Doce Isabela (2)
Eu chupava as tetinhas da minha Isa ouvindo seus baixos gemidos. Alternava uma e outra. Eu não chupava, eu amava minha filha! Minha filha! E ela aceitava, abraçando forte minha cabeça enqto eu aproveitava aqueles peitinhos na minha boca. Meu pau muito duro tocando a bucetinha dela e ela rebolando em cima dele. Que delícia! Mulher nenhuma me proporcionou tanto prazer antes mesmo de tirar a roupa!
Ela gemia, mas eu a tirei de meu colo. Ela sorria rpa mim. Levantei, peguei-a em meus braços e a levei pra minha cama. Deitei-a e contemplei aquele corpinho jovem e entregue a mim. Tirei sua calcinha. Toda nua, na minha cama! Tirei o pau, comecei uma punheta e ela a tocar em sua própria xoxotinha, com as pernas um pouco fechadas ainda.
- Abre as pernas pro papai, ver, abre!
Ela abriu as pernas e ainda abriu com dois dedinhos aquele priquitinho rosado! Que cena linda! Eu intensifiquei a punheta, me abaixei um pouco e, olhando pra ela pedi que se sentasse! Ela sentiu e eu conduzi meu pau pra boquinha dela. Ela chupava meio sem jeito e eu ia explicando como fazer. Ela era gulosa, meu pau na boca dela! As vezes eu tirava o pau e batia com ele naquele rostinho de princesa dela. Deitei-a novamente e abri as pernas dela, me ajoelhei e contemplei, me punhetando, aquele priquitinho rosado que eu já amava. Abri com dois dedos e dei um cheiro. Que delícia o cheiro de uma buceta que nunca recebeu um pau antes. Passei a ponta a língua! Aaaah, um doce priquitinho! Chupei aquele priquitinho daquela mini mulher.
- Que delícia de priquitinho! Aí Isa, como o papai está feliz!
Ela gemia, contorcia... minha menina, minha mulher! A baba da bucetinha dela na minha boca! Eu estava faminto dela. Parei de chupar e subi nela, a beijei. Ela sentia o próprio sabor! Apertava as tetas dela, e, agora entre as pernas dela, forçava meu pau no priquitinho. Demorou um pouco, mas entrou a cabeça. Coloquei mais força o pau foi entrando e, de repente, a senti dar pulinho e tinha lágrimas em seus olhos. Rompi o cabaco da minha propria filha! Fui enfiando devagar o pau nela. Entrou tudo, eu quase gozei só nesse processo. Deixei meu pau dentro dela um pouco e então comecei a fode-la. Primeiramente bem devagar mas o tesão tomou conta de mim e eu a fodi como se fosse uma vagabunda!!! A minha vagabunda.
- Toma o pau do papai! Tô te fodendo, sente que Delícia!
Agarrei as duas tetinhas dela e a fodi apoiando as mãos ali. Meu tesão estava a mil! Eu tava comendo a minha filha! Ela gemia e não reclamava absolutamente de nada! Trocamos de posição, ela por cima!
- Cavalga no papai, minha princesa! Isso cavalga no teu macho.
Ela gemia e cavalgava. Eu segurava em sua cintura, ajudando... de repente, sem que eu pudesse controlar mais, gozei dentro dela, meu pau pulsou dentro dela. Minha filha era agora a minha mulher!
Pra ser sincero, não sei se ela gozou nessa primeira vez dela. Mas acredito que não. Dormimos cansados, ela em cima de mim. E repetimos isso várias e várias vezes. Ela é minha mulher agora. É uma baita putinha pra mim na cama!
Ela gemia, mas eu a tirei de meu colo. Ela sorria rpa mim. Levantei, peguei-a em meus braços e a levei pra minha cama. Deitei-a e contemplei aquele corpinho jovem e entregue a mim. Tirei sua calcinha. Toda nua, na minha cama! Tirei o pau, comecei uma punheta e ela a tocar em sua própria xoxotinha, com as pernas um pouco fechadas ainda.
- Abre as pernas pro papai, ver, abre!
Ela abriu as pernas e ainda abriu com dois dedinhos aquele priquitinho rosado! Que cena linda! Eu intensifiquei a punheta, me abaixei um pouco e, olhando pra ela pedi que se sentasse! Ela sentiu e eu conduzi meu pau pra boquinha dela. Ela chupava meio sem jeito e eu ia explicando como fazer. Ela era gulosa, meu pau na boca dela! As vezes eu tirava o pau e batia com ele naquele rostinho de princesa dela. Deitei-a novamente e abri as pernas dela, me ajoelhei e contemplei, me punhetando, aquele priquitinho rosado que eu já amava. Abri com dois dedos e dei um cheiro. Que delícia o cheiro de uma buceta que nunca recebeu um pau antes. Passei a ponta a língua! Aaaah, um doce priquitinho! Chupei aquele priquitinho daquela mini mulher.
- Que delícia de priquitinho! Aí Isa, como o papai está feliz!
Ela gemia, contorcia... minha menina, minha mulher! A baba da bucetinha dela na minha boca! Eu estava faminto dela. Parei de chupar e subi nela, a beijei. Ela sentia o próprio sabor! Apertava as tetas dela, e, agora entre as pernas dela, forçava meu pau no priquitinho. Demorou um pouco, mas entrou a cabeça. Coloquei mais força o pau foi entrando e, de repente, a senti dar pulinho e tinha lágrimas em seus olhos. Rompi o cabaco da minha propria filha! Fui enfiando devagar o pau nela. Entrou tudo, eu quase gozei só nesse processo. Deixei meu pau dentro dela um pouco e então comecei a fode-la. Primeiramente bem devagar mas o tesão tomou conta de mim e eu a fodi como se fosse uma vagabunda!!! A minha vagabunda.
- Toma o pau do papai! Tô te fodendo, sente que Delícia!
Agarrei as duas tetinhas dela e a fodi apoiando as mãos ali. Meu tesão estava a mil! Eu tava comendo a minha filha! Ela gemia e não reclamava absolutamente de nada! Trocamos de posição, ela por cima!
- Cavalga no papai, minha princesa! Isso cavalga no teu macho.
Ela gemia e cavalgava. Eu segurava em sua cintura, ajudando... de repente, sem que eu pudesse controlar mais, gozei dentro dela, meu pau pulsou dentro dela. Minha filha era agora a minha mulher!
Pra ser sincero, não sei se ela gozou nessa primeira vez dela. Mas acredito que não. Dormimos cansados, ela em cima de mim. E repetimos isso várias e várias vezes. Ela é minha mulher agora. É uma baita putinha pra mim na cama!
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