amigo em dúvida: como ou não como a filha do meu amigo?
Meu nome é Jorge, tenho 38 anos, casado, tenho um grande amigo desde a infância, Leandro.
Ele casado tem uma filha, devido a nossa convivência constante, como irmãos, nunca na vida pensei que ia passar por essa situação.
Nara sua filha era quase como uma outra filha pra mim, super amiga da minha filha Luana que tem 11 anos, e queria por mim e pela minha esposa Lia.
No ano passado quando ela fez 13 anos que eu percebi que ela estava se insinuando de forma diferente pra mim.
Na festa ao dar o primeiro pedaço de bolo ela ofereceu para mim, falando que eu era como um segundo pai para ela e até me emocionou.
A partir daquela data comecei a notar que ela fazia tudo pra se exibir, vivia se abaixando perto de mim pra deixar os pequenos seios a mostra, usava roupas mais curtas que o normal quando vinha em casa, como sempre fui realmente como um pai, às vezes sentava no meu colo despreocupadamente, mas agora com 13 seu corpo já me estimulava de outra forma e meu pau acabava endurecendo e eu percebia que ela se mexia pra sentir ele, eu ficava constrangido e me sentindo muito mal, achando que todos percebiam o que estava acontecendo.
Mas a vida continuava normal, Leandro e eu super companheiros.
Foi apenas Lia que me alertou dizendo que Nara estava muito sapeca e saliente, e que estava cada vez mais bonita e ainda brincou que ela ia dar trabalho pro Leandro e pra Raquel sua mãe
eu pra disfarçar falei que nem tinha notado e ela riu, dizendo tá bom, acredito.
Pior que eu tava gostando desse jogo de sedução dela que vinha cada vez mais em casa e quando eu ia lá se sentia a vontade pra me provocar talvez sabendo que eu não poderia fazer nada.
Queria dançar comigo, mostrar sua roupas e principalmente pedia pra eu filmar ela, falando que seu sonho era ser bem famosa.
Era época de férias e como todo ano eu e Leandro tinhamos alugado uma casa na praia e íriamos todos na próxima semana.
Num sábado, Nara e Luanda foram ao shopping comprar roupas de praia e eu fiquei encarregado de ir busca-las.
Fui pega-las e Nara sentou na frente, tava com um vestidinho bem folgado no corpo, Luanda no banco de trás.
As duas vinham no maior papo e Nara vira e mexe ao se virar pra trás deixava a alcinha do vestido cair mostrando um dos pequenos seios.
Eu ficava doido de tesão…como tava calor, quando estava chegando ela falou: tio leva gente pra tomar sorvete, tá tão calor eu olhei pra ela, que rostinho lindo ela tinha, moreninha clara, cabelos pretos, de franjinha emoldurando um rosto lindo e aqueles olhos verdes me olhando como uma gatinha manhosa, tentei falar que não, mas ela e Luana começaram a gritar: sorvete,sorvete, sorvete.
Então obedeci.
Comprei os sorvetes e elas ficaram chupando no carro.
Eu olhava pras duas e notei um sorriso malandro nela e também na minha filha…me venho um pensamento erótico tão forte que tenho até vergonha de falar.
Nara chupava o sorvete com gosto, lambia de um jeito que se ela não fosse tão novinha e acreditava virgem , fazia parecer que estava chupando um pinto.
Puxou o vestido até quase a cintura deixando as coxas à mostra, ela deixou algumas gotas cair na sua coxa esquerda, pediu um guardanapo para mim e eu como não tinha fui na sorveteria e peguei alguns, ao entrar no carro e dar pra ela ele pediu: tio limpa pra mim eu olhei pra coxa lisinha dela, moreninha, carnuda e minha vontade era limpar qual a língua.
Mas peguei o guardanapo e passei delicadamente na coxa dela, sentia o calor do corpo dela, deixava minhas mãos tocar na pele dela, olhei pra minha filha que sorria malandramente e meu pau endureceu como nunca.
Ao terminar de limpar, aproveitei e passei a mão nas coxas dela, alisando como que pra ver se tava limpinha ela sorriu e falou: obrigado tio.
Querendo ficar sozinho com ela no carro resolvi deixar Luanda em casa primeiro, aleguei que ia passar no mecânico.
Agora só eu e ela no carro, meus pensamentos de homem afloraram e apesar de minha vontade de pular nela eu me segurei.
Ela puxou mais ainda o vestido e deixou a alçinha do vestido cair de vez, um de seus seios durinho ficaram praticamente a mostra.
Ela me olhava, sorria e eu olhava sedento pra ela, que me perguntou:
Que foi tio, tá me olhando estranho e riu.
Falei nada, tava vendo como vc cresceu e ficou bonita ela riu e falou: não to gorda tio e olhou pras próprias coxas.
Eu criei coragem parei o carro um pouco antes da casa dela.
Olhei pra coxas e passei a mão e falei, não vc tá muito linda, logo logo tá namorando.
Ela gargalhou e falou: credo, não quero saber desses moleques nem de namoro tio, quero estudar primeiro.
Eu falei tá certa, tem que estudar mesmo e continuei alisando as coxas dela chegando a tocar na calcinha.
Olhei pra ela que sorria feliz, ai num gesto de lucidez olhei pro seio dela totalmente pra fora, lindo, pedindo pra ser chupado e tirei minhas mãos das pernas dela, peguei a alcinha do vestido e delicadamente cobri o seios dela novamente.
Ela sorriu não escondendo a felicidade, parecia ter ganho uma batalha.
Deixei ela em casa e ela queria que eu entrasse pra falar com os pais dela e me mostrar os biquínis que tinha comprado para ir para a praia conosco.
mas nem entrei, provavelmente eles iriam perceber minha excitação.
Ela então se despediu me dando um beijo quase na boca e me apertando com seu corpinho delicioso.
Eu fiquei ansioso pra chegar o próximo fim de semana quando iriamos todos para a praia.
Será que eu comi ela ou não? eu já sei o que fiz, mas o que vcs fariam?
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