Fudi a boquinha do filho de 9 anos da gostosa do Condomínio
Meu nome é Valdemir, tenho 31 anos. Sou instrutor de artes marciais, porém é uma área complicada e não dá muito dinheiro, então durante a tarde tenho um turno como porteiro/zelador em um condomínio. Onde eu trabalho é um condomínio com 4 prédios residenciais, muitos apartamentos são alugados, e como o prédio é simples tem muita mulecada que fica por ali zanzando pelo condomínio. Numa ala do prédio no 5 andar morava uma gostosa que eu era louco pra pegar, porém ela é do tipo que gosta de cara de carrão. Ela trabalha em 1 hotel e o filho dela Henrique, passa alí o dia sozinho. Henrique tinha 9 anos, e sempre brincava ali com mais uns 3 guris um pouco mais velhos que ele. As vezes os guris paravam de brincar no pátio e pelas câmeras do elevador eu via que todos iam para o apartamento do Henrique. Imaginei que eram muleques punheteiros. Mas um dia a história mudou. Um dia eu fui colocar iscas de barata nas escadarias do prédio, e entre um prédio e outro tem um vão onde o pessoal guarda as bicicletas, escutei uns gemidos abafados e umas risadinhas e uns cochichos e fui espiar. Vi os guris fazendo fila um comendo o Henrique, e outro colocando ele pra chupar. Apesar dos guris serem um pouco mais velhos, tudo pintinho pequeno aínda. Só o Maycon que tava metendo qdo tirou vi um pau maiorzinho, um pouco mais grosso. Maycon era o mais velho, devia ter uns 13 anos. Os outros entre 10 e 12. Não sei porque aquela cena me excitou. O Henrique era a cara da mãe. Mesma cara de puta e até que o guri tinha uma bundinha maneira. Moreninhos, lábios grossos. Acabei transferido o tesão que tinha na mãe pro guri. Uns pensamentos estranhos me passaram na cabeça. Fiquei observando uns dias e vi que no bicicletário atrás do bloco era onde sempre rolava as putarias, ou no apto do Henrique. Vi eles indo em direção ao bicicletário fui e dei um flagra, os guris correram rindo e foram para suas casas e o Henrique ficou vestindo a bermuda pois tinha tirado todo o shorts. De impulso fiz sinal pra ele ficar quieto nesse momento ele tava chorando. Levei ele mais pro fundo só bicletario mandei ficar quieto. Ele choramingando. Abri o zíper e tirei só a tora pelo uniforme. Meu pauzão tava duro feito pedra. Tenho 19 centimetros grossinho. Peguei na mão dele, e coloquei no meu pau. Fui no céu e voltei com aquela mão quentinha na minha rola. Falei “shiu fica quietinha e chupa, senão conto pra sua mamãezinha” ele ficou admirado e olhando minha vara e colocou a boca na cabeca. Mal cabia. Aquela boca pequena e quentinha me deixou louco de tesão. Segurei ele pelo cabelo e tentava socar tudo naquela boquinha mas só ia a cabeça e ele se babava todo. Batia com meu pau no rostinho de puta. Horas eu imaginava a mãe dele, hora o tesão por aquela putinha viadinho no cio, ele mamava e passava a mão no próprio cuzinho. Porém como eu tava de expediente não dava pra demorar muito. Virei o cuzinho e olhei aquele buraquinho vermelho piscando. Era minúsculo o buraco parecia um furinho de tiro de 22. E piscava. Cuspi no cu e fiquei pincelando. Não tive coragem de enfiar. Mandei ele mamar mais um pouco. Quando senti que ia gozar segurei pelo queixo mandei abrir a boca e esporrei pra todo lado: no rosto, dentro da boca, lambuzei o puto todo. Olhei pra ver se não tinha ninguém olhando. Adrenalina a mil, fui me ajeitando aproveitei virei pra um canto e comecei uma mijada …. O guri parou de as vestir e ficou me olhando mijando. Qdo terminei a putinha veio e lambeu meu pau mole ainda molhado. Empurrei ele pro lado. Guardei o pinto e voltei a trabalhar. Antes pedi ele ficar quietinho. Perguntei que horas a mãe dele chegava em casa. Ele disse as 9 a noite. Eu largava do serviço as 7. Já comecei a planejar pra ir um dia no apartamento dele depois do expediente antes da mãe dele chegar. Mas o que houve só no próximo conto.
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