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Falei que irá no mercado e peguei no flagra meu irmão dotado fuder meu noivo parte 04

📅 Publicado em: 06/08/2026 22:17

👤 Autor: wilson-kkkkkk

🏷️ Tags: #Corno #Gay #Traições #Voyeur
Menti que irá no mercado peguei meu irmão fudendo me noivo
Só que agora tio dele também e ainda gravou eles saber que vir

Eles ficaram conversando no quarto por mais alguns minutos.

Eu continuava imóvel dentro do armário, a respiração controlada, o celular ainda na mão com o vídeo pausado. Qualquer movimento errado e a porta rangia.

O tio estava sentado na beira da cama, a calça ainda aberta, o pau de 19 centímetros mole e brilhando sobre a coxa. Meu irmão andava de um lado pro outro, só de cueca, o volume dos 23 centímetros balançando pesado a cada passo. Meu noivo tinha se sentado encostado na cabeceira, as pernas ainda meio abertas, o cu claramente desconfortável.

— Amanhã eu liberto mais cedo do serviço — falou o tio, pegando o celular de novo. — A gente pode fazer uma sessão mais longa. Quero ver esse cu aguentando os dois ao mesmo tempo.

Meu irmão parou na frente dele e puxou a cueca pra baixo só o suficiente pra tirar o pau. Mesmo mole, os 23 centímetros eram impressionantes. Ele deu algumas puxadas lentas e olhou pro meu noivo.

— Acha que aguenta os dois juntos? Tipo… um no cu e outro na boca o tempo todo?

Meu noivo passou a língua nos lábios, ainda inchados, e respondeu baixo:

— Aguento. Só… vai com calma no começo.

O tio riu e mostrou a tela do celular pra eles.

— Olha o que eu gravei. Ficou bom pra caralho.

Eu engoli em seco no escuro. Eles estavam assistindo o mesmo vídeo que eu tinha recebido por engano. Do armário eu escutava os gemidos abafados saindo do alto-falante do celular, a voz do tio narrando, o som molhado da boca do meu noivo engolindo os dois paus.

Meu irmão assobiou baixo.

— Porra… deu pra ver tudo. Até o momento que eu gozei na boca dele.

— É. Ficou nítido — respondeu o tio, orgulhoso. — O Carlos vai bater uma punheta daquelas quando ver.

Eles riram. Meu noivo desviou o olhar, um pouco envergonhado, mas não pediu pra apagar.

O tio trancou o celular e largou na mesa de novo.

— Então tá combinado. Amanhã a mesma hora. E se o corno continuar saindo cedo assim… a gente pode até chamar mais gente.

Meu irmão olhou na direção da porta do armário por meio segundo.

Meu coração parou.

Mas ele só virou pro meu noivo de novo e falou:

— Deixa a porta do quarto aberta igual hoje. Eu entro quieto.

Os três ainda ficaram um tempo ali. O tio acabou gozando de novo na mão, devagar, enquanto meu irmão metia só a cabeça dos 23 centímetros na boca do meu noivo, sem pressa, só pra sentir a língua. Eu via pela fresta: a forma como a boca do meu noivo se esticava em volta daquela grossura, a saliva escorrendo, os olhos semi-cerrados.

Quando finalmente se arrumaram, o tio saiu primeiro. Meu irmão ficou mais um pouco, beijou meu noivo de um jeito que eu nunca tinha beijado ele, e sussurrou algo que eu não consegui escutar. Depois saiu também.

Meu noivo ficou sozinho no quarto.

Ele se levantou devagar, foi até a porta, olhou pro corredor e voltou. Pegou o celular, mandou uma mensagem rápida e deitou de novo na cama, de bruços, as nádegas ainda manchadas.

Eu continuei escondido.

O vídeo ainda estava no meu celular.

E amanhã… eu já sabia exatamente onde ia estar.

O tio ainda estava com o celular na mão quando a tela acendeu de novo.

Ele franziu a testa, abriu a conversa e ficou alguns segundos em silêncio. Depois a cor sumiu do rosto.

— Porra…

Meu irmão, que estava vestindo a camiseta, olhou pra ele.

— Que foi?

O tio girou o celular na direção dele. A conversa estava aberta. O vídeo tinha sido enviado. Só que o nome do contato não era “Carlos”.

Era o meu nome.

O nome do corno.

— Eu mandei pro número errado — falou o tio, a voz baixa e tensa. — Mandei pro noivo dele.

Meu irmão parou no meio do movimento. Meu noivo, ainda deitado na cama, se sentou de uma vez só, o rosto mudando de expressão.

— Você tá brincando…

— Não tô. Olha. — O tio mostrou a tela de novo. — O contato tá salvo com o nome dele. Eu errei o dedo. O vídeo foi direto.

Silêncio pesado no quarto.

Meu noivo passou a mão no cabelo, nervoso.

— E agora? Ele já deve ter visto. O celular dele vibra na hora.

O tio andou de um lado pro outro, a calça ainda aberta, o pau de 19 centímetros balançando.

— Apaga a porra da conversa. Vê se tem visualização.

— Não tem como saber se ele abriu ou não — respondeu meu irmão. — Mas se ele viu… ele sabe de tudo. Dos 23 centímetros, dos 19, do cu destruído, da gente falando dele…

Meu noivo cobriu o rosto com as mãos.

— Ele vai me largar. Vai me expulsar de casa. Vai contar pra minha mãe…

O tio parou na frente da cama e falou, mais calmo, mas ainda preocupado:

— Ou… ele não vai fazer nada.

Os dois olharam pra ele.

— Pensa. O cara sai cedo todo dia. A porta fica aberta. A gente fode o noivo dele na cama do casal e ele nunca desconfiou. Será que ele realmente não sabe de nada… ou será que ele gosta?

Meu irmão soltou uma risadinha nervosa.

— Você tá falando que o corno pode ser mais corno do que a gente imaginava?

— Estou falando que, se ele já viu o vídeo e não chegou aqui gritando, talvez ele prefira continuar assistindo do que acabar com tudo.

Eu, dentro do armário, senti o sangue bater forte nas têmporas. Eles estavam a menos de dois metros de mim, discutindo exatamente o que eu tinha visto e escutado.

O tio pegou o celular de novo e digitou rápido.

— Vou mandar uma mensagem. Algo tipo “foi sem querer, apaga aí”. Se ele responder, a gente vê o tom. Se não responder… a gente espera.

Meu irmão olhou na direção da porta do quarto, depois pro armário, como se sentisse alguma coisa. Mas não disse nada.

Meu noivo ainda estava pálido.

— E se ele aparecer aqui agora?

— Aí a gente resolve na hora — respondeu o tio. — Mas eu aposto que ele não vai aparecer. Aposto que ele já assistiu o vídeo mais de uma vez… e tá de pau duro.

Eu apertei o celular no bolso. A mensagem do tio ainda não tinha chegado, mas eu sabia que em instantes o aparelho ia vibrar de novo.

Eles continuavam ali, semi-nus, o cheiro de sexo ainda forte no quarto, discutindo o que fazer com o corno que, sem eles saberem, estava escutando cada palavra.
Nenhuma reação ainda.

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