Iniciei Meu Filhinho de 8 Anos
Me chamo Marcos, tenho 35 anos e sou pedo desde que me entendo por gente. Mas como nunca poderia falar isso abertamente pra ninguém, acabei suprimindo esse desejo. Eu nunca tinha feito nada sexual com um menor de idade, mas sempre estava pensando. Vendo nas revistas, na televisão; eu via qualquer coisa que me lembrasse uma criança em fase de crescimento. Quando completei 18 anos, sempre procurava por alguém menor do que eu. Se tivesse acima de 18, o meu tesão era cortado na hora. Eu não entendi isso, apenas gostava, então continuei. O máximo que consegui foi um encontro, mas não deu muito certo.
Um tempo depois, um amigo virtual meu que também era pedófilo acabou sendo preso por armazenar arquivos no computador dele. Isso me deixou com muito medo, eu não pensava em outra coisa. Apaguei todo o meu arquivo do computador e esqueci esse assunto. Eu tinha ódio, não entendia por que esse meu desejo tinha que ser proibido. Eu sabia muito bem que um cara condenado por pedofilia não iria durar muito tempo na cadeia, então como disse, tratei de deletar qualquer rastro pedo de mim.
Me formei na faculdade, encontrei a minha esposa, Lúcia, que era técnica em enfermagem e meio que sem esperar ela descobriu que estava grávida. Logo me veio na cabeça um monte de pensamento perverso. Quando nasceu Theo, eu fiquei muito feliz. Era um menino como eu queria, e era um menino lindo. Todo mundo diz que bebês são fofos, mas Theo era muito mais fofo do que o comum. Não me levem a mal; eu admirava ele, mas não poderia fazer nada com ele naquela idade. Eu tinha um alvo (7 até 16 anos) e Theo ainda era muito novo. Não sei se isso alivia um pouco a minha culpa, mas eu prefiro assim.
Theo puxou muito as minhas feições. Quando fez 8 anos, eu comecei a reparar nele com uma intenção sexual por trás. Ele era esperto, tinha cabelos estranhos bem lisos e uma pele branquinha sem nenhuma mancha. Era muito perfeito. Eu via que não podia mais esperar, precisava fazer alguma coisa com aquele puto. O que me conteve foi a minha mulher. Ela era enfermeira e poderia facilmente achar sinais de abuso no menino. Então eu pensei, pensei, até que me lembrei de alguns truques que assistia naninha época de adolescente.
Certo dia, enquanto eu tomava banho, pedi que Theo me desse o sabonete que estava no quarto. Ele foi todo obediente até o quarto e voltou para o banheiro com o sabonete na mão. Eu abri a porta do banheiro com o pau meia bomba e ele ficou ali olhando com curiosidade, botando o dedo na boca e eu a mil pensamentos querendo que ele botasse a boca na minha rola. Eu não conseguia fazer o meu pau abaixar nem se quisesse.
— Entra filho, vem dá o sabonete pro papai — eu falei e fechei a porta atrás da gente quando ele entrou. A essa altura meu pau já tava duro como pedra, pulsando de tesão.
Pedi que Theo passasse um pouco de sabonete no meu cabelo e fiquei abaixado. Peguei um balde de água e joguei inteiro na roupa dele, me fazendo de bobo.
— Papai molhei meu calção — ele disse com aquela vozinha gostosa dele. Eu sorri.
— Poxa filhão, eu acabei te molhando! Tira o calção e vem tomar banho com o papai. Depois eu pego uma toalha.
Ele não achou estranho, tirou a roupa e eu pude ver o pau dele. Era bem branco e duro ainda, mas não duro como o meu, era assim porque estava em fase de desenvolvimento ainda. Se vocês já viram o pau de algum moleque vão entender. Tinha a pele cobrindo a cabeça do pau dele, mas não puxei pra cima, pode ser que ele tivesse sentindo dor, mas queria muito ver aquela cabecinha pequena e rosada. O corpo dele era bem magro e isso acabou fazendo que nascesse alguma definição nele. Theo era o meu sonho.
Eu comecei a banhar ele devagar, coloquei minha mão na costa dele pra poder passar a água e nisso fui descendo. Quando cheguei na bundinha dele, ele suspirou fundo, acho que estava esperando que eu limpasse ali também. A bunda branquinha dele foi se contorcendo enquanto a água gelada caía. Passei o sabonete no corpo dele inteiro, dando uma pausa no pau dele pra limpar bem. O saco dele era bem pequeno e isso me fascinava.
— Ei filhão, quer ajudar o papai também? — eu perguntei e ele fez que sim com a cabeça, sorrindo. Eu peguei um pedaço do sabonete e coloquei na mão dele, depois arrumei o meu corpo de um jeito que o meu pau ficasse no alcance dele.
— Pega filhão. Ajuda o papai no banho. — Ele pegou. Também não tinha como não pegar; eu coloquei o meu pau bem na cara dele. Eu tava duro e com tesão, revirando meu olho enquanto ele balançava minha rola ainda sem experiência.
— Empurra pra frente e pra trás, filhão — eu mandei ele punhetar e ele começou. A mão dele era tão pequena que não fechava direito no meu pau, mas eu adorava.
