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Meu primeiro amor

原载: 31/12/2004 22:00

作者 : simone vandronelli

Me chamo Simone. Como todos já me conhecem sou loira, tenho 28 anos, olhos azuis, 1.72mt, 59kg, seios médios durinhos, bumbum empinado e muito feminina, apesar de minha preferência sexual assumida por mulheres. Dizem que o primeiro amor a gente nunca esquece. Pois bem, desta vez contarei como foi que me apaixonei de verdade por outra mulher. Acabara de completar meus 18 anos e atingir minha tão sonhada maioridade. Sempre morei com os meus pais e vivia dizendo a minha mãe, que ao completar meus 18 anos, moraria sozinha. Minha mãe sempre soube da minha preferência sexual por mulheres e me apoiava em todos os aspectos, o contrário do meu pai, que sempre se lamentava ter uma filha tão linda, de boa família e que sonhava em ver-me num altar vestida de noiva ao lado de um homem que me fizesse feliz. Por várias vezes, meu pai e eu, tivemos brigas homéricas por causa deste tema em questão. Mas sabia que no âmago de seu ser, ele me amava e se preocupava muito comigo, embora não demonstrasse isso. Era época de vestibular e eu estava prestando para arquitetura e decoração. Felizmente fui aprovada e foi quando conheci Andréa, pois ela, além de também ter sido aprovada no mesmo curso, estava também na mesma classe. Andréa era uma linda garota de descendência argentina, de cabelos pretos compridos até a cintura, olhos azuis, sorriso cativante e dona de um senhor corpo que arrancava elogios e desejos por onde quer que ela passasse. Nessa época, eu morava de aluguel em uma kitchnette; trabalhava em um escritório de advocacia e a noite ia para a faculdade. Com o passar do tempo, nós nos tornamos grandes e inseparáveis amigas. É claro que os rapazes nos chamavam de “sapatão”, de “lésbicas” mas nunca demos a menor importância a esses comentários. Até que nas férias de Junho/Julho, os pais e o irmão de Andréa, iriam para Bariloche, na Argentina. Disse a ela que aproveitasse ao máximo e me contive para não chorar diante dela, pois o fato de saber que ficaria só, já me entristecia. Foi quando ela notou meu astral lá em baixo, que ela completou dizendo que eu iria junto. Na hora sorri, mas depois fiquei pensativa e disse a ela que não queria interferir em um passeio de família, quando ouço ela dizer que eu também fazia parte da família dela. Seus pais me adoravam. Às vezes até chegava pensar que seria muito bom se tivesse uma família assim como a dela. Mas, como diz o velho ditado, “ a família a gente aceita e os amigos a gente escolhe.” E assim fomos viajar para Bariloche; seus pais, o irmão e a noiva e nós duas. Jamais vi tanta neve em minha vida e o frio que fazia era fora do comum. Chegamos a um “pueblo” onde alugavam-se cabanas para famílias e nos alojamos em uma bela cabana, com lareira, cozinha, sala e dois quartos. Numa certa noite, ventava e fazia muito frio. Então Juan, o irmão de Andréa sugeriu uma partida de canastra regada a um bom vinho e alguns frios. A sugestão fora aceita de imediato. Por volta de altas horas da noite, devido ao alto teor alcoólico do vinho (devo dizer que exagerei um pouco e bebi demais, porém me contive em não dar vexame...), não tirava os olhos de Andréa, que sentada diante da lareira, se aquecia cantarolando uma melodia conhecida. Aquela menina mexia comigo a tal ponto, que comecei a fantasiar coisas incríveis. Nisso, senti-me toda úmida por dentro. Estava doidinha para me masturbar, mas me contive e me despedindo de todos desejando boa noite, subi para o quarto. Tão excitada estava eu com aquela situação, que mal percebi Andréa se levantar indo ao meu encontro no quarto. Resolvi provocar