Meu enteado de 10 anos
Eu tinha um pouco mais de 30 anos na época quando a coisa ficou séria com a Tânia (nome fictício) e decidimos que era hora de conhecer o filho dela, já que passaria a frequentar a casa dela.
Artur (nome fictício) tinha 10 anos na época e, logo de cara, percebi que ele era diferente dos meninos da idade dele. Era bem tímido, reservado e delicado. Saquei na hora que o menino era gay. A relação dele com a mãe era muito próxima e ela meio que me testou diante do menino. Mas passei no teste porque tratei o garoto de forma normal e nem comentei nada sobre o jeito dele.
O que ela não sabia (não sabe até hoje) é que sou bissexual e já comi muito gayzinho e travesti.
Nem passava pela minha cabeça me envolver com o menino, mas passei a frequentar a casa deles e dormir lá várias vezes, então fui ficando cada vez mais próximo dele.
Artur é um menino branquinho, bumbum arrebitadinho, sempre usava shorts que parecia de uma criança de 7 anos, então ficava bem justinho nele. Era bem delicado, tinha trejeitos e traços de menina e sempre foi muito carinhoso. Quando ele estava próximo de completar 11 anos, Tânia teve que visitar seus pais no interior com urgência, pois seu pai teve um AVC e estava internado. Era coisa rápida de dois dias, no máximo e como era no meio da semana, ela pediu pra eu cuidar do Artur.
Na primeira noite, depois de jantarmos, fomos ver TV. Estava calor e eu sempre durmo sem roupa, mas estava sem camisa e de calção, sem cueca. Sentei no sofá, bem relaxado e Artur pediu pra sentar do meu lado e deitar a cabeça no meu colo, como fazia com a mãe.
Artur colocou sua mãozinha na minha coxa e aquilo me deu um tesão enorme. Mesmo sabendo que era um gesto inocente, me deu tesão. Cara, eu olhei aquela bundinha fofinha, gostosa e convidativa e não resisti. A princípio, comecei fazendo carinho na cabeça dele, que virou e me deu um sorriso. Fui descendo, pelas costas, barriguinha e sentia a respiração de Artur aumentar, enquanto meu pau ficava duro. Desci até o bumbum dele e Artur não dizia nada. Fiquei acariciando o bumbum dele, esperando alguma reação, mas Artur permanecia imóvel, olhando pra TV. Já estava com o cacete duro como pedra e não dava mais pra disfarçar, eu queria brincar com aquele viadinho lindo e gostoso.
_O tio quer fazer uma brincadeira com você, mas ninguém pode saber, tudo bem?
_Sim! Você quer fazer sexo comigo, né?
Fiquei espantado com a naturalidade que ele falou. Como pode um menino de 10 anos falar daquele jeito? Artur não era tão ingênuo quanto eu imaginava:
_Como você sabe disso? Você já fez sexo com alguém?
_Eu já vi minha mãe fazendo e vejo vídeos na internet.
_Sua mãe sabe disso?
_Uma vez ela me pegou e disse que sou muito novo pra ver essas coisas.
_E você parou de ver?
_Não.
_Então nós vamos brincar e você não pode contar pra ninguém, nem pra sua mãe, tá?
_Tá bom.
Abaixei o calção e revelei minha pica dura. Artur ficou encarando espantado, talvez nunca tinha visto uma rola tão perto.
Peguei a mãozinha dele e coloquei no meu pau. Naturalmente ele começou a punhetar meu cacete. Eu estava delirando de tesão e pedi pra ele colocar a boca.
_Chupa o pau do tio como se fosse pirulito.
Foi meio desajeitado, raspando os dentes, mas fui ensinando e aos poucos foi melhorando. Minha rola não é grande, tenho 16 cm e grossura normal, mas ficava enorme nas mãos pequenas dele e na boquinha gostosa.
Em momento nenhum Artur estava desconfortável ou incomodado. Nitidamente ele estava gostando. Eu estava com tanto tesão que quase gozei na boquinha dele. Parei o ato, tirei a roupa dele e o coloquei deitado no sofá de pernas abertas.
Seu pintinho já estava durinho e comecei a linguar seu cuzinho. Artur gemia feito menininha e seu corpo tremia todo. Deixei o cuzinho bem babado e enfiei um dedo. Artur travou e perguntei se queria parar, ele balançou a cabeça negativamente. Continuei abrindo o caminho com o dedo até ele se acostumar.
_Agora titio vai colocar o pinto no seu cuzinho, vai doer um pouquinho, mas depois vai ser gostoso.
Artur estava ofegante e comecei a esfregar a cabeça na portinha do cuzinho dele. Forcei um pouco, mas não entrou, cuspi bastante e fui tentando.
_Você tem que relaxar, bb. Vai ser gostoso, pode confiar no tio.
Senti Artur relaxar um pouco e forcei até entrar a cabeça. Ele gritou, eu parei e mantive a cabeça dentro.
_Calma bb, já vai passar.
Esperei Artur se acostumar e fui enfiando mais até a metade, quando ele deu outro gritinho.
Comecei um vai e vem devagar e Artur respirava ofegante, seu corpo tremia todo e eu fui arrombando seu cuzinho.
Não consegui enfiar tudo, então ia até a metade e voltava, Artur estava com lágrimas nos olhos e eu não consegui segurar muito.
Soltei meu jato de porra dentro do cuzinho do Artur. Ahhhhhhhh! Que delícia arrombar o cuzinho virgem dele. Tirei o pau e vi a porra escorrendo do cuzinho dele. Artur respirou aliviado.
_Você é muito gostosinho. Você gostou?
_Doeu muito tio, mas acho que gostei.
Peguei Artur no colo e fomos pro chuveiro. Dormi agarradinho do meu gayzinho.
