Uma trepada inesperada com cadela em uma casa abandonada
No sábado do dia 22/05 fui fazer uma visita à um amigo que mora numa praia bem deserta, praia do Torneiro. Um lugarzinho bastante isolado e peguei uma estrada de chão bem ruim, mal dava para andar a 20km/h e totalmente deseta. Chegara a dar até certo receio porque não tinha movimento algum naquela estradinha, ainda bem que GPS pegava bem.
Parei às margens da estrada de chão porque avistara uma placa de vende-se em um terreno até bonitinho, se não fosse o mato alto e uma casinha de madeira caindo aos pedaços. Logicamente não morava ninguém alí há bastante tempo. Desci do carro e fui dar uma olhada no terreno e os arredores.
A placa da oferta de venda devia estar ali há bastante tempo pois já tinha caído e alguém á havia ajeitado para ficar visível. As cercas eram de travessas de madeira e pouca ainda estavam pregadas, deixando o acesso a propriedade totalmente livre e assim fui dar uma olhada mais de perto. Tinham algumas frutíferas como abacate, laranjeiras, limão, butiá, alguns coqueiros, palmeiras etc. Se gasta um pouco o imóvel ficaria bem legal. O local onde ficava a casa parecia interessante pois era mais elevado que o restante do terreno.
Fui chegando mais perto da casa e não tive dúvidas que ali ninguém fazia residência há muito tempo. Na parte de trás da casa ficava uma pequena descidinha com níveis indicando que cultivavam horta naquele local. Enfim, depois de ter visto mais de perto, resolvi voltar para o carro para continuar o passeio até a casa do meu amigo.
Enquanto estava voltando, via que na estrada vinha andando um cachorro ou cadela bastante grande e vinha em direção para onde eu estava. Fiquei morrendo de medo imaginando ser um animal bravo ou eu pudesse ter invadido seu habitat. Acelerei o passo em direção ao carro, e o bicho em minha direção. Só deu tempo de chegar no carro e fechar a porta que àquele animal grande chegou ao lado da porta. Eu estava “borrado” – expressão - do susto e medo, mas não levou tempo para eu perceber que era uma cadela e mansa por sinal. Baixo o vidro e chamo e a cadela veio abanando o rabo. Tive então certeza que era uma cachorra mansa. Ufa...
Quando liguei o carro para continuar meu trajeto, percebi que a cadela começa a chorar, com pequenos granhidos. Desliguei o carro novamente e desci para ver o que ela queria. Fiz um pouco de carinho na cabeça e se mostrou uma baita cadela bobinha e brincalhona. Pensei em levar embora porque a coisada parecia estar abandonada.
Fiz mais uns carinhos nela e começou a me dar um certo tesão. Estava no em um lugar de certa forma deserto com uma fêmea, não demorou nada para me passar besteira na mente. Fui passando a mão nas costas dela indo para a parte de trás dela para reparar na buceta daquele belo animal e para minha surpresa ou sorte, ela estava com a buceta um tanto grande, indicando que pudesse talvez estar entrando no cio ou talvez bem no final, quando elas ficam extremamente receptivas para o macho. Isso só aumentou ainda mais meu tesão e deixou meu pênis muito duro do tesão. Fazia bastante tempo que eu não tinha mais metido o cacete numa cadela e a vontade de fazer isso ficou prá lá da conta, mas quando eu fui dar uma passada de mão na buceta, ela foi saindo em direção a casa abandonada de onde eu tinha vindo. Ela foi um pedaço, parou, olhou para trás e abanando o rabo, como se estivesse me chamando. Dei uns passos em direção a ela que se virou e andou mais um pouco até quase na casa abandonada, parou e olhou novamente para mim, abriu a boca colocando a língua de fora. Parecia que ela estava sorrindo e abanando a cola tipo como se me chamando... Acho que a fdp sabia que eu estava com tesão e a queria traçar.
Fui em direção a casa novamente e ela me esperou numa espécia de sobradinho, como de um telhado já sem telhas, virada de frente para mim com a língua de fora. Parti para cima dela com calma e carinho. Cocei a cabeça e indo para a parte de baixo, conferindo nas tetas que estavam pequenas mas com os mamilos um pouco diferentes, durinhos. Certamente estava entrando no cio e pensei que talvez não tivesse sorte em transar com àquela fêmea mas não deixaria de tentar.
Fiz bastante carinho nela e parti logo para a traseira dela que deixou de boa, até parecia querer que eu fosse logo para trás dela pois o rabo ficava bem para cima, revelando uma xota carnudinha mas nem tão grande para o tamanho daquela fêmea, o que sugeria que não tivesse êxito em trepar com ela mas bora investir nessa transa afinal, se eu não trepasse com ela eu teria certamente que bater uma punheta para aliviar tanto tesão. Meu pênis estava estourando as calças. Doía da cabeça (glande) ao corpo do pau de tão duro.
