Da janela do ap
Olá, como vão os leitores?
A histótria que vou contar, aconteceu a 1 mês. Tudo aconteceu em um dia de sábado à tarde, minha mulher tinha ido para a praia com pessoas da sua família e eu havia ficado em casa para esperar a chegada da babá de nosso filho, assim que ela chegou, pegou meu filho e foi para rua passear, já que o dia estava muito quente e o apartamento muito abafado.
Peguei um cigarro e fui para a janela fumar e pensar na vida, adimirando a bela vista que temos, quando percebo que no prédio da frente uma morena que eu já vinha olhando de longe se debruça na janela e tanbém acende um cigarro e começa a me encarar.
A princípio olhei para os lados e não via ninguém, olhei para ela e fiz um gesto perguntando se era comigo, ela acenou positivamente com a cabeça, na hora fiquei maluco e pedi que esperasse para eu poder pegar um binóculos e poder olhar mais de perto, quando voltei para a janela ela estava meio abaixada e parecia escrever alguma coisa e quando se levantou me mostrou um numero de celular anotado bem grande para que eu lhe telefonasse.
Imediatamente peguei meu celular e liguei, ela atendeu no primeiro toque e começamos a conversar, no início ainda tensos, mas logo o papo já corria solto. Me disse que era casada e tinha 1 filho, apesar de muito nova (21 anos), realmente era muito bonita, morena, um sorriso largo, cabelos bem pretos e lisos até o meio das costas, da cintura para baixo não pude ver, mas fiquei muito curioso, então perguntei como ela era e ela respondeu que eu já estava vendo, disse que só conseguia ver até seu abdomem. Ela então perguntou se eu queria ver sua bunda e sorriu. Isso tudo pelo celular e de binóculos, já de pau duro.
Ela recuou até o fundo de sua sala, onde tinha um sofá e começou a se mostrar, empinando a bundinha e segurando os peitos, me mostrando sob a camiseta que usava.
Disse a ela que realmente ela era muito mais gostosa do que eu imaginava e ela confessou que já havia olhado muito para mim, sendo sempre discreta por conta do marido que era muito ciumento. Nisso eu perguntei pelo maridão e ela disse que estavam brigados e ele ficou em Búzios, puto da vida por causa de um biquine que ela tinha colocado e ele achava muito pequeno.
Em fim eles brigaram e ela voltou antes para o Rio, pegando uma carona com um amigo deles, no meio do caminho conversaram sobre as brigas e ela confessou que tinha muita vontade de trepar com outros caras, mas não tinha coragem por conta da criação que tivera, nisso o amigo falou que se ela tinha tanta vontade assim, ele poderia saciar a vontade dela, era só entrar em um motel da estrada e que ninguém saberia. Ela concordou, para espanto de seu amigo e entraram no primeiro que apareceu.
Segundo ela, treparam muito, mais foi apenas uma e depois pegaram de novo a estrada, já que seu marido poderia chegar a qualquer momento.
Eu ouvindo essa hist'ria já estava com o pau todo melado e me punhetando, sem me importar se ela estava vendo ou não.
Pedi a ela que me mostrasse um pouco mais do seu corpo, ela disse que isso seria muita loucura, pois qualquer vizinho do meu prédio poderia ver e sujeriu que fosse até seu apartamento. Na hora eu disse que seria perigoso, pois seu marido poderia chegar e nos dar um flagra.
Pedi então que fosse novamente até seu sofá e mostrasse apenas os peitos que eu poderia ver de binóculos, ela aceitou e foi sentar-se e começou a mostrar seus lindos peitinhos e a tentar beija-los. Perguntei se ela gostaria de beijar meus peitos, já que isso me dá muito tesão, ela disse que gostaria de beijar os meus e também os peitos de minha mulher, que ela já havia notado.- E eu que nunca tinha percebido esses olhares discretos dessa ninfeta-.
Ela me confessou de que tinha uma amante, que eventualmente eu via em sua casa, era uma mulher loura de aproximadamente 30 anos. Perguntei-lhe se já havia feito 69 de peitos e ela disse que nunca, mas que a idéia era ótima.
Nisso eu já não aguentava mais de tanto tesão - É incrível quando se está falando com alguém a distância e poder olhar-.