Eu peguei o queixo dele e olhei bem nos seus olhos enquanto ele me punhetava. Ele tava sorrindo, achando divertido. Achei que estaria com medo, mas não. Foi nesse momento que eu descobri que faria o meu filhinho de mulher muitas e muitas vezes.
CONTINUA ·
Um tempo depois, um amigo virtual meu que também era pedófilo acabou sendo preso por armazenar arquivos no computador dele. Isso me deixou com muito medo, eu não pensava em outra coisa. Apaguei todo o meu arquivo do computador e esqueci esse assunto. Eu tinha ódio, não entendia por que esse meu desejo tinha que ser proibido. Eu sabia muito bem que um cara condenado por pedofilia não iria durar muito tempo na cadeia, então como disse, tratei de deletar qualquer rastro pedo de mim.
Me formei na faculdade, encontrei a minha esposa, Lúcia, que era técnica em enfermagem e meio que sem esperar ela descobriu que estava grávida. Logo me veio na cabeça um monte de pensamento perverso. Quando nasceu Theo, eu fiquei muito feliz. Era um menino como eu queria, e era um menino lindo. Todo mundo diz que bebês são fofos, mas Theo era muito mais fofo do que o comum. Não me levem a mal; eu admirava ele, mas não poderia fazer nada com ele naquela idade. Eu tinha um alvo (7 até 16 anos) e Theo ainda era muito novo. Não sei se isso alivia um pouco a minha culpa, mas eu prefiro assim.
Theo puxou muito as minhas feições. Quando fez 8 anos, eu comecei a reparar nele com uma intenção sexual por trás. Ele era esperto, tinha cabelos estranhos bem lisos e uma pele branquinha sem nenhuma mancha. Era muito perfeito. Eu via que não podia mais esperar, precisava fazer alguma coisa com aquele puto. O que me conteve foi a minha mulher. Ela era enfermeira e poderia facilmente achar sinais de abuso no menino. Então eu pensei, pensei, até que me lembrei de alguns truques que assistia naninha época de adolescente.
Certo dia, enquanto eu tomava banho, pedi que Theo me desse o sabonete que estava no quarto. Ele foi todo obediente até o quarto e voltou para o banheiro com o sabonete na mão. Eu abri a porta do banheiro com o pau meia bomba e ele ficou ali olhando com curiosidade, botando o dedo na boca e eu a mil pensamentos querendo que ele botasse a boca na minha rola. Eu não conseguia fazer o meu pau abaixar nem se quisesse.
— Entra filho, vem dá o sabonete pro papai — eu falei e fechei a porta atrás da gente quando ele entrou. A essa altura meu pau já tava duro como pedra, pulsando de tesão.
Pedi que Theo passasse um pouco de sabonete no meu cabelo e fiquei abaixado. Peguei um balde de água e joguei inteiro na roupa dele, me fazendo de bobo.
— Papai molhei meu calção — ele disse com aquela vozinha gostosa dele. Eu sorri.
— Poxa filhão, eu acabei te molhando! Tira o calção e vem tomar banho com o papai. Depois eu pego uma toalha.
Ele não achou estranho, tirou a roupa e eu pude ver o pau dele. Era bem branco e duro ainda, mas não duro como o meu, era assim porque estava em fase de desenvolvimento ainda. Se vocês já viram o pau de algum moleque vão entender. Tinha a pele cobrindo a cabeça do pau dele, mas não puxei pra cima, pode ser que ele tivesse sentindo dor, mas queria muito ver aquela cabecinha pequena e rosada. O corpo dele era bem magro e isso acabou fazendo que nascesse alguma definição nele. Theo era o meu sonho.
Eu comecei a banhar ele devagar, coloquei minha mão na costa dele pra poder passar a água e nisso fui descendo. Quando cheguei na bundinha dele, ele suspirou fundo, acho que estava esperando que eu limpasse ali também. A bunda branquinha dele foi se contorcendo enquanto a água gelada caía. Passei o sabonete no corpo dele inteiro, dando uma pausa no pau dele pra limpar bem. O saco dele era bem pequeno e isso me fascinava.
— Ei filhão, quer ajudar o papai também? — eu perguntei e ele fez que sim com a cabeça, sorrindo. Eu peguei um pedaço do sabonete e coloquei na mão dele, depois arrumei o meu corpo de um jeito que o meu pau ficasse no alcance dele.
— Pega filhão. Ajuda o papai no banho. — Ele pegou. Também não tinha como não pegar; eu coloquei o meu pau bem na cara dele. Eu tava duro e com tesão, revirando meu olho enquanto ele balançava minha rola ainda sem experiência.
— Empurra pra frente e pra trás, filhão — eu mandei ele punhetar e ele começou. A mão dele era tão pequena que não fechava direito no meu pau, mas eu adorava.
Eu peguei o queixo dele e olhei bem nos seus olhos enquanto ele me punhetava. Ele tava sorrindo, achando divertido. Achei que estaria com medo, mas não. Foi nesse momento que eu descobri que faria o meu filhinho de mulher muitas e muitas vezes.
CONTINUA ·
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