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Uma mente que se alimenta das vítimas abusadas

📅 Publicado em: 20/05/2024 00:58

👤 Autor: afempervrec

📂 Categoria: Gay

Sabe quando você é jovem e não sabe o que escolher pra seguir carreira profissional? Rubens já esteve nessa posição, mas não foi tal difícil escolher ser investigador. Ele sempre foi uma pessoa tranquila e gentil por fora, mas por dentro habitava um ser “doente” que ele alimentava todos os dias. O pervertido amava conteúdo policial, criminal, investigação, documentários com histórias reais de assassinos em série e coisas do gênero… não cansava e desejava trabalhar na área só que não sabia qual e como.

Rubens se questionou:

– “Qual área posso me identificar mais e como posso inciar?” Ele decidiu responder com o tempo.

O jovem assistia no seu tempo livre à noite em seu quarto sozinho esses conteúdos, ele se interessa mais na questão de história, ligar os pontos, montar o quebra-cabeça… foi nesses detalhes que ele se encontrou na área de investigação. Pesquisando na internet sobre o que um investigador realmente faz, Rubens foi analisando prós e contras.

PRÓS: -Identificar, localizar e interrogar suspeitos

-Coletar evidências e provas

-Elaborar relatórios de investigação

CONTRA: -Cumprir mandados judiciais e efetuar prisões.

Rubens não queria prender as pessoas que fizeram tais atos, pois foi isso que motivou ele a se sentir em família e com algum caminho pra seguir seu futuro. Família? Sim. Podemos explicar, caro leitor.

Acontece que o futuro Investigador é pervertido, como eu disse anteriormente ele assistia no seu tempo livre à noite sozinho o conteúdo criminal, só que com um detalhe: Rubens se excitava com a situação. Na série mostra que o pai abusava da filha pequena enquanto a mãe saía pra trabalhar, no tempo que Rubens assiste e analisa a situação do crime ele também se excita pelo fato de ter tesão em pedofília(lembrando que esse é um dos desejos pervertidos dele). Agora imagina ele ter que prender um pai desse, é de partir o coração do futuro investigador pervertido.

Mesmo assim ele decidiu que quer ser Investigador, pois não se vê em outra área. Ele estudou o bastante pra conseguir o que tanto almeja. Rubens não tinha muito interesse em namorar agora, até por que não tinha tanto tempo e ninguém entenderia esse lado secreto que carregava dentro da mente(e também não se queixava, pois se sentia completo estudando, consumindo conteúdo criminal e saindo sozinho com seu olho observador de pervertido).

Quem vê Rubens não imagina que segredos doentios ele guarda(mas cá entre nós, esse tipo de doente é uma benção), ele é gentil, carinhoso, engraçado, bonito e inteligente… a questão é que ele sabia fingir muito bem no mundo irreal que vivemos, pois a hipocrisia tá em todo lugar. Quantos padres já foram acusados por abusar dos coroinhas? Quantos médicos já foram acusados de abusar dos pacientes? Quantos advogados defenderam vítimas de abuso sexual e em casa ficam vendo o famoso CP?

E qual é o problema do Rubens ser investigador e se excitar durante e depois da investigação? Imaginem, leitores: Rubens em sala de investigação com um garota de 7 anos que foi abusada pelo pai, a garotinha contado para o investigador como o pai agia(porém ela é ingênua o suficiente pra não notar que realmente foi abusada).

Rubens: – Oi, Beatriz. Meu nome é Rubens, sabe o motivo de tá aqui?

Bea: – Pode me chamar de Bea, todos me chamam assim. Trouxeram meu pai pra cá e vim junto, mas não sei. Cadê meu pai?

Rubens: – Seu pai tá em outro sala fazendo um lanche. Bea, certo? Então, somos amigos?

Bea: – Acho que sim, se for amigo do meu papai também.

Rubens: – Que alívio, fiquei com medo de ficar sozinho e sem amigos, mas tenho você então. Bea, gosta de desenha, escrever, jogar, assistir?

Bea: – Gosto de assistir. Vejo desenhos na TV ou filmes de amor que meu pai colocar pra assistirmos juntos. Gosta de desenhos, tio?

