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A MAO II ( o reecontro)

Veröffentlicht: 31/12/2004 22:00

Autor: vania

Devem se lembrar da minha historia, dos dedos em mim, no onibus, de um cara que nunca tinha visto na vida, um negro, a principio assustador e depois o homem que me fez gozar quase 10 vezes com os dedos em um dia, se não leram leiam o conto numero 11978, e vao saber como tudo começou. Depois daquele dia, fiquei presa a um pensamento que me fazia tremer da cabeça aos pes, e imaginar aquele homem sendo meu , estar dentro de mim. Era um sujeito ate muito feio, mas alguma coisa ainda me intrigava e muito. Criei aos poucos uma fantasia e passei a me masturbar pensando nele, e cheguei a ir varias vezes para a cidade e voltar com meu marido para encontra-lo novamente, eu queria ve-lo era preciso, tinha que olhar nos olhos dele e conhece-lo, cheguei a sonhar com aquele sorriso maroto e safado. O homem era ousado e ao mesmo tempo sabia mexer com uma mulher seria como eu, e me quebrou todinha dos meus medos, e preconceitos com a raça negra...A sua mao, vivia em mim, cada vez que pegava uma conduçao, e cada vez que me vestia, ao colocar minhas roupas intimas parecia que ele estava ali me olhando e me admirando como quem não me deixasse colocar uma calcinha pra poder me admirar melhor. Minha vida passou a ficar eletrizante com essa fantasia, e cada crioulo que via nas ruas. imaginava ser ele, e tudo já começava a tomar rumos diferentes na minha vida. Arrumei coisas pra fazer a tarde na cidade so pra estar no lugar onde encontrei aquela fabula, e tinha esperanças de um dia cruzar com ele novamnete. Cada vez que ia pra cidade e voltava pra casa chegava molhadinha e excitada, porque ficava imaginando o dia todo encontrar meu negro. Passei a andar pelos pontos de onibus anteriores ao que pegamos, porque ele já estava no onibus, entao deveria trabalhar por ali, não muito longe. Cada dia ia sempre mais um ponto pra tras na esperança de encontrar aquele homem. Quem diria, eu tao seria, bem casada, amo meu marido, e com fantasias de uma adolescente na cabeça, me fazendo ate sentir vergonha de mim mesma em querer alguma coisa com outro homem. Não se tratava apenas de outro homem qualquer, era um homem ousado, feio ate, mas que me tocou mesmo eu não querendo e depois aceitando, que me tirou do serio e me fez gozar como nunca gozei em toda minha vida. Continuei minha busca, em todas as minhas saidas eu colocava uma saia, e me preparava sempre para o inesperado. Nessas saias que usava, e que eram largas e ate os joelhos, muito discretas, eu mandava colocar um ziper que abria ate a metade e deixava a vontade minha bundinha e minha bucetinha, era facil por tras ou pela frente brincar com um homem. Alias isso tinha sido ideia do meu marido, mas depois esqueceu e nunca mais tocou nesse assunto,.... mas...... eu não tinha esquecido. Por baixo sempre de meias e cinta-liga, calcinha bem larga, e obviamente sempre depiladinha, adoro isso porque me da mais tesao e me excita mais andar sem nenhum pelo nela, fica mais sensível e acabo sempre me molhando. Continuei acreditando e ate que numa sexta-feira, não podia ser diferente, praticamente um ponto antes do ponto final, numa fila, vislumbro meu homem negro. Eu tremia dos pes a cabeça e cheguei a pensar em sair dali, parar com isso e ir embora. Mas estava ali de pe, de costas, era ele sem duvida e nosso onibus, e agora eu iria ate o ponto final com ele com certeza. Entrei na fila e em alguns instantes ele se virando pra tras me notou, se voltou depois voltou o olhar e cruzamos finalmente nossos olhos, eu tremia muito e muito nervosa. O onibus que estava encostando ao abrir as portas, me fez quase desmaiar de ansiedade, ele estava umas 5 ou 6 pessoas a minha frente, e quando subiu parou depois da entrada e me deixou passar por ele. Assim que passei a roleta ele veio atras de mim, quase não conseguia andar e nem me mexer, e eu sabia que agora ia ser diferente, estava sozinha e ele sabia o que eu queria, seu sorriso de canto de boca, safadinho, denunciava que ele iria se fartar de mim. O onibus era desses atrelados, não sei como se chama, são grandes e tem a parte de tras e carregam muita gente, era usado tambem na nossa linha. Caminhei para um canto, logo após a divisao do onibus e parei. Ele passou pelo meu lado e ficou atras de mim, e foi me levando mais para o canto do coletivo, ate nos encaixar num cantinho. Sempre atras de