Estuprei a safadinha da escola
Coloquei ela sentada na bancada e fiquei em pelo entre as pernas dela. Apertei a cinturinha magrinha dela e começamos a nos beijar. Logo fiz como os garotos faziam, enfiei a mão dentro do uniforme e bolinei aquela xaninha, estava tão quentinha. Eu não podia demorar ali e parei de perder tempo, soltei a boca dela e fiz ela deitar.
- Safada, agora se não brincar comigo também, você vai ver seu vídeo rolando na internet, seus pais vão gostar- Ameacei
Ela tapou o rosto com as duas mãos quando tirei a parte de baixo da sua roupa. Abri as pernas dela e fiquei louco. Uma bucetinha linda. Pretinha igual ela. Abri ela com a mão e vi rosinha por dentro. Aquele contraste delicioso. Puxei o uniforme dela pra cima e apertei aqueles peitinhos. Com a outra mão meti o dedo dentro dela e a safada gemeu baixinho. Recém tinha feito 14 anos e já não era mais virgem. Enfiei mais um dedo com facilidade e fiquei cutucando o buraquinho dela enquanto chupava aqueles peitinhos pontudos. Ela deixava eu abusar, não tinha nenhuma resistência. Apenas ficava tapando o rosto. Segurei minha rola e esfreguei na barriguinha dela, puxei ela pelo pulso obrigando a tirar a mão da cara e pegar no meu pau - Bate punheta pra mim igual você bate pros moleques - Ordenei ela olhou pro meu pau. Mexeu nele sem dizer nada. Gemi com aquela punheta gostosa. Eu enterrava os dedos naquela xotinha quente e ela gemia comigo. Tive que parar ou ia acabar gozando na mão dela. Então segurei minha piroca e guiei pro buraquinho dela. Estava toda meladinha, chegava a escorrer e sem pensar duas vezes forcei pra dentro. Dessa vez ela me olhou e apertou meus braços, deixou escapar um "ainnnn" mais alto bem manhoso quando me encaixei completamente no canal dela. A segurei pelo quadril com as duas mãos e comecei a foder com tesão. Aquele buraco estreito apertava muito minha rola, eu tinha que me concentrar pra não gozar. Tirava quase tudo e empurrava com força, num vai vem bem rápido. Ela gemia alto e tive que tapar a boca dela com a mão. A barriguinha dela estufava cada vez que eu enfiava até o talo. A ninfetava tava com o grelo inchado e quando esfreguei o polegar nele ela se retorceu todinha choramingando, a piranha gozou, gozou no meu pau. Eu queria judiar dela, era pra aquilo ser um castigo, mas ela tava gostando. Meti mais forte, com raiva lembrando dela chupando os meninos. Pensei no tanto de cara de ja tinha furado ela assim. Eu que queria ter arrancado esse cabaço. Eu pensava nisso e socava mais forte, mais fundo, a rola entrava até encostar, e ao invés de reclamar ela gemia de prazer. Ela até passava as mãos em mim. Ela apoiou os pés na beira da bancada e elevou o quadril, ficou rebolando em mim, mostrando que sabia dar igual adulta. E quanto mais eu metia firme mais ela gostava. Tirei o pau de dentro dela e vi aquela delícia toda arrombada com o formato do meu, escorrendo de tão lubrificada.
- Ta acostumada a dar ne sua piranha - Bati na cara dela - Ai tio - Ela assustou - Nessa xereca ja entrou muita piroca ne cadela? - Bati de novo - Devia te engravidar - Apertei o pescoço dela - engravida tio. Os meninos gostam de gozar em mim - Me provocou e nao aguentei. Mesmo sabendo dos boatos que ela dava pra qualquer um, eu que queria ter sido o primeiro. E isso me deu mais vontade ser o primeiro dela em alguma coisa. Cuspi na minha mão e passei no cuzinho da garota. Bolinei ele e foi a primeira vez que ela reclamou -Na bunda não, tio - Falou nervosa - Na bunda eu nunca fiz - Tentou fechar as pernas - Você vai gostar - Segurei minha rola que tava toda melada da buceta dela e encostei a cabeça naquele cuzinho lindo. Roxinho, cheio de pregas, ficou piscando depois que mexi nele. Um anelzinho delicioso.
- Não tio - Fechou os olhos quando eu forcei. Eu podia só ter brincado e gozado na buceta mas como disse, queria ser o primeiro dela em alguma coisa, mesmo que precisasse estuprar. Parecia que não ia caber mas forcei, empurrei e escorregou pra fora - Vai doer - Ela tentou se soltar de mim - Fica quieta se não vão te ouvir - Falei mais grosso - Quando é assim o terceiro ano todo ja arrombou esse cu e você tá negando pra mim - Bati na coxa dela - Não… eu juro… no cu eu nunca fiz, tio. Pode por na minha perereca de novo,mas no cu não, por favor tio eu pago boquete tio por favor - Insistiu e ver ela pedindo pra não fazer, só me dava mais vontade. Continuei forçando no rabo dela, ela contraia a bunda na tentativa de dificultar - Para tio, eu vou gritar, você me comeu na frente, atrás machuca, não vai caber - Tentou se soltar de mim - Relaxa vadia. Vou ter que te arrombar - Com uma mão segurei os pulsos dela contra a bancada acima da cabeça e com a outra segurei meu pau fui fazendo entrar. Depois de algumas tentativas o anelzinho foi afrouxando, não deixei escapar e atolei a rola naquele buraco virgem com força. Entrou rasgando de uma vez e senti muito prazer. Ela gritava e chorava, tive que tapar a boca dela pra conseguir foder mais. Tava muito gostoso. Nunca tinha metido em um buraquinho tão apertado, dei umas cinco socadas seguidas. O corpinho magricelo chacoalhava a cada estocada. O rabinho dela me sugava. E quando mais ela pedia pra parar mais eu queria fazer. Atolei a piroca dentro dela sem dó. Mas não aguentei muito tempo, acabei gozando. Enchi aquela novinha de porra. Ela ficou molinha, quando meu pau escapou pra fora dela deu pra ver a bundinha melada de gala e as pregas estouradas. As bordas do cuzinho dela estavam bem vermelhas, e não parava de escorrer - Ta ardendo muito - Reclamou baixinho -
- Veste a calcinha e volta pra sala - Coloquei a calcinha e o short do uniforme nela de novo. Ela arrumou a roupa e levantou. Fiz um bilhete autorizando a entrada dela na sala de aula atrasada alegando que ela estava cumprindo uma ordem.
- Amanhã a gente termina essa conversa - Avisei ela e fechei a calça.
- Você vai apagar o video agora? - Perguntou envergonhada
- Não, você vai aprender a parar de ser marmita de macho. Fica dando pra qualquer um, isso só da o direito da gente fazer o que quiser com você - Dei um tapa na bunda dela antes dela sair e ela reclamou que ia se comportar mas pra não bater porque tava com dor muita na bunda e foi embora mancando.
👁️ 3 visualizações