mais ainda essa minha excitação, levada pela tontura do vinho, e comecei a tirar o que faltava da minha roupa, começando pelo soutien e depois a calcinha, quando Andréa entra no quarto. Ela se virou para mim eu tava sem sutiã e abaixando a calcinha, e antes que ela comentasse qualquer coisa, eu disse que tinha o costume de dormir nua. Andréa me olhou de cima abaixo e disse que não tinha problema. Deitei-me na cama, e ela ainda ficou me olhando com aquele seu sorriso cativante. Notei que ela não parava de contemplar meus seios e meu bumbumzinho, e me espantei quando ela disse: "Puxa amiga, como eu gostaria de ter um corpo como o seu!". Na mesma hora eu disse que ela não precisava, que tinha um corpo perfeito para a idade, e que eu sim, esperava chegar com o corpo que ela tinha aos meus quarenta anos. Nisso ela apenas sorrriu e disse: "Deixa que eu te cubro!". Fiquei deitada e ela me cobriu com o lençol, a colcha e o cobertor. Comecei a achar aquela garota cada vez mais maravilhosa, mesmo sabendo que era uma loucura, qualquer pensamento obsceno que passasse pela minha cabeça. Quando ela me deu boa noite, eu perguntei se não ganharia um beijo. Então ela me olhou por um instante, e em seguida fez um afago na minha cabeça, com um sorriso terno no rosto. Fechei os olhos e senti um beijo suave na testa. Fiquei arrepiada, e continuei de olhos fechados. Andréa continuou me acariciar, deslizando suavemente sua mão pelos meus cabelos e pelo meu rosto, sem nada dizer. Depois de alguns segundos ela me deu um novo beijo, agora na bochecha, um pouco mais demorado que o anterior, sem parar o afago. O carinho continuou por alguns segundos, até eu quebrar o silêncio e perguntar a ela se não queria deitar do meu lado por um tempinho. De momento, ela disse que já tava tarde, que tinha que dormir, mas eu insisti, dizendo que seu carinho tava muito gostoso. Ela sorriu ternamente mais uma vez e disse com uma voz calma: "Tá bom, chega pra lá!". Fui um pouco mais para o canto da cama, e ela deitou-se ao meu lado, cobrindo-se comigo e encostando de leve seu corpo ao meu. Deitamos de lado, uma de frente para a outra, bem protegidas do frio embaixo de toda aquelas cobertas. Ficamos um bom tempo sem falar nada, só nos observando em meio a sorrisos, sob o efeito mais que relaxante das várias taças de vinho. Seus pais, já deviam estar no décimo sono, e provavelmente Juan e sua noiva, também já estivessem apagados. Nós duas devíamos ser as únicas acordadas naquela casa, e estávamos ali, olhando uma para outra, esperando o sono chegar. E enquanto o sono não vinha, ela levou a mão mais uma vez até o meu rosto e começou a deslizar com delicadeza, dizendo que eu era muito bonita. Fiquei quieta e fechei os olhos novamente, com um pequeno sorriso no rosto. Senti um calafrio percorrer meu corpo e me aproximei mais ainda dela, reclamando do frio. Uns poucos centímetros nos separavam, e nossas pernas encostavam uma na outra. Nesse momento, senti a mão dela encostar-se à minha barriga, por debaixo das cobertas, me advertindo: "Você vai sentir frio dormindo sem roupa". Respondi: "Não se eu tiver alguém pra me esquentar!". A mão dela continuou deslizando pela minha barriga, fazendo movimentos em círculos, me deixando toda arrepiada e excitada ao mesmo tempo. Continuamos assim por um bom tempo. A poucos centímetros uma da outra, sentindo o calor uma da outra, e eu sentindo o toque dela no meu corpo por debaixo das cobertas. Aos poucos, Andréa, com sua mão, começou a descer, sempre acariciando meu corpo de uma maneira muito delicada. Passou pelo umbigo e continuou descendo lentamente, enquanto os olhos dela continuavam fixos nos meus. Senti-a encostar nos pêlos da