O Condomìnio VII
Para quem não me conhece, meu nome é Luana , ”Fictício é claro” tenho 23 anos e na faculdade faço humanas, mais especificamente “Letras” as aventuras aqui relatadas são as memórias da minha infância, algumas fotos daquela época e que tenho guardadas no meu diário, antes em papel, agora digital e salva em um pen drive que trago sempre comigo.
Tenho seios pequenos, uma bundinha normal, apesar de ser descendentes de europeus, sou morena cabelos pretos e olhos castanhos.
Este conto e uma mistureba de minhas aventuras entre o colégio e as daqui no condomínio, quem ainda não leu procure ler Minhas Aventuras no Condomínio I, II, III, IV, V , e VI
No último ano do ensino médio eu resolvi tacar o foda-se pra tudo e fazer tudo o que me desse na telha.
Eu tinha uma amiga, a Deborah, judia como eu, alguns meses mais velha do que eu, crescemos juntas brincando nas ruas do condomínio e as vezes uma na casa da outra. Nossas mães eram amigas então vivíamos quase sempre juntas.
Estudávamos no mesmo colégio, porém em classes diferentes.
Ela era linda, tinha até um pouco de inveja por ela ser assim como eu gostaria de ser.
Loirinha, seios firmes do tamanho acho que de um morango grande, barriga tipo tanquinho, e uma bundinha de chamar a atenção, seja de adultos, como de adultas, realmente, tinha, uma bundinha arrebitada, maravilhosa!!!
Depois do carnaval daquele ano, no salão de festa do condomínio eu descobri que minha inveja era puro tesão.
Nossas famílias foram viajar juntas para a praia e eu ia ficar em casa porque queria sair com algumas amigas e talvez até dar uma olhada rapidinha pelos carnavais de rua (em breve conto como comecei a curtir exibicionismo).
Deborah ficaria em casa também.
Logo a chamei pra tomar um vinho branco gelado em casa comigo enquanto esperávamos o horário de sair pra curtir de verdade.
Ela chegou, com os cabelos molhados do banho e ainda, usava só um maiô vermelho e tênis, nem bolsa levava.
Seus pequenos seios firmes quase saltavam pra fora do minúsculo maiô ainda mais quando ela começou a ficar risonha após algumas taças de vinho.
Eu era um pouco mais reservada nas roupas, usava um shortinho e um top tomara que caia.
Tomamos umas cinco taças de vinho antes de eu perceber que ela olhava meu corpo com algum desejo.
Já meio alegre pelo vinho, segurei sua mão e apertei contra meu peito.
- Não é tão bonito quanto o seu.
- Cala a boca - ela respondeu rindo sem tirar a mão de lá, mesmo depois de eu ter tirado a minha.
- Vem cá.
Aí ela me beijou. Um beijo molhado e gostoso, com sabor do vinho ainda.
Nenhuma língua falada nesse mundo fala a nossa, e ainda assim a língua que entrou na minha boca, aquela tarde não estava morta.
Nem pensei duas vezes e retribuí seu carinho, puxando seu corpo contra o meu.
Ela encaixou sua perna entre as minhas, em contato com a minha pepeka curiosa que já começava a se lambuzar.
Seus mamilos durinhos roçavam em mim através do tecido do maiô.
Agarrei sua bundinha gostosa e chupei sua língua. Quando ela gemeu eu perdi a cabeça.
- Que delicia, Deborah ... não sabia que você era tão safada - disse baixinho
- Lindinha, você não viu nada.
Ela riu e me puxou pela mão até o sofá da sala e me sentou, montando em mim, esfregando aqueles seios
Então só me deixei levar e segui meu instinto.
Abaixei as alças do seu maiô e me deliciei beijando aqueles mamilos durinhos.
Lambia e mordia com carinho ouvindo os barulhinhos de prazer que ela soltava agarrada no meu cabelo.
Era muito gostoso estar ali, com ela se esfregando em mim enquanto eu sugava aqueles pequenos seios deliciosos.
Minha xaninha estava começando a ficar molhada então eu empurrei a mão dela pra dentro do meu short.
Ela logo começou a esfregar meu clitóris. Eu gemia afogada naqueles seios firmes.
Ela fez eu me levantar e foi arrancando meu short e minha camiseta, me olhando com aquela cara de tarada.
