Seu Miguel, o porteiro
Eu tenho muito tesão em me pegar com outros machos, especialmente em locais inusitados e banheiros públicos. Não quero namoro nem nada do gênero. Me negócio é banheirão, cinemão, parques públicos.
Essa história aconteceu faz um ano. Na minha cidade fazia pouco tempo que inauguraram um terminal de ônibus novo perto do centro. Era também relativamente perto do meu trabalho. Comecei a ouvi dizer que era um lugar ótimo de pegação, especialmente 7 da manhã e 5 da tarde, quando os caras iam ou voltavam do trabalho. Fui conferir, e apareci nesses horários. Realmente, o negócio fervia. Bati punheta, mamei, fui mamado, gozei algumas vezes.
Num dia qualquer fui na hora do almoço. Saí do trabalho, tava indo almoçar e me deu uma coceira no pau de parar lá. Estacionei e fui a pé até o banheiro. Estava louco pra bater uma com algum macho gostoso. Sou tarado em macho moreno, suado, trabalhador. Curto novinhos ou na minha faixa etária (35 anos). Nunca tinha sido um fetiche ficar com homens mais velhos. Já dei uns pegas em uns deles no cinemão da cidade, mas não era minha praia.
Quando eu entro no banheiro, fui direto pro mictório. Coloco o pau meia-bomba pra fora e quando dou uma olhada pro lado, uma surpresa: estava ali, do meu lado, de pau duro pra fora um senhor que eu conhecia bem: o seu Miguel, porteiro do prédio que eu morava. Ele era moreno, barrigudo, um cara grosso e até meio mal educado. Conversava pouco com ele, mas fazia uns 3 anos que não o via, desde que tinha me mudado.
Eu assustei, ele também, mas já estávamos lá, não tinha o que fazer. Cumprimentei ele, massageei meu pau, trocamos olhares e eu me atrevi: peguei no pau dele. Na hora o tesão foi aumentando: era um pau grosso e grande, mas o melhor: era duro, feito uma pedra.
Elogiei o membro: Ô seu Miguel, que pau delicioso hein? Duro feito uma rocha
E ele: tô com um tesão danado... quer me ajudar aí?
-Opa, quero sim
Fomos pra cabine e comecei a punhetar
Ele gemia e me acariciava. Empurrou minha cabeça e me pediu pra chupar
Fiz que não queria (mas queria sim) e chupei, lambi comecei a me deliciar. Quando de repente tive uma ideia
-Seu Miguel... vamos pra um lugar mais confortável e discreto
-Como assim? Onde?
Eu tava chamando ele pra ir pra um motel que tem na avenida, a caminho do meu trabalho
Ele ficou meio receoso mas topou. Fomos conversando, eu pegando no pau dele o tempo todo. Chegamos lá, entramos no quarto e me entreguei ao fetiche paizão e filho. Ele curtiu a ideia. Falei que queria um paizão bravo que me tratasse mal. Ele tirou a camisa suada, o cinto velho, ameaçou me bater se não fizssse o que ele queria. Ele mandou eu ficar pelado. Tirei a roupa, ele veio, me pegou de jeito, feito um macho estúpido que ele sabia ser. Me abraçou, me beijou. Fiquei louco com o beijo quente e delicioso do Miguel.
Ele mandou eu beijar e lamber ele todo. Assim o fiz. Chupei seus peitos, desci pra barriga, mamei seu pau. Nos deitamos. Ele abriu as pernas e me mandou chupar mais. Depois me virou e me lambeu as costas, depois meu cu. Deu um trato de língua que eu vi estrelas....
E ai a melhor parte. Pegou lubrificante, passou no meu cuzinho, me pegou de jeito e meteu gostoso. Primeiro a cabeça, com muito jeito. O pau dele continuava uma rocha. Mesmo grosso, até que entrou fácil. O homem sabia meter. Me comeu gostoso, de 4 e logo anunciou que ia gozar. Melou meu com sua porra, que escorria tudo. Nos deitamos ele veio me chupar. Mamou gostoso, pediu porra na boca e em pouco tempo eu tava gozando nele todo. Veio com a cara melada e me beijou. Ele era grosso, estupido, mas na cama sabia ser carinhoso. ME beijava e abraçava. Ficamos um tempo namorando assim, até que eu precisava ir embora. Tomamos banho juntos. Ele pediu pra esfregar meu pau na bunda dele. Fiquei punhetando e esfregando até que não auentei e gozei. Ele tava na punheta tb e quando a porra bateu na bunda, soltou seus jatos também. Depois dessa nos trocamos e fomos embora. Deixei ele na rodoviária, voltei a trabalhar e combinamos outros encontros do tipo.