minha bocetinha e ficar um tempo por ali. Fechei os olhos novamente e permaneci imóvel, sem arriscar nenhum movimento. E então, senti toda a sua mão sobre a minha vagina, cobrindo-a completamente, e ao mesmo tempo sendo umedecida com a minha excitação. Abri os olhos e ela continuava me olhando fixamente. Saí daquele transe hipnótico e, ainda sem me mexer muito, coloquei a minha mão na cintura dela, por baixo das cobertas. Deslizei suavemente pelo seu quadril e cheguei até sua bundinha durinha, macia, e muito gostosinha. Acariciei o bumbum dela com a mesma delicadeza que ela acariciava a minha bocetinha, e permanecemos mais alguns minutos nessa deliciosa troca de carinhos. Depois disso, nossos rostos se aproximaram, e nossos lábios se tocaram com a mesma suavidade dos toques carinhosos. E então nos entregamos a um beijo ardente, longo e apixonado, ao mesmo tempo em que nos abraçávamos, tentando preencher ao máximo nossos corpos transpirando desejo. No entrelaçamento de nossos corpos, puxei-a para cima de mim, e apertando com força, desejei Andréa mais do que qualquer coisa no mundo. E o beijo não cessou enquanto isso. A gente continuou sempre se beijando, misturando as línguas e a saliva, buscando sentir ao máximo o gosto uma da outra. Ah... Que delícia! Nada se compara beijar uma outra mulher, sentindo e gemendo os mesmo gemidos femininos de prazer. Andréa fez uma brevíssima pausa, de menos de um segundo, para tirar a camisola, atirando ela no chão do quarto, ao lado da cama, voltando a beijar-me, com seu corpo em cima do meu. Senti seus seios tocarem os meus, e apertei-a com força, já completamente apaixonada por aquela menina maravilhosa. Com as duas mãos alcancei sua calcinha e puxei com força para baixo, até os joelhos, trazendo o corpo dela mais uma vez de encontro ao meu. Coloquei as mãos na sua bundinha macia e gostosa, e puxei seu corpo, empurrando o meu, sentindo sua bocetinha roçar na minha. Afastei minhas pernas e ofereci totalmente minha bocetinha à ela, que veio com vontade, esfregando com força. Procurei os seios dela com a boca, e chupei com prazer cada um deles, enquanto continuávamos num vai-e-vem gostoso. Nossos gemidos se misturavam e eram idênticos, impossíveis de distinguir. E no calor de nossos corpos ambas hipnotizadas de tanto tesão, ela dizia baixinho coisas como: "Você é muito gostosa! Minha boceta tá pegando fogo!" e eu também falava, delirando de prazer: "Quero sentir essa tua bocetinha maravilhosa! Me beija". E ficávamos, as duas, cada vez mais alucinadas, nos entregando totalmente. Eu já estava mais do que louca com aquilo tudo. Tiramos todas as cobertas e ficamos nuas, uma em cima da outra, sem nada para atrapalhar. Ela ainda se levantou, ficando de pé na cama, e andou até a cabeceira, sentando então no meu rosto e esfregando sua bocetinha toda depilada, apenas com um filetezinho de pêlos na minha cara, dizendo entre gemidos e sussurros: "Me Chupa! Ai... Me Chupa!". E eu me lambuzava delirando com o gosto e o perfume de sua bocetinha linda. Depois disso, ela se deitou de novo, só que de bruços, e eu subi em cima dela, esfregando minha boceta na sua bundinha e, enquanto meus seios roçavam suas costas, e ela virava o rosto para nossas bocas se beijarem, dizendo: "Eu sou tua, Simone! Somente tua, meu amor! Ai... Me fode! Me faça gozar bem gostoso!". Quase explodindo de tanto tesão e sentindo minha vagina incendiar, peguei na mesinha de cabeçeira uma escova de cabelo com o cabo roliço e comecei a enfiar em sua bocetinha. Foi difícil controlar, mas Andréa fez o possível para não gemer muito alto, falando baixinho pra mim: " Ai, que tesão... Ai... Me fode bem gostoso Simone! Eu sou tua mulher!
