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Prazer para 3 - (Banca, Branco e Negro)

📅 Publicado em: 31/12/2004 22:00

👤 Autor: telma

📂 Categoria: Traição/Corno

Minha vida sexual começou muito cedo. A casa de meus pais ficava perto de um rio, e ali brincávamos nos finais de semana, dias em que eu estava livre da escola. Tinha 2 amigos inseparáveis: o Luís Paulo e o Pedro. Eu era uma mocinha bastante precoce. Meus 2 seios eram meu grande orgulho. E, achava bonito raspar as penugens de entre as pernas. Nadando ou subindo em árvores para colher frutas, eu era a companheira ideal de meus 2 amigos. Ousada e curiosa, me divertia em encabulá-los, levando a mão a seus sexos no meio de uma brincadeira qualquer. O Luís Paulo que era o mais velho de nós, era também o mais atrevido. Foi ele que nos mostrou certa vez algumas revistas abrangendo assuntos inéditos para nós. A partir daí, nossas brincadeiras tomaram rumo diferente, e foi essa descoberta que deu início a minha vida sexual.
Havia, perto do rio, uma cabana construída por meu pai. Foi ali que, pela 1ª vez, masturbei Luís Paulo, enquanto Pedro, lá fora, vigiava, aguardando a sua vez. Fiquei maravilhada quando o seu pequenino sexo, aos saltos, derramou na minha mão o seu líquido quente. Pedro, envergonhado, resistiu muito antes de entrar, só cedendo depois que eu insistir muito. Sendo um pouco mais novo que o Luís Paulo, Pedro, um preto forte, tinha o sexo bem maior, e desta vez não o masturbei com a mão, mas deixei que se esfregasse entre minhas pernas, sentido um doce e desconhecido calor em minha vagina virgem, embora, no meu pudor, eu não tirasse a calcinha.
Com o tempo, aperfeiçoei a maneira de masturbá-los. Nossas brincadeiras se tornaram-se mais ousadas. E havia uma força extraordinária que dominava a minha total liberdade. Havia um calor, um cheiro, como que de bicho. Mas quando se masturbavam sobre o meu corpo, entre minhas pernas, eu ainda não tirava a calcinha. Ouvia conversas de minhas primas mais velhas sobre gravidez e necessidade de se proteger dela. Por outro lado, minha mãe sempre me ensinava a não expor o meu corpo. E talvez por isso me parecesse uma coisa pura a relação com os 2 meninos, desde que eu tirasse a calcinha. Não me sentia culpada. E nosso relacionamento passou a ser a 3. De pé ou deitada entre os 2, roçando seus pequenos sexos contra meu corpo, eu começava a descobrir o sentimento de pecado, e mesmo de gostar de me sentir pecadora. A esta altura eu já lera MADAME BOVARY e O AMANTE DE LADY CHATERLEY, e essas eram minhas 2 heroínas, meus 2 modelos de vida. Gostava de me sentir como elas.
Meses mais tarde, tirei a calcinha. Por insistência dos 2 e um pouco com medo, fui submetida ao coito anal. Delirei com a experiência. E, em pouco tempo, eu era uma expert em sexo oral. Os 2 rapazes tornavam-se homens. Luís Paulo começava a Ter bigodes, e eu também desenvolvia meus seios e ganhava formas mais delineadas. Os 2 demônios usufruíam de meu corpo ser parar. Numa espécie de vício, a todo momento íamos para a cabana do rio. Mas eu continuava intacta na minha virgindade. Nenhum dos 2 me deflorou.
Quando mudamos de casa, nossas brincadeiras terminaram: meus 2 jovens amantes deixaram de aparecer.
Mais responsável, deixei aferrecer meu entusiasmo sexual. Tornei-me uma aluna brilhante, os estudos tomavam todo o meu tempo, e as aulas para modelo (carreira que eu ambicionava) trabalhavam meu corpo com ginásticas, massagens e duchas, fazendo-o escultural. Pelo sucesso na rua e nas festas, e principalmente na praia, eu via que era uma mulher extraordinariamente desejada.
Aos 20 anos conheci um moço com quem casei aos 22. Adorava meu marido, fiel e respeitador, mais velho que eu 8 anos. Nosso relacionamento era, pode-se dizer, normal. Nunca tomei com ele a iniciativa de experimentar o que tinha aprendido na minha infância, e aceitava, de cabeça fria, a sua ejaculação precoce. Muito cedo ainda, para ter filhos, tomava pílula a pedido de meu marido.
A reviravolta de mina vida sexual deu-se aos 26 anos. Uma tarde, de regresso a casa, depois de um dia de trabalho, fui abordada por um negro numa moto. Era o Pedro. Estava um belo homem, cheio de vida, e não era por acaso que me encontrava. Desde criança, apaixonado por mim, havia resolvido agora me procurar. Foi uma conversa rápida e envergonhada. Nos despedimos. E nessa noite mal pude dormir, com o inconfessável desejo de praticar excessos pecaminosos. Mas resisti muito a meus impulsos. Pedro me procurou ainda 3 vezes, até que aceitasse, implacavelmente vencida.
