Dias de tortura, capado pelo seu próprio tio
Ao chegar lá ele viu o seu tio Jorge, um homem bruto, agro, másculo, e mais bravo que um touro, já o menino franzido, com uma barriguinha pequena, branquinha, cabelo grande e cacheado, era uma afronta para seu tio, que sempre fora bicho do mato, grosso, do tipo que detesta frescura, o seu tio logo percebeu uma chance de torturar o garoto.
O garoto estava no dando duro no trabalho do sítio, seu tio não encontrava brecha para judiar dele, por mais que as vezes o menino fazia algumas cagadas, eram todas pequenas, e então ele viu a chance de raspar o cabelo do menino.
- o muleque, vem aqui.
- o que foi tio.
- eu achei esse cabelo na comida que você fez.
-perdao tio
-perdao nada, menino não tem cabelo desse tamanho.
- como assim
- vou te dar um cabelo de homem
- no meu cabelo o senhor não encosta.
O menino até tentou resistir e lutar, porém seu tio foi mais agiu, o granhou pelas jubas e o levou até a cadeira, que a muito custo o amarrou, o menino implorando para que seu tio não fizesse nada foi ignorado, apenas ouvindo um "está na hora de virar homem" e então começou a cortar o cabelo do menino, as lágrimas do Garoto junto com os seus cachos caiam no chão, ele até se machia, porém ao se machucar acabou parando, depois desse ocorrido, o menino foi dormir aos prantos, e seu tio, começou a cheirar os belos cabelos do rapaz, que estavam caídos no chão.
Seu tio o observava trabalhar no dia seguinte, o garoto estava de mal do tio, porém o tio teve uma outra ideia, uma bem mais sanguinária.
- Ae muleque, deixa eu ver seu saco
O menino olhou assutado para o seu tio
- isso mesmo que eu falei, mostra esse seu saco aí
- porque
- quero ver se você é cuiudo
-porque isso é relevante
- porque eu quero, ande logo
O menino com medo da reação do seu tio acaba por mostrar seu belo órgão, seu saco mediano, e seu bilau não circuncidado, de tamanho médio também
- seu pai não sabe que precisa cortar a pele do pinto não.
Então seu tio levantou e abaixou as calças, mostrando seu saco enorme, seu pênis grande e circuncidado, junto com uma pentelhanda de dar gosto.
Seu tio pegou o menino e o virou de costas, dando uma olhada no anel do menino, constatando que o mesmo era virgem, tinha o anel apertadinho, e logo enfiou o dedo, ouvindo um gemidinho
-sabe eu me arrependo de ter cortado o seu cabelo
- porque
- porque você é uma menininha
- como assim
- você nasceu para ser capadinho
- não estou gostando da onde isso está indo.
- Aqui nessa casa o único que precisa de saco sou eu - disse o tio disparando um cuspe no cu do garoto
- você nem pensa
- eu penso, vou arrancar a sua virgindade e te fazer de meu capadinho, e você não vai falar para ninguém, pq se não você morre, agora se prepare, porque eu vou cortar o seu saco na mangueira, e assim que você se recuperar eu vou estourar o seu anelzinho.
O menino tentou lutar, porém seu tio era mais forte e o levou na mangueira, o prendendo no corredor, de bunda para trás, , as pernas amarradas, seu saco bem no meio, então seu tio colocou um ferro para queimar, e logo pegou seu canivete que esterilizou no fogo, e mesmo quente, fincou na pele do menino, que gritava de dor, cortando o tampão de seu bagos, e logo após, um por um, arrancou os seus culhão, e então, foi para a gente do menino e amarrou a sua cabeça pelo pescoço
- se você acha que ser capado doeu, é porque você não sentiu essa parte.
E então pegou o ferro de marcar boi e carcou no peito do menino, que chegou a sair fogo.
Uns meses depois o menino se recuperou, e então seu tio o levou mangueira obrigado novamente, e então amarrou o menino na mesma posição, cuspiu no cuzinho do menino, e então esfregou seu pau enorme, até que entrou, e comeu o menino que gemia, estourando suas preguinhas, seu corpo peludo batia com tudo na bunda do garoto, o fazer gritar de prazer, até que jorrou todo seu leite dentro da bunda do Garoto
No outro dia, ao terminar o dia, o menino foi surpreendido na cama, o tio começou a se esfregar e então agarrou o menino com força, e meteu em seu cu, e assim, fez aquele menino se apaixonar por ele.
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