Rubens: – Gosto de Barbie. Filme de amor? Posso saber como é a história, Bea?

Bea: – Eu não entendo muito bem a história, mas meu pai diz que é história de amor entre pai e filha.

|Logo o pau do Rubens começa a ganhar vida e se excitar|

Rubens: – Que lindo. E o que tem no filme? Queria ver também.

Bea: – Não posso contar, tenho vergonha e papai disse que é segredo. Se eu contasse, ele iria embora e me deixar sozinha.

Rubens: – Certo. Eu, seu pai e você somos amigos, esqueceu? Pode contar que o tio adora filmes.

Bea: – Eu não sei…

|Rubens notou que ainda não tava na hora de extrair essa informação da garotinha, deixou pra tentar depois.|

Rubens: – Vocês assistem onde? Na sala, quarto…?

Bea: – Os dois, tio. Mas no quarto é quando tá de noitinha.

Rubens: – Por quê, princesa?

Bea: – Nossa casa tem dois banheiros, e um deles tá no quarto do papai. Depois do filme tomamos banho pra dormir.

|Rubens já estava imaginando o pedófilo assistindo com sua filha, abusando dela e depois levando pra se limpar|

Rubens: – E no banho ficam sem roupa?

Bea: – Ele tirava já na cama durante o filme, tio.

|Rubens sentia a baba de tesão do seu pau grudar na cueca|

Rubens: – Ah, claro. Eu sou devagar pra pensar, então me ajuda, Bea. Você é minha amiga.

|Ela riu|

Rubens: – Seu pai te faz rir também?

Bea: – Ele é engraçado, algumas piadas ruins mas é engraçado. As vezes faz cócegas em mim quando a piada é ruim.

Rubens: – Ninguém resiste a cócegas, né. E como ele fazia?

Bea: – Normal, tio.

Rubens: Minha mãe fazia com as mãos no meu pescoço, e seu pai fazia como?

Bea: – Ele usava as mãos ou boca, na barriga e meu pipiu.

|Rubens sentiu mais tesão e o pau queria pular da cueca, mas também não podia cruzar as pernas já que a sala é supervisionada|

Rubens: – Ah, já que ele via no filme também, né?

Bea: – Não, tio.

|Ela abaixa a cabeça|

Rubens: – Que foi, Bea?

Bea: – Cadê meu pai?

Rubens: – Ele deve tá com muita fome mesmo já que ainda não voltou. Mas você me ajudou a pensar, posso te ajudar.

Bea: – Promete que não vai tirar o papai perto de mim?

Rubens: – Claro, de dedinho.

Bea: – No filme tem beijo e a menina coloca a boca no pinto do pai dela.

Rubens: – E como sabe que é pai e filha?

Bea: – O meu papai que disse, isso acontece quando tem muito amor. Agora posso ver meu pai?

|O pau do Rubens quer explodir com tanta informação gostosa|

Rubens: – Claro, Bea. Vamos te levar até ele.

|Ele chama o pessoal que assistindo fora da sala pra levar a garotinha|

Rubens: – Até logo, Bea.

Bea: – Tchau, tio.

|Chega outro investigador pra falar com o Rubens|

Investigador 2: – Cara, que situação. Não sei como tu consegue lidar e ainda fazer de uma forma calma com ela.

Rubens: – Também não sei, cara. Preciso ir ao banheiro, não tô muito bem, sabe?

Investigador 2: – Claro, claro. Vai lá.

|Rubens andava e sentia a baba na cueca encostar. Foi correndo pro banheiro fingindo passar mal, mas na verdade queria se aliviar|

Rubens mentalmente diz repondendo a pergunta do seu colega de trabalho: – É assim que consigo lidar!

|Ele começou a bater uma enquanto não interroga o pai da Bea. Rubens lembrando dos detalhes que ela dizia trazendo à tona sua ejaculação pervertida|.

FIM

Telegram @Afempervrec
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Comentários

D

Defensor do incesto comentou:

Eu gostei muito é promissór, queria mais! Ótimo conto está magnífico, fiquei com pau duro mas só isso msm

18/05/2024 23:43
K

Kiko comentou:

tesao

18/05/2024 23:43