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Asegurança do Colombo queria sexo

📅 Publicado em: 18/04/2011 21:00

👤 Autor: nuness

📂 Categoria: Heterosexual

Olá a todos. Estou aqui a escrever estas palavras, revendo com saudade um serviço remunerado (gratificado), entre muitos, que fiz no Colombo. Andava eu caminhando pelo piso dois do centro comercial, olhando parta as montras, para as meninas das lojas, e para as clientes que por ali vagueavam. Parando de vez em quando junto das lojas, onde as meninas fossem mais bonitas ou estivessem mais descobertas, olhando para ver onde iam as melhores pernas, os melhores bumbuns, etc., etc., quando sou interpelado por uma segurança privada do centro, uma garota ai para os 25 anos 1,70cm de altura um peito 38/40, cabelo castanho escuro, olhos castanhos claros, lábios carnudinhos com uma cor levezinha, ombros largos e porte atlético,ela foi perguntando o sr policia é novo por aqui, eu disse que não, já era policia há três anos e que não hera a primeira vez que ali fazia serviço. Conversa puxa conversa e fomos andando pelo piso, eu sem querer dar nas vistas fui olhando a garota de cima a baixo, o andar dela balançando as ancas era sedutor, e dava para reparar que debaixo da saia que cumpria as normas de comprimento estavam umas belas pernas, reparei que devia usar quequinhas fio dental, deixei-me ficar ligeiramente para traz e verifiquei que era toda boa. Nisto estávamos passando próximo da porta norte do centro, onde fica umas casas de banho, e disse para a garota, que precisava de ir ao WC, ela disse que também aproveitava para ir. Estas casas de banho tem dois pisos, e decidi ir ao de cima, pois normalmente estão mais limpos, e tem menos gente, ela vinha mesmo atrás de mim, eu entro para a dos homens e reparo que a porta não se fechou, olho para traz e ela esta a segurar a porta e pergunta-me se está ali mais alguém, dei uma olhada e disse que não, meus pensamentos já corriam a cem á hora, ela entrou e fechou e trancou a porta, dirigi-me ao urinol e comecei a urinar pois estava mesmo com vontade. Ela veio por traz de mim, e apalpou-me o rabo com ambas as mãos, dizendo que belo rabo, depois foi procurar papel para limpar minha piroca, com uma mão limpava com a a outra ela acariciava as minhas bolas e a minha piroca que começava a ficar bem tesa devido ao calor das suas mãos e á meiguice com que ela o fazia. Eu perguntei, isto não vai dar problemas, e ela disse que não a menos que contasse a alguém, e começa a passar a língua pela cabecinha da minha piroca, o que me fez soltar um gemido de prazer, ela levantou-se e começa a desabotoar a blusa, eu faço o mesmo e em menos de nada ficamos só com os sapatos, apalpei de imediato aquelas tetas, eram grandes durinhas e com uns biquinhos empinados, ao que eu abocanhei logo um e depois outro, fazendo com que ela fosse soltando uns gemidos de prazer baixinhos devido ao local, ao mesmo tempo que a encostava á parede. Com ela encostada á parede fui continuando a mamar naqueles peitos, ao mesmo tempo que lhe ia apalpando as coxas, e nádegas até que passo a mão pela cona, ela estava toda molhada de tesão, só de passar a mão ela gemeu forte e apertou a minha cabeça contra o seu peito, levantei a cabeça com alguma dificuldade e dei-lhe um beijo na boca, onde as nossas línguas ficaram a gladiarem-se uma com a outra. Enquanto a beijava, enfiei um dedo naquela cona húmida, que implorava por algo mais, ela gemia e gemia soltava uns gemidinhos gostosos que me deixavam ainda com mais tesão, ela apertava a minha cabeça contra ela deixei de beijar a sua boca para rir dando beijinhos no rosto até que cheguei ao pescoço e mordisquei-o ao memo tempo enfiava dois dedos naquela cona e ela suspirou e ela pediu, fode-me, penetra-me sua respiração começava a ficar descontrolada, eu baixei-me e levantei uma perna dela, pula em cima do meu ombro o que deixou aquela cona aberta e a minha mercê era linda bem cheirosa, rapadinha, e a i eu não resisti e enfiei a minha língua dentro dela, e comecei a lamber aquela gruta húmida de prazer, ela apertava a minha cabeça como se quisesse enfiar-me pela cabeça dentro dela e soltava cada vez mais gemidos de prazer, eu lambia e mamava naquele clítoris bem rijinho, o que a deixou desconcertada pois veio-se abundantemente eu mal consegui lamber seu gozo, que delicia que era continuei mamando seu grelo, ela continuava gemendo e implorava que a possuísse, e quando a voltei a sentir no ponto, levantei-a e coloquei-a em cima da mesa do lavatório, ficava mesmo á altura certa, apontei minha piroca, brinquei um pouco com seu grelo, ela já descontrolada passou as pernas por traz das minhas nádegas e fez força, o que me fez penetrar de rompante aquela gruta de prazer total, eu soltei um gemido de prazer, aquela cona estava quentinha e húmida foi mesmo uma delicia, ela gritou de êxtase e se veio eu tentei abafar com minha mão seus gritos mas foi impossível, ela se veio novamente e de forma descontrolada, ela estava cheia de tesão, (mais tarde me confessou que á uma semana que não transava), eu estava aparvalhado com tudo aquilo pois estava de serviço e se fosse apanhado assim ia me dar mal. Continuei dentro dela, ela se recompôs, comecei no vaivém devagarinho, ela pedia que o fizesse mais rápido, pois estava delirando com minha piroca que é de tamanho médio mas ia dando para a deixar desconcertada de prazer, fui então acelerando o ritmo, e na posição que estava dava para penetra-la e masturbar seu clítoris, ela soltou novo berro e segurou minha mão de encontro ao seu clítoris se veio de novo e em força pois seu gozo começava a sair de sua cona, pingando o chão. Seu rádio de comunicações começou a piscar, ela reparou e pediu para parar, se ajoelhou e começou a mamar meu caralho que continuava duro, ela o lambia de forma eficiente limpando seu gozo e o mamava de forma enérgica, pois queria que eu me viesse rápido, o que não demorou muito, ela abriu bem a boca e engoliu meu esperma todo, engoliu minha piroca o mais que pode, e lambeu até deixa-lo bem limpinho e eu louco de prazer. Nos vestimos a correr, e saímos de maneira a não dar nas vistas acho que ninguém reparou, nem que saio um casal da casa de banho dos homens, trocamos contactos eno fim do turno fomos para minha casa acabar o que ali tínhamos começado. Um abraço, até breve, Nunes
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