virei para ele Estou te incomodando?
Ele abaixou a vista constrangido.
Não! Não me incomoda...
Tu ficou vermelho, bobinho! ri divertida com o constrangimento do mano Que tem olhar meu fundilho?
Nada! Nada... e continuou tomando o café quente.
Termina logo e vem me ajudar... Segura a escada?
Fiquei mais tempo que o necessário, só para sacanear com ele. Quando finalmente resolvi descer, quase me estrepo com uma queda e só não cai porque ele me aparou. Foi aí que senti, na minha bunda, o cacete duro. Ele percebeu que eu senti o roçar, e eu aproveitei para empurrar mais ainda só para ver o tamanho.
Ele largou minha cintura e saiu, quase correndo, em direção ao banheiro.
À tarde, depois do almoço, entrei no meu quarto para tirar uma soneca. Ainda podia sentir o cacete do meu irmão vibrando em minha bunda. Tomei um banho e me deitei só de calcinhas.
Aninha? escutei leves batidas na porta Tu estais deitada?
Me cobri com o lençol e falei que poderia entrar. Ele sentou na beirada da cama e começamos a conversar.
Como é? Já pintou algum namorado? perguntou depois de algum tempo.
Não! Não estou preocupada com isso... Basta-me te ter aqui! respondi e encarei para ver se ele teria alguma reação anormal.
Sabe mana! Acho que vou mudar para a casa do papai... Comigo aqui tu não tens liberdade para trazer namorado...
Que é isso Nelson! Pode ir esquecendo essa besteira... Já te falei que não tenho nenhum namorado... Tua presença é tudo o que mais quero nesse mundo!
É diferente Ana! olhou para mim Tu não sentes falta de um homem contigo?
Só quando vou dormir... ri baixinho E, durante o resto do tempo eu tenho um homem bonito, amável, carinhoso e gostoso comigo segurei sua mão e chupei a ponta do dedo polegar.
Tu não sente falta de sexo? ele falou de uma maneira tão natural e singela que me emocionou.
Isso meu irmãozinho também poderia me satisfazer... ele puxou a mão como se tivesse levado um choque.
Não estou te entendendo, Ana Carolina... Deixa de doidisse, menina!
Que é que tem? Por acaso tu não és homem e eu uma mulher? tirei a coberta e vi que ele voltou a se encher de tesão E já é hora da gente resolver isso de uma vez por todas...
Ele ficou parado emudecido olhando fixo para meus seios.
Que é isso, Ana? estremeceu e vi que seu cacete estava duro Tu és minha irmã!
Voltei a segurar sua mão e trouxe para meu seio. Estava gelada e tremia um pouco.
Minha xoxota ta melada... fechei os olhos sentindo o corpo percorrido por centelhas elétricas Sei que tu também me queres...
Ele ficou parado, não mexia um músculo sequer.
Me faz gozar Nelson! Me fode!
Sentei na cama e empurrei seu corpo para o colchão, ele deixou-se empurrar sem desgrudar o olhar de mim. Fiquei de joelhos e tirei a bermuda que ele vestia e o cacete imenso pulou livre, fiquei espantada com o tamanho e a grossura.
Porra mano! Que cacete enorme!
Fiquei de quatro e abaixei o rosto até tocar a ponta do nariz na glande, ele gemeu baixinho. Abri a coca e lambi toda a extensão percebendo que poucas mulheres teriam coragem de trepar com ele, era muito grande. Abocanhei e comecei a fazer um boquete bem de leve imaginando como seria receber aquele mastro em minha boceta.
Nelson ficou deitado e parado sem acreditar no que eu fazia. Minha boceta ardia de tanto tesão por meu irmão. Estava realizando uma tara antiga que nunca tinha tido coragem de por em prática.
Senti alguns espasmos vindo do corpo de Nelson, olhei para seu rosto e o vi riste de olhos cerrados, mordia o beiço.
Me espantei com o primeiro jorro de porra batendo no fundo de minha boca, quase engasguei antes de engolir a primeira golfada. Parecia que não ia parar de esguichar, estava quase sem fôlego, já querendo desistir de engolir quando parou e ele segurou meus cabelos e me puxou para cima de seu corpo.
