Iniciando o primo no mundo zoo Parte II
E o garoto no auge dos 14 anos estava com a testosterona a mil, querendo comer uma cadela desesperadamente. E a oportunidade chegou. Meus tios iriam viajar e não queriam deixar meu primo sozinho em casa por conta da idade. Era uma viagem curta de dois dias apenas, iriam sábado de manhã e retornariam domingo a tarde. Os tranquilizei dizendo que não tinha problema, eu passaria lá durante o dia pra ver se tava tudo bem e a noite eu dormiria lá, e aproveitaria para jogar um pouco. Meus tios concordaram e então dei início ao meu plano.
Sábado de manhã eles se foram e meu primo ficou sozinho. Queria fazer uma surpresa para ele, então peguei meu carro e fui dar uma volta nos bairros periféricos da minha cidade, onde sempre encontro várias cadelas no cio. Só para deixar claro eu também moro com minha mãe e ela não curte pets, tinhamos quando meu pai era vivo, quem leu meus primeiros relatos vai enteder porque ele gostava tanto de cadelas. Depois da morte do meu pai, não tivemos mais nenhum animal em casa.
Assim dessa forma quando precisava me satisfazer, saia pela madrugada em busca de cadelas de rua, que muitas vezes eu fodia em algum terreno baldio ou mesmo dentro do carro e em raras oportunidades que eu ficava sozinho eu as levava para casa, usava para o meu prazer e depois soltava novamente, com dor no coração, confesso.
Voltando ao relato, eu precisava ser discreto, afinal era dia. Dei umas voltas num bairro, não encontrei nenhuma cadela bonitinha. Fui a outro bairro e aí sim, tirei a sorte grande. Parada perto de uma lata de lixo, vi uma vira-lata de porte médio de pelagem amarela rajada de preto. Era muito bonita e para completar a minha sorte deveria estar no cio, pois tinham vários cães em volta dela. Ela não aparentava ser uma cadela de rua, pois estava aparentemente bem cuidada. Pelos viçosos e estava bem nutrida, não era magra como algumas cadelas que eu já tinha metido.
Estacionei o carro e fui chegando perto. Espantei alguns cães e pude observar que ela tinha levado muita vara, pois sua bucetinha estava inchada, vermelha e estava bem molhada, provavelmente ela tinha sido fodida recentemente. E quem já comeu uma cadela no cio sabe que elas são insaciavéis e como meu primo também estava no cio, o negócio ia ser bom.
Ofereci alguns biscoitinhos que deixo no porta luvas e para meu espanto, ela me seguiu sem nenhuma dificuldade. Cheguei no carro e abri a porta de trás e sozinha ela pulou pra dentro, o que confirmou minhas suspeitas de que ela não era uma cadela de rua.
Mandei mensagem pro meu primo dizendo para ele ficar me espeando com o portão da garagem aberto, pois estava chegando com uma surpresa.
Cheguei na casa dele e entrei com o carro. Ele fechou o portão. Quando abri o carro e a cadelinha pulou pra fora ele ficou doido e a primeira coisa que disse foi: "Caralho mano, que bucetão é esse?"
Entramos e eu já fui tirando minha roupa. A cadela estava se sentindo em casa, pois entrou pulando no sofá. Meu primo já estava pelado e de pau duro nessa hora. Ele não sabia exatamente o que fazer, então decidi mostrar na prática. Cheguei perto da cadela e coloquei meu pau na sua frente, a safada começou um verdadeiro banho de língua. Aquela língua áspera no meu pau, tava me deixando louco. Meu pau babava que chegava a pingar no chão. Falei pro meu primo se aproximar e fui para trás da cadela. Ele chegou perto da cadela e a safada já começou a lamber seu pau. O moleque tava delirando, segurava ela pelo pescoço e tentava socar o pau na sua boca, até parecia que sabia como fazer, mas penso ser o instindo de macho falando mais alto. Enquanto ela lambia ele, eu estava brincando com meus dedos na bucetinha dela. Que buceta quente do caralho, eu tava quase gozando sem enconstar no pau, somente sentindo ela mastigar meus dedos.
