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Acampando com a Amiga

📅 Publicado em: 13/05/2026 18:31

👤 Autor: o-narrador-de-contos

🏷️ Tags: #Outros
Era uma tarde ensolarada, quando decidi ir acampar em uma floresta próxima à cidade onde moro. Convidei minha amiga Amélia para me acompanhar na aventura. Ela aceitou prontamente, animada com a ideia de passar alguns dias no meio da natureza.

Amélia é uma mulher atraente e sedutora. Com seus longos cabelos castanhos, olhos verdes penetrantes e curvas voluptuosas, ela desperta a atenção de qualquer homem que cruza seu caminho. Seu jeito despojado e extrovertido tornam-na ainda mais cativante.

Já eu, sou um sujeito alto e bem-apessoado, com cabelos escuros e barba por fazer. Sou bastante atlético, resultado de anos treinando jiu-jitsu.

Preparamos nossas mochilas com tudo o que poderíamos precisar para nossa estadia na floresta: barraca, saco de dormir, alimentos não perecíveis, água e alguns itens de primeiros socorros. Partimos logo após o almoço, animados com a perspectiva dos dias que tínhamos pela frente.

Chegamos ao local escolhido bem no final da tarde. Após montarmos nossa barraca e acendermos uma fogueira, preparamos um jantar simples mas saboroso, composto por alguns bifes e batatas assadas na brasa. Conversamos animadamente durante a refeição, rindo de nossas próprias piadas e compartilhando histórias do passado.

Após o jantar, nos sentamos lado a lado em frente à fogueira, apreciando as estrelas no céu noturno. A proximidade física entre nós começou a criar uma tensão sexual quase palpável. Amélia apoiou sua cabeça em meu ombro, e eu passei meu braço ao redor de seus ombros, puxando-a para mais perto.

Senti meu coração acelerar quando ela ergueu o rosto na direção do meu, nossos lábios separados por poucos centímetros. Não resisti à tentação e a beijei com paixão, explorando sua boca com minha língua. Ela correspondeu ao beijo com fervor, suas mãos puxando-me mais para perto.

Logo estávamos nos beijando intensamente, nossas línguas dançando uma com a outra enquanto nossos corpos se pressionavam cada vez mais. Amélia começou a desabotoar minha camisa, passando as mãos pelo meu peito definido e musculoso. Em resposta, deslizei minhas mãos por seu corpo curvilíneo até alcançar seus seios fartos e firmes.

Entramos na barraca cambaleando, ainda nos beijando vorazmente. Amélia tirou rapidamente sua blusa e shorts, revelando um corpo voluptuoso vestindo apenas uma calcinha de renda preta. Meus olhos percorreram cada centímetro de sua pele sedosa enquanto eu a deitava sobre o saco de dormir.

Comecei a beijar seu pescoço, descendo até seus seios fartos e mordiscando os mamilos intumescidos. Amélia gemia de prazer, suas mãos puxando minha cabeça ainda mais para perto. Continuei meu caminho para baixo, depositando beijos em sua barriga e quadris enquanto ela abria as pernas para mim.

Puxei sua calcinha para o lado e comecei a acariciar seu clitóris inchado com a ponta dos dedos, fazendo-a arquejar de desejo. Em seguida, mergulhei meu rosto entre suas coxas, provando cada centímetro de sua boceta molhada e quente.

Amélia começou a gemer alto, seus quadris se movendo em ritmo com minhas carícias. Continuei estimulando seu ponto mais sensível com minha língua experiente enquanto introduzia dois dedos dentro dela, sentindo-a apertá-los com força.

Ela gozou intensamente pouco depois, seu corpo tremendo de prazer enquanto gritava meu nome. Mas não paramos por aí. Amélia me empurrou para trás e montou em mim, guiando meu pau duro para dentro de sua boceta encharcada.

Começamos a nos mover juntos, nossos corpos se fundindo em uma dança antiga e primitiva. Ela cavalgava sobre mim com fúria, seus seios balançando a cada movimento enquanto eu agarrava suas nádegas firmes.

Conforme nosso ritmo aumentava, ouvi um barulho vindo da floresta próxima à nossa barraca. Parei por um momento, tentando identificar o som, mas Amélia não interrompeu sua cavalgada, enfiando meu pau cada vez mais fundo dentro dela.

— Está ouvindo isso? — perguntei ofegante, sem conseguir me concentrar completamente no que estávamos fazendo.

— Não ligue para isso — ela respondeu com um sorriso malicioso. — É só uma capivara curiosa querendo assistir a nossa festa particular.

Amélia não parou ate gozar gritando meu nome, eu a preenchi também, mordiscando a ponto do seu peito macio dormimos pouco depois disso exausto da foda. No dia seguinte vi os rastros perto da barraca, era uma marca de onça, sem falar nada sugeri a Amélia que fossemos embora dali. Ela não entendeu nada mas quando sugeri continuarmos em casa nossa brincadeira ela topou na hora.

Para aqueles que forem acampar fica a dica se for onça meta com força na parceira que ela vai embora.

Se quiser mais histórias como essa ou a versão em audio desse conto:

https://orelo.cc/onarradordecontoseroticos
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