No meio do canavial (por ela)
Tinha acabado de tomar um banho delicioso pra despertar, me senti especialmente bonita naquele dia, sensual... coloquei um vestido branco, afinal seria apenas uma reunião para apresentar um projeto a um novo cliente e não teria visitas à obras naquela terça-feira. Parei num posto de gasolina pra abastecer, teria ainda 60 km a percorrer, pedi pro frentista verificar o óleo, água, calibragem e enquanto ele fazia, desci do carro pra acompanhar seu trabalho . Percebi quando um homem veio se aproximando, bonito e bem vestido, com a barba recém-feita num perfume muito agradável, aparentava pouco mais de 35 anos, quase 1,80m, moreno claro de cabelos castanhos bem curtos,resumindo... impecável! Pensei que ele fosse falar com o frentista e realmente me surpreendi quando foi a mim que ele se dirigiu. Me deu bom dia e perguntou como fazia pra sair da cidade e chegar até uma grande usina de açúcar e álcool da região, achei aquilo inacreditável, afinal de contas era meu caminho e eu passaria por ela pra chegar ao meu destino, mas... expliquei superficialmente, como quem não tivesse conhecimento suficiente pra detalhes e tentei desconversar preenchendo a folha de cheque. Ele viu que não iria longe naquela tática da informação e tentou arriscar me elogiando... me senti muito bem recebendo um elogio daquele homem, tão fino, ele não disse nada vulgar, pelo contrário, me deixou sem chances de ser indelicada com ele, mas sutilmente o cortei naquela investida, mostrando minha aliança e dizendo que era casada. Ele, educadamente, não insistiu, admirou a sorte do meu marido, se despediu e partiu num Honda preto. Em menos de uma hora eu estava na reunião, o projeto foi facilmente aceito pelo cliente, que já pediu para providenciarmos a aprovação da planta na prefeitura. Eu e minha sócia ainda tratamos de alguns detalhes do projeto e logo eu estava voltando pra Ribeirão. Assim que passei pelo trevo de entrada da usina percebi que um carro preto entrou na rodovia logo atrás de mim e tentava me alcançar, pensei não é possível que seja ele!, deixei que ele me ultrapassasse e quando o reconheci um arrepio percorreu minha espinha. Era muita coincidência. Ele sorriu, com um ar maroto e tomou minha frente. Pouco depois o ultrapassei e não resisti em provoca-lo retribuindo aquele sorriso. E assim ficamos por alguns quilômetros e ele sempre tentando fazer com que eu parasse, mas eu não obedecia. Numa ultrapassagem ele passou com o carro colado no meu, quase me fazendo entrar no acostamento, deu sinal e parou. Eu segui em frente, não podia fazer aquilo, não podia parar pois sabia o que aconteceria. Estávamos excitados com aquela situação, pelo menos era o que eu sentia. Mas não tirava os olhos do espelho retrovisor, queria vê-lo se aproximar novamente, queria sentir aquela perseguição. Pensei que essa era uma situação ímpar e que eu não teria outra oportunidade de reencontrar aquele homem, parei no acostamento, liguei o pisca alerta e fiquei esperando aquele carro preto aparecer na estrada novamente, o que não demorou muito. Ele parou diante do meu carro , desceu e veio até mim com aquele mesmo sorriso no canto dos lábios. Eu desci um pouco do meu vidro e pedi pra que ele me seguisse afinal não poderíamos ficar ali. Aquela estrada é cercada por canaviais, a cana estava alta, mas como eu sempre passava por ali, sabia de algumas estradas que sempre via da rodovia quando não havia vegetação. Entrei por uma delas e segui até encontrar um local que achasse seguro para pararmos. Ele parou logo atrás de mim e veio para a porta do carona que permanecia trancada. Ele ficou por entender, e sinceramente eu também, afinal eu desejava tê-lo de alguma forma mas não tinha coragem pra abrir e deixá-lo entrar. Eu ria daquela situação, ele ali esperando que eu abrisse a porta e resolvi provocá-lo mais, afinal eu estava intocável. Subi meu vestido, toquei-me sensualmente e o chamei para o minha porta o que ele atendeu rapidamente. Eu desci novamente pouco do vidro e propus que continuássemos a jogar, afinal aquele joguinho da estrada tinha realmente me excitado e eu queria continuar com aquela forma de sedução sem perder o domínio da situação. Ditei as regras: a partir daquele momento sempre haveria um vidro do carro aberto e que ele deveria estar do lado certo, na hora certa. Ele tentou argumentar sem êxito e começaram suas tentativas sempre