Prazer para 3 - (Banca, Branco e Negro)
Minha vida sexual começou muito cedo. A casa de meus pais ficava perto de um rio, e ali brincávamos nos finais de semana, dias em que eu estava livre da escola. Tinha 2 amigos inseparáveis: o Luís Paulo e o Pedro. Eu era uma mocinha bastante precoce. Meus 2 seios eram meu grande orgulho. E, achava bonito raspar as penugens de entre as pernas. Nadando ou subindo em árvores para colher frutas, eu era a companheira ideal de meus 2 amigos. Ousada e curiosa, me divertia em encabulá-los, levando a mão a seus sexos no meio de uma brincadeira qualquer. O Luís Paulo que era o mais velho de nós, era também o mais atrevido. Foi ele que nos mostrou certa vez algumas revistas abrangendo assuntos inéditos para nós. A partir daí, nossas brincadeiras tomaram rumo diferente, e foi essa descoberta que deu início a minha vida sexual.
Havia, perto do rio, uma cabana construída por meu pai. Foi ali que, pela 1ª vez, masturbei Luís Paulo, enquanto Pedro, lá fora, vigiava, aguardando a sua vez. Fiquei maravilhada quando o seu pequenino sexo, aos saltos, derramou na minha mão o seu líquido quente. Pedro, envergonhado, resistiu muito antes de entrar, só cedendo depois que eu insistir muito. Sendo um pouco mais novo que o Luís Paulo, Pedro, um preto forte, tinha o sexo bem maior, e desta vez não o masturbei com a mão, mas deixei que se esfregasse entre minhas pernas, sentido um doce e desconhecido calor em minha vagina virgem, embora, no meu pudor, eu não tirasse a calcinha.
Com o tempo, aperfeiçoei a maneira de masturbá-los. Nossas brincadeiras se tornaram-se mais ousadas. E havia uma força extraordinária que dominava a minha total liberdade. Havia um calor, um cheiro, como que de bicho. Mas quando se masturbavam sobre o meu corpo, entre minhas pernas, eu ainda não tirava a calcinha. Ouvia conversas de minhas primas mais velhas sobre gravidez e necessidade de se proteger dela. Por outro lado, minha mãe sempre me ensinava a não expor o meu corpo. E talvez por isso me parecesse uma coisa pura a relação com os 2 meninos, desde que eu tirasse a calcinha. Não me sentia culpada. E nosso relacionamento passou a ser a 3. De pé ou deitada entre os 2, roçando seus pequenos sexos contra meu corpo, eu começava a descobrir o sentimento de pecado, e mesmo de gostar de me sentir pecadora. A esta altura eu já lera MADAME BOVARY e O AMANTE DE LADY CHATERLEY, e essas eram minhas 2 heroínas, meus 2 modelos de vida. Gostava de me sentir como elas.
Meses mais tarde, tirei a calcinha. Por insistência dos 2 e um pouco com medo, fui submetida ao coito anal. Delirei com a experiência. E, em pouco tempo, eu era uma expert em sexo oral. Os 2 rapazes tornavam-se homens. Luís Paulo começava a Ter bigodes, e eu também desenvolvia meus seios e ganhava formas mais delineadas. Os 2 demônios usufruíam de meu corpo ser parar. Numa espécie de vício, a todo momento íamos para a cabana do rio. Mas eu continuava intacta na minha virgindade. Nenhum dos 2 me deflorou.
Quando mudamos de casa, nossas brincadeiras terminaram: meus 2 jovens amantes deixaram de aparecer.
Mais responsável, deixei aferrecer meu entusiasmo sexual. Tornei-me uma aluna brilhante, os estudos tomavam todo o meu tempo, e as aulas para modelo (carreira que eu ambicionava) trabalhavam meu corpo com ginásticas, massagens e duchas, fazendo-o escultural. Pelo sucesso na rua e nas festas, e principalmente na praia, eu via que era uma mulher extraordinariamente desejada.
Aos 20 anos conheci um moço com quem casei aos 22. Adorava meu marido, fiel e respeitador, mais velho que eu 8 anos. Nosso relacionamento era, pode-se dizer, normal. Nunca tomei com ele a iniciativa de experimentar o que tinha aprendido na minha infância, e aceitava, de cabeça fria, a sua ejaculação precoce. Muito cedo ainda, para ter filhos, tomava pílula a pedido de meu marido.
