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Fiz tudo porque tive dó...

📅 Publicado em: 31/12/2004 22:00

👤 Autor: doctor love

📂 Categoria: Gay

Havia na minha faculdade um cara da minha idade (20 anos) que era zoado por todos! Hélio era o nome dele! Ele não era má pessoa, mas era um pouco chato, fazia coisas estranhas e vestia-se mal! Isso o tornou o cara mais impopular da faculdade! Todos faziam brincadeiras maldosas com ele, e ele ficava furioso, mas nada podia fazer. Eu sentia pena dele, e arriscava umas conversas com ele de vez em quando, apesar das brincadeiras de meus amigos, e aos poucos me tornei seu único amigo! Estávamos na mesma classe, e eu me tornei seu parceiro oficial de trabalhos, laboratórios e projetos. Conversávamos bastante, e gostávamos de coisas parecidas, mas nunca saíamos. Não saíamos porque ou eu saía com meus amigos (que não me deixavam convidá-lo), ou eu saia com minha namorada (uma menina muito linda e gostosa, que me fazia muito feliz), ou seja, nunca tinha tempo de sair com ele. Um dia combinamos de ir à casa dele depois das aulas, para terminarmos um relatório, e para trocarmos e gravarmos uns CDs. Ao chegarmos ele me disse que seus pais não estaríam em casa, e só retornaríam por volta da meia noite, o que nos daria cinco horas sozinhos naquela casa enorme. Fizemos nosso relatório, e depois pedimos uma pizza. Comemos e conversamons muito! Achei estranho o fato dele, pela primeira vez, puxar o assunto para sexo. Chegou até ame perguntar o que eu fazia com minha namorada na cama! Estranhei, mas como éramos amigos, e já estávamos um pouco altos por causa da cerveja (atacamos o estoque do pai dele), falei normalmente. Contei que ela fazia as coisas mais loucas na cama, e que me dava muito prazer. Ele estava visivelmente excitado, mas eu lhe disse, rindo, que ela nmão era pro bico dele! Conversamos mais, e ele me disse que seus namoros nunca tinham dado muito certo, e que ele achava que as meninas o achavam muito chato depois de algum tempo. Disse à ele que aquilo era bobagem, e que ela era um grande cara! Ele sorriu, e ao terminarmos de comer e limpar tudo fomos pro quarto dele pra gravar os CDs e ouvir um som. Conversávamos numa boa, quando ele trouxe o assunto sexo novamente! Eu lhe disse, dando risada: "Caramba, cara, hoje você tá que tá! Vai bater uma punheta pra relaxar, vai!". Ele me olhou, levantou-se, e me deu um beijo! Eu assustei, me levantei também, e me afastei. O encarei, e pude ver a tristeza em seus olhos. Vi aquela expressão de arrependimnto, de "não devia ter feito aquilo"! Disse-lhe, então: "Cara, me desculpe... desculpe se passei a expressão errada! Eu gosto de você, você é meu amigo, mas eu não quero um relacionamento amoroso!". Ele começou a chorar, e sentou-se na cama, e entre soluços ele me pedia desculpas. Eu não sabia o que fazer! Senti muita pena naquela hora! Ele era apenas um cara sofrido, sem amigos, achando que tinha acabado de estragar sua única amizade! Sentei-me do lado dele e o abracei! Ele parou de chorar, e me abraçou de volta! Depois de alguns minutos, ele me olhou nos olhos, e disse entre soluços a frase que nunca mais vou esquecer: "Por favor... transa comigo... mesmo sem beijos, sem carinhos... por favor!". Eu fiquei olhando pra ele, sem saber o que dizer, quando ele levou a mão até o meio de minhas pernas, apertando meu pau. Para minha surpresa, percebi que meu pinto estava muito duro! Olhei pra ele novamente, e ele tentou me beijar de novo. Me afastei, e lhe disse que não o beijaria de novo. Ele concordou com a cabeça, e tirou sua camiseta. Disse-lhe que não era gay, e que nunca iria dar o cu. Ele concordou novamente, e se aproximou de mim, ajoelhando-se em seguida. Eu estava nervoso, não querendo transar com ele, mas via em seus olhos a necessidade, talvez pela primeira vez, de não ser rejeitado. Fiquei imóvel, enquando ele massageava meu pau por cima da calça. Ele soltou meu cinto, abriu meu zíper e baixou minha calça. Passou as mãos por cima de meu pau já duro, por cima da cueca, abaixando-a em seguida, libertando minha rola. Ereto, meu pinto chega a 16cm, e é bastante grosso. Ele me olhou, e eu, já mais relaxado, fiz um sinal com a cabeça. Ele então pôs a língua pra fora, e a passou por cima da cabeça do meu pau. Senti uma coisa gostosa quando ele passou a língua em volta da minha rola e o engoliu em seguida. O interrompi, quando me lembrei que estava sem camisinha. Ele me disse que tinha algumas na gaveta, mas continuou a chupar meu pau desprotegido. Totalmente relaxado, eu sentia um enorme prazer, com meu amigo me chupando, meio desajeitado. Sentei-me na cama, e me livrei do que restava da minha roupa. Ele fez o mesmo, e notei que seu pinto