Tratei logo de ir dando umas pequenas dedadas na racha daquela buceta. Ela deixou e isso foi minha deixa. Dei algumas dedadas naquela xoxota, estava molhada e bem quentinha, mas não era melada tipo ensopada de tesão como quando estão em pleno cio.
Eu de joelhos não poderia ter mais que a cabeça do pau dentro dela. Olho para o lado e vejo alguns tijolos soltos e puxo ela para perto deles, coloco alguns onde eu ficaria de joelhos. Ainda sem abrir o zíper da calça, de joelhos atrás daquela cadela, aproximo minha virilha e vejo que ficou bem na altura para fazermos sexo, segurei ela pela cintura e encosto na traseira dela, meu pau ainda sem abrir a calça, dando umas esfregadas o que pelo visto só serviu para enlouquecer a ela e a mim pois ela ficava tremendo o traseiro, esfregando a buceta encima do meu pau duro, por cima da calça. Tanto que chegou a dar uma molhadinha na minha calça jeans. Se eu precisava de algum indício, não precisava mais...
Depois dessas investidas dela para cima do meu pênis, abri o zíper e o botão da calça, abro a parte da frente, baixo um pouco e quando baixou a cueca, o pau está tão duro que não ficava reto como de costume, mas inclinado pouco para cima. Pulsava um pouco de tão duro e quando fica assim, a cabeça fica totalmente exposta. Tive que puxar um pouco para baixo para ir de encontro à racha da buceta e quando a cabeça do pau tocou naquele lábios de buceta canina, a fdp se jogou em cima, dando pulinhos fortes e se empurrando para trás, para cima do meu pau, na expectativa de fazer entrar dentro dela o que logicamente não aconteceu de primeira. Meu pau tem 19cm e é bastante grosso, nada fora da média, proporcional para o tamanho do pênis já a cabeça é bem inflada e base da glande é bem grande. É o que dá prazer para as garotas com quem transei e nunca foi difícil de fazer elas gozarem e não era muito diferente com as cadelas a não ser que as cadelas às vezes prendiam o meu pau e daí mesmo que eu não queria mais tirar de dentro...
Por falta de recurso melhor, cuspi na mão e lubrifiquei um pouco a cabeça do pau e toquei logo na xana da cadela que se empurrou novamente para cima de encontro minha virilha, mas como agora eu estava segurando meu cacete e direcionando com a outra mão a cintura dela, limitou os movimentos da cadela a pulinhos tipo sentadinhas até que derrepente sinto que a cabeça começou a entrar e na mesma hora a buceta dela tinha ficado um pouco mais lubrificada o que foi definitivo para enterrar nos próximos movimentos, metade do meu pau dentro daquela buceta gostosa até a cabeça não entrar por engalhar em um local que achava ser o cólon do útero da cadela, capaz, nada mais do que o local onde trancava o pau do cachorro e onde em seguida eu teria meu pau “preso” dentro dela.
Devo ter levado uns 5 minutos enfiando meu pênis num vai e vem, parando e empurrando, até que a cachorra baixou um pouco as pernas traseiras e colocou a pata direta um pouco para o lado e frente, o que fez com que a cabeça do meu pênis passasse, dando passagem para o restante do pau desse reprodutor entrasse até o talo. Isso mesmo, encaixei tudo dentro dela e agora ela prendia o meu pênis na metade e apertava muito forte, parecia que queria quebrar meu cacete dentro dela. Tratei logo de aproveitar e fiquei paradinho, com a virilha tocando do traseiro dela, o saco enconstadinho e a buceta mordendo fortemente no pau. Sentia latejando da metade onde trancava para frente e por nada eu tiraria meu pau de dentro daquela buceta. Não demorou para sentir na cabeça do pau àquela gosminha que a cadela solta quando está no cio e daí por diante foi uma luta quase inútil para não gozar. Pensava em qualquer coisa nada a ver para não gozar. O tesão era gigante naquele momento.
Com o pênis todo enterrado dentro daquela buceta canina, sedenta e gulosa, seguro na cintura da cachorra e empurro contra minha virilha, para que não tivesse espaço algum entre meu pau e a buceta até começar num vai e vem empurrando para frente e para trás e ainda que não entrasse ou tirasse meu pau de dentro dela, havia movimento e eu sentia dentro dela a cabeça do pau ensopada e toda embanhado naquele líquido reprodutivo que as danadas soltam e só pode ser para deixar o macho de qualquer espécie sem razão ou controle. Caralho, parece que quando têm essa gosminha o macho não consegue segurar e tem que gozar.
