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Questão de oportunidade

📅 Publicado em: 12/07/2022 22:16

👤 Autor: casanova

📂 Categoria: Incesto

🏷️ Tags: #Gay #Tween #Virgem
Aconteceu na roça. Fim de tarde, caminho até perto do riacho. Além do barulho da água, ouço o som de uma cabra balindo incomodada com alguma coisa. Ando um pouco mais e vejo, num cantinho cercado de vegetação, um garoto de aproximadamente doze anos metendo a pica na cabrita. Ele a levanta pela anca e enfia com vontade. De vez em quando ela se mexe demais e a pica sai. Seu short estava arriado até os tornozelos, sua bunda branquinha e gorda abria e fechava a cada movimento que ele fazia pra meter a piroca. Mudo de posição para poder ver o olhinho daquele cu branquinho. Ele não se dá conta de que está sendo observado, está doido para arrobar a cabrita e deixa aquela bundinha subindo e descendo, abrindo e fechando.

- Mas que filho da puta, metendo na buceta da cabra!!

- Desculpa, tio, desculpa!

- Vamos andando, vou te levar pra tua casa e contar a merda que você está fazendo.

- Pelo amor de deus, não faz isso, meu pai vai me matar!! Eu faço qualquer coisa, tio. |Não me entrega...

- Qualquer coisa?

- Encosta a cabra ali, naquele canto. Amarra o cabresto dela nessa galho. Pode continuar comendo.

O pau do moleque está mole e dou uma "força". Pego e aperto, bato uma punheta de leve e passo a mão naquela bunda branca. Desço o dedo no rego e comprimo na entrada do cusinho.

- tio, eu não sou viado..

- Nem eu, mas sua bunda é linda. Branquinha, gordinha e quando você metia a vara na cabra, ela abria e fechava. Parecia que você estava gostando de sentir esse movimento de vai e vem do cu sendo apertado toda vez que o pau entrava.

- Nunca dei o cu, tio...

- A gente brinca. Se entrar sem doer, a gente segue na brincadeira.

- Tio não me machuca...

Não é viado, mas mesmo eu fazendo um carinho no brioco o pau do moleque não desce. Está duro, a cabeça vermelha, dá vontade de meter na boca. São mais ou menos treze centímetros e grosso pra idade.

- Vai enfia a pica na cabra.

A bundinha começa o balanço. abre e fecha e ele comprime as bandas toda vez que enterra. Já estou com a bermuda nos tornozelos e o pau em riste, são 16cm de pica não muito grossa. Aquele movimento faz meu pau soltar o líquido seminal. Abaixo ligeiramente e encaixo a cabeça da pica no rego do menino, no momento em que ele sai da buceta da cabra e aperto bem na argolinha do cu.

- Ai...

- Doeu??

- Não, to com medo...

- Não precisa ficar com medo, só vou botando e tirando enquanto você mete nela.

Ele continua com o movimento e a bundinha gordinha se abre mais, parece que ele relaxou e sente que não vai ser currado. Minha pica agora está completamente encaixada na argola. Com o movimento, meia cabeça se esconde dentro daquele cu virgem. Não forço a entrada, deixo que com o movimento o trabalho de adentrar seja feito pelo próprio vai e vem do corpo dele.

- Tá doendo?

- Não...

- É ruim?

- Tô me acostumando...

Estou agarrado em sua cintura sem fazer força. É só um ponto de apoio e equilíbrio. Não sei se é impressão minha, mas o ritmo do movimento aumenta.

- Não gosa agora, vai mais devagar.

- Ela apertou meu caralho, tio.

- Tá gostando do pau enfiado nela?

- É bom... tá quentinho.

- Tua bunda também é quentinha... aperta menos.

- Assim?

- Isso...

Ele relaxou e não tem mais pudor de estar sendo cutucado no cu com um pau. Sua bunda já tem um ritmo cadenciado e ele não olha mais para trás. Sua cabeça se mantém arriada, olhando na direção da buceta da cabra.

- Tá entrando, tio...

- Foi a cabeça, tá muito melado e deslizou. doeu?

- Não, mas deu pra sentir enchendo o meu cu.

- Tá muito ruim?

- Não...

Na verdade a metade da pica está atolada naquele rabinho. Ele pode não ser viado, mas está bastante cômodo com a situação. O movimento de vai e vem faz com que minha pica entre mais fundo.

- Ham...

- Calma...

- Tio...

- Tá doendo?

- Tô com muita vontade de gozar, não vou aguentar mais...

- Acelera...

- Minha barriga está encostada naquela bunda macia e meto com vontade. Sinto a cabeça esgarçada e presa, apertada. Quando ele começa a gosar, sinto a contração dos seus músculos e também não aguento mais tempo. São seis ou mais golfadas dentro daquele ânus que não é mais virgem. O menino, mesmo depois de gozar, continuar apertando a bunda no meu pau.

- Foi bom?

- Hum, hum...