A reviravolta de mina vida sexual deu-se aos 26 anos. Uma tarde, de regresso a casa, depois de um dia de trabalho, fui abordada por um negro numa moto. Era o Pedro. Estava um belo homem, cheio de vida, e não era por acaso que me encontrava. Desde criança, apaixonado por mim, havia resolvido agora me procurar. Foi uma conversa rápida e envergonhada. Nos despedimos. E nessa noite mal pude dormir, com o inconfessável desejo de praticar excessos pecaminosos. Mas resisti muito a meus impulsos. Pedro me procurou ainda 3 vezes, até que aceitasse, implacavelmente vencida.
Foi num Sábado à tarde. Meu marido jogava no clube, e lá fui eu encontrar o Pedro, num prédio em construção o qual ele estava encarregado, pois era engenheiro. Era um quarto, entre paredes inacabadas, com um colchão estirado a um canto. Quando me deitei a seu lado, não era mais a menina imatura, mas uma mulher insatisfeita, carente, que sabia exatamente o que seu corpo queria, o que seu corpo exigia.
Olhei seu corpo enorme e musculoso sobre o meu, e ainda quis fugir ao seu contato, mas um não morreu em minha garganta, antes que eu pudesse pronunciá-lo, pois Pedro introduziu, de uma só vez o seu sexo enorme em meu corpo aberto.. Mexi os quadris freneticamente durante todo o tempo em que durou a posse. A barra de ferro dentro de mim me enlouquecia, eu era devoradora, tinha a sensação de que iria engoli-lo, e, se isso fosse possível, eu o teria feito literalmente: engoli-lo pela vagina. Gozamos ao mesmo tempo.
Aproveitando a minha rendição, numa cobiça selvagem e insaciável, Pedro redescobriu meu corpo e o seviciou como bem entendeu. Minha boca sorveu, deliciada, a ponta de seu sexo, o meu ânus acolheu seu pênis grosso, num espasmo dolorido e gostoso. Recalcada durante anos com a falta de todos os exageros, saciava, naquele momento, o vazio deixado pela indiferença de meu marido.
Passei a me encontrar muitas vezes com meu amigo, sempre naquele mesmo lugar, um pequeno edifício em construção. Certa vez, de joelhos, chorando docemente com o vigor de suas arremetidas, o sexo de Pedro mexendo dentro de meu ânus, reparei excitada na sombra de alguém que nos espreitava. Quando ele terminou, falei que alguém nos olhava, e ele disse que deveria ser o vigia, homem responsável pela possibilidade de nossos encontros ilícitos naquele local. Aliciante e excitada pela situação, sordidamente ofereci meu corpo em pagamento pelo favor que o homem nos fazia. Ao meu chamado, o vigia entrou, sem jeito. E, depois de saber minhas intenções, pediu a Pedro que o deixasse à vontade. A sós comigo, meu novo amante não perdeu tempo. Em poucos segundos nos amávamos ferozmente, e gritei de prazer quando chegamos ao fim.
Pedro, excitado pelo que assistira, aproximou-se de novo, e, pegando meu corpo ainda fremente, me cobriu voraz. Quando caiu para o lado, foi de novo o vigia quem se jogou sobre mim de maneira insólita: meio deitado sobre meu corpo, colocou entre meus seios firmes e trêmulos o seu sexo rijo, e o esmagou com as mãos entre meus seios que ele juntava mais. Quando avançou o corpo para frente, deduzi o que queria e abri a boca; deixei que penetrasse minha boca gulosa, e que gozasse em minha garganta.
Quando o edifício ficou pronto, o nosso relacionamento era normalmente a 3. E, sem lugar para receber meus amantes, acabei por tê-los mesmo em minha casa e na cama de casal. Aos sábados, quando o meu marido saía de casa para jogar, eu vivia momentos de gloriosa orgia.
O curioso é que meu marido, nessas alturas, passou a me desejar como nunca, e até mesmo parecia curado da sua maldita ejaculação precoce. Estávamos já vivendo um relacionamento bastante quente e satisfatório, mas eu, claro, não conseguia me separar dos 2 amantes.
Até que meu marido precisou viajar ao exterior, a trabalho, e eu tive de acompanhá-lo. Tive assim que me separar de Pedro e do vigia. Mas de volta ao Brasil, um dia meu marido acabou por me confessar o motivo de sua súbita mudança: havia me assistido na cama com meus 2 amantes. Desconfiado, dissera que ia ao clube, mas ficara escondido, me vendo na cama com os 2 homens. E, gozara o prazer solitário nos olhando.
