Espiando a mamãe
A minha mãe sempre foi uma mulher bonita, mas quando o meu pai morreu ficou deprimida, ficou desleixada com aparência, e só trabalhava, foi se acabando, parecendo cada vez mais velha, e cada fez ia emagrecendo mais ainda.
Na época eu tinha 13 anos, e estava na rua brincando, quando vi o horário voltei correndo para casa, pois estava quase na hora da minha mãe chegar, e ela detestava que ficasse na rua. Chegando em casa notei que ela já tinha chegado, entrei no sapatinho para não fazer barulho e fui para o meu quarto, e quando estava passando pelo banheiro, escutei barulho de água e involuntariamente olhei.
A cortina do banheiro estava aberta, como não eu estava em casa ela não se preocupou de fechar, e quando eu olhei a vi nua, me escondi rapidamente no canto, e não consegui para de espiã ela, até aquele momento nunca tinha olhando para a minha mãe com algum desejo sexual, mas vê-la nua me deixou excitado, não resistir e baixei as calças e batia punheta, enquanto assistia ela tomando banho.
A minha mãe é moreninha, estava bem magra, mas destacou um pouco mais os seus peitos que são grandes, era um pouco caídos, aréola bem grande e escura, cintura larga e a bunda redondinha, não conseguia ver a sua buceta direito, pois tinha muito pelo, só via um pouco quando ela se abaixava para pegar a água, não tinha chuveiro elétrico, banho quente era só de caneca e balde. Tinha até esquecido que era a minha mãe, enquanto via ela se banhar, imaginava fudendo ela de todas a forma, sabia que era muito errado, mas me vez gozar intensamente como nunca tinha gozado na vida.
Sai de casa muito rápido, e fiquei um tempo esperando para entrar novamente, e bateu um sentimento de culpa e arrependimento, mas quando entrei, ela me viu e começou a me da esporro por estar na rua, e na minha cabeça só conseguia imaginar ela sem roupa.
No dia seguinte esperei o horário de volta para casa e fui todo ansioso, uma parte de mim dizia não, mas o tesão falava mais forte, e quando entrei em casa e escutei o barulho do banheiro, não queria saber de mais nada.A cortina mal fechada, e ela começando a se despir, sem pensar duas vezes, tirei toda a minha roupa, peladão assistir ao show, consegui gozar duas vezes ainda.
A partir dali era quase todos os dias, ficava esperando escondido ela chegar, quando dava o tempo, entrava ja tirando a roupa, e quando via escutava o barulho dela lavando a bucetinha e o cuzinho, não resistia e gozava, leva esporros todos os dias, mais-valia muito a pena. E cada dia mais fui ficando mais tarado nela, mexia nas suas coisas e nas suas calcinhas, principalmente as usadas e as enchia de porra.
Um tempo depois ela começou a notar, as suas calcinhas gozadas e que estava a espiando também, ela pensou em me repreender, mas ela começou a se sentir desejada novamente, e a ficar excitada com a situação, e sabendo que eu espiava começou a se masturbar durante os banhos, que deixou mais ainda gostoso de assistir, e nem passava na minha cabeça que ela sabia.
Ela estava se sentindo desejada novamente, algo que ela nao sentia mais depois da morte do meu pai, e essa sensação ela começou querer cada vez mais, começou a se cuidar, até a depilar a sua bucetinha, andava toda perfumada e cada vez com menos roupa, se insinuava para minha atenção, mas eu meio inocente ainda não conseguia perceber.
Até que um dia ela estava deitada na posição fetal no sofá, e ela estava vestindo uma camisola transparente, estava sem sutiã, e a sua micro calcinha que era engolida por sua buceta, fiquei sentado do lado e não conseguia tirar o olho, meu pau parecia que iria rasgar a minha roupa, ela toda excitada me olhava de rabo de olho.
Ela já não aguentando mais se levantou dizendo que iria tomar banho, corri atrás, quando cheguei ela já tinha arranco a camisola e tomando banho frio, algo que era raro de ela fazer, tirei a minha roupa e batia punheta assistindo, ela se masturbando no banho. Mas ela não demorou muito e saiu do banheiro e secando passou por mim, que estava pelado com o pau na mão, ela ainda nem fez questão de esconder a sua nudez.
Entrei no banheiro já pegando a sua calcinha que estava toda molhada, comecei a cheirar e lamber, e quando olhei para fora, ela estava agachada se masturbando, me assistindo, me deu mais tesão ainda mais, batia punheta com muita vontade, o banheiro abafado, eu chegava a pingar de suor, gozei tão gostoso, que fiquei cansado.
Entrei de baixo do chuveiro bufando, olhei para e ela não estava mais, depois de uns minutos sair do banho, enquanto eu caminhava até o meu quarto, não a encontrei. Exausto fiquei deitado pensando no que tinha acontecido, e comecei a entender que já fazia um tempo que ela sabia que a vigia, e que ela gostava, percebi algumas coisas que acontecia era propositalmente feito por ela.
Depois de longo período sair do quarto e acabei topando com ela, olhamos um para o outro, mas não conseguíamos dizer nada, acabamos fingir que nada tinha acontecido.
E os dias foram se passando, ela continuou a se exibir para mim, calcinha não usava mais, eu entrei na onda, parei de usar cueca, apenas um short fino, e quando ficava excitado o short ficava estufado, amava vê-la morde os lábios cheia de tesão.
Compartilhávamos os mesmos sentimentos de arrependimento e culpa, sabia que fazia era muito errado, mas era que deixava cada vez mais gostoso, um pouco de medo, mas cada vez éramos mais ousados.
Até que estávamos no sofá assistindo TV, ela deitada só de camisola, sem nenhuma roupa por baixo, e ainda por cima com os pés em cima das minhas pernas, ela toda mexia às pernas para chamar minha atenção para sua buceta, e ainda por cima ela colocou um filme bem erótico, não era porno, mas tinha cenas de sexo.
O meu pau ficou duro estufando o short, e ela começou a passar a perna toda fingindo que estava incomodada, até que reclamou
_ A um filminho bobo a deixou excitado!?
_ não foi o filme!
Ela deu um sorriso e com os dois pés começou a esfregar o meu pau por cima do short, eu cada vez mais excitado, via na sua cara expressão de satisfação.
E ela se sentou do meu lado, e segurou o meu pau por cima do short, eu não dizia nada, só curtia o momento, ela colocou o meu pau para fora, ficou alisando e a comparar com do meu pai.
_ Muito parecida com a do seu pai!
_ hum!
_ Já quase do mesmo tamanho, deve ficar maior que a dele!
_ aham!
_ que piroca gostosa de segurar!
_ gostosa!? Nem provou ainda!
Ela entendeu o recado, e foi de boca, começou a me chupar, e chupava com muita fome, tentava se segurar o máximo para não gozar tão rápido, aperta a sua bunda
_ gostou?
_ E deliciosa!
Ela não aguentando mais, sentou na minha piroca de frente para mim, e rebolava muito gemendo
_ MDS! Anos que sentia algo tão gostoso!
_ Vou gozaar!
Nunca imaginei que iria perder a virgindade com a minha própria mãe, ainda fazê-la gozar na minha piroca, ela tirou a camisola, e facilitou para eu chupar os seus peitos, acabei gozando na sua buceta.
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