Foi num Sábado à tarde. Meu marido jogava no clube, e lá fui eu encontrar o Pedro, num prédio em construção o qual ele estava encarregado, pois era engenheiro. Era um quarto, entre paredes inacabadas, com um colchão estirado a um canto. Quando me deitei a seu lado, não era mais a menina imatura, mas uma mulher insatisfeita, carente, que sabia exatamente o que seu corpo queria, o que seu corpo exigia.
Olhei seu corpo enorme e musculoso sobre o meu, e ainda quis fugir ao seu contato, mas um “não” morreu em minha garganta, antes que eu pudesse pronunciá-lo, pois Pedro introduziu, de uma só vez o seu sexo enorme em meu corpo aberto.. Mexi os quadris freneticamente durante todo o tempo em que durou a posse. A barra de ferro dentro de mim me enlouquecia, eu era devoradora, tinha a sensação de que iria engoli-lo, e, se isso fosse possível, eu o teria feito literalmente: engoli-lo pela vagina. Gozamos ao mesmo tempo.
Aproveitando a minha rendição, numa cobiça selvagem e insaciável, Pedro redescobriu meu corpo e o seviciou como bem entendeu. Minha boca sorveu, deliciada, a ponta de seu sexo, o meu ânus acolheu seu pênis grosso, num espasmo dolorido e gostoso. Recalcada durante anos com a falta de todos os exageros, saciava, naquele momento, o vazio deixado pela indiferença de meu marido.
Passei a me encontrar muitas vezes com meu amigo, sempre naquele mesmo lugar, um pequeno edifício em construção. Certa vez, de joelhos, chorando docemente com o vigor de suas arremetidas, o sexo de Pedro mexendo dentro de meu ânus, reparei excitada na sombra de alguém que nos espreitava. Quando ele terminou, falei que alguém nos olhava, e ele disse que deveria ser o vigia, homem responsável pela possibilidade de nossos encontros ilícitos naquele local. Aliciante e excitada pela situação, sordidamente ofereci meu corpo em pagamento pelo favor que o homem nos fazia. Ao meu chamado, o vigia entrou, sem jeito. E, depois de saber minhas intenções, pediu a Pedro que o deixasse à vontade. A sós comigo, meu novo amante não perdeu tempo. Em poucos segundos nos amávamos ferozmente, e gritei de prazer quando chegamos ao fim.
Pedro, excitado pelo que assistira, aproximou-se de novo, e, pegando meu corpo ainda fremente, me cobriu voraz. Quando caiu para o lado, foi de novo o vigia quem se jogou sobre mim de maneira insólita: meio deitado sobre meu corpo, colocou entre meus seios firmes e trêmulos o seu sexo rijo, e o esmagou com as mãos entre meus seios que ele juntava mais. Quando avançou o corpo para frente, deduzi o que queria e abri a boca; deixei que penetrasse minha boca gulosa, e que gozasse em minha garganta.
Quando o edifício ficou pronto, o nosso relacionamento era normalmente a 3. E, sem lugar para receber meus amantes, acabei por tê-los mesmo em minha casa e na cama de casal. Aos sábados, quando o meu marido saía de casa para jogar, eu vivia momentos de gloriosa orgia.
O curioso é que meu marido, nessas alturas, passou a me desejar como nunca, e até mesmo parecia curado da sua maldita ejaculação precoce. Estávamos já vivendo um relacionamento bastante quente e satisfatório, mas eu, claro, não conseguia me separar dos 2 amantes.
Até que meu marido precisou viajar ao exterior, a trabalho, e eu tive de acompanhá-lo. Tive assim que me separar de Pedro e do vigia. Mas de volta ao Brasil, um dia meu marido acabou por me confessar o motivo de sua súbita mudança: havia me assistido na cama com meus 2 amantes. Desconfiado, dissera que ia ao clube, mas ficara escondido, me vendo na cama com os 2 homens. E, gozara o prazer solitário nos olhando.
Agora nosso relacionamento é cheio de satisfações. Através de anúncios e da internet, meu marido tem conseguido parceiros para nossas noites de loucura. Escolhidos a dedo, estes parceiros até agora só nos dão alegrias – nunca tivemos uma decepção sequer. Fico meio encabulada quando parceiro da noite é uma mulher. Inicialmente, eu ficava assustada e passiva, mas agora já consigo mesmo tomar iniciativas, e me entregar luxuriosamente aos jogos do lesbianismo.
Acho que é tudo que tenho até o momento para relatar. – Telma – João Pessoa – PB.
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