Agora nosso relacionamento é cheio de satisfações. Através de anúncios e da internet, meu marido tem conseguido parceiros para nossas noites de loucura. Escolhidos a dedo, estes parceiros até agora só nos dão alegrias nunca tivemos uma decepção sequer. Fico meio encabulada quando parceiro da noite é uma mulher. Inicialmente, eu ficava assustada e passiva, mas agora já consigo mesmo tomar iniciativas, e me entregar luxuriosamente aos jogos do lesbianismo.
Acho que é tudo que tenho até o momento para relatar. Telma João Pessoa PB.
Havia, perto do rio, uma cabana construída por meu pai. Foi ali que, pela 1ª vez, masturbei Luís Paulo, enquanto Pedro, lá fora, vigiava, aguardando a sua vez. Fiquei maravilhada quando o seu pequenino sexo, aos saltos, derramou na minha mão o seu líquido quente. Pedro, envergonhado, resistiu muito antes de entrar, só cedendo depois que eu insistir muito. Sendo um pouco mais novo que o Luís Paulo, Pedro, um preto forte, tinha o sexo bem maior, e desta vez não o masturbei com a mão, mas deixei que se esfregasse entre minhas pernas, sentido um doce e desconhecido calor em minha vagina virgem, embora, no meu pudor, eu não tirasse a calcinha.
Com o tempo, aperfeiçoei a maneira de masturbá-los. Nossas brincadeiras se tornaram-se mais ousadas. E havia uma força extraordinária que dominava a minha total liberdade. Havia um calor, um cheiro, como que de bicho. Mas quando se masturbavam sobre o meu corpo, entre minhas pernas, eu ainda não tirava a calcinha. Ouvia conversas de minhas primas mais velhas sobre gravidez e necessidade de se proteger dela. Por outro lado, minha mãe sempre me ensinava a não expor o meu corpo. E talvez por isso me parecesse uma coisa pura a relação com os 2 meninos, desde que eu tirasse a calcinha. Não me sentia culpada. E nosso relacionamento passou a ser a 3. De pé ou deitada entre os 2, roçando seus pequenos sexos contra meu corpo, eu começava a descobrir o sentimento de pecado, e mesmo de gostar de me sentir pecadora. A esta altura eu já lera MADAME BOVARY e O AMANTE DE LADY CHATERLEY, e essas eram minhas 2 heroínas, meus 2 modelos de vida. Gostava de me sentir como elas.
Meses mais tarde, tirei a calcinha. Por insistência dos 2 e um pouco com medo, fui submetida ao coito anal. Delirei com a experiência. E, em pouco tempo, eu era uma expert em sexo oral. Os 2 rapazes tornavam-se homens. Luís Paulo começava a Ter bigodes, e eu também desenvolvia meus seios e ganhava formas mais delineadas. Os 2 demônios usufruíam de meu corpo ser parar. Numa espécie de vício, a todo momento íamos para a cabana do rio. Mas eu continuava intacta na minha virgindade. Nenhum dos 2 me deflorou.
Quando mudamos de casa, nossas brincadeiras terminaram: meus 2 jovens amantes deixaram de aparecer.
Mais responsável, deixei aferrecer meu entusiasmo sexual. Tornei-me uma aluna brilhante, os estudos tomavam todo o meu tempo, e as aulas para modelo (carreira que eu ambicionava) trabalhavam meu corpo com ginásticas, massagens e duchas, fazendo-o escultural. Pelo sucesso na rua e nas festas, e principalmente na praia, eu via que era uma mulher extraordinariamente desejada.
Aos 20 anos conheci um moço com quem casei aos 22. Adorava meu marido, fiel e respeitador, mais velho que eu 8 anos. Nosso relacionamento era, pode-se dizer, normal. Nunca tomei com ele a iniciativa de experimentar o que tinha aprendido na minha infância, e aceitava, de cabeça fria, a sua ejaculação precoce. Muito cedo ainda, para ter filhos, tomava pílula a pedido de meu marido.
A reviravolta de mina vida sexual deu-se aos 26 anos. Uma tarde, de regresso a casa, depois de um dia de trabalho, fui abordada por um negro numa moto. Era o Pedro. Estava um belo homem, cheio de vida, e não era por acaso que me encontrava. Desde criança, apaixonado por mim, havia resolvido agora me procurar. Foi uma conversa rápida e envergonhada. Nos despedimos. E nessa noite mal pude dormir, com o inconfessável desejo de praticar excessos pecaminosos. Mas resisti muito a meus impulsos. Pedro me procurou ainda 3 vezes, até que aceitasse, implacavelmente vencida.