Tirou seu maiô e me beijou de novo, ambas nuas, foi totalmente outra coisa, agora eu sentia aquela pele macia diretamente na minha, o calor da sua xana chamando por mim.
Enfiei dois dedos e ela gemeu, começando a chupar e mordiscar levemente meus seios.
Sentamos no chão com as pernas intercaladas na famosa tesourinha.
Encaixamos nossas pepekas ainda virgens, abertas, lambuzando uma à outra com a nossa excitação.
Toda vez que nossos biquinhos dos seios se tocavam eu estremecia de prazer, enquanto nossas xoxotas brincavam lá em baixo.
Eu sentia seu clitóris inchado de tesão esfregando no meu, nunca tinha sentido antes esta louca sensação.
Estava ofegante de esfregar minha pepeka na dela, mas estava tão gostoso.
Eu apertava aquela bundinha com força, dando uns tapas, ora chupava os seios e beijava sua boca enquanto sua xaninha grudada na minha me deixava louca.
- Quero chupar você - ela disse baixinho. - Quero que você se sente na minha cara.
Eu fiquei doida. Empurrei ela para o chão e fui logo esfregando a minha periquita no seu rosto cheio de tesão.
Meu sexo excitado, viscoso, exala meu forte odor de fêmea no cio, e se abre como uma flor.
Meu corpo está em chamas...eu me acendo, me ilumino.
Ela com a língua continua andando à procura do poço de infinitos prazeres
Macio molhado, quente, sinto que meu mel escorre em gotículas da minha canoinha, passa pelo carocinho que coroa minha pepeka e desce pelas minhas coxas.
Essa língua me penetra me acende e começamos a queimar no mesmo fogo.
Mais parece uma espada em brasa que me penetra lenta e profundamente pelo pequeno e quente orifício que se dilata para melhor acolhe-la
Urro de dor e prazer sou uma fêmea ensandecida totalmente entregue aos desejos dessa língua, e tudo explode em mil luzes coloridas.
Ela me lambia como ninguém nunca lambeu, parecia que ela lambia, mordia e chupava ao mesmo tempo.
Enfiando a língua no meu buraquinho e me puxando para baixo pela bunda.
Eu apertava sua cabeça entre as minhas coxas, esfregando meus mamilos, as vezes puxando seu cabelo e rebolando MUITO para aproveitar tudo daquela boquinha deliciosa.
Lambuzei sua cara inteira com o mel da minha xoxotinha que ela lambia e chupava.
- Isso, Deborah, porraaa... caralho que tesão, não acredito que você vai me fazer gozar novamente...
Estiquei a mão e comecei a tocar sua bucetinha que estava molhada.
Ela gemeu contra minha xana e foi delicioso, estava louca para arrancar mais daquilo da minha amiga Deborah
Ela continuou me chupando com maestria, eu enlouqueci rebolando naquele rostinho e esfregando minha xereca na sua cara até gozar.
Saí de cima dela e logo me enfiei entre suas pernas, chupando com vontade e tentando dar pra ela todo o prazer que ela me deu.
Ela gemia e agarrava meu cabelo, me empurrando na direção da sua bucetinha molhada, era divina, apertada e macia.
Enfiei minha língua em sua grutinha e ela foi à loucura, me apertando, tinha um sabor delicioso.
Arranhava sua bunda durinha e gostosa, abria seus grandes lábios e, fazendo aparecer seu clitóris que mordiscava levemente.
Enfiava dois dedinhos em sua xana apertada até que ela gozou na minha boca, relaxando seu corpo no chão.
Sua pepeka ainda pulsava de prazer na minha língua enchendo minha boca com seu mel
Esfreguei meus dedos até limpar todo o melzinho que escorria de sua xota que ainda piscava para mim.
Ambas estávamos assim em um êxtase total, nada além de nós existia, estávamos nas nuvens!!
Como se eu ainda a pertencesse e, toda vez que nos encontrávamos, acontecia tudo como se fosse a primeira vez...
Foi uma das minhas melhores experiências até hoje, sou doida pra repetir a dose, mas talvez com mais uma menina formando um “trio elétrico”
Espero tenham gostado de mais essa minha molecagem com esse relato, lembranças da minha infância nada pacata!
Antecipadamente meu muito obrigada por terem a paciência de lerem até o fim!!
Beijos molhadinhos da Luana
Honi soit qui mal y pense
As meninas que quiserem me contatar e participar de nosso clubinho, meu e-mail é
[email protected]
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