Comentei sobre o meu estado e ela pediu para ver, na hora eu nem pensei a merda que poderia dar se alguém percebece, fui até a janela, baixei meu short e coloquei meu pau na altura do parapeito e olhando em seus olhos pelo binóculos, ela passou a língua nos labios e fez um sinal com o dedo me chamando para ir até seu ap. Fiquei com muito medo, mas o tesão falou mais alto. Então sugerí que nos encontrásse-mos nas escadas do seu prédio, ela concordou e eu descí e fui ao seu encontro.
Parei no quinto andar, 1 abaixo do seu e fiquei esperando com as pernas tremendo e o pau já meio mole. De repente ela chega bem devagar e sem fazer barulho, começamos a rir muito da situação e demos um beijo bem demorado, onde nossas línguas se cruzavam e as mão passeavam livres pelos nossos corpos.
Procurei os peitinhos que tanto me deram tesão e comecei a chupa-los, bem devagar, ela se contorcia muito tentando não gemer, para não chamar atenção de alguém.
Ela se abaixou e veio beijar meus peitos e o pau já pulsava dentro do short, até que ela segurou firme e falou como era grande e grosso meu cacete.
Colocou ele p/ fora e pude ver o brilho em seus olhos, quando chegou perto e disse que parecia um bebê e abocanhou de uma só vez, ela fazia uma sucção na cabeça e tornava engolir o quanto podia, notei que ela babava muito e escorria um fio de saliva da cabeça até sua boca.
Baixei um pouco seu short e coloquei um dedo em sua bucetinha que já estava bem molhada, com um cheiro de shampu, mas ao mesmo tempo, cheiro de buceta querendo pica.
Puxei seu short até seus pés e ela tirou meu short inteiro, sem se importar com mais nada. Tornamos a nos beijar e a sentir um o cheiro do outro, eu suava como se estivesse com febre e ela dizia não se importar com isso, que até gostava. Dizia que eu não estava suado e sim temperado e me lambia o suor do rosto, do peito, emfim, me lambia todo.
A virei de costas p/ mim e comecei a beijar sua nuca e pescoço, descendo pela costas, até chegar a sua bunda e que bunda, com uma linda marquinha de bikine. Abri delicadamente sua bunda e comecei a lamber e introduzir minha língua em seu cusinho, ela empinava mais a bunda e tentava morder minha língua com seu anus. Que delícia.
Virei ela de frente p/ mim, levantei uma das pernas e coloquei meu pau já encamisado direto em sua xota, ela soluçava e me apertava o braço. Começamos um movimento lento, gostoso, sentindo o pau entrando bem devagar e muito, muito melado pelo suco que escorria de sua xota.
Ela segurou meu pescoço e subiu nas minhas pernas, encostada na parede e aí eu comecei a bombar bem forte e ela começou a gemer e soluçar baixinho. Minhas pernas ficaram meio bambas e então sentei no degrau da escada e quando ela se ajeitou em minha pica, enterrei um dedo em seu cusinho e ela soluçou de nove e encostou seu rosto em meu ombro rebolando e mostrando que gostava muito de sexo anal. Ficamos um bom tempo nessa metida com ela sentada em meu colo e eu com um dedo entrando cadeciadamente em seu cusinho.
Ela disse já ter gosado três vezes, mas que queria gosar do jeito que mais gosta, então pedi para me mostrar como era.
Ela saiu de cima de mim e ficou de 4 com a bunda empinada e disse baixinho "METE NO MEU CUSINHO", na hora meu pau deu um pulo, mesmo já estando muito duro. Não precisou nem lubrificar, entrei bem devagar e ela jogava seu corpo em minha direção, entrando até o fundo, foi quando ela começou a me olhar p/ trás e sorrir, fazendo uma carinha de putinha e rebolando bem rápido.
Não aguentando mais, tirei a camisinha e ela pediu para chupar. Gosei muito em sua boquinha e ela olhava para meu rosto com a pica sendo sugada por sua boquinha.
Descansamos um pouco, colocamos nossas roupas e nos despedimos prometendo assim que podesse, repetir a foda.
No dia seguinte não resistí e liguei p/ ela, pediu-me que não ligasse mais, pois estava tentando uma chance de salvar seu casamento. Claro que respeitei e desejei boa sorte.
Até hoje nos vemos muito pela janela, mas não rola mais nada, acho que ela conseguiu melhorar sua relação e eu continuo minha vida normal.
Mas que valeu, valeu.
Se alguém quiser trocar mais experiências desse tipo, é só me escrever.
