A filha da minha funcionaria 5
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Eu ainda encontro com a Lú, sempre que dá, pois a família dela anda desconfiada, chegando àté a seguí-la, mas a pequena não é boba nem nada. Esses dias atrás. Uma amiga dela iria viajar com toda a família, e os pa´s não sabiam disto, aí a Lú pegou a chave da casa me mandou, era sexta-feira a tarde, por volta das 19:00hs. Aí a Lú ligou para o celular da amiga, claro que já combinado tudo, e passou o fone para a mãe, nisso a Pati, lá de longe, convidou a Lú para passar o final de semana na sua casa (a casa fica um pouco retirada da cidade, numa chácara), arrumou suas coisas num mochila, e a mãe foi leva-la a casa. Chegando lá, a empregada (já comprada) foi atender no portão, dizendo que a Pati estava no banho. Eu tinha escondido meu carro, nos fundos da chácara atrás de um pomar. Como a família da Pati tinha viajado em um carro só e o outro ficado na garagem, a mãe da Lú não desconfiou de nada.
A Lú entrou eu estava na sala, esperando-a saboreando um dry-martine, a empregada, serviu-nos uma janta deliciosa e disse que se precisassemos dela estaria na sua casa, que fica nos fundos da chácara, para não nos preocuparms com louça e outros, que na manhã seguinte ela viria arrumar tudo, a hora que a gente chamasse.
A Lú estava vestindo uma camiseta enorme, tipo vestidinho, chegou perto de mim e disse, - não me oferece uma bebida. - Pois não, que queres. - Eu falei pra Pati colocar umas champanhes gelar, - devem estar no freezer da cozinha, vou buscar.
Quando abri a geladeira, as duas tinham preparado tudo, as sapequinhas tinham comprado morango, chantili, geléias frutas pães, tudo para uma maratona de amor..........Peguei uma garrafa de MoetChandon e fui para a sala. A Lú estava entre eu e uma luz forte que vinha da varanda, aí pude ver que a danadinha estava só de camiseta mesmo, pois dava para perceber direitinho o contorno de seus lábios vaginais. Começamos beber champanhe. Conversamos, rimos muito, relembrando como ela e a Pati, tinham planejado tudo aquilo, lá pelas tantas, confesso que fiquei com um pouco de ciúmes, da Pati, mais ela ia falando e o meu tesão ia subindo, melhorado com as gotas borbulhantes de champanhe. - Estava eu e a Pati, conversando sobre o que acomteceu entre nós dois, uma terça feira vim para cá e ficamos na internet, tentando te achar na rede, mas foi em vão. Aí ela me falou que iria viajar. Como minha mãe estava desconfiada, na hora me deu um estalo, de aproveitar a saída deles e ficar aqui, enquanto isso, achamos os seus contos na rede, começamos a ler e começamos ficar com tesão, nunca tinha pensado que ler aquilo que você escreveu, da maneira que escreveu, me deixaria com tanto tesão, eu e a Pati, estavamos lendo na tela do computador, nossos peitinhos roçavam em nossos corpos, senti os peitinhos da Pati quase furando a camisa, e os meus também, de repente de um ímpeto que não sei daonde surgiu, ficamos nos olhando no fundo dos olhos, e então aconteceu, nos beijamos longamente, eu acariciava os peitinhos da Pati, que retribuia com muito gosto, o tesão por algo novo, diferente parecia invadir o mundo, nosso mundinho ali no quarto iluminado só pela tela do micro. Fui descendo a mão pela barriga e ela foi me acompanhando, de repente estavamos batendo umazinha para a outra, eu estava mais molhada que nunca, a bucetinha da Pati pingava como que estivesse chorando de felicidade, foi um gozo e tanto, eu soluçava na boa da Pati e ela na minha. caímos num 69 chupando com uma fome danada, chupava lambia, e aquele gozo parecia não terminar mais, os nossos clitóris estavam inchados de prazer, gozamos mais umas duas vezes, e caímos desfalecidas.
Lú o que fizemos? - não foi nada sua boba, não gostou, - claro que gostei!! amei!!, mas fique sabendo que apesar de ser virgem eu gosto de homem. - Eu também sua bobinha, mas nada impede de brincarmos de vez em quando não é? - claro que sim, me fala do seu gato. - Meu gato é maravilhoso, sabia assim que o vi, maduro, romantico, diferente daqueles pivetes da escola, deles não chego mais nem perto. Mas você é virgem ainda? - mais ou menos, só briquei umas duas vezes com meu priminho, mas ele é tão pequeno que eu me considero virgem. Quem sabe você não quer me emprestar o seu gato, - sai prá lá, ele é só meu. - será que ele não tem um amigo. - ele está há pouco tempo aqui, não sei se já conheceu gente em que possa confiar. - então vai ter que ser ele. - olha vamos dormir. Sinceramente, a proposta apresentada tinha me deixado toda molhadinha de novo, será que meu gato gostaria, será que euzinha tinha coragem de ver meu gato, com aquela princesinha, ela é do tipo mignon que nem eu. Adormeci, sonhei que estavamos os três, na maior suruba, acho que nesta hora gozei de novo, pois acordei toda meladinha.
Estes relatos estavam me deixando completamente maluco. imaginar duas princesinhas´a disposição de meu prazer, fiquei calado por um longo tempo só imaginando. - Ei, estou aqui, parece que voce está pensando na proposta da Pati, - claro que estou, caí de boca naquela boca saborosa, nossas linguas se torciam em malabarismo dentro da boca dos outro. corri a língua por todo seu corpo que estremecia de prazer, parei naquela grutinha do pecado, fiquei lambendo até ser inundada pelo gozo. Ela se ajeitou e começou a me punhetar beijava meu pau devagar, engolia-o todo, chupava minhas bolas (por questão de higiene, tinha raspado todinho meu pau, deixando apenas aquele montinho acima dele) tava uma delícia, a Lú realmente tinha aprendido a fazer um boquete, estava eu nas nuvens. - para que vou gozar, - então quero que voce goze no meu champanhe, disse colocando a taça na frente do meu pau, gozei intensamente, parecia que não ia acaber numca. - Ah Patizinha, arrisquei, seu crápula eu sou a Lú, a Lúzinha entendeu. E tomando aquele champanhe com todo meu gozo, disse se bem que da maneira que você falou Patizinha, gozando e dando seu leitinho todinho para mim, não fiquei com muito ciúme, repete, - Patizinha, enquanto me levava à loucura continuando o boquete para deixar meu pau limpinho. Que logo estava duro novamente, aí sentou em cima dele e foi descendo devagarino, subindo logo em seguida, - chama a patinha, chama. - Ah lú, voce me mata de tanto prazer.
- Vou pensar...... disse ela virando de bruços antes de cair nos braços de Orfeu..
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