Foi num Sábado à tarde. Meu marido jogava no clube, e lá fui eu encontrar o Pedro, num prédio em construção o qual ele estava encarregado, pois era engenheiro. Era um quarto, entre paredes inacabadas, com um colchão estirado a um canto. Quando me deitei a seu lado, não era mais a menina imatura, mas uma mulher insatisfeita, carente, que sabia exatamente o que seu corpo queria, o que seu corpo exigia.
Olhei seu corpo enorme e musculoso sobre o meu, e ainda quis fugir ao seu contato, mas um não morreu em minha garganta, antes que eu pudesse pronunciá-lo, pois Pedro introduziu, de uma só vez o seu sexo enorme em meu corpo aberto.. Mexi os quadris freneticamente durante todo o tempo em que durou a posse. A barra de ferro dentro de mim me enlouquecia, eu era devoradora, tinha a sensação de que iria engoli-lo, e, se isso fosse possível, eu o teria feito literalmente: engoli-lo pela vagina. Gozamos ao mesmo tempo.
Aproveitando a minha rendição, numa cobiça selvagem e insaciável, Pedro redescobriu meu corpo e o seviciou como bem entendeu. Minha boca sorveu, deliciada, a ponta de seu sexo, o meu ânus acolheu seu pênis grosso, num espasmo dolorido e gostoso. Recalcada durante anos com a falta de todos os exageros, saciava, naquele momento, o vazio deixado pela indiferença de meu marido.
Passei a me encontrar muitas vezes com meu amigo, sempre naquele mesmo lugar, um pequeno edifício em construção. Certa vez, de joelhos, chorando docemente com o vigor de suas arremetidas, o sexo de Pedro mexendo dentro de meu ânus, reparei excitada na sombra de alguém que nos espreitava. Quando ele terminou, falei que alguém nos olhava, e ele disse que deveria ser o vigia, homem responsável pela possibilidade de nossos encontros ilícitos naquele local. Aliciante e excitada pela situação, sordidamente ofereci meu corpo em pagamento pelo favor que o homem nos fazia. Ao meu chamado, o vigia entrou, sem jeito. E, depois de saber minhas intenções, pediu a Pedro que o deixasse à vontade. A sós comigo, meu novo amante não perdeu tempo. Em poucos segundos nos amávamos ferozmente, e gritei de prazer quando chegamos ao fim.
Pedro, excitado pelo que assistira, aproximou-se de novo, e, pegando meu corpo ainda fremente, me cobriu voraz. Quando caiu para o lado, foi de novo o vigia quem se jogou sobre mim de maneira insólita: meio deitado sobre meu corpo, colocou entre meus seios firmes e trêmulos o seu sexo rijo, e o esmagou com as mãos entre meus seios que ele juntava mais. Quando avançou o corpo para frente, deduzi o que queria e abri a boca; deixei que penetrasse minha boca gulosa, e que gozasse em minha garganta.
Quando o edifício ficou pronto, o nosso relacionamento era normalmente a 3. E, sem lugar para receber meus amantes, acabei por tê-los mesmo em minha casa e na cama de casal. Aos sábados, quando o meu marido saía de casa para jogar, eu vivia momentos de gloriosa orgia.
O curioso é que meu marido, nessas alturas, passou a me desejar como nunca, e até mesmo parecia curado da sua maldita ejaculação precoce. Estávamos já vivendo um relacionamento bastante quente e satisfatório, mas eu, claro, não conseguia me separar dos 2 amantes.
Até que meu marido precisou viajar ao exterior, a trabalho, e eu tive de acompanhá-lo. Tive assim que me separar de Pedro e do vigia. Mas de volta ao Brasil, um dia meu marido acabou por me confessar o motivo de sua súbita mudança: havia me assistido na cama com meus 2 amantes. Desconfiado, dissera que ia ao clube, mas ficara escondido, me vendo na cama com os 2 homens. E, gozara o prazer solitário nos olhando.
Agora nosso relacionamento é cheio de satisfações. Através de anúncios e da internet, meu marido tem conseguido parceiros para nossas noites de loucura. Escolhidos a dedo, estes parceiros até agora só nos dão alegrias nunca tivemos uma decepção sequer. Fico meio encabulada quando parceiro da noite é uma mulher. Inicialmente, eu ficava assustada e passiva, mas agora já consigo mesmo tomar iniciativas, e me entregar luxuriosamente aos jogos do lesbianismo.
Acho que é tudo que tenho até o momento para relatar. Telma João Pessoa PB.
Nenhuma reação ainda.
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