Tirei o cabaço da minha filha no carro
Temos uma chácara afastada da cidade e nos programamos pra passar uma semana lá no mês passado de férias. Estava tudo programado pra irmos numa segunda-feira, com o trânsito mais calmo, mas minha mulher teve um imprevisto de trabalho e precisaria ficar mais 2 dias na cidade, então vi a oportunidade perfeita, falei pra minha esposa que eu iria na frente com a Laurinha e que ela poderia pegar carona com nosso filho e a namorada e ela aceitou. Peguei estrada com a Laurinha no início da noite. Eu só conseguia pensar em todas as loucuras que eu faria com ela pelos próximos 2 dias sozinhos na chácara, mas uma chuva forte na estrada mudou um pouco nossa rota, um grande temporal e a pista lisa nos fizeram parar no meio da estrada por um tempo. Ficamos ali parados no meio do nada sozinhos, e já estava ficando louco de tesão com a situação. Mas não queria comê-la ali, queria algo mais tranquilo e confortável.
-Nossa, papai. E agora? E se a chuva não passar
-vamos ter que ficar aqui a noite toda, filha, muito perigoso dirigir assim
-estou com frio
Então desliguei o ar um pouco
Ela então baixou o carro pra ficar deitada, e colocou fones de ouvido. Pude ver seus seios bicudos sem sutiã olhando pra cima, com uma blusa de botão, e seu short foldado, um tecido fino, que mesmo de calcinha pude observar o volume da testa de sua bucetinha. Eu tentava ignorar, mas eu conseguia ver e desejar cada centímetro daquele corpo, depois de um tempo percebi que ela dormia, não resisti e abri minha calça pois meu pau estava quase explodindo dentro do short, eu estava pegando fogo e tirei a camisa e comecei a bater uma punhetinha olhando ela dormir, até que a chuva foi passando, mas eu não aguentava mais precisava gozar nela, dentro dela. Tirei meu short rapidamente e fiquei nu, subi em cima dela no banco e rasguei a blusa dela com força de maneira que não restou nenhum botão, ela acordou assustada cmg em cima dela
- Pai? O que é isso? O que tá acontecendo?
-fica quietinha amor
- não! Para com isso!
Ela tentou fazer força cmg e aquilo só me deixou mais louco de tesão
-Pai! Não! Para! Por favor, para com isso!
fui empurrando ela p banco de trás, ainda bem que meu carro é espaçoso, enquanto ela passava p banco de traz eu já fui arrancando e rasguei todo o short dela e a calcinha, ela tentava abrir as portas, mas estava tudo trancado, liguei rápido o ar, pois eu já estava pingando de suor, a deitei no banco de traz e fiquei em cima dela.
-Papai, por favor, não! E começou a chorar
-filha, a gente vai só brincar um pouquinho. Eu prometo que vc vai gostar
-papai, eu sou virgem! Não faça isso cmg.
Nessa hora eu fiquei mais louco ainda. Tentei beijar a boca dela mas ela me recusava e tentava me tirar de cima dela, me batia.
- filha, não gasta energia assim, vc vai precisar dela agora.
Eu estava em cima entre as pernas dela e meu pau já achava sua bucetinha, senti alguns pelinhos, eu sentia seu piercing do umbigo esfregando na minha barriga. Olhei seus peitinhos tão lindos, me chamando e comecei a chupar
-huuuuuum, que delícia filha, nossa, muito bom.
-não pai! Para com isso
Ela se empurrava dentro do carro tentando sair dali, mas era inútil. Ela não tinha chances com o machão aqui. Hahahahaha. Continuei mamando por uns 20 minutos. Eu escutava o choro dela me pedindo pra parar
-filha, para de resistir, o papai só vai pegar o que é dele. Eu te criei, te sustento, te dou tudo o que vc quer, pq vc não pode me dar o que eu quero pelo menos uma vez na vida?
-Sai!
E me deu um tapa na cara. Nessa hora eu fiquei chateado. Peguei as mãos dela, coloquei embaixo da bunda e fiquei em cima dela, de maneira que ela não conseguia mais se mexer no espaço do carro. Reiniciei as mamadas e já via aqueles mamilos rosados ficarem vermelhos iguais morango
-Papai, está doendo!
-Mas eu ainda nem meti!
-meus seios estão doendo!
