O zelador comendo o filhinho do vizinho
Estou de férias por 10 dias e hoje pela manhã fui ao médico para marcar meus checkup que sempre costumo fazer, na volta passei em um supermercado comprei algumas frutas e verduras, cheguei em casa estacionei o carro passei pelo Juvenal que estava sentado na porta do seu quartinho de frente pra entrada dos apartamentos, comprimento ele, normal, subo as escadas em direção ao meu apartamento, chegando no primeiro andar cruzo com um garotinho lindo cabelos pretos, liso, moreninho do sol, com seu olhos castanhos mel, ele vinha correndo com sua bola na mão e descendo como se fosse perder o trem, passou por mim sorriu e em seguida com bom dia e saiu sem ligar pra nada, segui meu caminho subindo as escadas, moro no terceiro andar cheguei em casa tirei o sapato e tranquei a porta, coloquei as sacolas em cima da mesa, fui em direção ao banheiro, tirei a camisa e joguei em cima da cama que tem no quarto de visitas, entrei no banheiro dei uma boa mijada daquelas que da um alívio e você se arrepia inteiro quando finalizo dou umas boas balançadas aperto a ponta da cabeça pra sair todas as gotinhas de xixi e volto pra cozinha pegando as sacolas levando pra pia pra tira as coisas das sacolas e lavá-las, quando finalizo tudo lembro que faltava as sacolas dos morangos e das polpas de frutas que havia comprado, término de guardar tudo e ponho a camisa pra voltar no carro e pegar, como seria algo rápido só vesti a camisa e fui descalço mesmo, chego no estacionamento estava silencioso e calmo, Juvenal já havia saído, acho que tinha ido tirar seu horário de almoço estava só a cadeira do lado de fora da sala, fui em direção ao carro quando escuto uns gemidos e uns sussurros mas não sabia de onde vinha, fui até o carro peguei o que precisava e voltei, na volta escuto novamente os gemidos e sussurros, parei e fiquei ouvindo, era voz de Juvenal falando pra ter calma e paciência, em seguida escuto uma vozinha de menino dizendo que estava muito gostoso, na hora fiquei curioso em saber de onde era essa conversar, então percebo que vinha do quartinho do Juvenal, na hora sorri e fiquei imaginando coisas, fui em direção a janela da sala nos fundos do quarto, na frente havia umas plantas que atrapalhavam a passagem mas mesmo assim consegui passar sem fazer barulho chegando próximo à janela, quando vou me aproximando cada vez mais os gemidos ficam mais altos e mais trêmulos como se estivesse muito cansado, quando eu olho pelo canto da janela vejo o garotinho que passou por mim na escada deitado de frango assado e Juvenal atolado até o talo com o pau dentro do garotinho, vejo que ele estava muito cansado, suando bastante e dizendo “ vai bê, aguenta vai, tô gozando, aguenta”.
Na hora não conseguia acreditar que aquele garotinho lindo estava sendo putinha daquele zelador, cara feio, sujo estava comendo aquele coisa linda, mas uma coisa não podia negar o Juvenal tinha uma rola muito grossa, não era grande mas muito grossa, acho que devia ter uns 18 cm e um pouco mais grossa que o frasco de um desodorante aerossol, não dava pra ver muita coisa mas pela distância via que o cuzinho do garoto estava parecendo uma rosa desabrochada de tão esfolado que ficou com a rola do Juvenal, quando ele estava gozando tirou seu pau pra fora do cu do Bê e jorrou ainda umas duas vezes na entradinha do cuzinho do garoto e empurrou de novo cansado e desfalecido o garotinho não parecia sentir dor, pelo contrário Juvenal empurrou tudo sem cerimônia, e o cuzinho do garoto foi se moldando a grossura do pau conforme ele ia entrando, fiquei louco de tesao não pude controlar o pau subiu na hora, Juvenal ainda fez um vai e vem mas já havia gozado, acabou caindo por cima do garoto cansado, seu pau conforme ia ficando mole ia saindo de dentro do cuzinho do garoto e escorrendo porra pro chão, Juvenal se recupera, olha pro garoto que sorrir pra ele de volta safado, Juvenal balança sua rola que mesmo mole ainda estava inchada e alguns pingos de gala pingam no peito do garoto, coloca o mastro dentro da cueca e sobe a sua calça jeans, estende a mão pro garotinho pra ajudar a levantar em seguida pega um papel higiênico pede o garoto pra ficar de quatro e limpa a bundinha dele, em seguida da um tapa na bunda e manda ele se vestir, vejo que o Dois vão sair do quarto saio correndo rápido com o pau duro, coloco a sacola na frente da minha bermuda pra esconder a minha ereção e passo em frente a sala antes que eles saiam, subindo as escadas em direção ao meu apartamento, entro em casa e não acreditava no que havia acabado de presenciar, estava louco de tesão e não admitiria que só o Juvenal fudece com aquele garotinho lindo, eu precisava meter nele também, ali começava a bola um plano, fui pro banheiro rápido tomar um banho pra “esfriar” o corpo.