frustradas quando encontrava o vidro acabando de se fechar. Aquilo me deixava louca, ver aquele homem correndo de um lado para o outro do carro tentando me alcançar sem nunca conseguir, e realmente não conseguiria, afinal o controle fechava o vidro muito rápido. Fiquei de quatro no banco e comecei a provoca-lo mais ainda expondo minha bunda e meus seios descobertos pelo vestido. Quando ele chegou do lado direito do carro e viu minha calcinha toda enfiada pude perceber o quanto ele ficou excitado pelo volume que se formou em sua calça e pelo modo como começou a correr mais para conseguir o vidro aberto, mas ele não tinha chances e mais uma vez argumentou. Eu pedi que ele tirasse a roupa, queria vê-lo nu. Ele a princípio não concordou, mas acabou aceitando e quando vi aquela vara enorme e tesa, me molhei toda e pedi que ele a pusesse por uma pequena abertura do vidro o que sinceramente achei que ele não fosse aceitar, mas pra minha surpresa logo eu estava abocanhando gulosamente aquele pau delicioso, chupando com voracidade num vai e vem que nos deixava loucos. Minha intenção era fazer com que ele gozasse em minha boca, e então saciada minha tara eu iria embora intacta, sem dizer uma palavra. Mas ele mais uma vez me surpreendeu, e sem que eu percebesse, ele começou a dar o ritmo àquela chupada me distraindo por alguns instantes e eu sem perceber tirei a mão do controle dos vidros. Ele tirava o pau da minha boca de uma forma extremamente excitante, me fazendo desejar sua recolocada rápida e numa fração de segundos, durante uma dessas retiradas ele se jogou sobre o pára-brisas do carro enfiando o braço pelo vidro que por um descuido meu encontrava aberto do outro lado, tentei fechar o vidro e morder o seu braço fazendo com que ele desistisse, mas não tive coragem de morder com força pra machuca-lo e ele finalmente conseguiu destravar a porta. Eu fiquei imóvel, não sabia o que dizer, o que fazer eu tinha perdido o controle e aquele jogo e não sairia ilesa dali. Percebi que no fundo tinha gostado de ter perdido pra ele e sorri pra demonstrar isso, disse algo referente a sorte que agora sinceramente não me lembro enquanto ele me estendia a mão me retirando dali e logo em seguida me pressionando na lateral do carro, me beijando com sofreguidão, me forçando o corpo nu e me fazendo sentir novamente aquele arrepio na espinha. Agora era ele quem me dominava e essa sensação mexia comigo, eu, que até agora tinha ditado as regras desse jogo, estava ali, completamente entregue àquele homem que não sabia sequer o nome... olhava-o descendo pelo meu corpo, percorrendo caminhos que me faziam delirar e deseja-lo como nunca . E ele soube me enlouquecer, retribuir todo aquele sadismo com que o tinha tratado, judiava de mim, sabendo o que eu queria, o que eu desejava, me fez pedir... implorar para que me possuísse ali, naquele instante. Ajoelhado diante de mim, ele puxou minha calcinha de lado e começou a invadir minha bucetinha com aquela boca despudorada, ora mordendo meu grelinho, ora me lambendo ou chupando me deixando descompassada e segurando seus cabelos eu gozei em sua boca faminta sentindo espasmos delirantes. Ainda não tinha recuperado o fôlego quando ele subiu com suas mãos pelo meu corpo, sob meu vestido, passando por minha cintura... seios... e num segundo eu estava apenas vestindo minha minúscula calcinha. Deu um passo para trás, me olhou de cima a baixo, como se só assim pudesse ter certeza e acreditar no que estava acontecendo. Voltou, espalmando as mãos no meu quadril, com os dedos sob as alças da calcinha , me provocando um grande calafrio , a levou até meus pés... beijou-os e subiu por minhas pernas, pelo meu corpo, com aquela boca macia e sedenta Beijando minha boca... me conduziu até a frente do seu carro, me sentou no capô e se colocou entre minhas pernas... sentia o calor daquele homem, o seu desejo por mim, e eu por minha vez, sedenta por ele. Me penetrou forte, numa única estocada, minha excitação permitiu isso, mas não controlou meu gemido de prazer, que o deixou enlouquecido. Foram sucessivas estocadas firmes e profundas que me faziam tremer de tesão com minhas pernas em volta da sua cintura e meu corpo arqueado para trás... Algum tempo se passou enquanto ele me devorava deliciosamente e eu não mais agüentando o tesão pedi pra que ele gozasse dentro de mim e logo senti os jatos quentes, abundantes dentro de mim... Ainda