mim, e percebendo meu nervosismo e me vendo obedecer ele sabia que eu estava entregue totalmente a ele. Com o onibus em movimento seu corpo se aconchegando no meu, seu cheiro forte de suor e mais o calor daquele ambiente quase me fizeram desmaiar, porque estava com meu pulso a 180 pm., e meu corpo clamando por ele. Encostada de pe naquele cantinho, senti novamente o peso da MAO dele sobre a minha bunda, e discretamente apalpava e beliscava e alisava algo que ele já tivera o prazer de enfiar os dedos. Ate ali eu nem sabia seu nome, e ele o meu, apenas a mao que trabalhava em meu corpinho, me deixando excitada a ponto de fazer qualquer loucura com aquele homem. Com o corpo colado ao meu, e com o braço abaixado sua mao achou meu ziper, e desceu um pouquinho e por tras mesmo, acariciou minha bundinha. Afastou a calcinha, e passou alisar minha pele com aquela mao aspera e deliciosa. Apenas passou a dizer no meu ouvido, gostosa, delicia, vou te dar o que quer, aqui mesmo, voce e linda e coisas assim. A voz rouca e seu halito de bebida me fizeram ate retroceder um pouco da minha decisao, mas o volume dele já cotucando minhas nadegas era mais forte que minha vontade de sair dali. Soltei meu corpo nele, e ele apertou o dele contra mim. Ninguem ainda percebia nada, e a medida que ia enchendo eu ia me colando mais a ele. Sua mao( A MAO!!!) começou a percorrer minha bunda, empinadinha e sedenta dele. Eu já nem me importava mais com as pessoas, deixei ele trabalhar, ate que senti abaixar a minha calcinha e forçar mais pra baixo, deixando minha bundinha a vontade dele. Minha excitaçao e tesao era tanta que cheguei a gozar assim mesmo, sem ele ter feito nada, e foi o que me acalmou por uns minutos, ate que senti alguma coisa enorme, quente, grossa no meio das minhas pernas. Parecia um braço de criança, mas era o pau dele, uma coisa enorme muito grosso. Eu agora tremi na base de verdade, como enfrentar aquilo. Impressionante estar fazendo aquilo com aquele homem e nem mesmo sabia seu nome e quem era, e se fosse doente? bom, agora não seria hora pra pensar nisso, tarde demais... Eu já estava suada, e senti ele cutucar meu cuzinho com aquela coisa enorme, eu tremi, mas eu queria, quase não fazia anal com meu marido, ele mesmo tinha muito cuidado com minha bundinha, mas o negro, não ia querer saber de nada, a ponta do seu pau, estava entrando no meu cuzinho. Foi forçando, ate que se encaixou e senti a cabeça daquele enorme pinto, abrir e firmar-se dentro dele. Ardeu, um pouquinho, e a medida que o onibus balançava ele apertava mais um pouco e abriu de vez e foi entrando, devagarinho. Fui sentindo meu cuzinho se abrir e ele entrar dentro de mim. Um homem negro, estranho que eu nem sabia seu nome, estava comendo o que muitos homens quiseram a vida toda e não conseguiram, meu rabinho. O negro me segurava forte agora, e eu não podia reclamar seu pau entrava e saia e cada vez mais dentro, já me fazia sentir dor e prazer, ate que senti de uma vez, a entrada triunfal e o arrombamento do meu rabinho e seu corpo bater no meu, avisando que tudo aquilo estava dentro de mim. Dor, muita dor, ardia muito. Ele deixou assim, me apertava e beijava meu pescoço discretamente, apenas um rapaz nos olhava sem entender muita coisa e sem perceber que eu estava levando um pau enorme na bunda, ali na frente dele. A dor foi passando, parou de arder um pouco e me acostumei com ele ali dentro, e já tinha gozado mais uma vez. Eu mesma mexi pra sentir ele mais um pouco e ele discretamente forçava e passou a mexer com os movimentos do onibus, me lavando a loucura. Eu sentia alguma coisa escorrer pelas minhas pernas, e mais tarde vi que era sangue, ele me arrombou de verdade e me rasgou todinha. Mexeu, mexeu me fez gozar de novo, e me segurou forte, muito forte e afundou tudo de uma vez, que pensei ter furado meu intestino, e senti ele jorrar dentro de mim seu esperma quente, e numa qunatidade incrivel, nunca senti isso, parecia estar urinando dentro de mim. Eu gozei junto com ele, e quase desmaiei de tanta excitaçao e tesao, misturado com dor, prazer, tudo. Ele ficou dentro de mim ate seu pau amolecer um pouco e dar pra tirar de dentro. Senti uma dor horrivel quando saiu, e junto esperma e sangue correndo pelas minhas pernas e parando na minha calcinha, que fiz questao de subi-la rapidamente. Ficamos ainda juntos como namorados e isso intrigava certas pessoas, e sem nos importar ficamos assim ate recuperar nossas