Nisso, escuto meu primo dar um gemido e vejo um jato de porra voando por cima da cadela e quase me acertou. Vários outros jatos de porra acertaram a cara da cadela que continuou lambendo o pau dele. Lambeu até limpar e ele permaneceu de pau duro, privilégios da juventude. Falei pra ele recolher a porra que estava nas costas dela e na cara e dar pra ela lamber. Obedientemente ela lambeu toda a mão dele, dando fim a todos os vestígios da esporrada do garoto.
Agora era minha vez, puxei ela pelas ancas, coloquei uma perna no sofá e comecei a pincelar meu pau na buceta dela. Como estava quente e molhada. Ela não fazia nenhum barulho, ficava apenas parada esperando seu macho meter o pau dentro. Meu primo estava com a cara quase enconstando em nós, queria ver de perto como era penetrar aquela puta safada que implorava por porra.
Coloquei a cabeça, dei um gemido e parei. Se continuasse iria esporrar naquele momento. Após um tempinho continuei a penetração. Aquela buceta estava me sugando, me engolindo ao mesmo tempo que meu pau ardia pelo calor que vinha dela. Encostei meus pentelhos e minhas bolas em sua buceta. Apertava como se pudesse colocar até meus ovos dentro dela. Tirava e colocava fundo e meu primo quase com a cara encostada na buceta dela, só observando. Ele me dá um cutucão e diz que também quer meter.
Aumento a velocidade e sem muito esforço descarrego todo meu tesão dentro daquela vadia. Saem jatos e mais jatos de porra. Minhas pernas perdem a força, mas continuo segurando ela presa a meu pau. Não quero deixar ela lamber a buceta, quero que meu primo use minha porra como lubrificante. Retirei o pau e segurei a cabeça da cadela que já se virava para se lamber.
Meu primo toma o meu lugar e sem muita dificuldade, já que ela estava bem alargada, coloca aquela chapeleta enorme e roxa dentro da buceta dela. Logo seu pau desaparece lá dentro. O moleque estava quase morrendo de prazer. Dei a volta e coloquei meu pau na boca da cadela que começou a limpeza. Rapidinho meu pau estava sem nenhum vestígio de porra. Enquanto isso o moleque metia com força e mais rápido.
Deu um suspiro e caiu em cima da cadela e foi tirando o pau devagar. Sentou no sofá, a cadela se virou e começou a lamber a buceta desesperadamente e como saia porra de dentro dela. Meu primo e eu gozamos litros dentro dela. Após terminar a buceta, foi para o pau do meu primo e continuou lambendo. O garoto ainda estava de pau duro e aproveitou as lambidas dela pra bater uma punheta. Rapidinho gozou pela terceira vez, mas desta última vez com jatos mais fracos.
Durante o dia fodemos essa cadela mais umas três vezes juntos e depois eu sai para comprar alguma coisa para a gente comer e quando voltei, meu primo tava engatado nela de novo.
Nesse dia dormi na casa do meu primo e de madrugada acordei com ele torando a cadela de novo. Eu estava cansado, fazia tempo que não gozava tanto e tantas vezes seguidas. Na manhã de domingo foi a foda da despedida, já que meus tios voltariam depois do almoço. Coloquei ela no carro e falei para meu primo dar uma geral na casa para que ninguém desconfiasse de nada.
Voltei ao mesmo lugar onde a encontrei abri a porta e me despedi da nossa putinha. Fiquei um pouco dentro do carro e pude observar quando um cara se aproximou da cadela, fez um carinho e olhou para sua buceta. Ele deu uma risadinha e entrou em uma das casas chamando ela, que o seguiu. Não sei se ele era o dono dela ou se seria mais um pra descarregar os ovos dentro daquela puta insaciável.
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