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Chorei de verdade no pau do meu outro irmão

📅 Publicado em: 14/11/2024 15:20

👤 Autor: nascimento-silva

🏷️ Tags: #Gay #Incesto #Tween
Depois que a gente perde o medo e a vergonha de dar o cu, se acostuma com o pau e descobre o prazer de sentir uma pica bem dura no rabo, (Leia o meu conto:
A Primeira Gozada na Boca a Gente Nunca Esquece
) tudo é motivo para nos dar tesão. O Aldair estava naquela fase de muitos hormônios, onde o pau fica duro a qualquer momento e não tinha mulher e eu estava na fase da descoberta sexual, cheio de curiosidade e tesão no cuzinho, então um completava o outro. Parecia que a gente estava de lua de mel; ele só vivia de pau duro e eu com o meu cuzinho coçando querendo rola; e assim para onde ele ia e que dava para me levar, ele me chamava para ir junto. E a gente aproveitava para ele meter a rola em meu cuzinho que estava cada vez mais guloso e sedento por rola. Então se ele ia pescar me chamava, se ia caçar (na época era permitido) me levava junto, ou então ele pegava a canoa e a gente atravessava o rio procurava um lugarzinho sossegado e eu já sabendo o que ia acontecer, só tirava o calção, ficava de quatro, ele vinha e tacava o pau no meu cuzinho. Teve uma vez que a gente estava no roçado e depois do almoço ele me olhou e eu já entendi o que ele queria. Aí ele pegou a espingarda e saiu caminhando e eu logo me levantei e fui atrás, quando entramos no mato na beira do roçado, ele tirou o pau já durão para fora e mandou eu chupar. Enquanto eu chupava e ele gemia baixinho, dava para ouvir a voz dos meus pais e do meu irmão conversando. Depois que eu chupei um pouco, ele me mandou segurar numa árvore, abaixou o meu cação até meus joelhos, cuspiu na mão, lambuzou o meu rabo e se ajeitando atrás de mim, foi enfiando o seu pau todinho em mim. Que delícia foi ir recebendo aquele pau centímetro por centímetro dentro de mim e sentir ele bombar, com suas estocadas fortes no meu cu. De lá de onde eu estava sendo enrabado eu podia ver os meus pais sentados e nem imaginavam que o filhinho caçula deles estava sendo a mulherzinha do mais velho naquele momento. Aldair não demorou, e gozou dentro meu rabo e após eu me abaixar para jogar a porra dele fora e me limpar com algumas folhas, a gente foi olhar as arapucas e depois voltamos; ele com o pau aliviado e eu com o meu cu satisfeito de ter levado pau mais uma vez. Quando chegava a sexta-feira eu já imaginava para onde o Aldair ia inventar de me levar no sábado e no domingo para em comer o cu, mas naquela noite o Tonhão nosso vizinho, veio pedir ao meu pai que deixasse ele ir jogar no time dele e ficar para o festejo que aconteceria em um povoado, a mais ou menos uns 10 quilômetros longe da cidade e o meu pai deixou ele ir, o que me fez ficar triste, pois seria um final de semana sem levar rola no cuzinho. O Valdir se animou todo para ir junto, mas o meu pai não deixou, dizendo que ele ainda era muito novo para ir na festa. O que um moleque de 15 anos que faze numa festa? Perguntou a minha mãe e isso foi motivo para o Valdir chorar um bocado e amanhecer puto da vida. Ao amanhecer a minha mãe mandou que o Valdir fosse pescar e me levasse junto, enquanto isso o Aldair se ajeitava para ir com o Tonhão. Pegamos a canoa e subimos o rio procurando um remanso para espalhar a malhadeira. Depois que colocamos a rede o Valdir resolveu ir até o sítio do velho Matias, roubar umas frutas. Chegando lá ele me chamou para ir junto, mas eu tinha medo do velho e ele falou que se eu não fosse não comia do que ele trouxesse e assim foi, dali a uns 20 minutos ele voltou com umas pitombas, carambolas e uma jaca pequena. Não sei o que ele fez, mas o danado conseguiu roubar as frutas mesmo. Voltamos para o lugar onde estava a rede e ele ficou comendo a jaca e não me dava nem um bago. Eu pedi várias vezes, mas ele enfezado, só falava que não ia me dar e pronto. Eu estava com vontade de comer a jaca sim, mas a vontade de dar o cu era maior, pois era só eu entrar no mato ou ficar assim como estávamos ali, num lugar deserto; que eu já ficava com o meu cu piscando querendo pica. Eu pensei várias vezes se eu falava ou não, mas o desejo de dar era muito grande aí uma hora eu falei: Valdir me dá uns bagos dessa jaca que eu te dou um pouquinho de cu. Ele não entendeu e parando de comer me perguntou: o que? Eu respondi se tu me der uns bagos da jaca eu te dou um pouquinho de cu! Ele me olhou sério e nessa hora eu fiquei com medo de ele não querer e brigar comigo e até me bater por estar falando isso e depois ainda contar para os nossos pais, mas ele só falou: tu não aguenta me dar o cu, não! E abrindo a bermuda botou o pau para fora. Mole o pau dele era do tamanho da pica do Aldair dura. Eu fiquei olhando e ele disse vem aqui, pega nele pra tu ver. Eu fui e me sentei bem perto dele e ele pegando a minha mão colocou em cima do pau dele que já estava começando a ficar duro. Eu apertei e alisei passando a mão para cima e para baixo e o danado foi crescendo rapidinho e ficou durão na minha mão. Era lindo, a cabeça brilhava e era tipo um cogumelo na ponta do pau dele... um cogumelo cor de maçã. A minha mãozinha trêmula deslizou no pauzão do meu irmão e pude sentir as veias e a quentura do pau que pulsava ao meu toque. Eu sem olhar para ele, pois só tinha olhos para a pica dele, falei: se você quiser eu posso chupar...

