Trans 15y estuprada por um mendigo
- Droga você é um traveco, tava precisando era de uma muie pra meter um mlk..
Nessa altura eu já estava chorando, quando do nada ele me da um soco na barriga e diz.
- Para de chorar traveco, fico com mais nojo ainda de você assim... (olhou pra minhas pernas que estavam completamente expostas por eu estar com uma saia colegial com comprimento de um pouco acima do meio da coxa) se bem que tu não é de jogar fora não.
Nesse momento eu morrendo de dor pelo soco aos poucos consegui levantar a cabeça e olhar pra aquele homem. Um cara de uns 35 anos, 1,80 metros, com pele queimada do sol, sem camisa e com um short velho de jogador, peito peludo e uma barba grossa e visivelmente sujo mesmo apenas iluminado pela luz de umas duas velas espalhadas pelo ambiente do que parecia o quarto daquela casa velha, úmida e suja.
Ele se aproximou de mim e disse:
- vo tirar esse pano, se tu gritar eu te mato.
Tirou o pano e continuou:
- eu queira uma bucetinha, tava doido pra fazer um filho numa branquinha assim igual tu. Tu não tem buceta mas vai servir pra eu embuxar hoje.
Tirando o short e deixando aquele pau que duro deia ter uns 18 cm exposto, o cheiro que subiu foi ainda mais azedo, era um cheiro forte de mijo com o suor grudado naquele saco, nunca tinha visto um pau tão peludo e sujo na minha vida. Ele logo empurrou aquilo na minha boca me mandando mamar e dizendo que se eu mordesse ia me espancar até a morte. Aquilo tinha um gosto ainda mais forte que o cheiro, senti imediatamente o gosto de mijo em seguida minha boca ficou lotada se pentelho e sebo que devia tá a semanas acumulando naquele pau sujo.
Eu estava em pânico, eu não tinha nem chance de resistir, então lembrei da minha filosofia de vida a heterocracia, que diz que o macho hetero tem direito de nascença de usar e fazer o que quiser com criaturas inferiores como eu, e isso valia para ele também, ele é um cara hetero e provavelmente o mais macho que já me tocou eu não podia contrariar ele eu não tinha esse direito por mais nojento e doloroso que aquilo fosse ser, e assim foi.
Com seu pau lubrificado com a minha saliva e todo aquele sebo natural de macho, ele me empurrou forte me fazendo ficar de 4 e colocando minha calcinha de ladinho e já meteu sem dó, me sangrou e continuou metendo forte como um animal, me chamando de coisas como "puta", "cachorra", "criatura nojenta", "traveco" e "aberração".
Quando ele já tinha me rasgado toda e me usado como uma boneca, já estava quase gozando falou:
- Eu tenho nojo de olhar pra tua cara, não posso gozar olhando pra cara de um traveco, vou colocar isso na tua cabeça, aproveita e cheira bem forte!
Falou me puxando e colocando aquele short sujo que ele usava, na minha cabeça, para que ele pudesse gozar.
- ahhhhhum tô gozando dentro de ti pra marcar meu território, agora tu vai ter vários filhotinhos meus...
Com o pau ainda dentro de mim ele começou a rir:
- ahaahah quer saber, posso deixar uma aberração como você carregar meus filhotes não. Falou isso me dando socos fortes na costela, saindo de dentro de mim e chutando de leve minha barriga com aquele pé enorme.
- vem cá!
Falou enquanto retirava o short da minha cabeça e me direcionou para seus pés que estavam literalmente pretos de tanto sujo acumulado e unhas grandes e sujas me fazendo beijar eles.
- agora agradece, aberração, agradece por eu ter te estuprado!
Então eu falei com o voz que me restava:
- obrigada senhor, é a razão da minha vida poder servir...
Ele ouviu aquilo e cuspiu na minha boca, dizendo em seguida:
- aberração, vai embora e se tu contar pra alguém eu te mato!
Desamarrando minhas mãos e me jogando no chão da rua deserta, com muito esforço eu cheguei em casa e por sorte minha mãe e padrasto estavam dormindo, tomei um banho e chorei a noite toda. Chorei de medo, dor e felicidade por ter cumprido meu papel na sociedade.
No dia seguinte eu voltei lá e fiz uma proposta para ele.. Mas isso é assunto para um outro relato, querem saber?
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