Quando sai do banheiro procuro alguma desculpa pra ir lá em baixo novamente, estava cego e com muito tesão, visto uma bermuda de surf e uma camiseta e desço em direção ao carro, quando chego no hall do prédio estava o Juvenal sentado na cadeira muito satisfeito com a foda que acabou de ter e o garotinho sentado em outra cadeira chutando a bola na parede, os dois pareciam ser amigo, quem via jamais pensava que os dois tinham acabado de trepar logo ali no quarto ao lado, já fiquei com o tesao na hora só de lembrar do garoto deflorado na posição de frango assado, me controlei e fui no carro, fingi que estava sujo dentro do carro voltei e pedi o Juvenal uma vassoura emprestado com a desculpa que o carro estava com areia da praia do final de semana passado, queria bater os tapetes e varrer, ele prontamente me ajudou, voltei pro carro e criança como é curiosa foi atrás pra ver, tava aí minha chance de me exibir pro garoto, crianças adoram quando você se exibi, parece que desperta o tesao nelas do proibido, o garoto fica do lado do carro e começa a pergunta coisas bobas, tipo: qual meu nome, onde eu moro, essas coisas do tipo, vou entrando na onda dele, descobri que ele mora do lado do meu apartamento e que o nome dele era Bernardo, tinha 13 anos, filho único, por isso Juvenal o chamou de Bê, estava com muito calor, tirei a camisa pra me exibir pro garotinho, ele caiu feito patinho, percebia que o tempo todo ele ficava me secando com os olhos, olhava pro meu pau que nessa altura já estava meia bomba, de propósito para marcar, baixei mais a bermuda expondo os meu pelos pubianos que são fininhos, não tem muito pois aparo com a máquina, tinha hora que ficava apertando o pau pro garoto ficar olhando, quando me abaixava o calção apertava meu saco fazendo volume, eu ficava de frente pra ele só pra provocar, vejo de longe que Juvenal estava saindo pra algum canto, o que me deixou mais excitado com o garoto sozinho ali, o garoto era bem curioso, perguntou se podia entrar no carro pra fingir que estava dirigindo, ficou brincando com o volante, eu aproveito entro na onda da brincadeira dele e pergunto: - sabe dirigir garotinho?
Ele: - não, mas as vezes meu pai deixa eu ir no colo dele pra aprender.
Estava doido pra fuder aquele garoto, vou pro lado do motorista com pau duraço marcando na bermuda e fico do lado dele na porta em pé o pau fica quase na cara dele, aperto de novo o pau e falo: - quer sentar no meu colo pra aprender?
Ele: - sim, eu quero
Peço ele pra levantar pra que eu possa sentar e ele sentar no meu colo, eu sento, me ajeito coloco o pau de lado e mando ele sentar, na hora que ele senta eu sinto o calor do cuzinho daquele garoto, parecia brasa, ele na mesma hora fala: - você está de pau duro Lucas?
Eu: - estou, não tive como controlar sua bunda é muito gostosa, e eu sei que você gosta de dar essa bundinha pro Juvenal eu vi!
Na mesma hora o garoto mudou de cor, quis chorar dizendo que não era verdade, eu o tranquilizo dizendo pra ele ficar calmo eu não ia contar pra ninguém, mas eu também queria provar o cuzinho dele, que isso também ia ser nosso segredo, não podia contar nem pro Juvenal, ele concorda claro! E pede pra eu abrir o calção, peço ele pra ficar em pé, abro o velcro da bermuda, como meus vidros tem fumê não dá pra ver nada dentro do carro, o garotinho em seguida baixa o calção, seu cuzinho era bem arrombado, devido as socadas da rola grossa do Juvenal, aquele animal abriu e tirou todas as pregas do garoto, coitado.
Puxei a pele expondo a cabeça do meu pau que estava todo babado, não precisou nem cuspi, quando posiciono a cabeça na entrada do cuzinho do bê ainda estava melada da gala do Juvenal, o cuzinho do garoto não deu nem trabalho, foi mastigando e engolindo meu pau sem nenhum trabalho, ele sentou até o talo, nossa estava quente, pegando fogo aquele cu, segurei na sua cintura e subi o garoto devagar pra sentir o calor do anus dele, que delícia era aberto mas cu infantil é a melhor coisa, não tem pra ninguém nem pra qualquer cu de cara adulto, estava muito gostoso, aquele cu com resto de porra de outro macho, não demorou mais que 10 min eu espirro tudo dentro do be, nossa que delícia, gozei feito um louco dentro dele, dei um beijo em sua nuca e disse que ele era a coisa mais gostosa que tinha encontrado, pedi ele pra ele ficar em pé pra eu limpar ele, quando levantou e desencaixou da minha pica, o meu leite saiu escorrendo do cu dele, peguei um lenço úmido no porta luvas e o limpei, em seguida pedi ele pra ir para o banco pra eu poder me limpar, deixei tudo sequinho e botei a rola pra dentro da bermuda e fechei o velcro novamente, respirei aliviado e olhei pra ele sorrindo, o danado olhou de volta e tacou um beijo na minha boca, o safado sabia o que estava fazendo, sabia como deixar um homem louco, Disse que pra ele que agora eu sempre ia querer comer o cuzinho dele e queria que ele fosse só meu meu e de mais ninguém ele sorriu e perguntou, se não poderia dar mais pro Juvenal, e eu rapidamente disse, NÃO, só meu e acabou.
Deixa aí os comentários, volto depois pra contar mais sobre meu novo amorzinho, espero que gostem do conto .
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