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Chega de Fingir!

📅 Publicado em: 13/01/2025 01:57

👤 Autor: gilmar

Ninguém sabe disso. Pelo menos não alguém que me conheça e que conheça os meus amigos, conhecidos e parentes. Bem... ninguém além do Wagner. Mas tenho motivos para acreditar que minha esposa infartou por ter descoberto o que eu vinha fazendo secretamente.

Uma semana antes dela ter a primeira crise do coração, meu celular havia desaparecido. E ela passou a me tratar com desprezo. Eu insistia para que ela me dissesse o que eu tinha feito. Mas o olhar dela, de quem tinha vergonha de mim, nojo e até pena, só não era pior para mim só que o silêncio dela, misturado com vontade de chorar. Me sinto culpado. Não foi fácil lidar com isso. Mas eu não tenho culpa de ter nascido assim. Eu até tentei ser como a sociedade impõe que devamos ser. Mas Deus de 25 anos de casado, aconteceu uma coisa que eu não tinha como prever, nem como impedir.

Um colega de adolescência, o Wagner, que eu não via havia uma década apareceu no supermercado onde trabalho em outro estado. Minha esposa queria morar em Campos e nos mudamos para cá, no Rio de Janeiro. Não esperava ver um conhecido do passado. Então combinamos de nos encontrarmos no meu intervalo e fomos no carro dele para um bar. Eu não bebo, mas tomei coca. Botamos a conversa em dia e combinamos um almoço de Domingo aqui em casa. Ele e meu filho se deram super bem. Ambos curtem futebol e entendem bastante coisa. Minha esposa, contudo, não foi muito com a cara dele. Acho que porque ele é desbocado e entrão. Não faz por mal. É o jeito dele. E foi assim que nós fomos ficando cada vez mais próximos. E chegou a vez do almoço de Domingo na casa dele. De última hora, minha esposa não quis ir. Nós tivemos uma discussão séria por causa de uma briga entre nossa filha e nosso genro. Eu concordei com a razão do rapaz. Mas a mãe, sabe como é. Então eu fui sozinho. Meu filho também não quis ir. Estava de cara amarrada para mim por causa da discussão em casa. A tarde foi super legal. Mas eu não sabia que ele tinha intenções estranhas quando me mostrou seu computador lotado de vídeos pornô. Achei bem estranho. Mas eu sempre evitei ver esse tipo de coisa. Evitava ficar excitado fora de casa. Pois começava a ter desejos que sempre tentei reprimir. E quando eu vi o vídeo que ele fez questão de mostrar, dele mesmo comendo uma garota de programa, por mais que eu ligasse para não olhar, eu acabava olhando para o pau dele entrando e saindo do cu da garota no vídeo. E isso foi fazendo eu sentir calor e vergonha de olhar. Então voltei para a sala zuando ele, dizendo que era por isso que eu tinha me casado. Pra não ficar viciado em ver o que eu podia fazer quando quisesse. Ele levou na brincadeira e foi pra sala também. Começamos a conversar sobre coisas da adolescência, quando ele comentou sobre um colega nosso, dizendo que ele tinha virado puto e que até ele o tinha enrabado. Achei os termos desrespeitosos. Ele poderia ter dito "gay" e "transado com ele", respectivamente. Mas da maneira como ele fez questão de contar o que fez e como fez com ele, isso acabou me incendiando e eu resolvi ir ao banheiro, tentando não deixar ele perceber que eu estava com tesão. No banheiro, acabei gozando um pouquinho, quando espremi meu pau, que estava minando lub. Levei o rosto e voltei para a sala. Mas ele não estava. Assim que eu o chamei, ele disse estar no quarto e eu voltei a zuar ele, dizendo pra sair do vício. Mas ele não respondeu. Eu nunca tinha sentido vontade de beber. Mas o copo dele estava na mesinha da sala e eu resolvi dar uma bicada, mas acabei tomando um gole maior. Eu jurava que ele não fosse aparecer, mas ele me deu isso susto quando eu estava engolindo a cerveja. Acabei derramando o copo no tapete. Ele disse que eu poderia ter perdido a ele. Mas eu disse que não queria um copo, só um pouquinho, pra não viciar. Ele riu e disse que cerveja não vicia. Foi lá na cozinha e voltou com mais uma garrafa e um copo, já cheio. Encheu o copo dele, que não havia quebrado, enquanto enxugava o tapete com uma esponja. Então nos sentamos e ficamos bebendo. Eu até que gostei da cerveja e bebi mais de um copo. Então houve um momento em que ele ficou de perna aberta, se esparramando no sofá, de frente para mim. E eu acabei vendo, sem querer, que ele estava sem cueca. Foi possível ver o pau dele sobre a cocha, pra baixo daquele short largo da Adidas. E eu fiquei com vergonha de ter visto e disfarcei. Então ele começou a assistir xvideos e queria que eu fosse ver um vídeo de um cara destruindo o cu de uma mulher. Mas eu não fui ver, balançando a cabeça e zuando ele. Mas televisão estava no NetGeo e eu comecei a olhar, fingindo estar curioso com o que estava sendo apresentado sobre os vulcões. Mas não consegui enviar de olhar, quando percebi o pau dele balançando no short. Foi involuntário. Nesse momento, entre virou a tela do celular para mim e comentou que foi aquilo que fez com o puto do Alex. E quando eu olhei, não era vídeo hétero, mas um cara comendo outro. Quando eu vi o modo como um estava fazendo com o outro, não consegui impedir o arrepio que senti. Disfarcei. Mas ele percebeu. E quando ficou um tempo calado, só me olhando, eu olhei para a hora no celular e disse que já era hora de ir para casa. Mas, ele saiu do sofá tão depressa, tirando o short, que eu até tomei um susto. Quando vi, ele estava já vindo com o pau dele, muito duro, para cima de mim. E nem preciso dizer o que aconteceu, né! Foi a minha primeira vez como homossexual. E isso durou duas horas. Por duas horas ele me fez até gemer e gozar, me comendo. Eu demorei para aceitar o que havia acontecido. Mas não tinha volta. E isso foi se repetindo e se repetindo. Até que eu já não lutava mais contra os desejos que aves reprimia e cheguei até ao ponto de engolir seu esperma por diversas vezes. E ele me pedia pra filmar uma coisa ou outra. Eu deixei, mas com o meu celular. Eu apagava os vídeos depois. Mas não sabia que tinha que apagar da lixeira também. E muito provavelmente a Elena deve ter visto. Quando o celular apareceu, descarregado, em um lugar que eu havia procurado, eu tive certeza de que havia sido ela que tinha sumido com ele. Eu fui olhar para ver se havia algo que pudesse me comprometer, mas não tinha nada. Comentei com o Waguinho e ele perguntou se eu tinha apagado da lixeira. Eu nem sabia disso. Nunca fui bom com tecnologia. Então ele pegou meu celular da minha mão e meu mostrou sete vídeos lá, incluindo o que eu havia gravado no banheiro de casa, botando jogando o esperma dele no chão, agachado. Meu desespero só não foi maior do que a minha vergonha. Ele disse que se ela tinha visto aqueles vídeos, seria o fim do casamento com certeza. Eu entrei em pânico total. E foi nesse dia que ela passou mal pela primeira vez.

Bem... ele não está mais entre nós. Meus filhos já são adultos. Eu estou pensando seriamente em me assumir para a família. Não tenho como fugir disso. É a minha natureza, a minha realidade. Sei o quanto será difícil. Mesmo porque, pelo visto ela levou esse segredo com ela para o túmulo. Será um choque daqueles para todo mundo.
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