Nessa altura do enrosco entre cadela e homem, ela começa a frouxar o anel que antes esmagava meu pau, permitindo assim puxar com mais tesão e começar uma sequência alucinante de estocadas em que ela passou a dar nítidos gemidos e acredito que de prazer. Cara, que coisa mais gostosa. Comecei a socar com carinho e certo desespero, tipo um chamado para reprodução, uma coisa muito animal que só pude sentir quando transei com cadelas no cio. Eu socava tanto que chegava a puxar meu pênis quase para fora da buceta e empurrava tudo para dentro até bater na traseira dela. Não sei quanto tempo ficamos assim, mas deu tempo suficiente para deixar toda a maquinaria envolvida muito bem lubrificada. Para minha alucinação e delírio, o que antes era difícil de controlar quando estava apenas a cabeça, agora tomava toda extensão do corpo do meu pênis e sentia que a medida em que socava, deixava meu saco molhado também já que dava os sons e estalos típicos das relações sexuais com lubrificações extensas. Não iria demorar para eu gozar já que estava aguentando há algum tempo. Ah como eu gostaria de ter bebido umas duas ou três cervejas e embriagado um pouco meus sentidos. Teria garantido uma foda de mais de 1 hora no mínimo...
Nesse momento eu olhada para baixo e via uma cena formidável. Meu pau entrando numa buceta grande e fofa, atolando tudo. Pouco antes de derramar meu sêmen nesse canal vaginal, me sentia um animal reprodutor. Era uma coisa realmente muito louca e acredito que era porque a cadela estava no início do cio, o desejo me dominava e tinha minha masculinidade sob controle e assim não demorou muito para gozar intensamente.
Em resumo, fizemos sexo gostoso e intensamente por uma meia hora. A cadela dava pequenos gemidos e foi um ato bastante intenso e gostoso. Depois de treparmos, fiquei um pouco parado para recuperar as forças, limpei meu pau e fomos para o caro. Sim, eu levei a cadela junto comigo. Trouxe ele para casa e faz duas semanas que estou com ela e há duas semanas estamos transando e muito. Teve um dia em que ela estava com tanto fogo na buceta que demos 12 fodas entre rapidinhas e coisas mais intensas. Bati meu próprio recorde e por enquanto seguimos num entrosamento sexual que quando passar acho que terei de descansar uma semana inteira...
Parei às margens da estrada de chão porque avistara uma placa de vende-se em um terreno até bonitinho, se não fosse o mato alto e uma casinha de madeira caindo aos pedaços. Logicamente não morava ninguém alí há bastante tempo. Desci do carro e fui dar uma olhada no terreno e os arredores.
A placa da oferta de venda devia estar ali há bastante tempo pois já tinha caído e alguém á havia ajeitado para ficar visível. As cercas eram de travessas de madeira e pouca ainda estavam pregadas, deixando o acesso a propriedade totalmente livre e assim fui dar uma olhada mais de perto. Tinham algumas frutíferas como abacate, laranjeiras, limão, butiá, alguns coqueiros, palmeiras etc. Se gasta um pouco o imóvel ficaria bem legal. O local onde ficava a casa parecia interessante pois era mais elevado que o restante do terreno.
Fui chegando mais perto da casa e não tive dúvidas que ali ninguém fazia residência há muito tempo. Na parte de trás da casa ficava uma pequena descidinha com níveis indicando que cultivavam horta naquele local. Enfim, depois de ter visto mais de perto, resolvi voltar para o carro para continuar o passeio até a casa do meu amigo.
Enquanto estava voltando, via que na estrada vinha andando um cachorro ou cadela bastante grande e vinha em direção para onde eu estava. Fiquei morrendo de medo imaginando ser um animal bravo ou eu pudesse ter invadido seu habitat. Acelerei o passo em direção ao carro, e o bicho em minha direção. Só deu tempo de chegar no carro e fechar a porta que àquele animal grande chegou ao lado da porta. Eu estava “borrado” – expressão - do susto e medo, mas não levou tempo para eu perceber que era uma cadela e mansa por sinal. Baixo o vidro e chamo e a cadela veio abanando o rabo. Tive então certeza que era uma cachorra mansa. Ufa...
Quando liguei o carro para continuar meu trajeto, percebi que a cadela começa a chorar, com pequenos granhidos. Desliguei o carro novamente e desci para ver o que ela queria. Fiz um pouco de carinho na cabeça e se mostrou uma baita cadela bobinha e brincalhona. Pensei em levar embora porque a coisada parecia estar abandonada.