Minha pica ainda está dura dentro daquele rabo e ele sabe que já gozei.

- Não conta pra ninguém, tá?

- Claro. Nem sei onde você mora, não conheço seus pais e você se assustou quando te peguei comendo a cabra. Quantas vezes você já comeu cabras aqui?

- Desde que eu tinha onze anos, mais de um ano atrás.

- Você sabe que entrou na minha propriedade, né?

- Sei...

Meu pau amolece e sai de dentro do moleque.

- Vem, vamos lá no celeiro limpar você.

São cinco minutos de caminhada. Entramos e mostro um pequeno tanque onde há água limpa.

- Deixa que eu te ajudo...tira o calção pra não molhar.

Ele fica nu da cintura para baixo. Levanta a camisa e fica de costas para o tanque.

- Abre as pernas...

Na primeira passada de mão naquele rego, a pica do garoto dá sinal de vida. Abro a bundinha e jogo água que escorre pelas pernas. Esfrego com suavidade e pressiono o buraquinho do cu, de olho na pica do garoto.

- Que piroca safada essa sua... dura desse jeito.

- Para, tio...

- Vira, deixa eu passar uma água nesse caralho sujo de buceta de cabra.

Jogo água na pica e afago como se tivesse punhetando. Minha mão direita continua entre suas nádegas e a esquerda acaricia com suavidade aquela pica agora pulsante. Empurro o dedo médio da mão direita para dentro do cusinho e ele segura o pulso da minha mão, retendo meu braço no lugar.

- Vontade de mamar nessa sua pica vermelha...

Estou de joelhos e meto a boca naquela cabeça que não é tão pequena. O garoto solta minha mão direita e segura minha cabeça. Meu dedo médio penetra totalmente aquele cu que o tranca com força. O vai e vem começa como se ele estivesse comendo a buceta da cabra de novo. Meu dedo entra e sai daquele cu completamente. Sinto que gosta desse dedo, ele pressiona e faz força para trás quando empurro tudo.

- Bom...

Não sei se esse bom é por conta do pau na minha boca ou pelo dedo enterrado.

- Faz em mim....

Minha pica está tesa (não me lembro de sentir tanto tesão em tão pouco tempo depois de meter e nem tampouco vontade de mamar em pau de ninguém). Fico de pé e levo o menino para uma mesa em um canto do celeiro. Me recosto e ele se abaixa.

- Tio, eu nunca fiz...

- É só abrir a boca e mamar que nem chupa picolé.

É quente, muito quente, aquela boquinha.

- Tio não vai aguentar muito tempo.... deixa eu acabar nessa bundinha, vai.

Deito o menino na mesa, é um frango assado perfeito, com coxas grossas e brancas que nem a bundinha. minha pica baba como nunca e entra com facilidade no rabinho que já havia sido laceado lá perto do rio.

- Ham, ham...

- Tá doendo?

- Só um pouco.

Meu saco bate na bundinha branca, estou com os dezesseis centímetros inteiros dentro daquele reto que, aos poucos, acostuma-se e não reclama mais.

- Coisa boa...

O gozo não vem farto como da primeira vez, mas é tão gostoso quanto. Quando o pau cresce dentro do cu, largando leite, ele aperta meus pulsos e fecha os olhos.

- Parece que você mijou dentro de mim.

- Tô doido por você, quero que volte amanhã. Pode comer quantas cabras quiser, mas a gente vai brincar mais.

- Tá.

Lavo a bundinha de novo e agora saímos na direção da porteira.

- Até amanhã...

- Até.

Não sei se ele volta. certamente vai ficar com o cusinho doido por um tempo, mas talvez tenha descoberto uma nova forma de gosar sem ser com uma cabra. Talvez eu também tenha descoberto algo sobre rolas e me achado também.
Nenhuma reação ainda.

Comentários

N

Novinho-afeminado-pauPequ comentou:

Massa

08/07/2022 21:13
C

Caradaroça comentou:

Muito bom! Tudo com calma, consentimento!

08/07/2022 21:13
B

Bacellar. comentou:

Que delícia!

08/07/2022 21:13
N

Nico comentou:

Baita conto! Dei pela primeira vez quando tinha 11 anos, para meu primo de 13, na fazenda de meu tio, junto aos tanques de água que serviam de bebedouro para o gado! Que pica gostosa, dura, macia e quente entrando no meu cuzinho! Saudades.

08/07/2022 21:13
P

perv comentou:

caralho que delicia, cara ja estou ansioso pela continuacao

08/07/2022 21:13
D

Dadinho comentou:

Nico, tive uma experiência parecida… um coleguinha da escola que já me comia há tempo, fomos para a fazenda onde um irmão dele trabalhava e, fomos tomar banho em um tanque/bebedouro, brincando de lutinha não deu outra coisa: me enrabou gostoso! Tínhamos 12/13 anos e fodemos muito por longo tempo!

08/08/2022 21:13