forças. Sem perceber passei pelo meu ponto, e o coletivo já começava a esvaziar. Ele apenas me olhava e sorria, ate que em certo momento me puxou para descer com ele. Não disse não, obedeci ainda dolorida e tremula, querendo adivinhar o que viria a seguir. Descemos numa rua já meio escuro e seguimos por uma outra ainda mais escura e deserta, meu coraçao parecia querer sair pela boca, e o horario já começava a me preocupar, em menos de duas horas meu marido estaria em casa, tive que falar isso ao meu parceiro, que apenas encolheu os ombros como dizendo nada a ter a ver com isso. Entramos numa viela, parecido com uma favela, mas quase sem nenhum ruido ou vestigio de pessoas, era um lugar escuro. Ele empurrou uma porta e me puxou pra dentro, agora me preocupei e pensei ate que fosse me matar. Acendeu uma fraca luz e vi um quartinho, pequeno e uma caminha de solteiro, ao lado um fogao de duas bocas, e uma mesinha de ferro. Um armario de quatro gavetas, alguma sujeira pelo chao, e mais nada. Agora era eu e ele. Ele se ajoelhou, levantou minha saia, tirou minha calcinha e vi toda suja de sangue e esperma dele , e abocanhou minha buceta, chupando com tanta vontade que me fez gozar na boca dele. Chupou bastante, tirou o resto da minha roupa e nossos corpos em contraste, um branquinho e outro negro, me deitou na caminha, abriu minhas pernas e por cima foi entrando sem cerimonia e se afundando em minha gruta, ensopada. Senti abrir de verdade e quando a cabeça passou o resto foi deslizando vagarosamente e em varios movimentos de vai e vem, ele me penetrou ate o fundo. Gozei na entrada, no meio e no fim da transa dele, ate que ele jorrou dentro de mim novamente, e gemeu e urrou de prazer. Eu me sentia preenchida e realizada por estar com aquilo tudo dentro de mim. Finalmente meus desejos e fantasias tinham sido realizados. Ele transou mais uma vez, me fez chupa-lo e gozou em minha boca, fazendo um triangulo segundo ele. Deu tres em mim, uma em cada buraco possivel do meu corpo. Me vesti, rapidamente e implorei pra me liberar, por causa do horario, e ele me fez prometer que voltaria la novamente, eu prometi, porque queria sair rapido dali. Ele me levou la fora, pegou um taxi e veio comigo ate perto de casa, eu desci na rua de tras e ele seguiu de volta pra casinha dele. Entrei correndo, e por sorte meu marido não havia chegado ainda, corri para o banheiro com roupa e tudo, abri o chuveiro bem quente e me fartei num banho de satisfaçao e purificaçao de alma, tentando não me arrepender de nada do que tinha feito. Afinal fiz tudo por causa de tesao e nada mais, eu ainda amava meu marido, encarei como uma aventura apenas. Fiz uma ducha anal, e vaginal, com agua bem fria, sentia ainda arder e doer, se meu marido me quisesse, ia ser complicado pra mim, alem de ainda estar aberta nos dois lados. Arrumei tudo, e quando ele chegou veio com todo dengo, parecendo querer mesmo trepar comigo, fiquei meia sem jeito, mas esperei ele tomar banho, meu anus e minha xaninha ainda se contraiam com a lembrança do negro. Quando meu marido veio pra cima, eu peguei seu pau, e comecei a brincar e chupei ele ate gozar na minha boca, ele adorou, e quase pediu bis, não fosse seu cansaço, ainda bem. Ele me elogiou dizendo que não imaginava que eu pudesse fazer isso, alias nunca tinha feito. Eu disse que ouvi essas coisas no salao de cabeleireiros, e fiquei com vontade de lhe dar esse prazer há algum tempo, e que hoje era o dia, ele ficou feliz, me beijou e foi dormir. Fiquei na sala, fazendo rodinha no meu dolorido grelinho, e sonhando com meu negro, delicioso tambem. Promessa e divida, acabei voltando ao barraco dele sim, e fui protagonista do aniversario dele e mais alguns amigos, foi de doer, de bom...depois eu conto, agora estou cansada...Não acho essa sequencia tao boa quanto a primeira, depende dos votos que vou receber. Meninos e meninas, que votaram em mim, continuo desejando a voces muito, mas muito prazer mesmo, gozem muito, e sintam o prazer de estar viva e dar e sentir prazer com alguem, seja como e com quem for. Teve mais, uma sequencia e a ultima, da qual quase me arrependi, mas ao contrario, amei, apesar de dolorida. Voces vao conferir, depois ta bom....Olha mil beijos a todos..e obrigada, de coraçao, praticamente me colocaram no topo, o que faz muito bem para meu ego, e para o de muita gente... beijos.... Vania (agora escrava de um prazer)
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