Fiz mais uns carinhos nela e começou a me dar um certo tesão. Estava no em um lugar de certa forma deserto com uma fêmea, não demorou nada para me passar besteira na mente. Fui passando a mão nas costas dela indo para a parte de trás dela para reparar na buceta daquele belo animal e para minha surpresa ou sorte, ela estava com a buceta um tanto grande, indicando que pudesse talvez estar entrando no cio ou talvez bem no final, quando elas ficam extremamente receptivas para o macho. Isso só aumentou ainda mais meu tesão e deixou meu pênis muito duro do tesão. Fazia bastante tempo que eu não tinha mais metido o cacete numa cadela e a vontade de fazer isso ficou prá lá da conta, mas quando eu fui dar uma passada de mão na buceta, ela foi saindo em direção a casa abandonada de onde eu tinha vindo. Ela foi um pedaço, parou, olhou para trás e abanando o rabo, como se estivesse me chamando. Dei uns passos em direção a ela que se virou e andou mais um pouco até quase na casa abandonada, parou e olhou novamente para mim, abriu a boca colocando a língua de fora. Parecia que ela estava sorrindo e abanando a cola tipo como se me chamando... Acho que a fdp sabia que eu estava com tesão e a queria traçar.
Fui em direção a casa novamente e ela me esperou numa espécia de sobradinho, como de um telhado já sem telhas, virada de frente para mim com a língua de fora. Parti para cima dela com calma e carinho. Cocei a cabeça e indo para a parte de baixo, conferindo nas tetas que estavam pequenas mas com os mamilos um pouco diferentes, durinhos. Certamente estava entrando no cio e pensei que talvez não tivesse sorte em transar com àquela fêmea mas não deixaria de tentar.
Fiz bastante carinho nela e parti logo para a traseira dela que deixou de boa, até parecia querer que eu fosse logo para trás dela pois o rabo ficava bem para cima, revelando uma xota carnudinha mas nem tão grande para o tamanho daquela fêmea, o que sugeria que não tivesse êxito em trepar com ela mas bora investir nessa transa afinal, se eu não trepasse com ela eu teria certamente que bater uma punheta para aliviar tanto tesão. Meu pênis estava estourando as calças. Doía da cabeça (glande) ao corpo do pau de tão duro.
Tratei logo de ir dando umas pequenas dedadas na racha daquela buceta. Ela deixou e isso foi minha deixa. Dei algumas dedadas naquela xoxota, estava molhada e bem quentinha, mas não era melada tipo ensopada de tesão como quando estão em pleno cio.
Eu de joelhos não poderia ter mais que a cabeça do pau dentro dela. Olho para o lado e vejo alguns tijolos soltos e puxo ela para perto deles, coloco alguns onde eu ficaria de joelhos. Ainda sem abrir o zíper da calça, de joelhos atrás daquela cadela, aproximo minha virilha e vejo que ficou bem na altura para fazermos sexo, segurei ela pela cintura e encosto na traseira dela, meu pau ainda sem abrir a calça, dando umas esfregadas o que pelo visto só serviu para enlouquecer a ela e a mim pois ela ficava tremendo o traseiro, esfregando a buceta encima do meu pau duro, por cima da calça. Tanto que chegou a dar uma molhadinha na minha calça jeans. Se eu precisava de algum indício, não precisava mais...
Depois dessas investidas dela para cima do meu pênis, abri o zíper e o botão da calça, abro a parte da frente, baixo um pouco e quando baixou a cueca, o pau está tão duro que não ficava reto como de costume, mas inclinado pouco para cima. Pulsava um pouco de tão duro e quando fica assim, a cabeça fica totalmente exposta. Tive que puxar um pouco para baixo para ir de encontro à racha da buceta e quando a cabeça do pau tocou naquele lábios de buceta canina, a fdp se jogou em cima, dando pulinhos fortes e se empurrando para trás, para cima do meu pau, na expectativa de fazer entrar dentro dela o que logicamente não aconteceu de primeira. Meu pau tem 19cm e é bastante grosso, nada fora da média, proporcional para o tamanho do pênis já a cabeça é bem inflada e base da glande é bem grande. É o que dá prazer para as garotas com quem transei e nunca foi difícil de fazer elas gozarem e não era muito diferente com as cadelas a não ser que as cadelas às vezes prendiam o meu pau e daí mesmo que eu não queria mais tirar de dentro...
