Fiz todas as fêmeas aqui de casa se acostumarem com minha rola
Eu sou fazendeiro, filho de fazendeiro e neto de fazendeiro. Tive boa educação, mas prefiro morar no campo, onde as pessoas se metem menos na vida umas das outras.
Cresci vendo meu pai comendo as mulheres que circulavam dentro de casa, minha mãe, empregadas e mulheres de trabalhadores da fazenda.
Casei aos 26. Não amo minha mulher, nem nunca amei, ela é como qualquer outra, serve para me satisfazer. Ela casou comigo virgem, nao nos conhecíamos bem mas os pais eram amigos. Na primeira noite de casados soquei na bucetinha virgem dela sem pena, até encher de porra. Ela chorou de dor, mas expliquei pra ela, que dali pra diante sempre que eu a quisesse seria do meu jeito. No começo, ela quis me transformar, mas com o tempo, aprendeu a me obedecer e hoje não reclama de nada.
No começo adorava socar ela na frente, atrás, fazer aquele estrago. Porque mulher serve pra isso. Com alguns meses, ela engravidou e teve pra minha felicidade, uma menina. Com dois anos veio um menino, mas morreu logo depois. E depois de mais um ano, veio a outra menina. Eu adoro filha mulher, porque se é filha, dá pra ir fazendo o que a gente quer desde cedo.
Como moro em um lugar isolado, os vizinhos não dão conta do que se passa na minha casa. Então, minhas filhas andavam peladas em casa, quando pequenas.
Quando a mais velha fez 7 anos, comecei a alisar ela , pra ir se acostumando. Mexia na bucetinha, nos peitinhos, sentava ela no meu colo. Quando ela fez 8 comecei a botar ela pra chutar meu pau, no começo não queria, mas depois aprendeu a obedecer e era só eu baixar as calças que ela já sabia que tinha que chupar.
Quando ela fez 9 anos, um dia, eu estava passando em um dos estábulos e a vi brincando com um moleque, filho de um dos trabalhadores. Aquilo me deu raiva. Fêmea, nao é para estar por aí se dando ao desfrute, é pra estar dentro de casa, cozinhando e aprendendo a servir macho.
Fui até onde eles estavam e mandei o moleque embora. Olhei pra ela enfurecido, ela me olhou assustada. Se aquela vadiazinha achava que ia ficar barrato, ia receber a rola que já devia ter metido a muito tempo.
Peguei ela pelo braço e levei pro estábulo, ela começou a chorar. Abri as calças e mandei ela chupar. Ela nao estava chutando direito, por isso dei um tapa na cara dela pra fazer melhor. Não sou de bater muito, só de ameaças, mas estava com raiva.
Depois que ela chupou, deitei ela no chão. Mandei ela abrir as pernas, ela não queria. Arreganhei ela a força e disse que ia matar ela de surra, se ela não se aquietasse. Passei a rola na buceta dela. Ainda não tinha pelos e era bem pequena. Eu ja tava doido pra tirar aquele cabaço. Então enfiei, tava apertado e ela estava chorando, então forcei muito e entrou todo de uma vez. Sensação maravilhosa de arrombar aquela cadelinha. Ela vivia as minhas custas desde que nasceu, tinha que me dar algo em troca. Soquei, ela chorando e eu socando, começou a sair sangue da buceta e isso me deu mais tensão. Soquei com mais força até que ela não resistiu mais e comi ela por uns 15 minutos, até que senti que ia gozar. Gozeiii!!!! Jatos de esperma na bucetinha dela. Terminei e levantei e ela ficou lá, quase desmaiada e cheia de esperma, deixei lá mesmo. Fui pra casa e mandei a mãe dela ir lá cuidar dela. Hoje ela tem 15, esta moça e já não apronta mais. Me serve, me obedece direitinho. Como ela toda semana onde eu quero e na hora que quero. A mãe dela veio com história de que ela pode estar grávida. Tomara que seja outra fêmeazinha pra satisfazer macho, igual a mãe. Depois vou escrever como comi a mais nova.
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