Situação surreal I
SITUAÇÃO SURREAL
em 27/09. Tomei coragem e resolvi contar o que aconteceu depois. No dia seguinte não se comentou nada sobre o que aconteceu na noite anterior, mesmo que ele tenha amanhecido com esperma ressequida na barriga e nossa filha já tinha ido pro quarto dela com o pijaminha e a barriguinha também sujas com a esperma já ressequida. Notei que Aninha ficou mais apegada ao pai, sempre que sentava na poltrona para ver televisão ela corria para sentar no colo dele sempre de frente. Confesso que fiquei assustada pela pouca idade dela, também curiosa e com um certo tipo de excitação. Para mim não era uma situação nova, pois já tinha ouvido falar sobre isso e na verdade eu também sentava no colo do meu pai nessa idade, sentindo uma “coisa diferente” em baixo de mim e com uma certa coceirinha na perereca, mas nada além disso pela minha ingenuidade na época. Conversei com meu marido e ele disse que era imaginação da minha cabeça, que Aninha era somente uma criança de 9 anos e que isso passaria com o tempo. Conversei também com minha Psicóloga e ela me confortou que isso acontece com muito frequência, muitas mães relatam assustadas esses acontecimentos pra ela, pois é perfeitamente normal nessa idade as meninas começam a despertar para o sexo e tem a figura paterna como símbolo masculino e que eu deveria somente administrar, conversar com eles com seriedade e não condenar, orientar a menina no que fosse preciso. Não entendi bem o que ela quis dizer como “orientar no que fosse preciso”, mas mais tarde entendi. Nas noites seguintes nada aconteceu. Aninha continuou dormindo no quarto dela. Porem numa noite mesmo sem chuva e trovoadas ela foi para nossa cama e deitou no meu lado, fingi que dormia e fiquei cuidando no que ela iria fazer. Quando pensou que nós dois adormecemos ela levantou, fez a volta na cama e subiu em cima do pai, levantou a blusinha do pijama e deitou no peito dele com os peitinhos desnudos. Observei que ele começou a ficar de pau duro porque saiu para fora da cueca, ela puxou a calcinha pro lado, subiu mais um pouco e encostou a perereca no pau dele, como aflorando o instinto de fêmea para provocar o macho, notei que ele olhou pra mim e pensando que eu estava dormindo, começou mexendo levemente o quadril, segurou com as duas mãos a bundinha dela e num vai e vem roçando o pau na perereca gozou lambuzando toda ela. Depois de um certo tempo ela sentou nas pernas dele, como já tinha provado o gostinho da esperma e gostado, baixou a cabeça e começou a lamber o esperma que ficou na barriga dele, foi descendo ainda mais e chegou lambendo até ao pau que estava todo lambuzado, notei que ele colocou uma mão no pau e outra na cabeça dela e direcionou para a boquinha dela, ela começou a chupar no inicio meio sem jeito mas em seguida segurou e massageando chupava no ritmo das mãozinhas dela, não conseguia abocanhar todo o pau pois a boquinha dela era pequena mas entrava até a metade. Creio que ela deve ter machucado o pau dele com os dentes por inexperiência. Notei que ele gozou novamente, deveria estar com muita tesão para gozar duas vezes seguido, ela quase se engasgou mas conseguiu engolir uma boa parte e a outra desceu pelo canto da boca. Depois ela levantou, limpou a boca com as costas da mão e a blusinha. e correu pro quarto dela, ele guardou o pau na cueca virou pro lado e continuou dormindo. Confesso que fiquei assustada com tudo isso e ao mesmo tempo me deu vontade de terminar o serviço que ela começou, pois ficou ainda um pouco de esperma no pau dele, Rsss. Sei que esse é um caminho sem volta. Só me resta acompanhar esse processo e orientá-la com carinho e cuidados o despertar da sexualidade dela sem traumas e quem sabe dividirmos momentos prazerosos. O que na verdade tivemos, mas isso fica para depois, dependendo dos comentários
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