não tinha mais que 11cm! Talvez esta fosse uma das razões dele ser tão reprimido com mulheres! Sentado e relaxado na cama, sentia a boca e a língua de Hélio massageando meu cacete. Em pouco tempo disse à ele que ia gozar. Ele nem me ouviu, e continuou a chupar. Senti o orgasmo se aproximando, e explodi naquela boca quente. Ele parou de me chupar no primeiro jato, e só ficou sentindo a porra escorrer. Ele me punhetava, com a boca posicionada bem na cabeça do meu pau, e chupou e engoliu toda a minha porra (que não foi muita). Eu estava supreso comigo mesmo, pois estava adorando aquilo, e com suas contínuas chupadas meu pau mal conseguiu amolecer. Em cinco minutos ele já estava duro de novo, pronto pra outra. Ele estava muito excitado, e deitou-se na cama, ao meu lado, e com uma voz suave, me disse: "Me come...". Me levantei, com as pernas ainda meio bambas, e fui até a gaveta que ele indicou pra pegar uma camisinha. Devidamente protegido, perguntei á ele se podia pegar algum creme hidratante de sua mãe. Ele foi até o quarto dela e logo voltou com um pote, daqueles que você aperta em cima e ele esguicha um pouco de creme. Mandei ele ficar de quatro, e contemplei aquela bundinha branquinha, com poucos pelos, e o cuzinho marrom ali no meio. Quando dei a primeira esguichada de creme bem no meio do cuzinho dele, Hélio gemeu de prazer! Esguichei mais duas vezes, e espalheim o creme em volta do cu dele, enfiando um dedo de vez em quando para lubrificá-lo por dentro. Sentia seu cu se contrair em meu dedo, enquanto ele gemia baixinho. Já estava explodindo de tanto tesão, quando passei bastante creme em meu pau e encostei a cabecinha. Era a primeira vez que ia comer um cuzinho (minha namorada nunca me deu a bundinha), e era um cuzinho lindo! Perguntei se ele era virgem, e ele me disse que nunca tinha dado pra um cara, mas que brincava de enfiar em seu cuzinho cabos de escova e até cenouras, e que o fazia regularmente. Comecei a forçar a cabeça do pau em seu cuzinho, que escorregou fácil pelo reto de meu amigo. A cabeça entrou, e eu parei pra ele se acostumar. Ele gemia muito, e balançava a bunda procurando por mais prazer. Lentamente empurrei o resto da rola, até encoxá-lo. Com certeza não há sensação igual à de comer um cuzinho, a não ser comer um cuzinho e encoxar uma bunda lisinha e redondinha! Hélio tinha uma bunda de mulher, muito gostosa e quente! Eu tirei o pau e empurrei de novo, fazendo Hélio dar um grito quando a rola entrou novamente! Estava muito excitado, então comecei a meter cada vez mais rápido, e logo estava montado em cima dele com o pau encaixado em seu cu. Metia furiosamente, gemendo, enquanto ele realmente urrava de prazer com meu pau atolado no rabo! Ele estava de quatro na cama, quando o empurrei e ele se deitou de bruços. Deitei por cima, encaixei o pau de novo, e já comecei a meter com força! Desta vez eu sentia todo o calor de seu corpo, e ele gritava ainda mais. Ele estava adorando aquilo, e eu também! Vendo que ainda ia demorar pra gozar, sugeri uma nova posição. Me deitei de lado, e ele também, de costas pra mim. Adoro meter de ladinho! Levantei sua perna e meti sem dó naquele rabinho já alargado, que cedia facilmente às investidas, e dava prazer à nós dois. Minutos de muita gritaria depoiis, disse-lhe que ia gozar, e continuei bombando! Gozei dentro daquele cuzinho (e dentro da camisinha), e fui parando devagar com os movimentos. Não sei oq ue deu em mim, mas naquela hoa estiquei meu braço em busca do pintinho de Hélio, e o punhetei ferozmente! Em poucos segundos ele gozou, mas gozou muito, melando sua barriga e a minha mão com msua porra! Ficamos parados por alguns minutos, quando tirei meu pau de seu cu. Ele ficou deitado, e disse que eu podia tomar um banho, se quisesse. Tomei meu banho, e o encontrei deitado em sua cama, na mesma posição, sorrindo. Disse-lhe que eram 23:20, e que precisava ir. Ele se vestiu, mesmo sujo de sua e de minha porra, e me acompanhou até a porta. Disse-lhe o que pensara durante o banho: não podia continuar com aquilo! Tinha uma namorada, e bem ou mal tinha acabado de traí-la! Disse-lhe que continuaríamos amigos, e que poderia lhe aconselhar sobre assuntos de sexo, e que a partir dali nossa amizade seria mais forte e nossas confidências seríam mais sinceras. Dei-lhe, enfim, um beijo demorado, e parti. Continamos amigos, e até hoje eu continuo com minha namorada e nada mais rolou entre nós. Ele passou por mais uma experiência, e eu também, mas isso eu conto em uma outra ocasião! Se você gostou deste conto, me escreva! Respondo sempre à todos os emails! Me escreva pra conversar, ou se precisar de algum conselho! Sou ótimo nisso!
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