Mutleigp@ig.com.br
A histótria que vou contar, aconteceu a 1 mês. Tudo aconteceu em um dia de sábado à tarde, minha mulher tinha ido para a praia com pessoas da sua família e eu havia ficado em casa para esperar a chegada da babá de nosso filho, assim que ela chegou, pegou meu filho e foi para rua passear, já que o dia estava muito quente e o apartamento muito abafado.
Peguei um cigarro e fui para a janela fumar e pensar na vida, adimirando a bela vista que temos, quando percebo que no prédio da frente uma morena que eu já vinha olhando de longe se debruça na janela e tanbém acende um cigarro e começa a me encarar.
A princípio olhei para os lados e não via ninguém, olhei para ela e fiz um gesto perguntando se era comigo, ela acenou positivamente com a cabeça, na hora fiquei maluco e pedi que esperasse para eu poder pegar um binóculos e poder olhar mais de perto, quando voltei para a janela ela estava meio abaixada e parecia escrever alguma coisa e quando se levantou me mostrou um numero de celular anotado bem grande para que eu lhe telefonasse.
Imediatamente peguei meu celular e liguei, ela atendeu no primeiro toque e começamos a conversar, no início ainda tensos, mas logo o papo já corria solto. Me disse que era casada e tinha 1 filho, apesar de muito nova (21 anos), realmente era muito bonita, morena, um sorriso largo, cabelos bem pretos e lisos até o meio das costas, da cintura para baixo não pude ver, mas fiquei muito curioso, então perguntei como ela era e ela respondeu que eu já estava vendo, disse que só conseguia ver até seu abdomem. Ela então perguntou se eu queria ver sua bunda e sorriu. Isso tudo pelo celular e de binóculos, já de pau duro.
Ela recuou até o fundo de sua sala, onde tinha um sofá e começou a se mostrar, empinando a bundinha e segurando os peitos, me mostrando sob a camiseta que usava.
Disse a ela que realmente ela era muito mais gostosa do que eu imaginava e ela confessou que já havia olhado muito para mim, sendo sempre discreta por conta do marido que era muito ciumento. Nisso eu perguntei pelo maridão e ela disse que estavam brigados e ele ficou em Búzios, puto da vida por causa de um biquine que ela tinha colocado e ele achava muito pequeno.
Em fim eles brigaram e ela voltou antes para o Rio, pegando uma carona com um amigo deles, no meio do caminho conversaram sobre as brigas e ela confessou que tinha muita vontade de trepar com outros caras, mas não tinha coragem por conta da criação que tivera, nisso o amigo falou que se ela tinha tanta vontade assim, ele poderia saciar a vontade dela, era só entrar em um motel da estrada e que ninguém saberia. Ela concordou, para espanto de seu amigo e entraram no primeiro que apareceu.
Segundo ela, treparam muito, mais foi apenas uma e depois pegaram de novo a estrada, já que seu marido poderia chegar a qualquer momento.
Eu ouvindo essa hist'ria já estava com o pau todo melado e me punhetando, sem me importar se ela estava vendo ou não.
Pedi a ela que me mostrasse um pouco mais do seu corpo, ela disse que isso seria muita loucura, pois qualquer vizinho do meu prédio poderia ver e sujeriu que fosse até seu apartamento. Na hora eu disse que seria perigoso, pois seu marido poderia chegar e nos dar um flagra.
Pedi então que fosse novamente até seu sofá e mostrasse apenas os peitos que eu poderia ver de binóculos, ela aceitou e foi sentar-se e começou a mostrar seus lindos peitinhos e a tentar beija-los. Perguntei se ela gostaria de beijar meus peitos, já que isso me dá muito tesão, ela disse que gostaria de beijar os meus e também os peitos de minha mulher, que ela já havia notado.- E eu que nunca tinha percebido esses olhares discretos dessa ninfeta-.
Ela me confessou de que tinha uma amante, que eventualmente eu via em sua casa, era uma mulher loura de aproximadamente 30 anos. Perguntei-lhe se já havia feito 69 de peitos e ela disse que nunca, mas que a idéia era ótima.
Nisso eu já não aguentava mais de tanto tesão - É incrível quando se está falando com alguém a distância e poder olhar-.