***sei que ficou longo, mas queria contar uns detalhes. Foi só a primeira vez, no próximo vou contar como começou a transformação do Artur***
Artur (nome fictício) tinha 10 anos na época e, logo de cara, percebi que ele era diferente dos meninos da idade dele. Era bem tímido, reservado e delicado. Saquei na hora que o menino era gay. A relação dele com a mãe era muito próxima e ela meio que me testou diante do menino. Mas passei no teste porque tratei o garoto de forma normal e nem comentei nada sobre o jeito dele.
O que ela não sabia (não sabe até hoje) é que sou bissexual e já comi muito gayzinho e travesti.
Nem passava pela minha cabeça me envolver com o menino, mas passei a frequentar a casa deles e dormir lá várias vezes, então fui ficando cada vez mais próximo dele.
Artur é um menino branquinho, bumbum arrebitadinho, sempre usava shorts que parecia de uma criança de 7 anos, então ficava bem justinho nele. Era bem delicado, tinha trejeitos e traços de menina e sempre foi muito carinhoso. Quando ele estava próximo de completar 11 anos, Tânia teve que visitar seus pais no interior com urgência, pois seu pai teve um AVC e estava internado. Era coisa rápida de dois dias, no máximo e como era no meio da semana, ela pediu pra eu cuidar do Artur.
Na primeira noite, depois de jantarmos, fomos ver TV. Estava calor e eu sempre durmo sem roupa, mas estava sem camisa e de calção, sem cueca. Sentei no sofá, bem relaxado e Artur pediu pra sentar do meu lado e deitar a cabeça no meu colo, como fazia com a mãe.
Artur colocou sua mãozinha na minha coxa e aquilo me deu um tesão enorme. Mesmo sabendo que era um gesto inocente, me deu tesão. Cara, eu olhei aquela bundinha fofinha, gostosa e convidativa e não resisti. A princípio, comecei fazendo carinho na cabeça dele, que virou e me deu um sorriso. Fui descendo, pelas costas, barriguinha e sentia a respiração de Artur aumentar, enquanto meu pau ficava duro. Desci até o bumbum dele e Artur não dizia nada. Fiquei acariciando o bumbum dele, esperando alguma reação, mas Artur permanecia imóvel, olhando pra TV. Já estava com o cacete duro como pedra e não dava mais pra disfarçar, eu queria brincar com aquele viadinho lindo e gostoso.
_O tio quer fazer uma brincadeira com você, mas ninguém pode saber, tudo bem?
_Sim! Você quer fazer sexo comigo, né?
Fiquei espantado com a naturalidade que ele falou. Como pode um menino de 10 anos falar daquele jeito? Artur não era tão ingênuo quanto eu imaginava:
_Como você sabe disso? Você já fez sexo com alguém?
_Eu já vi minha mãe fazendo e vejo vídeos na internet.
_Sua mãe sabe disso?
_Uma vez ela me pegou e disse que sou muito novo pra ver essas coisas.
_E você parou de ver?
_Não.
_Então nós vamos brincar e você não pode contar pra ninguém, nem pra sua mãe, tá?
_Tá bom.
Abaixei o calção e revelei minha pica dura. Artur ficou encarando espantado, talvez nunca tinha visto uma rola tão perto.
Peguei a mãozinha dele e coloquei no meu pau. Naturalmente ele começou a punhetar meu cacete. Eu estava delirando de tesão e pedi pra ele colocar a boca.
_Chupa o pau do tio como se fosse pirulito.
Foi meio desajeitado, raspando os dentes, mas fui ensinando e aos poucos foi melhorando. Minha rola não é grande, tenho 16 cm e grossura normal, mas ficava enorme nas mãos pequenas dele e na boquinha gostosa.
Em momento nenhum Artur estava desconfortável ou incomodado. Nitidamente ele estava gostando. Eu estava com tanto tesão que quase gozei na boquinha dele. Parei o ato, tirei a roupa dele e o coloquei deitado no sofá de pernas abertas.
Seu pintinho já estava durinho e comecei a linguar seu cuzinho. Artur gemia feito menininha e seu corpo tremia todo. Deixei o cuzinho bem babado e enfiei um dedo. Artur travou e perguntei se queria parar, ele balançou a cabeça negativamente. Continuei abrindo o caminho com o dedo até ele se acostumar.
_Agora titio vai colocar o pinto no seu cuzinho, vai doer um pouquinho, mas depois vai ser gostoso.
Artur estava ofegante e comecei a esfregar a cabeça na portinha do cuzinho dele. Forcei um pouco, mas não entrou, cuspi bastante e fui tentando.
_Você tem que relaxar, bb. Vai ser gostoso, pode confiar no tio.
Senti Artur relaxar um pouco e forcei até entrar a cabeça. Ele gritou, eu parei e mantive a cabeça dentro.
_Calma bb, já vai passar.
Esperei Artur se acostumar e fui enfiando mais até a metade, quando ele deu outro gritinho.
Comecei um vai e vem devagar e Artur respirava ofegante, seu corpo tremia todo e eu fui arrombando seu cuzinho.
Não consegui enfiar tudo, então ia até a metade e voltava, Artur estava com lágrimas nos olhos e eu não consegui segurar muito.
Soltei meu jato de porra dentro do cuzinho do Artur. Ahhhhhhhh! Que delícia arrombar o cuzinho virgem dele. Tirei o pau e vi a porra escorrendo do cuzinho dele. Artur respirou aliviado.
_Você é muito gostosinho. Você gostou?
_Doeu muito tio, mas acho que gostei.
Peguei Artur no colo e fomos pro chuveiro. Dormi agarradinho do meu gayzinho.
***sei que ficou longo, mas queria contar uns detalhes. Foi só a primeira vez, no próximo vou contar como começou a transformação do Artur***
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