Essa história aconteceu faz um ano. Na minha cidade fazia pouco tempo que inauguraram um terminal de ônibus novo perto do centro. Era também relativamente perto do meu trabalho. Comecei a ouvi dizer que era um lugar ótimo de pegação, especialmente 7 da manhã e 5 da tarde, quando os caras iam ou voltavam do trabalho. Fui conferir, e apareci nesses horários. Realmente, o negócio fervia. Bati punheta, mamei, fui mamado, gozei algumas vezes.
Num dia qualquer fui na hora do almoço. Saí do trabalho, tava indo almoçar e me deu uma coceira no pau de parar lá. Estacionei e fui a pé até o banheiro. Estava louco pra bater uma com algum macho gostoso. Sou tarado em macho moreno, suado, trabalhador. Curto novinhos ou na minha faixa etária (35 anos). Nunca tinha sido um fetiche ficar com homens mais velhos. Já dei uns pegas em uns deles no cinemão da cidade, mas não era minha praia.
Quando eu entro no banheiro, fui direto pro mictório. Coloco o pau meia-bomba pra fora e quando dou uma olhada pro lado, uma surpresa: estava ali, do meu lado, de pau duro pra fora um senhor que eu conhecia bem: o seu Miguel, porteiro do prédio que eu morava. Ele era moreno, barrigudo, um cara grosso e até meio mal educado. Conversava pouco com ele, mas fazia uns 3 anos que não o via, desde que tinha me mudado.
Eu assustei, ele também, mas já estávamos lá, não tinha o que fazer. Cumprimentei ele, massageei meu pau, trocamos olhares e eu me atrevi: peguei no pau dele. Na hora o tesão foi aumentando: era um pau grosso e grande, mas o melhor: era duro, feito uma pedra.
Elogiei o membro: Ô seu Miguel, que pau delicioso hein? Duro feito uma rocha
E ele: tô com um tesão danado... quer me ajudar aí?
-Opa, quero sim
Fomos pra cabine e comecei a punhetar
Ele gemia e me acariciava. Empurrou minha cabeça e me pediu pra chupar
Fiz que não queria (mas queria sim) e chupei, lambi comecei a me deliciar. Quando de repente tive uma ideia
-Seu Miguel... vamos pra um lugar mais confortável e discreto
-Como assim? Onde?
Eu tava chamando ele pra ir pra um motel que tem na avenida, a caminho do meu trabalho
Ele ficou meio receoso mas topou. Fomos conversando, eu pegando no pau dele o tempo todo. Chegamos lá, entramos no quarto e me entreguei ao fetiche paizão e filho. Ele curtiu a ideia. Falei que queria um paizão bravo que me tratasse mal. Ele tirou a camisa suada, o cinto velho, ameaçou me bater se não fizssse o que ele queria. Ele mandou eu ficar pelado. Tirei a roupa, ele veio, me pegou de jeito, feito um macho estúpido que ele sabia ser. Me abraçou, me beijou. Fiquei louco com o beijo quente e delicioso do Miguel.
Ele mandou eu beijar e lamber ele todo. Assim o fiz. Chupei seus peitos, desci pra barriga, mamei seu pau. Nos deitamos. Ele abriu as pernas e me mandou chupar mais. Depois me virou e me lambeu as costas, depois meu cu. Deu um trato de língua que eu vi estrelas....
E ai a melhor parte. Pegou lubrificante, passou no meu cuzinho, me pegou de jeito e meteu gostoso. Primeiro a cabeça, com muito jeito. O pau dele continuava uma rocha. Mesmo grosso, até que entrou fácil. O homem sabia meter. Me comeu gostoso, de 4 e logo anunciou que ia gozar. Melou meu com sua porra, que escorria tudo. Nos deitamos ele veio me chupar. Mamou gostoso, pediu porra na boca e em pouco tempo eu tava gozando nele todo. Veio com a cara melada e me beijou. Ele era grosso, estupido, mas na cama sabia ser carinhoso. ME beijava e abraçava. Ficamos um tempo namorando assim, até que eu precisava ir embora. Tomamos banho juntos. Ele pediu pra esfregar meu pau na bunda dele. Fiquei punhetando e esfregando até que não auentei e gozei. Ele tava na punheta tb e quando a porra bateu na bunda, soltou seus jatos também. Depois dessa nos trocamos e fomos embora. Deixei ele na rodoviária, voltei a trabalhar e combinamos outros encontros do tipo.
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