Minha pequena tentação
Essa aventura começou numa época muito doida da minha vida, eu acabara de terminar um noivado de cinco anos por descobrir que minha noiva estava dando para meu melhor amigo.
Eu sofri por algumas semanas, mas logo estava aproveitando a vida de solteiro novamente.
Sempre gostei de dançar e forró sempre foi um dos meus ritmos prediletos, adoro aquele arrocha gostoso, esfregando gostoso nas coxas da mulherada.
Quando eu conheci a Mara, meu mundo parou, eu a vi entrando no salão como uma estrela brilhante, um baita mulherão. Uma mulata de 1,75cm, gostosa, de pernas grossas, bunda arrebitada, peitos firmes, uma verdadeira musa que não devia nada as passistas de escolas de samba.
O melhor foi que naturalmente rolou uma química logo que fomos apresentados, ela me contou que tinha acabado de sair de um casamento e estava retomando as rédeas da sua vida e lutando bastante pra cuidar sozinha da filha pequena.
Fiquei encantado por aquela mulher, por sua história e juntando a carência de estar sozinho, acabei me envolvendo com ela nas semanas seguintes e a cada encontro nós estamos mais apaixonados.
Eu sempre fui um cara tranquilo, um homem de família e acho que ela viu em mim essa oportunidade de ter um porto seguro, um homem pra amar.
E eu também via nela uma mulher que não me faria faltar nada, mas ainda havia algo a resolver.
Mara uma filha, quando começamos a namorar ela mal falava da pequena e sempre que nos saíamos ela deixava a pequena com uma vizinha ou seja, em seis meses de namoro, eu nunca tinha visto a menina, só sabia seu nome... Letícia.
Quando Mara sentiu segurança no namoro, decidiu que era hora de me apresentar para a Letícia, eu me lembro como se fosse hoje, era um domingo e cheguei na casa delas por volta das 9h da manhã e foi quando Mara, após me receber, chamou a pequena pelo nome...
Quando a porta do quarto se abriu, um pequeno infarto tomou conta do meu peito, um pequeno monumento entrou na sala, uma pequena deusa, da pele cor de chocolate ao leite, com os cabelos negros e cacheados até o ombro, dois olhos verdes como uma piscina e uma boca vermelha e delicada como um morango deixavam aquela menina com um ar deslumbrante.
Pude perceber por baixo do tecido fino do pijama os seus mamilos começando a se desenvolver, já tinha por volta de um metro e pouco, bem alta para sua idade, que como ela mesma me confirmou, acabara de completar 9 anos.
No início ficamos um pouco tímidos, mas logo já estávamos falando e conversando muito.
Como eu ainda não tinha filhos, adotei-a como a minha própria filha e ela também passou a me ver com confiança e logos criamos uma relação bem chegada.
Eu comecei a frequentar a casa delas aos finais de semana e algumas vezes eu acabava por dormir lá, foi aí que meu tormento começou.
Como Mara trabalhava como enfermeira em uma clínica em uma cidade vizinha a nossa, era obrigada a acordar muito cedo, então nos dias que dormia por lá, acabei ficando com a tarefa de acordar a Letícia e manda-la para a escola antes de eu sair rumo a minha casa.
Me lembro que nas duas primeiras vezes foi tudo tranquilo, eu chamei, mandei escovar os dentes, coloquei um café da manhã para tomarmos juntos e fomos cada um para seu rumo.
O problema foi já na terceira vez que fiquei sozinho com Letícia, após chamá-la por três vezes, empurrei a porta do quarto com cuidado e tive uma das visões mais belas que meus olhos já viram...
A garota estava deitada de bruços e talvez por se virar demais na cama, a camisola subiu, mostrando aquela bundinha extremamente redonda, a calcinha azul claro enfiada na bunda emoldurava a bucetinha que quase escapava pela beirada do pano.
Meu coração foi a mil, comecei suar e minhas mãos ficaram geladas, pois no fundo eu sabia que não iria resistir a aquela tentação.
Fui bem devagar até a beirada da cama e pude perceber a respiração pesada e vi que ela dormia profundamente, no mesmo momento, pensei, é agora... Enfiei meu nariz na sua bundinha e cheirei aquela bucetinha, aquele cheirinho adocicado de menina nova misturado com um leve odor de urina, só quem ja sentiu pode entender.
Então, puxei a calcinha dela com muito cuidado e pude admirar aquela preciosidade.
Ela tinha a bucetinha inchadinha, apenas uma penugem de aquilo que viria ser seus pelos pubianos e lábios rosas como o da sua boca.
Aquilo me deixou desorientado, a pele morena clara era uma combinação perfeita com sua bucetinha rosa e aquele cuzinho apertadinho.
Não resisti e meti a língua, chupei a buceta e o cu como se fosse uma manga madura.
Conforme eu passava a língua pelo grelinho eu sentia aquele botãozinho endurecendo na minha boca, coloquei a língua por dentro até tocar o seu cabacinho com a ponta da língua, quando toquei aquela membrana senti a sua buceta estremecer e ficar totalmente úmida no mesmo instante.
Na hora, fiquei tão louco que nem pensei que ela poderia acordar, e foi exatamente oque aconteceu.
Quando dei por mim eu já estava todo babado e tinha explorado aquela buceta por inteiro, quando olhei em direção a Letícia ela estava com os olhos abertos e com um sorriso no canto da boca...