Ele surpreso me perguntou: tu chupou o Reinaldo? Ele disse que comeu o teu cu!

Eu ainda alisando o pau dele disse: não! Eu chupei o Didi... (era assim que eu chamava o Aldair) um monte de vez...

Ele me perguntou: tu já deu o cu para o Aldair? E eu ainda punhetando ele bem devagar, respondi que sim balançando a cabeça e disse em seguida: um montão de vez. Aí ele me falou: então tu aguenta o meu pau no teu cu... vamos sair daqui...

Aí ele subiu para a barreira do rio e eu fui atrás! Achamos um lugar limpo, eu tirei o meu calção e já fiquei de quatro só esperando o pau. Valdir veio por trás de mim e queria meter sem tirar a bermuda. Eu falei para ele: tu tem que tirar a bermuda... vem logo...

Eu estava louquinho para sentir aquela pica no meu cu, tanto que nem a chupei e olha que só a visão dela já me dava água na boca. Ele todo atrapalhado tirou a roupa e veio já colocando o pau sem cuspi nem nada e eu mandei ele cuspir na mão e passar no meu cu e depois mandei ele meter. Ele ajeitou achou a entradinha do meu cu e meteu com tudo. Nossa que dor desgraçada foi aquela, nem a primeira vez com o Aldair doeu tanto. Quando passou aquele cabeção cogumelo, parece que os meus olhos iam explodir, eu tentei sair querendo me levantar, mas ele me segurou e me puxando para junto dele enfiou tudo no meu rabo. Eu gritei tão alto, que se tivesse alguém passando no rio naquela hora teria ouvido, mas ele não estava nem aí e foi indo até os pentelhos dele topar em minha bunda. Eu chorando pedi: tira Valdir... eu quero cagar... tá doendo demais... para... por favor... Ele só falou: tu não queria me dar o cu? Agora aguenta...

E se deitando sobre mim, com as próprias coxas dele, abriu a minhas pernas e me prendeu com o peso dele e começou a meter no meu cu, bem devagar. A cada metida que ele dava era um “aaaaahhhhh” que eu dava e por isso ele colocou a mão na minha boca e foi metendo, metendo, metendo, metendo... até gozar no meu cu.

Depois que gozou ele foi tirando o pau de dentro de mim e eu fiquei deitado nas folhas. Naquele dia o meu pau não ficou duro e quando ele saiu de mim o meu cu ardia como se tivesse jogado uma garrafa inteira de pimenta nele. Eu me ajoelhei, depois me acocorei e fiz cocô misturado com porra e sangue. Ele sorrindo me mostrou o pau dele todo cagado e me falou: agora tu é minha fêmea. Ele desceu para o rio, tomou banho e eu fui mais atrás, tomei banho também e depois voltei para a canoa, triste porque o meu cu ainda ardia pra caramba, mas ele dividiu a jaca, as pitombas e as carambolas comigo. Ficamos lá até umas 3 da tarde, ele todo feliz e eu nem podia me mexer que o meu ardia demais. Antes de chegarmos em casa ele me falou: fica tranquilo que eu não vou falar nada pra ninguém, mas se tu não me der o cu quando eu quiser eu conto para mamãe e para o papai! Eu falei: tá bom... não conta para ninguém que eu dou!

Não sei por que, mas ao ouvir ele falar isso o meu pinto já ficou duro na hora e o meu cu já deu aquela piscada, mesmo ardendo pra caramba como estava, eu na hora pensei que eu queria provar a pica dele de novo.

Nascimento Silva
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