Tu és maluca Ana... Tu és maluca... murmurava sem parar ao meu ouvido.
Colei minha boca à dele e nos beijamos quase que com raiva, como dois animais sedentos por sexo.
Me fode Nelson... Mete esse cacete enorme em minha boceta... pedi sabendo que minha xoxota estava gotejando de tanto líquido, de tanto desejo incontido por meu irmão.
Ele levantou, tirou minha calcinha, separou minhas pernas trêmulas e posicionou a cabeça enorme na minha portinha sedenta.
Mete... Mete tudo... Quero sentir tua pica me rasgando...
Ele olhou para mim e deu uma estocada firme e senti que ele me abria em duas. Levantei minhas pernas e abri o máximo que pude a vagina que não sentia um cacete há muito tempo. Ele parou e olhou para entre minhas pernas e viu a cacete já ganhando meu interior, meu corpo tremia de tanto desejo, minhas carnes esquentaram e fechei os olhos sentindo um pouquinho de ardência nas beiradas escancaradas que abarcavam o membro ereto.
Ta doendo? perguntou baixinho quando viu que o cacete era muito grosso para minha xoxota.
Mete todo... Me fode, Nelson... Me fode...
Nelson deu mais algumas estocadas antes que eu sentisse nossas pélvis espremidas. Ele tinha metido tudo, ele estava todo dentro de mim e eu suspirei agoniada antevendo o que estaria porvir.
Cada estocada que dava parecia me elevar aos céus e ele estocava com carinho, com maestria de um amante que sabia tirar prazer da fêmea subjugada. Eu gemia baixinho não de dor, mas de prazer em ter novamente um macho metendo o caralho em minha xoxota.
Isso amado... Fode gostoso... Fode minha boceta...
Desde o primeiro toque nos grandes lábios comecei a gozar e parecia que não terminaria jamais. Era uma sensação que não senti nem mesmo quando meu amado Roberto me fodia. Era meu irmão metido em mim., era o cacete gostoso roçando minhas paredes internas elevando-me a um êxtase indescritível.
Ele também gemia e sussurrava baixinho todo o prazer que eu lhe dava. Parecia que estávamos fodendo a séculos, que aquela monstruosidade empalada roçava em uma fricção sem fim jamais chegaria ao fim. Minhas pernas escancaradas, apontando para o teto, já começavam a doer quando ele aliviou um pouco e tremeu de leve tentando sair de dentro de mim.
Ui! Ai! gemi Continua... Não pára!
Nelson estava lívido e percebi que ele iria sair quando cruzei as pernas sobre suas costas e pressionei meus calcanhares em seus rins no exato momento que ele explodiu dentro de mim e senti os esguichos tocando no mais profundo rincão de minha vagina sedenta.
Não! ele estava espantado, seu rosto era uma careta de susto Dentro não...
Mas não aliviei a pressão dos calcanhares e não deixei que ele saísse até que, desistindo, deixou-se cair pesadamente sobre mim e nos beijamos como dois amantes que chegaram ao clímax extremo e ficamos nos acariciando até que nossas respirações voltaram ao normal.
Não queria gozar dentro... Não queria gozar dentro... murmurou baixinho.
E eu não ia perder, por nada desse mundo, uma gozada como essa... ri e beijei a ponta de seu nariz Nunca fodi tão gostoso...
Porra, Ana Carolina! reclamou ainda assustado Não era para gozar dentro, sua doida!
Preocupa não... Estou tomando pílula... falei sorrindo e ele entendeu.
Ele levantou e foi para o banheiro e eu fique deitada sentindo o corpo leve e a mente desvanecida pelo prazer insano. Tinha fodido com o homem mais importante de minha vida, tinha realizado um sonho há muito acalentado e que só com a ajuda decisiva de minha mãe, tinha tido coragem de realizar. Passei a mão na xoxota ardida e senti o rio de porra escorrendo de dentro, melei o dedo e trouxe para a boca e senti o sabor de nossos líquidos misturados, o doce aroma de nossos sexos.
Pensei levantar para também tomar banho, mas desisti. Queria continuar sentindo o corpo impregnado com o aroma e sabor de meu amante. Virei de bruços e adormeci...
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