Não para... Assim vai, continua... Ai que gostoso!” E o cabo da escova entrava e saía daquela bocetinha, completamente encharcado, enquanto eu, vez e outra, aproveitava pra colocar na boca e sentir um pouco mais o gosto dela. Nós duas pegávamos fogo, transando na cama do quartinho dos fundos. Andréa não parava de gemer, e implorava que eu enfiasse o objeto nela. Ela dizia: "Eu te quero, eu te amo muito Simone! Você é maravilhosa! Enfia essa escova no meu cúzinho, vai!". Eu tirei a escova de sua bocetinha e empurrei com carinho para dentro daquele lindo buraquinho rosado. Enfiava bem fundo o cabo da escova, e depois tirava e enfiava no meu cúzinho, alternadamente. Naquela noite, fizémos de tudo que se possa imaginar. Era difícil dizer qual de nós duas estava mais excitada. Prova disso aconteceu depois de gozarmos inúmeras vezes e estarmos completamente extasiadas, uma ao lado da outra na cama. Disse a ela, que estava apertada e tinha que ir ao banheiro, mas Andréa pediu que eu não saísse dali. Perguntei como é que eu faria então, e ela me respondeu:"Vem aqui que eu te mostro!" E me puxou pra cima dela, encostando a minha bocetinha na dela dizendo: "Pode fazer...". "Mas aqui na cama?!", perguntei espantada. E ela tornava a responder: "Aqui mesmo, em cima de mim. Essa cama está toda molhada mesmo". Gente... Andréa era mais doida do que eu pensava! Não me fiz de rogada e atendendo ao seu pedido, comecei a fazer xixi ali mesmo, deixando o líquido escorrer pela minha xoxota e pela xoxota dela, molhando toda a cama, enquanto fazíamos um pequeno movimento de vai-e-vem, roçando nossas bocetas. E assim, terminou essa nossa noite intensa de prazer e descobertas. Quanto ao resto do fim das férias, posso dizer que nenhuma de nós se arrependeu e que também, ninguém jamais desconfiou, pois sempre ficávamos a sós, e aproveitávamos para trocar carícias. Houve momentos tensos de perigo, quando estavam todos reunidos na sala, jogando baralho, e eu, dirigia-me até a cozinha. Andréa sempre arrumava uma desculpa para ir junto comigo, e mal entrávamos na cozinha, ela levantava minha saia, abaixando minha calcinha e agachada, começava a chupar minha bocetinha. Outro momento tenso e mais perigoso ainda, fora quando estava eu tomando banho, e todo o resto do pessoal esperava a sua vez, sendo eu a próxima da fila. Dentro do banheiro ela gritava para que eu entrasse, dizendo que ela já estava se vestindo. Entrei, sabendo que teria alguns segundos de prazer com ela, e quando fechei a porta, já começava a livrar-me imediatamente das minhas roupas, enquanto Andréa, nua à minha frente, envolvia-me num abraço bem apertado com um beijo bem molhado. Aproveitávamos nossos segundos mágicos de prazer, passando nossas mãos uma na outra, e chupando os seios e a boceta uma da outra. Durante poucos segundos, nós procurávamos obter o máximo do prazer. Chegamos até a deitar no chão do banheiro, uma em cima da outra, transando bem gostoso em meio a declarações de amor bem baixinho. Nesse dia eu havia pedido Andréa em namoro. Ela certamente aceitara. Passamos os dois primeiros anos na faculdade juntas. Depois, Andréa e seus pais mudaram-se para Buenos Aires onde vivem até hoje. Infelizmente perdi o contato, mas encho-me de satisfação ao dizer e lembrar que jamais em toda minha vida amei tanto uma mulher como Andréa. Afinal, o primeiro amor a gente nunca esquece...
Acredito que alguns contos, podem aproximar as pessoas, surgindo assim novas amizades. Portanto, as pessoas que estiverem afim de novas amizades, e trocar experiências desse tipo, entrem em contato comigo. Terei o maior prazer em responder. Um beijo carinhoso a todos(as). Simone.
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