Aquele sorriso era a chave pra saber que aquilo não terminaria ali.
Eu sofri por algumas semanas, mas logo estava aproveitando a vida de solteiro novamente.
Sempre gostei de dançar e forró sempre foi um dos meus ritmos prediletos, adoro aquele arrocha gostoso, esfregando gostoso nas coxas da mulherada.
Quando eu conheci a Mara, meu mundo parou, eu a vi entrando no salão como uma estrela brilhante, um baita mulherão. Uma mulata de 1,75cm, gostosa, de pernas grossas, bunda arrebitada, peitos firmes, uma verdadeira musa que não devia nada as passistas de escolas de samba.
O melhor foi que naturalmente rolou uma química logo que fomos apresentados, ela me contou que tinha acabado de sair de um casamento e estava retomando as rédeas da sua vida e lutando bastante pra cuidar sozinha da filha pequena.
Fiquei encantado por aquela mulher, por sua história e juntando a carência de estar sozinho, acabei me envolvendo com ela nas semanas seguintes e a cada encontro nós estamos mais apaixonados.
Eu sempre fui um cara tranquilo, um homem de família e acho que ela viu em mim essa oportunidade de ter um porto seguro, um homem pra amar.
E eu também via nela uma mulher que não me faria faltar nada, mas ainda havia algo a resolver.
Mara uma filha, quando começamos a namorar ela mal falava da pequena e sempre que nos saíamos ela deixava a pequena com uma vizinha ou seja, em seis meses de namoro, eu nunca tinha visto a menina, só sabia seu nome... Letícia.
Quando Mara sentiu segurança no namoro, decidiu que era hora de me apresentar para a Letícia, eu me lembro como se fosse hoje, era um domingo e cheguei na casa delas por volta das 9h da manhã e foi quando Mara, após me receber, chamou a pequena pelo nome...
Quando a porta do quarto se abriu, um pequeno infarto tomou conta do meu peito, um pequeno monumento entrou na sala, uma pequena deusa, da pele cor de chocolate ao leite, com os cabelos negros e cacheados até o ombro, dois olhos verdes como uma piscina e uma boca vermelha e delicada como um morango deixavam aquela menina com um ar deslumbrante.
Pude perceber por baixo do tecido fino do pijama os seus mamilos começando a se desenvolver, já tinha por volta de um metro e pouco, bem alta para sua idade, que como ela mesma me confirmou, acabara de completar 9 anos.
No início ficamos um pouco tímidos, mas logo já estávamos falando e conversando muito.
Como eu ainda não tinha filhos, adotei-a como a minha própria filha e ela também passou a me ver com confiança e logos criamos uma relação bem chegada.
Eu comecei a frequentar a casa delas aos finais de semana e algumas vezes eu acabava por dormir lá, foi aí que meu tormento começou.
Como Mara trabalhava como enfermeira em uma clínica em uma cidade vizinha a nossa, era obrigada a acordar muito cedo, então nos dias que dormia por lá, acabei ficando com a tarefa de acordar a Letícia e manda-la para a escola antes de eu sair rumo a minha casa.
Me lembro que nas duas primeiras vezes foi tudo tranquilo, eu chamei, mandei escovar os dentes, coloquei um café da manhã para tomarmos juntos e fomos cada um para seu rumo.
O problema foi já na terceira vez que fiquei sozinho com Letícia, após chamá-la por três vezes, empurrei a porta do quarto com cuidado e tive uma das visões mais belas que meus olhos já viram...
A garota estava deitada de bruços e talvez por se virar demais na cama, a camisola subiu, mostrando aquela bundinha extremamente redonda, a calcinha azul claro enfiada na bunda emoldurava a bucetinha que quase escapava pela beirada do pano.
Meu coração foi a mil, comecei suar e minhas mãos ficaram geladas, pois no fundo eu sabia que não iria resistir a aquela tentação.
Fui bem devagar até a beirada da cama e pude perceber a respiração pesada e vi que ela dormia profundamente, no mesmo momento, pensei, é agora... Enfiei meu nariz na sua bundinha e cheirei aquela bucetinha, aquele cheirinho adocicado de menina nova misturado com um leve odor de urina, só quem ja sentiu pode entender.
Então, puxei a calcinha dela com muito cuidado e pude admirar aquela preciosidade.
Ela tinha a bucetinha inchadinha, apenas uma penugem de aquilo que viria ser seus pelos pubianos e lábios rosas como o da sua boca.
Aquilo me deixou desorientado, a pele morena clara era uma combinação perfeita com sua bucetinha rosa e aquele cuzinho apertadinho.
Não resisti e meti a língua, chupei a buceta e o cu como se fosse uma manga madura.
Conforme eu passava a língua pelo grelinho eu sentia aquele botãozinho endurecendo na minha boca, coloquei a língua por dentro até tocar o seu cabacinho com a ponta da língua, quando toquei aquela membrana senti a sua buceta estremecer e ficar totalmente úmida no mesmo instante.
Na hora, fiquei tão louco que nem pensei que ela poderia acordar, e foi exatamente oque aconteceu.
Quando dei por mim eu já estava todo babado e tinha explorado aquela buceta por inteiro, quando olhei em direção a Letícia ela estava com os olhos abertos e com um sorriso no canto da boca...
Aquele sorriso era a chave pra saber que aquilo não terminaria ali.
Nenhuma reação ainda.
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