Comentei sobre o meu estado e ela pediu para ver, na hora eu nem pensei a merda que poderia dar se alguém percebece, fui até a janela, baixei meu short e coloquei meu pau na altura do parapeito e olhando em seus olhos pelo binóculos, ela passou a língua nos labios e fez um sinal com o dedo me chamando para ir até seu ap. Fiquei com muito medo, mas o tesão falou mais alto. Então sugerí que nos encontrásse-mos nas escadas do seu prédio, ela concordou e eu descí e fui ao seu encontro.
Parei no quinto andar, 1 abaixo do seu e fiquei esperando com as pernas tremendo e o pau já meio mole. De repente ela chega bem devagar e sem fazer barulho, começamos a rir muito da situação e demos um beijo bem demorado, onde nossas línguas se cruzavam e as mão passeavam livres pelos nossos corpos.
Procurei os peitinhos que tanto me deram tesão e comecei a chupa-los, bem devagar, ela se contorcia muito tentando não gemer, para não chamar atenção de alguém.
Ela se abaixou e veio beijar meus peitos e o pau já pulsava dentro do short, até que ela segurou firme e falou como era grande e grosso meu cacete.
Colocou ele p/ fora e pude ver o brilho em seus olhos, quando chegou perto e disse que parecia um bebê e abocanhou de uma só vez, ela fazia uma sucção na cabeça e tornava engolir o quanto podia, notei que ela babava muito e escorria um fio de saliva da cabeça até sua boca.
Baixei um pouco seu short e coloquei um dedo em sua bucetinha que já estava bem molhada, com um cheiro de shampu, mas ao mesmo tempo, cheiro de buceta querendo pica.
Puxei seu short até seus pés e ela tirou meu short inteiro, sem se importar com mais nada. Tornamos a nos beijar e a sentir um o cheiro do outro, eu suava como se estivesse com febre e ela dizia não se importar com isso, que até gostava. Dizia que eu não estava suado e sim temperado e me lambia o suor do rosto, do peito, emfim, me lambia todo.
A virei de costas p/ mim e comecei a beijar sua nuca e pescoço, descendo pela costas, até chegar a sua bunda e que bunda, com uma linda marquinha de bikine. Abri delicadamente sua bunda e comecei a lamber e introduzir minha língua em seu cusinho, ela empinava mais a bunda e tentava morder minha língua com seu anus. Que delícia.
Virei ela de frente p/ mim, levantei uma das pernas e coloquei meu pau já encamisado direto em sua xota, ela soluçava e me apertava o braço. Começamos um movimento lento, gostoso, sentindo o pau entrando bem devagar e muito, muito melado pelo suco que escorria de sua xota.
Ela segurou meu pescoço e subiu nas minhas pernas, encostada na parede e aí eu comecei a bombar bem forte e ela começou a gemer e soluçar baixinho. Minhas pernas ficaram meio bambas e então sentei no degrau da escada e quando ela se ajeitou em minha pica, enterrei um dedo em seu cusinho e ela soluçou de nove e encostou seu rosto em meu ombro rebolando e mostrando que gostava muito de sexo anal. Ficamos um bom tempo nessa metida com ela sentada em meu colo e eu com um dedo entrando cadeciadamente em seu cusinho.
Ela disse já ter gosado três vezes, mas que queria gosar do jeito que mais gosta, então pedi para me mostrar como era.
Ela saiu de cima de mim e ficou de 4 com a bunda empinada e disse baixinho "METE NO MEU CUSINHO", na hora meu pau deu um pulo, mesmo já estando muito duro. Não precisou nem lubrificar, entrei bem devagar e ela jogava seu corpo em minha direção, entrando até o fundo, foi quando ela começou a me olhar p/ trás e sorrir, fazendo uma carinha de putinha e rebolando bem rápido.
Não aguentando mais, tirei a camisinha e ela pediu para chupar. Gosei muito em sua boquinha e ela olhava para meu rosto com a pica sendo sugada por sua boquinha.
Descansamos um pouco, colocamos nossas roupas e nos despedimos prometendo assim que podesse, repetir a foda.
No dia seguinte não resistí e liguei p/ ela, pediu-me que não ligasse mais, pois estava tentando uma chance de salvar seu casamento. Claro que respeitei e desejei boa sorte.
Até hoje nos vemos muito pela janela, mas não rola mais nada, acho que ela conseguiu melhorar sua relação e eu continuo minha vida normal.
Mas que valeu, valeu.
Se alguém quiser trocar mais experiências desse tipo, é só me escrever.
Mutleigp@ig.com.br
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