estava em êxtase, sentindo aquela coisa gostosa, quando percebi que ele já estava pronto pra me atacar novamente, e foi o que ele fez, começou novamente a meter na minha bucetinha encharcada, mas a posição já não estava favorável e pedi pra mudarmos. Fomos para dentro do carro, deitamos os bancos e ficamos um tempo, nos olhando, nos analisando... como se nossos olhares pudessem dizer tudo o que nossos corpos exaustos não conseguiam. Comecei a admirar aquele corpo másculo, o peito suado... um cheiro de homem que me excitava ao respirar... carinhosamente comecei a beija-lo como se fossemos velhos amantes, aquela boca quente de língua macia... depois o pescoço com aquele perfume... o peito... o abdome, que se retraia aos toques da minha língua molhada... beijei sua virilha, lambi, chupei levemente... ele gemendo, acariciando minhas costas... Ele estava visivelmente excitado e agora com calma, eu queria me deliciar naquela pica que momentos antes tinha devorado despudoradamente. Lambi seu saco, chupei suas bolas, uma a uma elas brincavam na minha língua... arranquei suspiros profundos daquele homem. Segurei sua vara já bem dura..... e lambi, de baixo a cima toda a sua extensão, parando na pontinha e sentindo o gostinho daquele mel... olhando pra ele com cara de safada... dei um beijo bem na pontinha, ele me pediu engole ele, vai, sua safada!!! e eu obedeci, abrindo os lábios e deixando ele deslizar todo boca a dentro.... sentia ele pulsar na minha língua e novamente perdi o controle com aquele sabor delicioso do sexo dele e me pus sôfrega, a chupar aquele cacete enorme enquanto ele me segurava pelos cabelos e com o quadril forçava contra minha boca gulosa, fodendo-a de modo viril. Subi sobre ele, encaixei minha buceta na ponta daquela vara e desci engolindo ele todinho e me pus a rebolar naquele homem, o nosso ritmo era delicioso até que não resistindo mais anunciei meu gozo...que foi sorvido por ele como um néctar. Me deitei novamente ao seu lado, pra recuperar as energias, mas ele ainda estava em riste e me deixou bem claro que ainda tinha muito fôlego... mas desta vez, suas intenções eram outras... Me levou novamente pra fora do carro e se encaixou atrás de mim... Primeiro penetrou minha buceta com cuidado, entrou e saiu algumas vezes, lentamente... depois apontou a vara melada para o meu cuzinho, pedi pra ele encaixar e deixar que eu controlasse a penetração. Ele assim o fez... fui lentamente empurrando meu corpo contra ele, até sentir a cabeça entrar.... parei por alguns instantes pra passar a dor inicial e me acostumar com aquele cacete no meu rabo, logo voltei a forçar e lentamente ele entrou até a metade.... Ele retirou quase todo e enfiou devagar novamente repetindo esse processo até que ele entrasse completamente e eu sentisse seus pentelhos me tocando a bunda... começou a lentamente aumentar o ritmo e a partir dali iniciamos uma trepada alucinante, com estocadas profundas, ora lentas, ora rápidas, mas sempre fortes, eu rebolava no pau dele e ele brincava com meu grelinho, me fazendo descompassar... não tenho noção de quanto tempo ficamos assim... mas quando percebi que ele estava prestes a gozar não deixei, quis prolongar mais aquela trepada fantástica e fiquei por algum tempo parada, sem me mexer e logo pedi que ele voltasse a me foder daquela forma tão máscula. ... e meu gozo veio forte anunciado a ele entre gemidos de prazer. Ele sentindo que também estava prestes a explodir me segurou forte e despejou seu líquido bem fundo com pau enterrado no meu rabo gemendo alto e me chamando de safada gostosa. Nos abraçamos sentindo nossos corações ainda acelerados... Ficamos por alguns instantes assim, até que nos demos conta de que já era tarde e que deveríamos ir embora. Nos vestimos e apenas um olhar foi a despedida, entrei no meu carro e parti, sem ao menos olhar pra trás... voltei pra estrada e segui pra casa, como se tudo aquilo nunca tivesse acontecido,não tivesse passado de um sonho, uma fantasia. No caminho notei um cartão no painel do carro que ele provavelmente colocou enquanto eu me vestia. Demorei muito a ter coragem pra entrar em contato com ele através do seu e-mail. E a partir de então, voltamos a nos comunicar e resolvemos contar esse louco encontro. Ainda não nos reencontramos, mas estamos programando isso para breve e assim que acontecer relataremos aqui.
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