Bundinha Branca
Antônio (nome fake) 41 anos, cearense morando 20 anos no Rio de Janeiro divisa com Minas Gerais, 174 altura, 99 kilos, forte com barriga de cerveja, peludo, tatuado e dote normal 14 cm, motorista de ônibus, casado e dois filhos pequenos.
Cidade pequena menos de quatro mil moradores. Sendo motorista de ônibus acabo reconhecido por boa parte dos moradores, quem não sabe meu nome me conhece de vista. Quando quero fazer minhas putarias visito a cidade vizinha, também faz divisa com Minas Gerais. Lugar com cachoeiras, matagais, estradas de barro, município com várias fazendas.
Conseguir enrolar minha esposa e fui na cidade vizinha, parei o carro quase próximo campinho de futebol onde algumas crianças brincavam. Às 19 horas mais ou menos as crianças começaram ir embora, estava puto porque saíam em grupo indo para direção contrário onde estacionei. Ficou grupinho com quatro meninos conversando para minha alegria três foram na direção da cidade e um veio na minha direção. Ele deve morar em alguma fazenda, deixei menino seguir a estrada de barro e logo depois agarrei jogando dentro do carro. Garoto gritava debatendo-se, dei um tapão com força na cara dele mandando ficar calado quietinho, entrei na estrada velha e arrastei ele pelos cabelos para dentro do mato.
Joguei no chão perguntando sua idade, chorando disse 10 anos. Ajoelhei ao lado dele rasgando sua roupa deixando peladinho, todo branquinho, pauzinho pequeno e lisinho. Apontei meu dedo na cara dele mandando para de chorar e gritar dando outro tapão no rostinho dele ameaçando caso falasse com alguém, ficou quietinho morrendo de medo. Virei de costas, peguei seu chinelo comecei bater na sua bundinha branca, dava chineladas com força me deliciando ao som de choro, soluço e gritos. Quanto percebi ele sem força para gritar e chorar, parei de bater na sua bundinha. Falei no ouvido dele que não queria comer seu cuzinho porque ele é um menino muito feio.
Tirei meu cinto, comecei bater no seu corpinho branquinho marcando suas costas, barriga, pernas e rosto. O pobrezinho não tinha mais reação, estava praticamente desmaiado de dor gemendo baixinho de dor. Visão linda daquele menino caído todo marcado sem forças, peguei a roupa rasgada dele deixando só a cueca e antes de ir embora dei mais cintadas nele com a fivela para deixar marcas principalmente nas sua bochechas. Deixei ele desacordado no meio do mato, levando sua roupa e deixando só a cueca.
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Contos Eróticos Ficcional livremente baseados em fatos reais noticiados nos jornais.
Não tenho nada a ver com as histórias, apenas uso as informações como base para os Conto Erótico.
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Vou me esforçar para melhorar a escrita.
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