Por falta de recurso melhor, cuspi na mão e lubrifiquei um pouco a cabeça do pau e toquei logo na xana da cadela que se empurrou novamente para cima de encontro minha virilha, mas como agora eu estava segurando meu cacete e direcionando com a outra mão a cintura dela, limitou os movimentos da cadela a pulinhos tipo sentadinhas até que derrepente sinto que a cabeça começou a entrar e na mesma hora a buceta dela tinha ficado um pouco mais lubrificada o que foi definitivo para enterrar nos próximos movimentos, metade do meu pau dentro daquela buceta gostosa até a cabeça não entrar por engalhar em um local que achava ser o cólon do útero da cadela, capaz, nada mais do que o local onde trancava o pau do cachorro e onde em seguida eu teria meu pau “preso” dentro dela.
Devo ter levado uns 5 minutos enfiando meu pênis num vai e vem, parando e empurrando, até que a cachorra baixou um pouco as pernas traseiras e colocou a pata direta um pouco para o lado e frente, o que fez com que a cabeça do meu pênis passasse, dando passagem para o restante do pau desse reprodutor entrasse até o talo. Isso mesmo, encaixei tudo dentro dela e agora ela prendia o meu pênis na metade e apertava muito forte, parecia que queria quebrar meu cacete dentro dela. Tratei logo de aproveitar e fiquei paradinho, com a virilha tocando do traseiro dela, o saco enconstadinho e a buceta mordendo fortemente no pau. Sentia latejando da metade onde trancava para frente e por nada eu tiraria meu pau de dentro daquela buceta. Não demorou para sentir na cabeça do pau àquela gosminha que a cadela solta quando está no cio e daí por diante foi uma luta quase inútil para não gozar. Pensava em qualquer coisa nada a ver para não gozar. O tesão era gigante naquele momento.
Com o pênis todo enterrado dentro daquela buceta canina, sedenta e gulosa, seguro na cintura da cachorra e empurro contra minha virilha, para que não tivesse espaço algum entre meu pau e a buceta até começar num vai e vem empurrando para frente e para trás e ainda que não entrasse ou tirasse meu pau de dentro dela, havia movimento e eu sentia dentro dela a cabeça do pau ensopada e toda embanhado naquele líquido reprodutivo que as danadas soltam e só pode ser para deixar o macho de qualquer espécie sem razão ou controle. Caralho, parece que quando têm essa gosminha o macho não consegue segurar e tem que gozar.
Nessa altura do enrosco entre cadela e homem, ela começa a frouxar o anel que antes esmagava meu pau, permitindo assim puxar com mais tesão e começar uma sequência alucinante de estocadas em que ela passou a dar nítidos gemidos e acredito que de prazer. Cara, que coisa mais gostosa. Comecei a socar com carinho e certo desespero, tipo um chamado para reprodução, uma coisa muito animal que só pude sentir quando transei com cadelas no cio. Eu socava tanto que chegava a puxar meu pênis quase para fora da buceta e empurrava tudo para dentro até bater na traseira dela. Não sei quanto tempo ficamos assim, mas deu tempo suficiente para deixar toda a maquinaria envolvida muito bem lubrificada. Para minha alucinação e delírio, o que antes era difícil de controlar quando estava apenas a cabeça, agora tomava toda extensão do corpo do meu pênis e sentia que a medida em que socava, deixava meu saco molhado também já que dava os sons e estalos típicos das relações sexuais com lubrificações extensas. Não iria demorar para eu gozar já que estava aguentando há algum tempo. Ah como eu gostaria de ter bebido umas duas ou três cervejas e embriagado um pouco meus sentidos. Teria garantido uma foda de mais de 1 hora no mínimo...
Nesse momento eu olhada para baixo e via uma cena formidável. Meu pau entrando numa buceta grande e fofa, atolando tudo. Pouco antes de derramar meu sêmen nesse canal vaginal, me sentia um animal reprodutor. Era uma coisa realmente muito louca e acredito que era porque a cadela estava no início do cio, o desejo me dominava e tinha minha masculinidade sob controle e assim não demorou muito para gozar intensamente.
Em resumo, fizemos sexo gostoso e intensamente por uma meia hora. A cadela dava pequenos gemidos e foi um ato bastante intenso e gostoso. Depois de treparmos, fiquei um pouco parado para recuperar as forças, limpei meu pau e fomos para o caro. Sim, eu levei a cadela junto comigo. Trouxe ele para casa e faz duas semanas que estou com ela e há duas semanas estamos transando e muito. Teve um dia em que ela estava com tanto fogo na buceta que demos 12 fodas entre rapidinhas e coisas mais intensas. Bati meu próprio recorde e por enquanto seguimos num entrosamento sexual que quando passar acho que terei de descansar uma semana inteira...
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