Fui posicionando meu pênis na entrada da vagina dela e senti... A filha da puta estava molhada!
- papai, não!
E fui massagenado só com a cabecinha, era tão apertada que a cabeça do meu pau entrou super apertada (mas tbm, eu tenho uma pica super cabeçuda)
-AAAAAAAIIIIIN! PAIIIIIIII! NÃAAAAAO!
E minha cabeça entrou completamente enxarcada. Fiquei um tempo só com a cabeça lá dentro sentido aquele aperto quente e delicioso da minha filha. Até que apoiei a cabeça dela pra não bater na porta do carro e em uma só socada enfiei tudão nela, meus colhões sentiam a entrada da buceta. E ela deu um grito ensurdecedor.
-AAAAAAAAAAH! TIRA! TIRA! PAPAI, PELO AMOR DE DEUS! AAAAAAAAAAAH! NAO! AI! AI!
empurrei tão forte que ela tava encolhida na porta do carro. Posicionei ela um pouco mais pra perto de mim. Beijava seu rosto e lambia suas lágrimas.
-Pronto, amor! Já foi! Já passou! O mais difícil vc já conseguiu
-papai, por favor! Tira!
-vc quer que eu tire?
-por favor.
-tá bom
Me levantei de cima dele, agarrei sua cintura. E comecei a fode-la com força como se ela fosse uma puta. Forte e fundo, a cabeça do meu pau sentia o colo do útero dela. Minha filha gritava na rola do papai. Chorava, esperneava. Me pedia pra ir mais devagar. Mas eu não ouvia mais nada. Só sentia aquela bucetinha apertando e esquentando meu pau. E continuei socando por uns minutos. Até que comecei a sentir meu corpo arrepiar, meus colhões vibrando e meu pau tremendo de prazer, eu ia gozar. Comecei a ir mais rápido e fundo, minha filha havia acabado de desmaiar. E então enchi sua buceta de porra, nossa! Como eu gozei naquela filha da puta. Eu sentia meu líquido entrando todo nela, e meu tremia de prazer. Depois que tirei o pau, liguei as luzes, meu banco de trás estava enxarcado de sangue e porra, olhei aquela bucetinha tão pequena, roxinha, vomitando meu coito, foi a cena mais linda que vi na vida, o cabaço da minha filha misturado a minha gala...
-que delícia!
Minha filha foi acordando aos poucos enquanto eu estava hipnotizado com a cena daquela buceta. Ela ainda estava tonta. Suada. Olhou pro meio de suas pernas e olhou pra mim
- por que, papai? Por que?
-era meu direito! Vc agora é minha!
Ela voltou a chorar. Sentei-me no banco e ela ficou do meu lado chorando por um tempo e tentando entender o que estava acontecendo. A puxei pro meu colo, ela tentou resistir, mas fui mais forte. Abracei ela bem forte, como eu sempre fiz sempre. Beijei seu pescoço, massageei seus seios, fui deslizando minha mão pelo seu corpo, que delícia de corpo. Ela foi se acalmando
-eu te amo, Laurinha! Vc é a melhor filha do mundo!
-eu tbm te amo, pai!
E dei um beijo na boca dela, e ela correspondeu.
-vc é uma delícia de filha! A mulher mais linda que já vi.
Ela sorriu.
-Vc já foi em um motel alguma vez? Perguntei
-não! Ela respondeu
-vamos ter que passar a noite lá. Ainda está muito perigosa a estrada. Me vesti e peguei um blusão meu pra ela. Dirigi um pouco até encontrar um motel lá perto, ela continuava no banco de traz. Quando estacionei no motel, perguntei se ela conseguia andar e ela disse que as pernas estavam muito fracas e formigando. Então a carreguei até o quarto. A deitei na cama e disse
-deixa o papai ver como tá
Ela sem graça abriu as pernas e pude ver o estrago que meu pau tinha feito, a bucetinha roxinha agora estava vermelha e inchada, ainda saia resquícios de porra, mas o sangramento tinha parado.
-papai, vai cuidar disso pra vc
Avisei a mãe dela que tínhamos chegado bem e já íamos dormir, pq estávamos exaustos. A banheira do motel estava cheia e pronta pra um banho. Laurinha estava bem cansada e quase desmaiando de sono, mas eu não, eu estava pronto pra passar a noite toda fodendo aquela bucetinha, e ela teria que aguentar...
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